5 dias se passou, estava numa balada com a sarah, nossas amigas e alguns amigos. Estava muito bom e tiramos muitas fotos. Era uma das melhores boates de São Paulo. Sempre ia com as meninas lá.
- E você largou daquele cuzão do Eduardo?
- Faz tempo
- Solteira? Hum
- Sim.
- Que interessante. E se eu jogasse aquela cantadinha e essa boca aí ela só fala ou também beija, o que você responderia?
- Só fala. - gargalhei
- Pô, quantos fora tú já me deu?
- Como se nós nunca tivessemos ficado. E não é fora, mas agora estou num momento que não rolará nada entre nós
- Você está enrolada?
- Digamos que sim.
- E quem é o cara que tá roubando meu lugar? - revirei os olhos.
- Para com isso.
- Fazer o que né. - gagalhei. - Mas que você está cada dia mais linda e gostosa você está e muito
- Continuo comendo muitos açai, cachorro quente, pastel, churros..
- Vamo sair um dia comigo.
- Bernado!!
- Como amigos pô, não um encontro. A gente pode ir na pracinha comer um churros.
- Ok!
- Você sabe que tenho seu número, vou te encher o saco e te lembrar
- Pode lembrar
- Você gosta dele
- Dele quem?
- Desse cara ai que você ta ficando, pô
- Gosto.
- Ai meu coração, sou o mais novo soldado ferido. Pou - apontou uma arminha com os dedos e cambaleou brincando - Vamos tirar uma foto.
- Vamos. - Tiramos e ele colocou
"É sempre bom ver você!!! Não esqueci em.. será que fala ou tb bja? Eu sei que bja! @andressamff ❤"
Dançamos junto com todos e foi uma das melhores noite da minha vida. Não faço ídeia de como cheguei em casa. Só sei que acordei com uma ressaca forte e a dor de cabeça estava ali para me lembrar que bebi mais do que devia na noite passada. Levantei da cama procurei um remédio, bebi e voltei pra cama novamente. Estava sentindo o corpo cansado. Acordei parecendo que estava renovada, aproveitei até para fazer aquela limpeza no apartamento. Peguei meu celular e estranhei não ter nenhuma mensagem do Luan. Mandei uma mensagem e so deu o primeiro certinho. Mais a tarde, quando terminei de arrumar tudo, sentei e peguei meu celular. Ele tinha visualizado, mas apenas isso. Mandei outra, e ele visualizou 2 minutos depois e não respondeu.
"porque só visualiza e não responde?"
"vontade 🙃"
"como assim vontade? ah tá bom!"
Ele so visualizou, novamente me deixando irritatadissima
"qual a sua luan? o que eu fiz?"
"porque? sua conciencia ta pesada?"
"nao, nao esta, mas pq diabos vc nao esta me respondendo e quando responde é de forma grossa?"
"por nada.. ou será que vc deve imaginar o porque?"
"nao sou vidente"
"cv encerrada entao!"
Saco, que inferno.
Resolvi ligar pra ele, que atendeu no mesmo momenri
- Como foi seu dia?
- Não sei, mas como foi sua noite de ontem? Agradável? Muitos amigos?
- Ah, você está achando ruim porque sai?
- Não estou achando de você ter saído e sim com as fotos que você foi marcada!
- Quais fotos?
- Porra, você não lembra, não sabe?
- Ah com o Bê.. Bernado
- Quem é Bernado?
- É um amigo meu.
- Amigo, entendi.
- Ele é amigo da época da faculdade, não tem porque você ficar com ciume.
- Não estou com ciume. Vocês já se pegaram? você ficou com ele ontem?
- Sim..
- Ah beleza.
- Você não me deixa terminar, eu já fiquei com ele antes, mas ontem não.
- Mas já ficaram.
- Ele é só meu amigo, e eu disse pra ele que estava enrolada.
- Então ele pediu pra ficar com você?!!?!
- Pediu, mas eu disse não.
- Beleza.
- Você não precisa ter ciumes.
- Não. Estou. Com. Ciúmes. Está claro?
- Está com o que então?
- Com nada, só queria saber. Até porque a gente teve uns dias incríveis juntos, eu pensei que você já tinha entrado no seu modo loucura e me desligado! - gargalhei baixinho
- Eu só fui sair com as meninas e encontramos ele e outros amigos lá! Eu conheço todos faz tempo.
- Que bom.
- Eu tenho vários amigos homens, espero que você se acostume.
- Não sei se gostei desse "se acostume" mas tudo tranquilo.
- Você não tinha me contado que era ciumento.
- Até porque eu não sou.
- Ata.
- Vocês não ficaram?
- Não, Luan! Somos só amigos.
- Hum, beleza.
- Não precisava me ignorar, era só ter conversado
- Você me falando isso, ata!
- Eu tive motivos.
- Assim como eu tive, principalmente o motivo número um, que foi ler: Não esqueci em, será que fala ou também beija? Eu sei que beija.
- É só um pedaço de uma música que você mesmo canta.
- Se for pra alguém falar isso pra você que seja eu!
- Mesmo se alguém me falar, eu só tenho interesse em saber se apenas a sua boca fala ou também beija! - ele suspirou fundo. - Amei a crise de ciumes.
- Já falei que não é ciumes, nossa, vou desligar.
- Não desliga, fala comigo. Como foi seu dia?
- Tava pensando se você tinha ficado com aquele cara, resumindo não foi nada bom.
- Confie em mim, enquanto eu estiver com você, não quero mais ninguém.
- Eu confio em você, difícil é confiar nos outros.
- Eu não faria algo para chatear você e acabar com o que estamos criando juntos.
- Mas alguém faria. Está tranquilo ainda porque ninguém sabe, depois vai virar um inferno
- Mas um dia eu estava falando com minha mãe e ela me disse: se vocês tiverem algo mais sério, vocês conseguem passar pelos obstáculos, isso todo relacionamento tem!
- Você falou com sua mãe sobre a gente?
- Bom.. sim!
- Hummm.
- Quando você chega em São Paulo?
- Amanhã, tenho show aí, vamos?
- Vamos? Separados pode ser?
- Não gostei, mas pode ser né!
- Eu ainda não estou preparada para.. bom, e nem temos algo sério.
- Ah não? Não temos algo sério? O que é algo sério pra você?
- Eu expressei errado..
- Muito errado
- Nossa, o que você tem hoje?
- Você não esperou que eu estivesse achando divertido né, ver aquele momento de foto sua com homens?
- Eles são apenas meus amigos.
- Ah que eu mais gostei foi a que está apenas você de mulher no meio de oito homens.
- É só uma foto, e eles são apenas meus amigos
- Eu já entendi que são seus amigos, vai falar quantas vezes?
- Até você entender.
- Espero que você consiga mudar meu humor amanhã, pode ser com vários beijos e se você quiser fazer mais alguma coisa, hahaha.
- Você vai de ciumento para safado em segundos.
- Eu não disse nada safado, você que tem a mente poluída!
- Eu não sou de dizer isso, mas eu queria que você estivesse pelo menos em São Paulo, porque estou sentindo sua falta... - mordi o lábio tentando conter o sorriso e a vergonha
- Você falando que está sentindo minha falta? Quem é você, devolve a Andressa
- Ah para.
- Que horas posso ir aí amanhã?
- Quando você chegar.
- Não vai trabalhar?
- Não.
- Tá bom. Mas devia.
- Eu vou ficar te esperando.
- De preferencia sem roupa.
- Luan.
- Escolhe uma roupa que você sabe que vou ficar ainda mais na sua.
- Qualquer uma?
- Sim. E já logo avisando, dependendo de qual for, eu não respondo por mim!
- Ok!
- Lelê tá me chamando, daqui a pouco te ligo.
- Tem show hoje?
- As duas.
- Bom show. Beijo!!!
- Beijo... na sua boca, tchau.
E pronto, desligou. Fiquei sorrindo feito boba olhando a tela do celular.
sexta-feira, 27 de janeiro de 2017
Capítulo vinte e um
Acordei e passei as mãos na cama, que estava vazia e gelada. Fiquei pensando.. onde ela está? Pensei em levantar para procura-la mas logo a vi entrando no quarto.. com a minha camiseta. Ela estava linda. Eu queria jogar-la nessa cama e transar até nenhum dos dois aguentar mais.
- Acordei e fui preparar nosso café da manhã mas já estava tudo na mesa. Tipo aquelas de cenas de novela - sorriu - tem mais alguém com a gente?
- Não, mas deve ser a Lúcia, eu falei com ela.. Ela arruma aqui e mora em outra chácara, você se importa?
