- O que foi Bre, a mamãe já te levou ao médico e você continua assim. - ele não parou de chorar. Tanto que acabei chorando com ele. - A mamãe não sabe mais o que fazer.. Você não quer mais mamar, e quando mama joga tudo pra fora. - conversar com ele também não estava adiantando.
Deixei-o em minha cama, vesti meu moletom, arrumei sua malinha, com seus documentos, peguei meu celular, a chave do carro e desci. O coloquei na cadeirinha e sentei no banco do motorista.
"nao sei o que está fazendo, estou indo levar o Bre em outro médico 24h, ele não para de chorar, eu não faço ideia mais do que fazer.. eu te amo."
Sai do condomínio e segui em direção de outro hospital. Meu gps me mandou entrar em algumas ruas estranhas, pensei em voltar pra trás e esperar amanhecer, mas Breno não podia continuar assim. Entrei numa rua quase sem iluminaçao, e meu carro desligou, fui rodar a chave e quando olhei pra cima vi alguns homens, fui dar ré, mas um mirou algo parecido como uma arma diretamente em minha direção,cgelei desde os dedos do pé, até meu coro cabeludo, Comecei a rezar, tinha 5 homens. Pensei novamente em dar ré, mas Breno estava comigo. Suspirei fundo. Um bateu na janela, não queria abrir, mas era o homem da arma e ele estava batendo em meu vidro com ela. Meu. Deus.
- Desce do carro.
- Moço, eu estou com filho pequeno. Me deixa ir embora.
- Desce do carro, vagabunda.
- Por favor!
- Eu disse DESCE DO CARRO! - senti meus olhos inundarem
Tirei o Breno da cadeirinha e saí do carro com ele comigo. Eles olharam o carro. Os outros três homens começaram a se aproximar.
- Você tem uma bundinha gostosa. - sussurrou um deles, em meu ouvido.
- Pensando bem, eu não vou ficar satisfeito só com o carro, quero você também.
- Moço..
- Cale a boca, vadia.
- Faça esse garoto calar a porra da boca.
- Bre.. shiii - falei tremula
- Adoraria ouvir esse shi mas como gemido.
- Eu vou comer essa garota. - comecei a estremecer
Eu estava prestes a vomitar, meu coração só faltava sair pela boca. Eles começaram a me rondar e deslizar as mãos pelo meu corpo. Apertei forte o breno em meus braços.
- Me dá o garoto.
- Não.
- Me dá o garoto, eu não vou repetir.
- Eu não vou dar!!!!
- Você vai dar o que a gente quiser.
- Ele não.
- Me dá o garoto.
- NÃO. - cuspi em seu rosto. Ele me olhou visivelmente nervoso.
- Então a piranha sabe cuspir. - ele me deu um tapa forte em meu rosto. Fechei os olhos com força - Me dá o moleque.
- EU DISSE QUE NÃO.
- Cansei desse joguinho. - segurei o Breno com toda força, mas com a ajuda dos outros homens ele pegou o Breno de mim. Comecei a gritar, eles não tinham esse direito. Um deles tamparam a minha boca.
- SE VOCÊ DAR MAIS UM PIO EU VOU EXPLODIR O CRÂNIO DELE. - as lágrimas começaram a descer, e eles me levaram para um lugar ainda mais escuro.
- Me deixem ir embora, não faça nada comigo.
- Com essa vozinha eu deixaria você. Mas eu olho pra esse corpinho delicioso, essa bundinha rendonda..
- Rapazes, pensando bem, vamos deixar ela ir. - os olhei esperançosa. - Depois que a gente come-la bem gostoso!!
- Me deixem ir, não façam nada com meu filho por favor eu imploro..
- Então cala essa sua boquinha ou ele irá matar ele, está vendo? - segurou forte minha cabeça, fazendo com que eu olhasse diretamente ao Breno.
Eles começaram a rasgar minha roupa, as lágrimas não paravam de descer.
- Vou rasgar essa bucetinha.
- Tem cara de que é apertadinha.
- Eu quero meu pau bem fundo nela
- Me deixem ir embora.. - implorei.
- Se você falar mais uma palavra, vamos ter que dar um jeitinho no muleque. Você quer? - apertou meus seios. Balancei a cabeça negativamente
- Pede ele pra abaixar a arma.
- EU FALEI SEM UM PIO.
Comecei a pedir que Deus me acordasse desse pesadelo horrível, mas era tudo real. Eles começaram a pegar em todo lugar de meu corpo. Nem nos meus piores pesadelos imaginei que um dia passaria por isso. Um dos homens me segurou enquanto o outro terminou de rasgar minha calça e lambeu minha entrada, eu queria vomitar na cara dele. Eu queria bater em todos. Comecei a gritar mentalmente, eu não mereço passar por isso. EU NÃO MEREÇO!!
- Me deixem ir embora. - pedi outra vez e um deles bateram bem forte em meu bumbum enquanto o outro me segurava e apertava meu pescoço. Fechei os olhos, e comecei a rezar, eu não fazia ídeia de como aquilo ia terminar. Quando abri os olhos não vi o Breno, ele não estava mais em meu campo de visão.
- CADE O MEU FILHO? ONDE AQUELE HOMEM FOI COM O MEU FILHO? EU VOU GRITAR, CADE O MEU FILHO???? O QUE VOCÊS ESTÃO FAZENDO, CADE O MEU FILHO?
- Cala a boca piranha, CALA A SUA BOCA!
