quinta-feira, 5 de outubro de 2017

Capítulo oitenta e dois

6 dias se passou.

Havia pegado no sono na rede da área de lazer. O mais incrivel que eu tive um sonho lindo com o Luan, parecia que a gente tinha vivido aquilo, foi algo diferente pra mim, tão real. Levantei devagar da rede mas toda afobada, gritando igual louca.

- Luan. Eu acho que.. AAAAAAAA
- O que foi? - ele apareceu rápido assustado
- Eu acho que sonhei com algo que vivemos, eu não tenho certeza, mas se eu não me engano você já me contou sobre esse episodio.
- O que, fale.
- Fomos viajar para uma praia perto daqui um dia? você estava com uma calça... branca. Eu dirigi seu carro eu acho.

Ele me pegou no colo animado com cada palavra que eu falava.

- Esse dia, estavamos voltando de uma "briga" porque nosso primeiro encontro foi uma merda e caramba você conseguiu se lembrar de alguma coisa. Isso é tão importante.
- Eu consegui lembrar, estou tão feliz.
- Você não imagina como estou me sentindo.
- Isso é tão importante pra gente. Eu me sinto, hã.. agora alguém que você realmente conhece.
- Alguém que conheço e idolatro o chão que você pisa? - ri e o abracei forte.
- Estou emocionada, eu realmente precisava. Era muito importante pra mim, não que eu duvidasse de sua palavra, eu só queria uma confirmação completa.
- Eu estou feliz por isso. Meu Deus, caramba, feliz é pouco. - riu e beijou minha bochecha.

Os próximos dias foram engraçados, lembrei poucas coisas a mais, ele voltou a fazer show, eu fiquei animada por ele, afinal ele amava aquilo. Finalmente estava livre dos gessos, foi estranho pra mim quando tirei mas ao mesmo tempo aliviante. Sarah estava passando os dias comigo, eu fiquei feliz em "conhece-la" mais, eu desejei não ter tido um branco de nossa amizade, pela forma que ela falava pareciamos ser inseparaveis. Ela me levou no cabeleireiro aproveitei também para fazer as unhas, depilei cada pelo do meu corpo. Mudei um pouco meu visual, a partir de hoje sou uma nova Andressa, quero estar maravilhosa para quando o Luan chegar de viagem, ele merece.

- Eu queria fazer algo diferente.
- Tipo?
- Sentir uma dor nova?
- Como?
- Furar a língua, já me falaram que é bastante interessante.
- Amiga - ela riu - Vamos.
- Você acha uma boa ídeia?
- Sabe pra quem você deve fazer essa pergunta?
- Ah quem?
- Para o Luan, numa manhã seguinte após muita curtição.
- Você acha que ele iria gostar?
- Dizem que os homens ficam loucos ao sentir
- A gente não fez nada ainda desde que estamos em casa. - senti minhas bochechas corarem. - Ele queria esperar eu melhorar completamente.
- Imagina o tanto que ele deve estar louco.
- Sim. Ele parece mas está fingindo que não.

Na volta busquei o Breno na casa dos pais do Luan

- Que linda, seu cabelo está maravilhoso. É muito bom mudar.
- Aprecio seus elogios, dona Marizete.
- Ele vai amar, não tenho dúvidas.
- Torço pra que sim.

Conversei com ela sobre deixar o Breno depois de amanhã com eles, pois queriam fazer uma surpresa para o Luan e ela aceitou na hora. (...) Hoje o Luan chega de viagem, ele disse que viria de madrugada. Não sei porque mas estou ansiosa e nervosa para vê-lo. Arrumei toda a casa a base de velas acesas, no nosso quarto espalhei pétalas por todo o comôdo. Fiz uma massa bem gostosa pra gente comer. Estava ansiosa assistindo televisão esperando-o. E se ele mudasse de ideia e viesse só amanhã. Fiquei esperando por um tempo longo até que ouvi o barulho da van. Desliguei a tv e fui acender algumas velas que restava. Fiquei atrás da porta esperando cada movimento. Ele destrancou a porta e abriu. Parou na mesma, olhando em volta. Fechou sem se virar.