- Não. Eu só fiquei.. bom envergonhada de pensar que tinha alguém aqui. - sorriu e caminhou até mim.
- Só tem a gente.
- Você vem tomar café comigo?
- Claro que vou, você me espera?
- Sim. - ela selou minha boca e levantei indo ate o banheiro.
- Ah, você está linda com minha camiseta! - ela sorriu e isso foi a única coisa que vi até fechar a porta.
A encontrei sentada assistindo televisão. Me acomodei do seu lado beijando-a doce.
- Bom dia. - sussurrei mordendo a ponta de sua orelha.
- Bom dia.
- Vem. - levantei e segurei em sua mão
Tomamos o café da manhã enquanto conversavamos e depois fomos para a sala. Cansamos de assistir televisão e transamos loucamente no sofá. O dia praticamente foi assim. Comemos, vimos tv e transamos. Estava sentado com ela em meu colo e meu celular tocou. Atendi no viva voz
- E ai boi.
- E ai..
- Adivinha com quem estou? Com a Flávinha, lembra dela? ela disse que quer falar com você depois. Vem pra cá ficar com a gente. Ta rolando uma resenha na minha casa.
- Não estou em casa.. nem na cidade.
- Ah, diz ela que ta louca pra te ver novamente, que aquele final de semana que vocês passaram juntos foi um dos melhores da vida dela. - meu cérebro congelou, na verdade todo o meu corpo. Andressa permaneceu quieta olhando a televisão, não dava pra perceber nada em seu rosto.
- Depois nois conversa, beleza?
- Beleza.
Ela levantou do meu colo e subiu as escadas. Respirei fundo e levantei. Agradeci eternamente ao Lucas por ter me ligado, só que não. Fui até o quarto e ela estava arrumando as coisas dela.
- Ei. O que você está fazendo?
- Nada.
- Andressa.. não é nada disso que você está pensando.
- Não estou pensando em nada, mas eu quero ir embora.
- É um caso passado, tem muito tempo que não vejo ela.
- Você não me deve explicaçoes, Luan.. - ela sorriu fraco. - Está tudo bem
- Eu não quero que você vá!
- Entendo.
- Por favor. Não vá! Eu realmente estou adorando sua companhia. Desde que a gente ficou pela primeira vez eu não me relacionei com mais ninguém. Ela é um caso passado, e mesmo se eu tivesse na cidade eu não iria, porque eu quero estar onde você está! Por favor, não vá! - ela olhou pra baixo e sorriu
- Ok.
- Vem.
Passamos o resto da noite deitados na cama. Ela ficou me olhando e sorrindo enquanto cantei e toquei algumas músicas que me pediu. Voltamos a conversare assistir tevê. Minutos depois ela acabou dormindo do meu lado e foi a minha hora de parar para admirar a garota que está ao meu lado. E sim, ela é linda, admirável, encantadora..
Andressa narrando
Acordei sentindo seu corpo quente junto ao meu e eu não queria sair de seus braços fortes. Mas eu precisava. Tentei fazer um jeito de não acorda-lo mas foi totalmente em vão.
- O que foi? - sussurrou com sua voz rouca, ao pé do meu ouvido, já desde cedo fazendo com que meu cérebro derretesse.
- Eu preciso ir ao banheiro. - ele me soltou e corri pro banheiro.
Foi um alívio tão grande. Voltei e deitei novamente. Ele tinha virado para o outro canto. E porra, as costas dele é sensacional, eu já contei sobre o meu vício por ombros e costas largas? Pois é!!! Apoiei a cabeça em meu braço e fiquei o olhando. Logo ele virou é senti meu rosto queimar.
- O que foi?
- Nada. - sorri envergonhada e deitei olhando para o outro canto.
- Parece que você gosta muito do que vê né?
- São as tatuagens. - respondo baixo tentando esconder o sorriso.
- Não sabia que eu tinha tatuagens nas costas, to descobrindo hoje.
- Você entendeu. - virei o olhando - Você ficou acordado até que horas
- Minutos depois que você dormiu eu dormi
- Ahh. A gente pode comer alguma coisa? Eu estou com fome.
- Bora lá.
Fomos ao banheiro, escovamos os dentes, lavamos o rosto e descemos para a cozinha. Ele me colocou no balcão e pegou várias coisas pra escolher. Escolhi um pacote de bolacha da Waffer, tinha tempo que não comia e estava morrendo de vontade. Prendi ele com meus pés e ele estava impossível, chupando minhas coxas e lambendo minha barriga.
- Você vai parar?
- Estou pensando em te comer aqui também. Pra você lembrar de cada lugar dessa chacara. - engasguei com a bolacha e ri.
- Entendi.
E foi assim que terminamos nossa noite, trepando loucamente na cozinha, no balcão, na mesa e depois terminamos na cama. Acordei sentindo dor em todo lugar do meu corpo, até em lugares que não fazia ideia de que existia. Ele não estava na cama. Ouvi o barulho do chuveiro e pensei em não entrar, mas queria também tomar banho. Então entrei. Peguei minha escova e comecei a escovar os dentes. Olhando ele pelo box, que estava lavando o cabelo.
- Oi
- Oi.
- Vem tomar banho comigo.
- Vou terminar aqui e já vou.
Assim que terminei fui até ele, e bom, o que aconteceu não é novidade a ninguém. Nosso ultimo dia lá foi extremamente bom.
Quando ele me deixou em casa, ficamos nos amassos por um bom tempo e quase transamos no carro. Por fim sai e o deixei frustado.
- Ah, não faz isso.
- Você não cansa?
- Posso até ficar cansado, mas não consigo ficar quando o assunto é você.
- Entendi. Beijo, a gente vai se falando. - selei rápido sua boca e fui em direção a entrada do prédio. Sorrindo por isso.
- Vai ter volta! - gritou do carro e subi rindo.
- Acordei e fui preparar nosso café da manhã mas já estava tudo na mesa. Tipo aquelas de cenas de novela - sorriu - tem mais alguém com a gente?
- Não, mas deve ser a Lúcia, eu falei com ela.. Ela arruma aqui e mora em outra chácara, você se importa?
- Não. Eu só fiquei.. bom envergonhada de pensar que tinha alguém aqui. - sorriu e caminhou até mim.
- Só tem a gente.
- Você vem tomar café comigo?
- Claro que vou, você me espera?
- Sim. - ela selou minha boca e levantei indo ate o banheiro.
- Ah, você está linda com minha camiseta! - ela sorriu e isso foi a única coisa que vi até fechar a porta.
A encontrei sentada assistindo televisão. Me acomodei do seu lado beijando-a doce.
- Bom dia. - sussurrei mordendo a ponta de sua orelha.
- Bom dia.
- Vem. - levantei e segurei em sua mão
Tomamos o café da manhã enquanto conversavamos e depois fomos para a sala. Cansamos de assistir televisão e transamos loucamente no sofá. O dia praticamente foi assim. Comemos, vimos tv e transamos. Estava sentado com ela em meu colo e meu celular tocou. Atendi no viva voz
- E ai boi.
- E ai..
- Adivinha com quem estou? Com a Flávinha, lembra dela? ela disse que quer falar com você depois. Vem pra cá ficar com a gente. Ta rolando uma resenha na minha casa.
- Não estou em casa.. nem na cidade.
- Ah, diz ela que ta louca pra te ver novamente, que aquele final de semana que vocês passaram juntos foi um dos melhores da vida dela. - meu cérebro congelou, na verdade todo o meu corpo. Andressa permaneceu quieta olhando a televisão, não dava pra perceber nada em seu rosto.
- Depois nois conversa, beleza?
- Beleza.
Ela levantou do meu colo e subiu as escadas. Respirei fundo e levantei. Agradeci eternamente ao Lucas por ter me ligado, só que não. Fui até o quarto e ela estava arrumando as coisas dela.
- Ei. O que você está fazendo?
- Nada.
- Andressa.. não é nada disso que você está pensando.
- Não estou pensando em nada, mas eu quero ir embora.
- É um caso passado, tem muito tempo que não vejo ela.
- Você não me deve explicaçoes, Luan.. - ela sorriu fraco. - Está tudo bem
- Eu não quero que você vá!
- Entendo.
- Por favor. Não vá! Eu realmente estou adorando sua companhia. Desde que a gente ficou pela primeira vez eu não me relacionei com mais ninguém. Ela é um caso passado, e mesmo se eu tivesse na cidade eu não iria, porque eu quero estar onde você está! Por favor, não vá! - ela olhou pra baixo e sorriu
- Ok.
- Vem.