- Se você dar mais um pio, quem vai morrer vai ser você!
- EU QUERO O MEU FILHO - choraminguei - ele não tem culpa de nada, cade meu filho, não façam nada com ele.
O homem que estava com o Breno apareceu e apontou a arma diretamente em mim. Breno estava dormindo, tão quietinho e resmungando como ele sempre fazia. Me desculpa filho, me desculpa, eu só queria... Me desculpa! Fechei os meus olhos..
Alguns minutos mais tarde, estava encolhida no chão, minha cabeça estava doendo muito, ouvi de longe um chorinho. Chovia bastante. Abri os olhos, e Breno estava deitado no chão de bruços, chorando muito sem a sua cobertinha, o peguei rápido no colo. Ele estava encharcado, meu Deus eu sou uma péssima mãe. Comecei a chorar muito, eu não acredito que estou vivenciando isso, não acredito que coloquei meu filho nessa enrascada, MEU FILHO!
- Bre, a mamãe está aqui, me desculpa, me desculpa.. - beijei seu rosto. Tirei o que sobrou da minha camiseta e coloquei sobre ele. - Shii, a mamãe está aqui. - fechei os olhos tentando conter as lágrimas, e vieram tudo na minha cabeça do que aconteceu, eles haviam me chutado, e jogado no chão após me estuprar. Meu corpo doía tanto, que eu estava sem forças para levantar, Breno não parava de chorar, a chuva ficava ainda mais forte. Juntei todas as forças que ainda me restava e levantei. Eles levaram tudo, meu carro, meu celular, TUDO! Apertei o Breno com força e comecei a caminhar em um caminho oposto do que estava indo, avistei um homem correndo e entrei num beco, pedindo pro Breno calar a boca. Prendi a respiração, e logo ele passou por mim, voltei a andar depressa, olhando para todos os lados. Minha cabeça ia explodir, a chuva não parava, Meu Deus, isso vai piorar o Breno, a imunidade dele deve estar baixa e ele está em baixo de uma chuva forte. Eu sou uma péssima mãe, eu sou uma péssima mãe. Avistei de longe um orelhão, e tentei correr, mas não consegui, parei um pouco, a chuva estava muito forte.
- Bre, calma.. Vai ficar tudo bem, a mamãe promete! Vai ficar tudo bem. - sussurrei.
Cheguei ao orelhão e liguei o número do Luan, ele não atendeu, liguei várias vezes e nada. Comecei a chorar, eu não tinha outro número pra ligar, eu não lembrava de sua casa e de seus pais, tentei outra vez no do Luan e nada. Tentei discar o do Rober e liguei errado, continuei a pensar e disquei outro número rezando para que seja o número dele. Rober atendeu quando estava prestes a desligar.
- Alô?
- Rober, é a Andressa, cadê o Luan, eu preciso falar com ele; ele não me atende, eu fui levar o Breno no médico, e 5 homens me pararam no meio do caminho.. - comecei a chorar
- Andressa, se for brincadeira..
- Eles me estupraram.. e me bateram, estou na chuva, Breno está molhando, ele não para de chorar, eu estou com muito dor, eu custei caminhar e achar esse orelhão, eles me levaram tudo.
- Eu vou ir falar com ele, você sabe onde você está?
- Não. - comecei a chorar outra vez - Falou no gps, mas eu não consigo lembrar, é um lugar meio escuro, eu vou ver se lembro da rua, e te ligo de novo, pode ser?
- Pode! Eu sei que é difícil o que vou lhe pedir, mas mantenha a calma, eu vou falar com ele agora. Ele estava muito cansado, deve ser por isso que dormiu rápido.
- Ok, me desculpa incomodar, mas eu só lembro o seu número, e o dele.
- Desculpa??? Meu Deus, não me peça isso. Você não tem culpa, vou ir falar com ele.
- Tá.
Luan narrando
Acordei com alguém esmurrando minha porta.
- LUAN, ACORDA!!!! EU PRECISO FALAR COM VOCÊ. - era o testa
Levantei da cama, vesti uma calça e abri.
- O que foi? - ele me empurrou pra dentro novamente.
- Olha seu celular.
- O que foi?
- Olha!!!!
Peguei meu celular e tinha várias ligações perdidas de um número desconhecido e uma mensagem da Andressa.
- Andressa me ligou. - o encarei
- Porque a Andressa te ligou? - eu ri
- Porque ela tentou falar com você e não conseguiu. Ela foi levar o Breno no médico. E no meio do caminho alguns homens pararam ela.. - ele parou.
- FALA PORRA!
- Estupraram sua namorada e bateram nela.
Acordei com alguém esmurrando minha porta.
- LUAN, ACORDA!!!! EU PRECISO FALAR COM VOCÊ. - era o testa
Levantei da cama, vesti uma calça e abri.
- O que foi? - ele me empurrou pra dentro novamente.
- Olha seu celular.
- O que foi?
- Olha!!!!
Peguei meu celular e tinha várias ligações perdidas de um número desconhecido e uma mensagem da Andressa.
- Andressa me ligou. - o encarei
- Porque a Andressa te ligou? - eu ri
- Porque ela tentou falar com você e não conseguiu. Ela foi levar o Breno no médico. E no meio do caminho alguns homens pararam ela.. - ele parou.
- FALA PORRA!
- Estupraram sua namorada e bateram nela.
Meu Deus Continua Logo , Chorei Lendo Que do da Andressa mds
ResponderExcluirquero mais
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