quarta-feira, 3 de maio de 2017

Capítulo cinquenta e cinco

Tiramos algumas fotos com todos. As pessoas já havia ido quase todas, ficaram só alguns amigos do Luan. Breno começou a chorar bastante, acho que estava cansado.

- Gente.. vocês se importam se eu subir? Ele não para de chorar e..
- Tudo bem, a gente entende, já estamos indo também. - falou o Kauan.
- Então boa noite. E obrigada por vocês terem vindo! Mas vocês podem ficar a vontade!

Me despedi de todos eles e subi. Entrei no quarto do Luan, e amamentei o Bre outra vez. Meu corpo implorava por um banho e por cama. Estava muito cansada. Demorou pro Breno finalmente dormir. Deitei ele na cama, coloquei travesseiros em volta dele e fechei a cortina. O observei pensando se teria algum lugar que ele poderia cair e não achei nenhum lugar. Tirei minha roupa e fui pro banheiro. Soltei um suspiro fundo que nem sabia que estava segurando. Lavei meu cabelo. Estava com os olhos fechados quando senti duas mãos em minha cintura.

- Que saudade do seu corpo.
- Que susto. - sorri, mordendo o lábio - Eles já foram embora?
- Já!
- O Breno custou dormir.
- Ele tá quietinho
- Sim.

Destribuiu beijos pelos meus ombros. Me virou pra ele e nos beijamos. Ele me pegou no colo e me prensou contra a parede gelada. Soltei um gemido contido. Agarrei seus cabelos, e seus lábios desceram até meus mamilos, já endurecidos com o calor de sua boca.

- Caralho, seu corpo está cada dia mais perfeito.

Chupou-os com força, e mordiscando e lambendo. Gemi o mais baixo que consegui.

- Amor..
- Hum.
- Não podemos transar!! - falei suspirando fundo
- É verdade.

Continuou sugando meus seios. - Mas eu posso te fazer gozar na minha mão. - grunhi baixo. Ele me desceu até o chão e mordeu meu lábio inferior. Apertou forte meu bumbum. - Você é muito gostosa, muito! - fechei os olhos, ao sentir seus dedos em meu clítoris. Ele continuou esfregando, provocando-o. Senti o orgasmo se formar em meu corpo, passei o braço em seu pescoço, e ele me beijou forte. Esse homem é extremamente gostoso. Choraminguei assim que comecei a gozar. Ele lambeu meu pescoço, mordiscou e bateu em meu bumbum. Soltei um grito e ele sorriu. Nossa respirações acalmou, era a minha vez agora. Lambi seu pescoço e fui descendo até sua barriga. Ajoelhei em seus pés e segurei seu pau. Passei a língua na pontinha, e ele segurou firme meus cabelos. Comecei a provoca-lo. Sem quebrar nossos olhares escuros de prazer. Deslizei as mãos por toda extensão, fazendo-o gemer. Enfiei em minha boca e comecei a chupa-lo, cada vez mais fundo. Ele começou a voltar no controle e enfiou até a minha garganta, choraminguei.

- Linda, eu vou..

Senti seu jato quente e salgado descendo em minha garganta e o engoli cada gota. Ele me puxou pra cima e beijou-me. Terminamos nosso banho, e saímos. Ele me enxugou toda e foi até seu closet, pegou uma camiseta e jogou pra mim. Minutos depois estavamos deitados em sua cama. 

- Jura, que você vai ficar com sua bunda roçando no meu pau a noite toda? - revirei os olhos
- Dorme.

No meio da madrugada, Breno começou a chorar alto, suspirei e sentei na cama, pegando-o.

- Shiiii. - fiquei observando, o jeitinho dele mamar, sua mãozinha mexendo. Luan beijou a lateral do meu bumbum e virou pra mim. Ligou a televisão e jogou a mão em minha coxa. Encostei a cabeça na parede, o sono não estava dando trégua. Breno soltou a boca, fui coloca-lo de volta na cama e o berreiro começou novamente. Levantei da cama e fiquei andando pelo quarto, balançando-o. Até que ele finalmente dormisse. O coloquei em seu cantinho e deitei. Luan desligou a tv e me abraçou.
- Sonha comigo!

Na manhã seguinte, acordei sem Luan e Breno na cama, me sentei. Fui até o banheiro, fiz as higines matinais, troquei minha roupa e desci. Fui até a sala, e vi a cena mais linda do mundo. Luan estava deitado no sofá e o breno dormindo em cima dele.

- Ele está muito feliz. - Marizete sussurrou sorridente. - É algo que só de olhar dá pra ver. Ele aproveitou o sol, andou um pouco com ele no quintal e deitou com ele ali.
- Eu não imaginava que ele reagiria assim. Desde o príncipio sempre tive medo
- Não adiantaria ele agir mal, uma hora ou outra ele iria ceder, eu o conheço. E ele sempre foi muito ligado a crianças. Era um sonho dele.
- Que vontade de ir lá e beija-los até. - rimos
- Vem tomar café da manhã.

Breno começou a chorar, e fiquei quieta no meu canto.

- Espera sua mãe acordar, vamos deixar ela dormir mais um pouquinho. - ele disse com todo amor na voz
- Já venho tomar café.
- Ok! - sorriu

Caminhei até eles.

- Bom dia! - sussurrei em seu ouvido.
- Bom dia, linda!
- Não deixa ninguém saber disso, mas vocês são os homens da minha vida! - ele riu - Se meu pai descobrir vou bater em você.
- Ahhh, ele sabe disso. Vai tomar café pra depois vir alimentar esse mulequinho. - selei seus lábios e saí.

A tarde, fomos no shopping, Luan já queria comprar o resto de coisa que faltava pro Breno. Wellington foi com a gente. Foi tranquilo, aproveitei para passar na loja e vi as meninas.

- Andressa, que coisinha mais linda! - Jéssica da otica gaúcha, que conversava d
todos os dias veio até a gente - Que fofura, menina!
- Ele é.
- Ele é a cara do pai também em
- Todo mundo fala.
- Que doçura. - acariciou seu rostinho - Essas bochechas, que delicia, dá vontade de morder.
- É teu menininho? - olhei a Grazi vindo até a gente
- Sim - respondi
- Menina, que lindo.
- Vim comprar algumas coisas que faltava, ele nasceu antes da hora, e eu mal tinha visto as coisas ainda.
- Quando tive minha menininha, foi assim também. Que lindinho, que cresça com muita saúde.
- Amém.
- Vamos, amor. Ta enchendo.
- Vamos. Ei, essas aqui eram minhas parceiras de lanche, conversas, Grazi e Jess!
- Oi lindas.
- Oie. - falaram juntas
- Meninas, já vou. Foi bom ver vocês, depois vão lá em casa conhecer ele direitinho.
- Está morando no mesmo lugar?
- Sim.
- Talvez quando eles for você não esteja morando no mesmo lugar... - luan falou, revirei os olhos, elas ficaram confusas
- Estou e estarei no mesmo lugar. - riram
- Ok!
- A gente se vê. Beijo.
- Beijos. 

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