Passamos o resto da noite deitados na cama. Ela ficou me olhando e sorrindo enquanto cantei e toquei algumas músicas que me pediu. Voltamos a conversare assistir tevê. Minutos depois ela acabou dormindo do meu lado e foi a minha hora de parar para admirar a garota que está ao meu lado. E sim, ela é linda, admirável, encantadora..
Andressa narrando
Acordei sentindo seu corpo quente junto ao meu e eu não queria sair de seus braços fortes. Mas eu precisava. Tentei fazer um jeito de não acorda-lo mas foi totalmente em vão.
- O que foi? - sussurrou com sua voz rouca, ao pé do meu ouvido, já desde cedo fazendo com que meu cérebro derretesse.
- Eu preciso ir ao banheiro. - ele me soltou e corri pro banheiro.
Foi um alívio tão grande. Voltei e deitei novamente. Ele tinha virado para o outro canto. E porra, as costas dele é sensacional, eu já contei sobre o meu vício por ombros e costas largas? Pois é!!! Apoiei a cabeça em meu braço e fiquei o olhando. Logo ele virou é senti meu rosto queimar.
- O que foi?
- Nada. - sorri envergonhada e deitei olhando para o outro canto.
- Parece que você gosta muito do que vê né?
- São as tatuagens. - respondo baixo tentando esconder o sorriso.
- Não sabia que eu tinha tatuagens nas costas, to descobrindo hoje.
- Você entendeu. - virei o olhando - Você ficou acordado até que horas
- Minutos depois que você dormiu eu dormi
- Ahh. A gente pode comer alguma coisa? Eu estou com fome.
- Bora lá.
Fomos ao banheiro, escovamos os dentes, lavamos o rosto e descemos para a cozinha. Ele me colocou no balcão e pegou várias coisas pra escolher. Escolhi um pacote de bolacha da Waffer, tinha tempo que não comia e estava morrendo de vontade. Prendi ele com meus pés e ele estava impossível, chupando minhas coxas e lambendo minha barriga.
- Você vai parar?
- Estou pensando em te comer aqui também. Pra você lembrar de cada lugar dessa chacara. - engasguei com a bolacha e ri.
- Entendi.
E foi assim que terminamos nossa noite, trepando loucamente na cozinha, no balcão, na mesa e depois terminamos na cama. Acordei sentindo dor em todo lugar do meu corpo, até em lugares que não fazia ideia de que existia. Ele não estava na cama. Ouvi o barulho do chuveiro e pensei em não entrar, mas queria também tomar banho. Então entrei. Peguei minha escova e comecei a escovar os dentes. Olhando ele pelo box, que estava lavando o cabelo.
- Oi
- Oi.
- Vem tomar banho comigo.
- Vou terminar aqui e já vou.
Assim que terminei fui até ele, e bom, o que aconteceu não é novidade a ninguém. Nosso ultimo dia lá foi extremamente bom.
Quando ele me deixou em casa, ficamos nos amassos por um bom tempo e quase transamos no carro. Por fim sai e o deixei frustado.
- Ah, não faz isso.
- Você não cansa?
- Posso até ficar cansado, mas não consigo ficar quando o assunto é você.
- Entendi. Beijo, a gente vai se falando. - selei rápido sua boca e fui em direção a entrada do prédio. Sorrindo por isso.
- Vai ter volta! - gritou do carro e subi rindo.
quinta-feira, 26 de janeiro de 2017
Capítulo Vinte
Luan narrando
Beijo todo o caminho do seu pescoço e a ouço respirar fundo e alto. Seu cheiro é coisa de outro mundo, hipnotizante. Levo as mãos até a bainha de sua blusa e a olho pedindo uma confirmação do que estaria prestes a acontecer, e ela sorriu em resposta, um sorriso diferente, um sorriso que ví pela primeira vez em seu rosto. Tirei sua blusinha e em seguida sua calça jogando-os para o lado. Deixei com que ela tirasse minha camiseta. E fui todo faminto feito um leão com fome tirar o seu sutiã e meu Jesus eu já imaginava que ela tinha um belo par de seios, mas agora eu percebo que eles são as coisas mais bonita que eu já vi. Eles eram redondos e cheios, cabiam perfeitamente em minhas mãos e minha boca já salivava de desejo.
- Você não sabe quantas vezes eu pensei em ver você assim. E essa tatuagem, é a porra mais sexy que eu já vi. Seu corpo meu enlouquece com roupa, imagina como estou vendo ele sem. Meu pau está tão duro que vai começar a doer.
Passei a ponta dos dedos no biquinho dos seus seios e apertei-os com força e logo abocanhei o direito, fazendo com que ela grunhisse baixo e puta que pariu me deixou ainda mais duro. Ela estava muito excitada, dava pra notar na forma que ela agia. Cai de boca no outro e fiz a mesma coisa. Desci lambendo-a toda e conhecendo cada pedacinho. Rasguei sua calcinha e ela gemeu um pouco mais alto, como se aquilo fosse a coisa mais sexy que ela já havia visto.
- Eu sonhei tanto em estar aqui um dia.. - sorri a olhando - no meio das suas pernas.. Ah andressa.
Abaixei a cabeça e passei a ponta da língua em sua região quente e molhadinha, fazendo-a se contorcer toda. Esfrego meu nariz ali e inalo, o cheiro dela é demais. O cheiro dela em particular me excita e me deixa cada vez mais duro.
- Céus, Andressa.. eu vou te comer a noite toda.
Lambo-a deixando ainda mais molhada e ela se arqueia toda. Seguro forte seus quadris e repito a dose por mais outras vezes. Fazendo-a gemendo mais alto.
- Seus gemidos se tornaram o meu som favorito, faça mais eu adoro te ouvir.
Continuo o meu trabalho, lambendo de cima para baixo, de baixo para cima. Seu gosto é doce, gostoso, viciante. Gemidos baixos ecoam saindo de sua garganta. Ela segura forte o tapete. Chupo forte seu clítoris e enfio dois dedos nela, e porra, como ela é quente. Mexo-os nela, entrando e saindo logo sinto seu líquido quente cobrindo meus dedos e ela grita meu nome bem alto. Ouvi-la gritar meu nome me deixa ainda mais ligado no 220. Continuo entrando e saindo dela. Eu nunca gozei nas calças, mas estou tão perto de isso acontecer. Volto a chupa-lo com minha língua e me sinto no paraíso fazendo algo tão gostoso com uma mulher ainda mais gostosa. Enfio um dedo enquanto a como com a língua, e seu corpo todo se contrai, ela está gozando. Não paro o que estou fazendo. Dou lambidas suaves e caio ao seu lado respirando com dificuldade. Ela me beija e sorri dizendo:
- Nunca senti tanto tesão na minha vida toda. - ouvir aquilo me deixou mais animado para come-la a noite toda e ainda continuar no dia seguinte.
Tirei meu resto de roupa. Abri a gaveta e peguei uma camisinha, fiz o processo e escorrego dentro dela. Ela está deslizante, mas apertada, e eu sinto que meu pau está crescendo cada segundo que se passa. Começo a meter devagar e vou aumentando o ritmo.
- Eu penso em comer você desde a primeira vez que te vi com aquela saia preta. - ela sorriu com os olhos fechados.
Seus peitos se balançam a cada estocada e eu não sei se continuo só o que estou fazendo ou cubro-os com minha boca. Mas me seguro. Ela abre os olhos e eles brilham como o sol. Agradeço a Deus por está aqui hoje, com ela, dentro dela. O único lugar que desejei estar por semanas. Coloco suas pernas em meus ombros e ela fica ainda mais apertada e mais assessivel. Meto mais fundo e ela geme meu nome por várias vezes.
- Luan...
- Andressa...
Eu a golpeio pela ultima vez antes de gozar forte. Gemo junto á ela, enquanto tenho certeza de que estou enchendo a camisinha e porra, essa é a melhor transa da minha vida. Caio sobre ela e fico imóvel. Ela não se importa e procura minha boca para me dar um longo beijo e em seguida, me apertar com um abraço.
Beijo todo o caminho do seu pescoço e a ouço respirar fundo e alto. Seu cheiro é coisa de outro mundo, hipnotizante. Levo as mãos até a bainha de sua blusa e a olho pedindo uma confirmação do que estaria prestes a acontecer, e ela sorriu em resposta, um sorriso diferente, um sorriso que ví pela primeira vez em seu rosto. Tirei sua blusinha e em seguida sua calça jogando-os para o lado. Deixei com que ela tirasse minha camiseta. E fui todo faminto feito um leão com fome tirar o seu sutiã e meu Jesus eu já imaginava que ela tinha um belo par de seios, mas agora eu percebo que eles são as coisas mais bonita que eu já vi. Eles eram redondos e cheios, cabiam perfeitamente em minhas mãos e minha boca já salivava de desejo.