- Oi. - sussurrei em seu ouvido.
- Você está ai. Oi - se virou e ficou me encarando - Você está.. uau.. deslumbrante. Linda!
- Obrigada.
- Você.. hã.. estamos comemorando alguma coisa?
- Porque você não deixa suas coisas ai. - ele soltou sem me olhar no chão. Seus olhos passearam por todo o meu corpo.
- Cadê o Breno?
- Está com seus pais.
- Hum... - peguei em sua mão levando-o para o sofá. O empurrei devagar e me posicionei em cima dele. - Eu pensei que você estaria dormindo. - inclinei até seu ouvido e sussurrei
- Você pretende dormir agora?
- Não.
- Que bom, pois eu também não. - mordisquei sua orelha.
- Você está cheirosa.. e linda.
- Obrigada. - beijei seu pescoço e me levantei. Ele tentou me segurou mas recuei.
- O que? - riu?
- Eu comprei alguma coisa pra você, mas não sei se você vai gostar.
- Comprou? O que é? - comecei a desabotoar meu sobretudo, ele levou os braços atrás de sua cabeça e começou e sorrir. Deslizei o sobretudo e mostrei a lingerie que estava.
- E ai? - ele riu e fechou os olhos. - Você não gostou? Eu posso colocar outra. - sorri mordendo o lábio inferior. Ele me puxou pela mão me posicionando novamente em seu colo.
- Eu posso te beijar primeiro, depois eu respondo?
- Humm, não sei, deixa eu pensar. - o encarei rindo e mordisquei seu lábio. Estavamos prestes a nos beijar quando recuei.
- Você está me provocando.
- Eu estou?
- Você está. - rebolei devagar em cima dele.
- Eu não sei se estou..
- Você quer que eu goze nas calça, prefiro fazer isso dentro de você. - dessa vez foi a minha vez de gemer baixinho
- Você lembra daquele dia que estavamos conversando, e você disse que estava esperando eu melhorar e quando isso acontecesse você não ia ser legal e muito menos sabia se poderia parar tão cedo? - sussurrei o mais provocante possível em seu ouvido.
- Eu lembro.
- Eu estou maravilhosamente bem. Não sei se você ainda percebeu.. você esteve longe.
- Eu vejo. - ele riu.
- Mas quem está no comando hoje sou eu, certo?
- Sério? poxa. - fez biquinho, suas mãos estavam em meu bumbum, as vezes ele apertava devaga.
- Eu fiz algo pra gente comer.. você quer?
- Eu quero você! - seus olhos estavam ainda mais escuro, ele parecia louco de tesão, dava pra sentir o quão duro ele estava.
- Eu quero te beijar. - encostei novamente em seus lábios quentes e o beijei. Dessa vez foi sua vez de parar.
- Você.. Espera..
- O que? - sorri.
- Você furou a língua?
- Talvez sim, você.. - ele me beijou outra vez segurando firme meu cabelo, gemi contra sua boca, não aguentava mais me segurar.
- Quero sua língua no meu pau, pra já. - sussurrou rouco enquanto beijava meu queixo, pescoço..
- Eu estou no comando essa noite. - levantei, ele me encarou sorrindo. Abaixei meu olhar até sua calça, peguei em sua mão e o levantei também. Tirei sua camiseta, levei as mãos até sua calça e abaixei, caindo de joelhos. Tirei seu pênis para fora e o encarei. Seus olhos estavam ainda mais escuro. Ele gemeu quando deslizei o piercing lentamente pela cabeça de seu pênis e comecei a provoca-lo. Não perdi tempo e o engoli, levando seu pênis dentro e fora da minha boca. Suas mãos seguraram firme meus cabelos e ele deixou a cabeça cair para trás.
- Eu vou gozar, meu Deus, você é incrível.

Continuei tomando-o em minha boca, até o mais fundo possível até ele gozar em minha garganta, engoli cada gota e depois levantei.

