terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

Capítulo vinte e cinco

Tomei um banho. Coloquei um vestido, calcei uma sandalinha baixa, penteei os cabelos. Passei meu hidratante corporal e em seguida o perfume. Apliquei algumas camadas se rímel nos cílios e estava pronta. Fui até a cozinha e sarah estava ao telefone enquanto olhava a geladeira. Peguei uma banana.

- Ei, já vou. - ela tirou o celular da orelha.
- Você vem pra dormir?
- Com certeza. Nunca que dormiria lá hoje, e a primeira vez que vou conhecer os pais dele. Minhas mãos chegam a tremer em pensar nessa hipótese!
- Eles são uma gracinha.
- Mas mesmo assim. Está bom essa roupa?
- Está gatissima! Coma por nós.
- Ata - revirei os olhos - Beijo amiga, se cuida e não põe fogo na apê.  Eu imploro.
- Beijo. Vai com Deus.
- Amém, com Deus também.

Desci até o estacionamento. Entrei no meu carro e segui em direção a sua casa, era quase uma viagem. Joguei alguns chiclete na boca assim que parei ao sinal vermelho e liguei o som baixinho. Quando cheguei na sua casa estacionei e saí do carro. Acho que nunca tinha estacionado tão bem nesses 5 anos de carteira. Segui até a porta e quando fui bater ela simplesmente abriu e o vi. Como ele estava lindo naquela bermuda branca. Lembro do dia que fomos a praia e ele estava com aquela bermuda, ou talvez seria outra muito parecida

- Oi. - sorri e o abracei.
- Oi.
- Eu amo essa bermuda!
- Eu puis exatamente por isso.
- Você está lindo.. - suspirei ele me olhou
- As vezes você me surpreende - riu - Está tudo bem? - colocou a mão em minha testa.
- Estou retribuíndo os "você está linda"
- Ahhh, valeu pela parte que me toca. - fechou a cara em tom de brincadeira.
- Você ouve elogios o dia todo. E sabe que é bonito e tals.
- Mas é sempre bom, ouvir de alguém diferente, principalmente da garota que você está amarradão. E me comprimenta direito. - beijou-me na boca, ele tinha um gosto indescrítivel, era algo dele, muito gostoso. A cada segundo que se passa eu estou ainda mais apaixonada por este homem a minha frente. - É assim que se comprimenta o seu amigo Luan!
- Você não é meu amigo.
- Eu sei que não. - mordiscou meu lábio e segurou minha mão enquanto entravamos e fechava a porta logo atŕas de mim.

Caminhamos até a sala, onde estava seu pai.

- Pai, essa é a Andressa, vocês se conheceram aquele dia no hospital, mas foi rápido.
- Oi Andressa, sou Amarildo, é um prazer conhece-la. Ouvimos muito de você, até demais. - ele sorriu, me fazendo sorrir junto. Era incrível o tanto que Luan tinha semelhanças de seu pai.
- Calma meu velho, não a assuste assim, eu não falei tanto viu, eu juro. - gargalhamos
- Fique a vontade.
- Muito obrigada.

Ele me levou até sua mãe, e tinha outra mulher, eu não me lembrava de seu nome, apenas no da mãe do Luan.

- Mãe, Rô. Andressa chegou. - rose, lembrei de seu nome
- Oi querida, que bom que chegou. Estamos feliz por você ter vindo, já fazia dias que fiquei no pé do luan "luan traz sua namorada pra gente conhecer melhor"
- Ele não para né, talvez isso que tenha dificultado, mas hoje deu certo.
- Você gosta de molho de peixe? - perguntou rose.
- Adoro.
- Pensei que tinha dado um tiro no pé. - falou Luan sorridente como um menino
- Porque?
- Porque eu estou fazendo! Vem pra você sentir o cheiro. - me puxou até o fogão
- Huuuum, que cheiro gostoso. Nunca tinha me contado que sabia cozinhar.
- Ele faz peixe melhor do que todos nós aqui. Pesca, limpa o peixe e ainda faz.
- Eu sou um homem pra casar. Faço comida, nem tudo.. faço café da manhã, puxo cadeira, só no abro a porta do carro. - sussurrou em meu ouvido e mordiscou minha orelha.

Ele me levou até a área de lazer e que lugar lindo, sua casa era incrívelmente espetacular e aconchegante.

- Sua casa é linda. - ele sorriu e posou o braço em meus ombros e a outra mão enfiou em seu jeans branco, enquanto olhavamos para o céu. - Sua irmã não está aqui?
- Ela está no breno, mas acredito que deve chegar ainda, ela disse que chegaria.
- Ah.. Ela foi ontem ao show?
- Foi.
- Eu a vi no final do show, porém estava complicado comprimentar e quando olhei outra vez ela já tinha sumido.
- Estava lotado.
- Lotadasso. Deve ser gratificante né pra você, ver aquele mundarel de gente indo te ver.
- Cada show fico supreso, a energia do público e eletrizante. Eu amo o que faço.
- Eu amo o que você faz. E cantei todas as músicas.
- Tem uma preferida?
- Tenho uma a cada dvd ou mais. No primeiro gosto muito de sempre com você, no segundo gosto muito de um beijo, no terceiro parede branca, no quarto amo café com leite e cantada e no quinto gosto muito de acordando o prédio, planos da meia noite e amor de interior
- Eu adoraria acordar o prédio com você.
- Eu adoraria qualquer coisa com você.
- Imagina.. vamo acordar esse prédio, fazer inveja pro povo enquanto eles estão indo trabalhar, a gente faz amor.. gostoso, de novo, de novo, de novo. - cantou ao pé do meu ouvido arrepiando meus cabelos da nuca - Aliais, quantas vezes você quiser. - o beijei sem pressa e saboreando seu gosto doce. - Todos estão achando que estamos namorando, você se importa mesmo que não houve ainda um pedido oficial?
- Não me importo. Eu gosto de ser chamada como sua namorada. - sorri timída. - E gosto de você, então não, eu não me importo..
- Você é encantadora, Andressa.
- Ata. - ri
- Oi pi, oi cunhada.
- Oie..
- Eu precisava ver com meus olhos pra saber que perdemos outro soldado. - tinha dois gêmeos a minha frente. Um segurava a mão da Bruna, deve ser seu namorado, e o outro seu irmão. - Ouvimos falar de você, mas queria ver quem foi a guerreira. Sou caio. - sorri
- Sou Andressa.
- Só falta você e o marquinhos agora.
- Um dia vai.

2 comentários:

  1. Já pode continuar viuu
    Eu ameii o capítulo

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  2. Que bom q voltou, achei q tinha desistido. Tá mto bom o capítulo

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Capítulo oitenta e quatro

- Não, eu te acordei? Não lembro. - Ahhhh. Certo - ri - Porque o que eu fiz? - Nada. É coisa atoa. - Amor, o que eu fiz? Você não ia per...