- Você não sabe quantas vezes eu pensei em ver você assim. E essa tatuagem, é a porra mais sexy que eu já vi. Seu corpo meu enlouquece com roupa, imagina como estou vendo ele sem. Meu pau está tão duro que vai começar a doer.
Passei a ponta dos dedos no biquinho dos seus seios e apertei-os com força e logo abocanhei o direito, fazendo com que ela grunhisse baixo e puta que pariu me deixou ainda mais duro. Ela estava muito excitada, dava pra notar na forma que ela agia. Cai de boca no outro e fiz a mesma coisa. Desci lambendo-a toda e conhecendo cada pedacinho. Rasguei sua calcinha e ela gemeu um pouco mais alto, como se aquilo fosse a coisa mais sexy que ela já havia visto.
- Eu sonhei tanto em estar aqui um dia.. - sorri a olhando - no meio das suas pernas.. Ah andressa.
Abaixei a cabeça e passei a ponta da língua em sua região quente e molhadinha, fazendo-a se contorcer toda. Esfrego meu nariz ali e inalo, o cheiro dela é demais. O cheiro dela em particular me excita e me deixa cada vez mais duro.
- Céus, Andressa.. eu vou te comer a noite toda.
Lambo-a deixando ainda mais molhada e ela se arqueia toda. Seguro forte seus quadris e repito a dose por mais outras vezes. Fazendo-a gemendo mais alto.
- Seus gemidos se tornaram o meu som favorito, faça mais eu adoro te ouvir.
Continuo o meu trabalho, lambendo de cima para baixo, de baixo para cima. Seu gosto é doce, gostoso, viciante. Gemidos baixos ecoam saindo de sua garganta. Ela segura forte o tapete. Chupo forte seu clítoris e enfio dois dedos nela, e porra, como ela é quente. Mexo-os nela, entrando e saindo logo sinto seu líquido quente cobrindo meus dedos e ela grita meu nome bem alto. Ouvi-la gritar meu nome me deixa ainda mais ligado no 220. Continuo entrando e saindo dela. Eu nunca gozei nas calças, mas estou tão perto de isso acontecer. Volto a chupa-lo com minha língua e me sinto no paraíso fazendo algo tão gostoso com uma mulher ainda mais gostosa. Enfio um dedo enquanto a como com a língua, e seu corpo todo se contrai, ela está gozando. Não paro o que estou fazendo. Dou lambidas suaves e caio ao seu lado respirando com dificuldade. Ela me beija e sorri dizendo:
- Nunca senti tanto tesão na minha vida toda. - ouvir aquilo me deixou mais animado para come-la a noite toda e ainda continuar no dia seguinte.
Tirei meu resto de roupa. Abri a gaveta e peguei uma camisinha, fiz o processo e escorrego dentro dela. Ela está deslizante, mas apertada, e eu sinto que meu pau está crescendo cada segundo que se passa. Começo a meter devagar e vou aumentando o ritmo.
- Eu penso em comer você desde a primeira vez que te vi com aquela saia preta. - ela sorriu com os olhos fechados.
Seus peitos se balançam a cada estocada e eu não sei se continuo só o que estou fazendo ou cubro-os com minha boca. Mas me seguro. Ela abre os olhos e eles brilham como o sol. Agradeço a Deus por está aqui hoje, com ela, dentro dela. O único lugar que desejei estar por semanas. Coloco suas pernas em meus ombros e ela fica ainda mais apertada e mais assessivel. Meto mais fundo e ela geme meu nome por várias vezes.
- Luan...
- Andressa...
Eu a golpeio pela ultima vez antes de gozar forte. Gemo junto á ela, enquanto tenho certeza de que estou enchendo a camisinha e porra, essa é a melhor transa da minha vida. Caio sobre ela e fico imóvel. Ela não se importa e procura minha boca para me dar um longo beijo e em seguida, me apertar com um abraço.
Capítulo dezenove
Havíamos chegado na chácara do Luan e que lugar maravilhoso. Era um lugar lindo, um paraíso. Nunca tinha ido á outros estados e vir ao Paraná com ele já estava sendo maravilhoso. Também foi uma coisa diferente para mim.. em minhas relações.
- Você gostou? Aqui é um dos meus lugares preferidos. Fora a paz que é aqui.
- Eu gostei e muito. - sorri admirando o lugar.
- Isso é bom. - sorriu - Está com fome? Tem um monte de coisa aqui, eu não sou lá.. um bom cozinheiro..
- Eu posso fazer algo pra gente comer. Se você quiser, pois não vejo problema nenhum.
- Eu não estou com fome.
- Também não estou.
- Então vamo lá em cima pra você conhecer e a gente colocar as nossas coisas.
- Vamos.
Subimos, e fizemos um tour pela parte de cima da casa, chegamos no quarto que ele disse que usava e olhei a redor, mais uma vez
- Você pode ficar em qualquer um que quiser, aqui, ou nos outros.
- Uhum, você vai ficar em qual?
- No que você escolher.
- Você fica nesse né?
- Sim.
- Então vamos ficar nesse.
- Vamos fazer o que agora?
- O que você quiser. - ele estava sorrindo
- Porque você está sorrindo?
- Por nada. Estou pensando em algo para a gente fazer, podemos assistir um filme, o que você acha?
- Eu gosto da ídeia.
- Hoje você escolhe.
- Ah, mas porque eu?
- Porque eu escolhi aquele dia que fui no seu apartamento, hoje é sua vez.
- Ok. Qualquer um?
- Até seus romance chato.
- Não fale assim dos meus romances.
- Ok, sem falar dos seus romances chatos. - dei um tapa em seu peito.
- Vai continuar?
- Isso é agreção, sabia?
- Ahhh, jura? - revirei os olhos e rimos.
- Vem.
Pegou em minha mão e descemos. Sentamos no sofá e ele me entregou o controle para escolher um filme no netflix.
- Ah, mas eu queria ver esse filme.
- Qual?
- Chama simplesmente acontece, é muito bom.
- Romance né, já vi pelo nome.
- Mas é bom.
- Eu vejo se você ver um de terror comigo depois.
- Certo.
- Isso foi fácil demais, tem algo errado.
- Para de bobeira. - ele segurou meu rosto e me beijou terno.
- Coloca logo antes que eu desisto.
- Ihhhh!
Coloquei o filme, mas em poucos minutos dele rolando já estava no colo do Luan beijando-o loucamente. Ele se ajeitou em baixo de mim e sorri ofegante, soltando-me de sua boca.
- Acho que estou perto de perder o controle. Se você não quiser isso, sente novamente no sofá. - passei o dedo em sua boca
- E se eu quiser?
- Andressa..
- Eu quero você, Luan. Você me quer?
- Mais do que qualquer coisa nesse mundo. - mordeu meu lábio - Você não imagina o quanto.
- Eu quero você na mesma intencidade. - senti minhas bochechas esquentarem por estar assumindo aquilo e o beijei.
Ele se levantou me carregando junto, enquanto eu desfrutava de cada pedacinho do seu pescoço.
- Se você não me ajudar, eu vou te deitar aqui no chão mesmo. - ri baixinho e por fim chegamos ao quarto. Ele me deitou na cama e me beijou voraz.
- Você gostou? Aqui é um dos meus lugares preferidos. Fora a paz que é aqui.
- Eu gostei e muito. - sorri admirando o lugar.
- Isso é bom. - sorriu - Está com fome? Tem um monte de coisa aqui, eu não sou lá.. um bom cozinheiro..
- Eu posso fazer algo pra gente comer. Se você quiser, pois não vejo problema nenhum.
- Eu não estou com fome.
- Também não estou.
- Então vamo lá em cima pra você conhecer e a gente colocar as nossas coisas.
- Vamos.
Subimos, e fizemos um tour pela parte de cima da casa, chegamos no quarto que ele disse que usava e olhei a redor, mais uma vez
- Você pode ficar em qualquer um que quiser, aqui, ou nos outros.
- Uhum, você vai ficar em qual?
- No que você escolher.
- Você fica nesse né?
- Sim.
- Então vamos ficar nesse.
- Vamos fazer o que agora?
- O que você quiser. - ele estava sorrindo
- Porque você está sorrindo?
- Por nada. Estou pensando em algo para a gente fazer, podemos assistir um filme, o que você acha?
- Eu gosto da ídeia.
- Hoje você escolhe.