- Eu acho que agora é minha vez, você não acha? - ele sussurrou levando as mãos até meu sutiã, mas soltou. - Você está linda demais nessa traje para eu desfaze-lo tão depressa, porque você não da uma rodadinha? - ele se sentou e eu dei a rodadinha lentamente, aproveitando para tirar meu sutiã e jogar em sua cara. - Porque você é assim em, eu vou gozar novamente só de te olhar. - sentei em seu colo novamente e ele apertou meus seios, e depois levou-os na boca um após o outro, grunhi, ele tinha a boca de um verdadeiro deus.
- Eu quero você dentro de mim.
- Será que você está pronta pra mim?
- Sim. - me esfreguei em cima de seu pau. - Eu nunca estive tão pronta.
- Será? Acho que eu devia ver primeiro e depois te falar.
- Eu quero você dentro de mim. - sussurrei - Não aguento mais um minuto de espera.
- Não? - mordiscou o bico do meu peito e grunhi inclinando a cabeça para trás. - Mas porque você está me falando se é você que está no comando - mordeu meu lábio - Não foi isso que você me disse?
- Mas eu não quero estar no comando agora.. - passei os dentes em seu pescoço. - Eu quero que você me pegue e me foda da maneira que quiser.
- Humm, será que posso? - me encarou com seus lindos olhos escuros, pegou-me no colo e me deitou no sofá, rasgou minha calcinha, me deixando totalmente sem reação e ainda mais louca de tesão. Abriu minhas pernas o quanto pode, passou o dedo na minha entrada. - Você está encharcada. - sorri, e ele deslizou dentro de mim, me fazendo gemer alto, ele não começou a estocar até chegar no fundo.
- Luan.
- Oi - respondeu enquanto chupava meus seios
- Não para. - sussurrei

Acordei sentindo dores no corpo em que nem sabia que existia, e na cama. Nem lembrava que horas viemos pra cama. Estavamos emaranhados um no outro, minha cabeça estava em seu peito. Olhei para ele e o vi acordado.

- Bom dia. - sussurrou com sua voz rouca de pós sono.
- Bom dia. - me virei em cima dele, passando as pontas dos dedos em sua barba feita. - Você não dormiu?
- Acordei tem um tempo, gosto de te ver dormir. - deitei novamente em seu peito.
- Vamos fazer o que agora?
- Você tem um plano em mente?
- Hum, nenhum e você?
- Não sei, fizemos uma coisa muito boa na noite passada, talvez possamos repetir. - ele arqueou a sobrancelha e eu ri - Você está dolorida?
- Sim, mas nada que me impeça de repetir o que fizemos na noite passada.

segunda-feira, 2 de outubro de 2017

Capítulo oitenta e um

- Uhh, bom.. Sim! - sorri.
- Eu vou fazer então.
- Então faz. - permaneci sorrindo.

Ele se inclinou até minha boca, me olhou nos olhos, colocou uma mexa do meu cabelo atras da orelha, passou os dedos em meus lábios e levou os seus até os meus. Selou demoradamente, lambeu meus lábios e mordiscou lentamente. Abri-os para respirar e ele aproveitou a deixa para deslizar sua língua quente e macia na minha. Fechei os olhos e ele me beijou suave e com paixão. Ele subiu com cuidado em cima de mim e nos beijamos até perder o fôlego, sua boca desceu, destribuindo beijos em meu queixo, pescoço e ombros. Saía baixos grunhidos de sua boca, me deixando um pouco acesa.


- Luan.
- Você quer que eu pare? - falou entre os beijos.
- Óh não. Não pare. - suas mãos apertaram meus seios. Então ele parou, levando o rosto novamente, mordiscando minha orelha.
- Eu quero esperar você melhorar 100% mas você me deixa louco, e eu estou morrendo de vontade de você. Vamos nos conter. - saiu de cima de mim, suspirei frustada. Meu corpo já estava quente e pronto. Fechei os olhos, queria bater nele por fazer tudo isso e simplesmente sair de cima. Ele apareceu um tempo depois já estava quase cochilando.

- Dormiu?
- Sim. - ele riu - Você é rídiculo, não vou falar com você hoje mais.
- Porque? O que eu fiz?
- Você sabe?!?!
- Não sei.
- Você sabe.
- Acho que não. - me puxou com cuidado - Mas você pode me falar.
- Agora também não quero nada.
- Não quer o que?
- Você está brincando comigo?
- Eu?
- Você.
- Não, porque estaria. - lambeu a pele do meu pescoço.
- Você vai atiçar de novo e sair de cima.
- Não vou. Porque vamos dormir. Quando você estiver realmente bem, você vai reclamar porque eu não vou querer parar tão cedo, quem dirá sair de cima. - suspirei
- Porque você acha que não estou boa?
- Você está com uma perna quebrada e um braço, e você nem se lembra de mim.
- Ai, você vai trazer esse assunto logo agora, luan?
- Hum, não! - me puxou e beijou minha testa - Mas vamos esperar você melhorar, garanto que será melhor, quero você inteira.
- Tudo bem.
- Ah, não vai ficar de biquinho, vai?
- Hum, não.

Vimos um filme, e conversamos sobre bastante coisa até ele pegar no sono e me deixando sozinha, lembrarei ele disso na manhã seguinte. No ínicio da manhã ouvi o choro do Breno e acordei assustada. Luan ia levantar, mas o impedi e fui até o quartinho dele.