- Ah, mas porque eu?
- Porque eu escolhi aquele dia que fui no seu apartamento, hoje é sua vez.
- Ok. Qualquer um?
- Até seus romance chato.
- Não fale assim dos meus romances.
- Ok, sem falar dos seus romances chatos. - dei um tapa em seu peito.
- Vai continuar?
- Isso é agreção, sabia?
- Ahhh, jura? - revirei os olhos e rimos.
- Vem.
Pegou em minha mão e descemos. Sentamos no sofá e ele me entregou o controle para escolher um filme no netflix.
- Ah, mas eu queria ver esse filme.
- Qual?
- Chama simplesmente acontece, é muito bom.
- Romance né, já vi pelo nome.
- Mas é bom.
- Eu vejo se você ver um de terror comigo depois.
- Certo.
- Isso foi fácil demais, tem algo errado.
- Para de bobeira. - ele segurou meu rosto e me beijou terno.
- Coloca logo antes que eu desisto.
- Ihhhh!
Coloquei o filme, mas em poucos minutos dele rolando já estava no colo do Luan beijando-o loucamente. Ele se ajeitou em baixo de mim e sorri ofegante, soltando-me de sua boca.
- Acho que estou perto de perder o controle. Se você não quiser isso, sente novamente no sofá. - passei o dedo em sua boca
- E se eu quiser?
- Andressa..
- Eu quero você, Luan. Você me quer?
- Mais do que qualquer coisa nesse mundo. - mordeu meu lábio - Você não imagina o quanto.
- Eu quero você na mesma intencidade. - senti minhas bochechas esquentarem por estar assumindo aquilo e o beijei.
Ele se levantou me carregando junto, enquanto eu desfrutava de cada pedacinho do seu pescoço.
- Se você não me ajudar, eu vou te deitar aqui no chão mesmo. - ri baixinho e por fim chegamos ao quarto. Ele me deitou na cama e me beijou voraz.
quarta-feira, 25 de janeiro de 2017
Capítulo dezoito
Meus pais passaram mais uma semana e depois foram embora. Meu pai já tinha que voltar a trabalhar. Fiquei tão feliz por eles terem vindo me visistar. Os levei até o aeroporto. Rebeca estava agarrada em meu pescoço, desde que saímos de casa. Pietro estava tristinho. Era notável que eles não queriam ir.
- Dedê, você vai visitar nois?
- Eu juro que vou dar um jeito e quando vocês menos esperar chegarei lá!
- Você pomete de dedinho?
- De dedinho. - juntamos os dedos mindinhos.
- Eu vou sentir saudade, eu não quelia ir embora!
- E também, um dia buscarei vocês para passar uns dias comigo, sem eles. Só nós três, o que vocês acham?
- Eu gostei.
- Pode ser hoje? - perguntou o pietro e meu pai riu passando o braço pelo pescoço da minha mãe.
- Hoje não dá, Pie. - minha mãe falou
- Mas logo vai ter como e vou trazer vocês comigo!
- Tá bom, eu vou pedir a mamãe pla ligar pla você todo dia pla não esquecer
- Pode pedir, eu não vou esquecer. - sorri e os abracei com toda minha força. Depois levantei indo até minha mãe.
- Vou dizer a mesma coisa quando nos mudamos para Nova York. Juízo enquanto estou longe. Estou longe mas estou perto, nunca esqueça isso, e que eu te amo muito.
- Eu te amo mais, mãe. Já estou com saudade. - limpei a lágrima que desceu.
- Pensei que você tinha parado de chorar em despedidas. - falou meu pai entre um sorriso brincalhão.
- Nunca gostei disso e vocês sabem.
- Sabemos. Também não somos muito fã. - meu pai me puxou para um abraço paterno, tão forte. - Se cuida dedê. Qualquer coisa você pode me ligar. Se aquele garoto pisar na bola com você, me manda o número dele que farei ele arrepender de ter nascido. - ri revirando os olhos. - E para de revirar os olhos para tudo. Um dia o galo vai cantar e te deixar assim.
- Ai pai, Deus me livre.
- Então ouve minha dica. - riu - Fica com Deus e juízo nessa cabecinha. Juízo com seu namorado.
- Ele não é meu namorado. - retruquei
- E sua vó é virgem.
- Isso foi hilário. - respondeu minha mãe.
- Juízo e cuidado em. Eu amo você.
- Também te amo coroa. Vão com Deus e me liguem avisando que chegaram, ok?
- Sim. Fica com Deus.
- Amém. - abracei os quatro outra vez e eles se foram.
Fiquei esperando até eles sumirem do meu campo de visão e me virei para ir embora. Passei no trabalho e fiquei até fechar a loja e depois fui jantar com as meninas. Estava parada no sinal vermelho e meu celular tocou. Conectei o celular no bluetooth do carro e atendi. Era o Luan.
- Oi, já está em casa?
- Estou no trânsito. Acabei de sair do serviço.
- Saiu mais tarde?
- Jantei com as meninas no shopping.
- Ah sim. Como foi seu dia? Seus pais já foram?
- Foi bom, foram sim, foram de manhã.
- Amanhã eu chego e te faço companhia pra você não ficar só.. Bom, se você quiser, vai que você já mudou de ideia sobre a gente. Cada viagem que faço e fico longe de você já fico com um pouco de medo se quando eu voltar ainda poderei falar com você e serei respondido.
- Para com isso, eu disse que não vou mais fazer isso.
- Tava brincando, só liguei pra dizer que estou com saudade e saber se o nosso passeio tá de pé? - meu sorriso estava indo de orelha a orelha.
- Claro que tá!
- Então tá. Diga que sentiu minha falta também.
- Não.
- Nossa, você já foi mais amorosa. - ri.
- Você sabe que eu senti e não foi pouco. - ele riu - Como foi seu dia?
- Foi bom também. Seria melhor se você estivesse aqui.
- Eu adoraria estar aí.
- Quem não adoraria estar comigo?!!?!
- Convencido.
- Está cansada? Já chegou?
- Estou quase.
- Está tudo bem? Não está querendo falar comigo? Posso ligar outra hora.
- Ei, que isso, só é cuidado na hora de dirigir, você lembra que te falei que sou péssima fazendo duas coisas ao mesmo tempo? Então, é isso. - ri
- Então faz assim, quando chegar me liga e a gente conversa.
- Pode ser.
- Tchau.
- Tchau.
- Dirige com cuidado em.
- Tá bom. - ri - Luan. - o chamei baixinho
- Oi?
- Eu estou com saudade.
- Eu também. Beijo.
- Já já, nos falamos.
- Tá ok.
Encerrei a chamada e terminei o trajeto até meu apartamento.
- Dedê, você vai visitar nois?
- Eu juro que vou dar um jeito e quando vocês menos esperar chegarei lá!
- Você pomete de dedinho?
- De dedinho. - juntamos os dedos mindinhos.
- Eu vou sentir saudade, eu não quelia ir embora!
- E também, um dia buscarei vocês para passar uns dias comigo, sem eles. Só nós três, o que vocês acham?
- Eu gostei.
- Pode ser hoje? - perguntou o pietro e meu pai riu passando o braço pelo pescoço da minha mãe.
- Hoje não dá, Pie. - minha mãe falou
- Mas logo vai ter como e vou trazer vocês comigo!
- Tá bom, eu vou pedir a mamãe pla ligar pla você todo dia pla não esquecer
- Pode pedir, eu não vou esquecer. - sorri e os abracei com toda minha força. Depois levantei indo até minha mãe.
- Vou dizer a mesma coisa quando nos mudamos para Nova York. Juízo enquanto estou longe. Estou longe mas estou perto, nunca esqueça isso, e que eu te amo muito.
- Eu te amo mais, mãe. Já estou com saudade. - limpei a lágrima que desceu.
- Pensei que você tinha parado de chorar em despedidas. - falou meu pai entre um sorriso brincalhão.
- Nunca gostei disso e vocês sabem.
- Sabemos. Também não somos muito fã. - meu pai me puxou para um abraço paterno, tão forte. - Se cuida dedê. Qualquer coisa você pode me ligar. Se aquele garoto pisar na bola com você, me manda o número dele que farei ele arrepender de ter nascido. - ri revirando os olhos. - E para de revirar os olhos para tudo. Um dia o galo vai cantar e te deixar assim.
- Ai pai, Deus me livre.
- Então ouve minha dica. - riu - Fica com Deus e juízo nessa cabecinha. Juízo com seu namorado.
- Ele não é meu namorado. - retruquei
- E sua vó é virgem.
- Isso foi hilário. - respondeu minha mãe.
- Juízo e cuidado em. Eu amo você.
- Também te amo coroa. Vão com Deus e me liguem avisando que chegaram, ok?
- Sim. Fica com Deus.
- Amém. - abracei os quatro outra vez e eles se foram.
Fiquei esperando até eles sumirem do meu campo de visão e me virei para ir embora. Passei no trabalho e fiquei até fechar a loja e depois fui jantar com as meninas. Estava parada no sinal vermelho e meu celular tocou. Conectei o celular no bluetooth do carro e atendi. Era o Luan.
- Oi, já está em casa?
- Estou no trânsito. Acabei de sair do serviço.
- Saiu mais tarde?
- Jantei com as meninas no shopping.
- Ah sim. Como foi seu dia? Seus pais já foram?
- Foi bom, foram sim, foram de manhã.
- Amanhã eu chego e te faço companhia pra você não ficar só.. Bom, se você quiser, vai que você já mudou de ideia sobre a gente. Cada viagem que faço e fico longe de você já fico com um pouco de medo se quando eu voltar ainda poderei falar com você e serei respondido.
- Para com isso, eu disse que não vou mais fazer isso.
- Tava brincando, só liguei pra dizer que estou com saudade e saber se o nosso passeio tá de pé? - meu sorriso estava indo de orelha a orelha.
- Claro que tá!
- Então tá. Diga que sentiu minha falta também.
- Não.
- Nossa, você já foi mais amorosa. - ri.
- Você sabe que eu senti e não foi pouco. - ele riu - Como foi seu dia?
- Foi bom também. Seria melhor se você estivesse aqui.
- Eu adoraria estar aí.
- Quem não adoraria estar comigo?!!?!
- Convencido.
- Está cansada? Já chegou?
- Estou quase.
- Está tudo bem? Não está querendo falar comigo? Posso ligar outra hora.
- Ei, que isso, só é cuidado na hora de dirigir, você lembra que te falei que sou péssima fazendo duas coisas ao mesmo tempo? Então, é isso. - ri
- Então faz assim, quando chegar me liga e a gente conversa.
- Pode ser.
- Tchau.
- Tchau.
- Dirige com cuidado em.
- Tá bom. - ri - Luan. - o chamei baixinho
- Oi?
- Eu estou com saudade.
- Eu também. Beijo.
- Já já, nos falamos.
- Tá ok.
Encerrei a chamada e terminei o trajeto até meu apartamento.
Capítulo Dezessete
Meus pais voltaram e deixaram meus dias ainda mais alegre.
- Eu gosto dele.
- Que? Gosta de quem?
- Do seu namorado.
- Mãe, não estamos namorando.
- Mas vão, filha. Da pra ver como vocês se olham.
- Eu gosto dele, também. - assumi, olhando a vasilha que lavava
- E eu acredito que ele sente o mesmo por você.
- Eu tenho medo. Eu me afastei dele por medo, tem três dias que ele me chama pra conversar e eu não respondo. Eu estou com medo, mãe. Se a gente chegar a ter algo mais sério, se ele quiser.
- Filha, não. Não faz isso, ele gosta de você. Se afastar não é a melhor opção. Medo vocês dois arruma um jeito, sempre á um jeito para tudo.
- Eu gosto muito dele, de verdade, mãe. Mas eu não sei se eu suportaria tudo. É muita pressão o que ele vive. Eu fico nervosa só de imaginar
- Andressa, isso vocês consegue passar por cima. A história de vocês podem ser linda, não jogue isso no ralo.
- Dedê, eu pode pegar esse bombom?
- Pode Beca.
- Eu gosto de olo banco.
- Pode pegar todos.
- Mas coma com cuidado, cadê seu pai?
- Papai domiu com o pie.
- Ué, já?!
- Ele deve estar cansado, mãe.
- É.
Acordei de madrugada com meu celular vibrando.
"to na porta da sua casa, espero que pelo menos aqui fora vc saia e me fala que porra está acontecendo"
"Luan, eu estava dormindo."
"Estava! Estou te esperando"
"Você jura? Não acredito"
"Beleza, vou bater a campainha, alguém vai me atender aí eu falo com vc"
"Tá, tá estou indo"
"Blz"
Escovei os dentes, vesti meu moletom. Estava um frio absoluto, queria bater nele por me tirar da cama as 4h37. Andei na ponta dos pés abri a porta e lá estava ele, de touca, um blusão de frio, calça e tênis. Maravilhoso!!!
- E ai? Vai falar?
- Oi Luan. Tudo bem?
- Não vim aqui pra você ficar graça. Tem exatos 3 dias que a gente não se fala porque você não quer. E agora, me fala o por quê.
- Estou com frio, sabia? Você me tirou da cama as 4:30 você tem noção disso?
- Me responde que vou embora e você volta pra sua cama.
- Você pode entrar?
- Seus pais estão aí?
- Sim
- Então a resposta é não!
- Ah para, está frio.
- Vamo pro meu carro. A gente conversa lá.
- Vem.. - sorri de lado
- Você vai me responder? Eu tenho que ir embora, eu fui para casa só para deixar minhas coisas, mal entrei e já vim pra cá!
- Eu estou batendo queixo
- Para de desconversar. E também e se seus pais me pegar aí com você?
- Eles estão dormindo. Você é que dorme essa hora, lembra? Agora vem!
Caminhamos até meu quarto.
- Eu vou levar ela até o quarto.
- Ela é linda. - ele cochichou baixinho sorrindo - Deixa eu levar?
- Pode. Deixa eu acordar ela.
- Tá.
- Beca, vou te levar pro quarto.
- Hum. - Luan a pegou, e ela colocou os bracinhos em volta do seu pescoço. Ele me olhou com um sorriso largo.
A levamos até o quarto com o pietro e ele a deitou com cuidado cobrindo-a. Peguei em sua mão e fomos até meu quarto, deitei em baixo das coberta.
- Andressa. Me ajuda né!
- Eu te falei que estou com frio.
- Eu vou ficar aqui parado?
- Minha cama é enorme.
- Se eu deitar eu não levanto.
- Eu não ligo. - sussurrei sorrindo.
- Para com isso.
- Vem, a gente conversa. - ele riu e passou a mão no rosto. - Vem.
- Você está virando o jogo.
- Não estou, vem
Por fim ele deitou, mas todo sem jeito, sem tirar o tênis e com o corpo tenso.
- Relaxa, só esta eu e você aqui
- Seus pais está aqui, se tem uma coisa que não consigo ficar, é relaxado!
- Eles estão dormindo.
- Aham. Claro.
- E se eu fazer uma massagem em você, você relaxa e a gente conversa?
- Você joga sujo pra cacete.
- Tira o tênis e relaxa. A gente conversa e você vai embora.
- Ok!
E assim ele fez. Deitou de bruços e subi em suas costas, fiz massagem nele até sentir seus ombros relaxarem.
- Está tudo bem, eu só estava me dando um tempo.
- Se a gente namorar você vai ter isso toda vez que eu estiver longe? Porra Andressa, eu fiquei louco e não tinha como vim antes, se não eu teria vindo.
- Não sou assim, foi só um tempo pra mim. Para pensar, foi a última vez.
- Ah.. certo!
Ficamos calados e continuei a massagem nele, por vários minutos. Até que o ví quietinho e só respirando. Ele havia dormido. Levantei e tranquei a porta. Deitei e cobri a gente. Fiquei o olhando, percebendo cada detalhe. Ele é lindo. Eu estou fudidamente apaixonada por ele... Acordamos com minha mãe falando do outro lado da porta.
- Filha?
- Oi? - luan me olhou completamente assustado.
- Está tudo bem? A rebeca me acordou dizendo que você não estava ao lado dela.
- Tá sim.
- Ok, vamos tomar café agora. Se você quiser continuar a dormir. Desculpa te acordar.
- Tudo bem, mãe.
Ele me olhou.
- Porque você me deixou dormir? - sentou na cama colocando o tênis.
- Está tudo bem, são 7 horas, deita...
- Não, eu preciso ir embora. Meu Deus com que cara vou olhar na cara da sua mãe, na do seu pai..
- Luan, calma!
- Claro.
- Luan, ei.
- Eles não sai pra nada?
- Sai.
- Vou deitar e esperar um pouco
- Isso.
Dormimos por mais duas horas e o celular dele tocou, o que o assustou o triplo. Gente????
"oi mãe, bença.. to em são paulo.. não.. eu dormi e esqueci de avisar.. sei.. entendi.. tá.. eu tava indo mas eu dormi.. sei.. tchau"
Ele saiu da cama e entrou no banheiro, ficou um bom tempo lá, depois saiu.