- Uhh, oi garotão. - ele riu - Você acha que 5h57 é hora de acordar? - ele ficou me olhando atenta, o peguei no colo. - Está com fome? Eu estou morrendo de sono, você acha que eu sou uma mãe legal? - ele permaneceu me olhando com seus olhos enormes e molhados. - Vamos fazer alguma coisa para encher sua barriguinha? - ele sorriu. - Meu Deus, você estâ nascendo dentinho, abre a boca pra mamãe. - ele não abriu - se você não abrir vou te deixar com fome. - ele gargalhou, e sim estava indicios de dentinho, eu queria gritar, aquela criaturinha que.. bom.. nasceu de mim estava nascendo dentinhos. Subi a escada correndo com ele. - Luan. Luan. Luan.
- Fala, gata.
- Você disse fala gata?
- Oi, Andressa.
- O bre está nascendo dentinhos.
- Tá?
- Sim, está. Mostra pro papai, bre.. Abre a boquinha. - ele riu, luan abriu apenas um olho, permaneci a boquinha dele aberta.
- Nosso filho está crescendo.
- Nosso bebê agora tem começo de dentinhos. - ele riu.
- Posso dormir?
- Pode, vou fazer algo pra ele comer.
- Leite né?
- Não, vou dar bolacha. - revirei os olhos e ele riu esfregando os olhos. - Dorme.
- Estou morrendo de sono. - levantei e cochichei no seu ouvido.
- Você poderia me chamar mais de gata, não sei mas eu gosto. - ele riu com os olhos fechados.
- E se eu falar: minha gata?
- Hum.. eu acho que gosto mais ainda. - sorri.
- Ok, posso dormir agora?
- Pode. - fui saindo do quarto.
- Linda.
- Gata, linda, você está tentando me conquistar?
- Sempre.
- O que você quer?
- Liga o ar por favor.
- Vou ligar.

Liguei o ar e sai do quarto. Fiz a mamadeira do Breno, e logo ele dormiu novamente no meu colo. Minha mãe acordou. Chamei um uber, fomos até a padaria e comprei o café da manhã. Eu não lembrava muita coisa dela, mas a pessoa com quem eu mais tinha lembranças ela dela, parecia até algo sobrenatural. Tomamos o café da manhã juntas, eu não queria que ela fosse eu queria conhecer mais da minha mãe, o que minha cabeça não conseguia lembrar, ela é uma pessoa incrível isso ninguém pode negar. Nos despedimos quando ela foi embora. Eu disse que ligaria por vídeo ou ligação, quero ela perto mesmo longe. Breno estava ainda dormindo no carrinho. O tirei de lá e subimls até seu quarto, quando o coloquei no berço ele começou a chorar.

- Tem espinhos nesse berço, é? - ele riu sonolento - Ok, vamos com a mamãe.

Descemos novamente liguei a tv baixinho e deitamos no sofá. Coloquei ele no cantinho, já estava claro e mesmo assim acabei adormecendo. Tive um pesadelo horrível com o Breno, suspirei aliviada quando o vi dormindo aonde coloquei. Levantei com ele no colo e fui para o quarto. Abri a porta e trombei no peito do Luan.
- Já tava indo ver aonde você estava.
- Eu estava fazendo seu filho dormir e acabei dormindo.
- Porque diabos você levantou cedo?
- Como eu disse, seu pequeno filho acordou e sua sogra foi embora.
- Joana foi embora? Você nem me acordou para despedir dela.
- Ela te mandou um abraço e disse que quando as coisas acalmar ela volta para ver como está as coisas.
- Eu sou um genro desagradável.
- Ela entende você.
- Certo. Outra pergunta.
- Manda ver.
- Como você está levando o Breno, um braço machucado e a perna também e se equilibrando, isso está interessante e novo pra mim.
- Eu estou me acostumando, não é difícil e nem um bicho de sete cabeças.
- Uau. Sem palavras. - sorri.

Fomos para o quarto e deitamos, cochichamos para não acordar o Breno e acabamos pegando no sono outra vez naquela manhã.


SAUDADES DE VCS COMENTANDO 😔

Capítulo oitenta e quatro

- Não, eu te acordei? Não lembro. - Ahhhh. Certo - ri - Porque o que eu fiz? - Nada. É coisa atoa. - Amor, o que eu fiz? Você não ia per...