- Achei uma escova nova lá, e peguei. Tudo bem?
- Tudo bem.
Fui até o banheiro enquanto ele calçava o tênis. Fiz as higienes matinais e saí. Quando saí ele estava parado na porta do banheiro
- Vou te dar um beijo agora, vai que seu pai me mata, pelo menos tivemos uma despedida - bati em seu peito e eu mesma o beijei, com saudade do calor da sua boca.. Paramos na porta e ele riu, e de nervoso.
- Está tudo bem, talvez não seja a primeira vez que ele veja você saindo daqui.
- Que interessante, jurava que você ia dizer "um homem saindo do meu quarto" - revirei os olhos
- Vamos
- Porra, pra você ter noção, namorei três vezes e nunca passei por isso.
- Relaxa. - selei seus lábios
Abri a porta e saímos do quarto. Segurei sua mão. A primeira coisa que meu pai fez foi olhar o Luan
- Bom dia. - minha mãe falou
- Bom dia mãe.
- Você aqui. - meu pai falou. - Que horas você veio?
- Ele chegou de madrugada. A gente estava sem conversar e ele dormiu, estava cansado.
- Cansado?
- Pai. O luan é cantor, tem uma vida corrida, a gente estava meio sem conversar e ele queria concertar as coisas entre a gente, dai conversamos e ele dormiu, entendido?
- Uhum. Só queria assustar ele.
- Nossa pai. - revirei os olhos
- Mas não é legal não, ver um homem saindo do quarto da sua filha.
- Na verdade eu tava pensando em descer pela janela, mas vi que era muito alto.. - todos nós rimos -
Nos sentamos para tomar café e em seguida ele foi-se pra casa.
- Eu gosto dele.
- Que? Gosta de quem?
- Do seu namorado.
- Mãe, não estamos namorando.
- Mas vão, filha. Da pra ver como vocês se olham.
- Eu gosto dele, também. - assumi, olhando a vasilha que lavava
- E eu acredito que ele sente o mesmo por você.
- Eu tenho medo. Eu me afastei dele por medo, tem três dias que ele me chama pra conversar e eu não respondo. Eu estou com medo, mãe. Se a gente chegar a ter algo mais sério, se ele quiser.
- Filha, não. Não faz isso, ele gosta de você. Se afastar não é a melhor opção. Medo vocês dois arruma um jeito, sempre á um jeito para tudo.
- Eu gosto muito dele, de verdade, mãe. Mas eu não sei se eu suportaria tudo. É muita pressão o que ele vive. Eu fico nervosa só de imaginar
- Andressa, isso vocês consegue passar por cima. A história de vocês podem ser linda, não jogue isso no ralo.
- Dedê, eu pode pegar esse bombom?
- Pode Beca.
- Eu gosto de olo banco.
- Pode pegar todos.
- Mas coma com cuidado, cadê seu pai?
- Papai domiu com o pie.
- Ué, já?!
- Ele deve estar cansado, mãe.
- É.
Acordei de madrugada com meu celular vibrando.
"to na porta da sua casa, espero que pelo menos aqui fora vc saia e me fala que porra está acontecendo"
"Luan, eu estava dormindo."
"Estava! Estou te esperando"
"Você jura? Não acredito"
"Beleza, vou bater a campainha, alguém vai me atender aí eu falo com vc"
"Tá, tá estou indo"
"Blz"
Escovei os dentes, vesti meu moletom. Estava um frio absoluto, queria bater nele por me tirar da cama as 4h37. Andei na ponta dos pés abri a porta e lá estava ele, de touca, um blusão de frio, calça e tênis. Maravilhoso!!!
- E ai? Vai falar?
- Oi Luan. Tudo bem?
- Não vim aqui pra você ficar graça. Tem exatos 3 dias que a gente não se fala porque você não quer. E agora, me fala o por quê.
- Estou com frio, sabia? Você me tirou da cama as 4:30 você tem noção disso?
- Me responde que vou embora e você volta pra sua cama.
- Você pode entrar?
- Seus pais estão aí?
- Sim
- Então a resposta é não!
- Ah para, está frio.
- Vamo pro meu carro. A gente conversa lá.
- Vem.. - sorri de lado
- Você vai me responder? Eu tenho que ir embora, eu fui para casa só para deixar minhas coisas, mal entrei e já vim pra cá!
- Eu estou batendo queixo
- Para de desconversar. E também e se seus pais me pegar aí com você?
- Eles estão dormindo. Você é que dorme essa hora, lembra? Agora vem!
Caminhamos até meu quarto.
- Eu vou levar ela até o quarto.
- Ela é linda. - ele cochichou baixinho sorrindo - Deixa eu levar?
- Pode. Deixa eu acordar ela.
- Tá.
- Beca, vou te levar pro quarto.
- Hum. - Luan a pegou, e ela colocou os bracinhos em volta do seu pescoço. Ele me olhou com um sorriso largo.
A levamos até o quarto com o pietro e ele a deitou com cuidado cobrindo-a. Peguei em sua mão e fomos até meu quarto, deitei em baixo das coberta.
- Andressa. Me ajuda né!
- Eu te falei que estou com frio.
- Eu vou ficar aqui parado?
- Minha cama é enorme.
- Se eu deitar eu não levanto.
- Eu não ligo. - sussurrei sorrindo.
- Para com isso.
- Vem, a gente conversa. - ele riu e passou a mão no rosto. - Vem.
- Você está virando o jogo.
- Não estou, vem
Por fim ele deitou, mas todo sem jeito, sem tirar o tênis e com o corpo tenso.
- Relaxa, só esta eu e você aqui
- Seus pais está aqui, se tem uma coisa que não consigo ficar, é relaxado!
- Eles estão dormindo.
- Aham. Claro.
- E se eu fazer uma massagem em você, você relaxa e a gente conversa?
- Você joga sujo pra cacete.
- Tira o tênis e relaxa. A gente conversa e você vai embora.
- Ok!
E assim ele fez. Deitou de bruços e subi em suas costas, fiz massagem nele até sentir seus ombros relaxarem.
- Está tudo bem, eu só estava me dando um tempo.
- Se a gente namorar você vai ter isso toda vez que eu estiver longe? Porra Andressa, eu fiquei louco e não tinha como vim antes, se não eu teria vindo.
- Não sou assim, foi só um tempo pra mim. Para pensar, foi a última vez.
- Ah.. certo!
Ficamos calados e continuei a massagem nele, por vários minutos. Até que o ví quietinho e só respirando. Ele havia dormido. Levantei e tranquei a porta. Deitei e cobri a gente. Fiquei o olhando, percebendo cada detalhe. Ele é lindo. Eu estou fudidamente apaixonada por ele... Acordamos com minha mãe falando do outro lado da porta.
- Filha?
- Oi? - luan me olhou completamente assustado.
- Está tudo bem? A rebeca me acordou dizendo que você não estava ao lado dela.
- Tá sim.
- Ok, vamos tomar café agora. Se você quiser continuar a dormir. Desculpa te acordar.
- Tudo bem, mãe.
Ele me olhou.
- Porque você me deixou dormir? - sentou na cama colocando o tênis.
- Está tudo bem, são 7 horas, deita...
- Não, eu preciso ir embora. Meu Deus com que cara vou olhar na cara da sua mãe, na do seu pai..
- Luan, calma!
- Claro.
- Luan, ei.
- Eles não sai pra nada?
- Sai.
- Vou deitar e esperar um pouco
- Isso.
Dormimos por mais duas horas e o celular dele tocou, o que o assustou o triplo. Gente????
"oi mãe, bença.. to em são paulo.. não.. eu dormi e esqueci de avisar.. sei.. entendi.. tá.. eu tava indo mas eu dormi.. sei.. tchau"
Ele saiu da cama e entrou no banheiro, ficou um bom tempo lá, depois saiu.
- Achei uma escova nova lá, e peguei. Tudo bem?
- Tudo bem.
Fui até o banheiro enquanto ele calçava o tênis. Fiz as higienes matinais e saí. Quando saí ele estava parado na porta do banheiro
- Vou te dar um beijo agora, vai que seu pai me mata, pelo menos tivemos uma despedida - bati em seu peito e eu mesma o beijei, com saudade do calor da sua boca.. Paramos na porta e ele riu, e de nervoso.
- Está tudo bem, talvez não seja a primeira vez que ele veja você saindo daqui.
- Que interessante, jurava que você ia dizer "um homem saindo do meu quarto" - revirei os olhos
- Vamos
- Porra, pra você ter noção, namorei três vezes e nunca passei por isso.
- Relaxa. - selei seus lábios
Abri a porta e saímos do quarto. Segurei sua mão. A primeira coisa que meu pai fez foi olhar o Luan
- Bom dia. - minha mãe falou
- Bom dia mãe.
- Você aqui. - meu pai falou. - Que horas você veio?
- Ele chegou de madrugada. A gente estava sem conversar e ele dormiu, estava cansado.
- Cansado?
- Pai. O luan é cantor, tem uma vida corrida, a gente estava meio sem conversar e ele queria concertar as coisas entre a gente, dai conversamos e ele dormiu, entendido?
- Uhum. Só queria assustar ele.
- Nossa pai. - revirei os olhos
- Mas não é legal não, ver um homem saindo do quarto da sua filha.
- Na verdade eu tava pensando em descer pela janela, mas vi que era muito alto.. - todos nós rimos -
Nos sentamos para tomar café e em seguida ele foi-se pra casa.
terça-feira, 24 de janeiro de 2017
Capítulo dezesseis
Nos encaramos por alguns segundos, até que sua mãe nos tirou do transe.
- Vou deixar vocês. Qualquer coisa estou lá em baixo com a Rose - sorriu e saiu. Fiquei calada por um tempo, admirada com seu enorme quarto.
- Como você está? - perguntei, ainda encostada na porta
- Bem, estou melhorando, quase ótimo - sorriu.
- Ah. Você disse que ia me avisar e não avisou nada, ai eu pedi a Sarah seu endereço, espero que você não se importe, mas eu estava preocupada e precisava ver como você estava, se você achar ruim posso ir emb...
- Respira! - riu - Claro que não vou me importar Andressa, venha conhecer minha cama, já te imaginei várias vezes aqui comigo - suspirei e fui até ele o abraçando forte. - Ei, fiz uma brincandeira mas você está chorando..
- Porque você estava me evitando? Eu juro que não tenho culpa, estão todos falando isso mas eu não tenho culpa. Eu nem sabia que ele estaria lá e você sabe eu não tenho falado com ele faz tempo.
- Primeiro para de chorar e olha pra mim. - limpei os olhos e o olhei.
- Desculpa por isso, mas é que eu sinto as coisas e não consigo escondê-las.
- Eu sei. Mas eu não estava te evitando, me desliguei esses dois dias do celular por isso não te avisei, não queria que você me visse assim também.. Eu te pedi para ir embora para não ficar te envolvendo mais. Tem réporter que é muito chato e quanto mais eu poder poupar você, pouparei.
- Aham.
- Acredite em mim. Não tem porque eu mentir. - ele me puxou para o seu colo. - E estou felizão que você veio me ver.
- Deixa eu ver o machucado. - ele abaixou a cabeça e olhei.
- Não foi tão fundo como imaginei, por causa da quantidade de sangue que me disseram que saiu.
- Eu fiquei desesperada, queria ter ido com você, mas não deixaram.
- Foi melhor assim, acredite.
- Mas eu fiquei mal.
- Mas olha só, já passou, estou pronto para outra! Meu medo era que eles raspassem meu cabelo. - riu baixo, dei um tapa em seu braço
- Eu fiquei preocupada.
- Estou bem, você está vendo. - o abracei forte outra vez.
- Eu morri de medo dos seus pais me odiarem - ri - mas eles foram muito educado comigo. Fiquei muito sem graça.
- Não tinha o por que deles te odiarem.
- Meio mundo está me odiando, pode acreditar.
- Eu não estou, isso vale?
- Muito. - sorri de lado.
- Então esquece os outros.
- Gostei do seu quarto. Achei sua cara.
- Eu que "montei" praticamente, você entende né o que eu quis dizer? - assenti - Então, queria algo que fosse a minha cara e deu nisso. - rimos.
- Você estava jogando?
- Costumo fazer isso quando estou em casa.
- Deixa eu jogar? Jogava muito com meu primo quando era mais nova!
- Fica a vontade. Interessante saber que você joga, acho que estou ainda mais apaixonado. - sorri e peguei o controle, não sei se consegueria jogar, pois seus braços ao meu redor estava quase derretendo meu cérebro.
Luan Narrando
Ela estava toda concentradinha no jogo e ver ela desta forma, na minha casa, no meu quarto, no meu colo. Porra, me deu tanta vontade de tê-la em meus braços a noite toda. Ela é encantadora, capaz de deixar qualquer homem hipnotizado! Mas ela é minha, eu vou torna-la minha se ela acha que ainda não é.
- Que louco. Isso é divertido. - me encarou me pegando a encarando e sorriu envergonhada. Me lembro da primeira vez que a gente se beijou, e meu Deus, eu vou beija-la
- Divertido é isso aqui. - mordi devagar seu lábio inferior. Tirei o controle de sua mão e a deitei na cama. Sua boca era fascinadora, foi uma das coisas que mais me encantou nela. Nos beijamos até ficarmos ofegante - Quero te levar num lugar quando estiver ótimo. - tirei seus cabelos de sua testa.
- Aonde?
- Na minha chácara. Você iria?
- Bom.. Acho que sim.
- Acho que você talvez goste. Lá é um ótimo lugar.
- Eu também acho que gostaria, eu iria pra onde você me levar. - ela falou abaixando a voz e olhando para a tv.
- Eu adorei saber disso. - virei seu rosto e a beijei outra vez.
- Vou deixar vocês. Qualquer coisa estou lá em baixo com a Rose - sorriu e saiu. Fiquei calada por um tempo, admirada com seu enorme quarto.
- Como você está? - perguntei, ainda encostada na porta
- Bem, estou melhorando, quase ótimo - sorriu.
- Ah. Você disse que ia me avisar e não avisou nada, ai eu pedi a Sarah seu endereço, espero que você não se importe, mas eu estava preocupada e precisava ver como você estava, se você achar ruim posso ir emb...
- Respira! - riu - Claro que não vou me importar Andressa, venha conhecer minha cama, já te imaginei várias vezes aqui comigo - suspirei e fui até ele o abraçando forte. - Ei, fiz uma brincandeira mas você está chorando..
- Porque você estava me evitando? Eu juro que não tenho culpa, estão todos falando isso mas eu não tenho culpa. Eu nem sabia que ele estaria lá e você sabe eu não tenho falado com ele faz tempo.
- Primeiro para de chorar e olha pra mim. - limpei os olhos e o olhei.
- Desculpa por isso, mas é que eu sinto as coisas e não consigo escondê-las.
- Eu sei. Mas eu não estava te evitando, me desliguei esses dois dias do celular por isso não te avisei, não queria que você me visse assim também.. Eu te pedi para ir embora para não ficar te envolvendo mais. Tem réporter que é muito chato e quanto mais eu poder poupar você, pouparei.
- Aham.
- Acredite em mim. Não tem porque eu mentir. - ele me puxou para o seu colo. - E estou felizão que você veio me ver.
- Deixa eu ver o machucado. - ele abaixou a cabeça e olhei.
- Não foi tão fundo como imaginei, por causa da quantidade de sangue que me disseram que saiu.
- Eu fiquei desesperada, queria ter ido com você, mas não deixaram.
- Foi melhor assim, acredite.
- Mas eu fiquei mal.
- Mas olha só, já passou, estou pronto para outra! Meu medo era que eles raspassem meu cabelo. - riu baixo, dei um tapa em seu braço
- Eu fiquei preocupada.
- Estou bem, você está vendo. - o abracei forte outra vez.
- Eu morri de medo dos seus pais me odiarem - ri - mas eles foram muito educado comigo. Fiquei muito sem graça.
- Não tinha o por que deles te odiarem.
- Meio mundo está me odiando, pode acreditar.
- Eu não estou, isso vale?
- Muito. - sorri de lado.
- Então esquece os outros.
- Gostei do seu quarto. Achei sua cara.
- Eu que "montei" praticamente, você entende né o que eu quis dizer? - assenti - Então, queria algo que fosse a minha cara e deu nisso. - rimos.
- Você estava jogando?
- Costumo fazer isso quando estou em casa.
- Deixa eu jogar? Jogava muito com meu primo quando era mais nova!
- Fica a vontade. Interessante saber que você joga, acho que estou ainda mais apaixonado. - sorri e peguei o controle, não sei se consegueria jogar, pois seus braços ao meu redor estava quase derretendo meu cérebro.
Luan Narrando
Ela estava toda concentradinha no jogo e ver ela desta forma, na minha casa, no meu quarto, no meu colo. Porra, me deu tanta vontade de tê-la em meus braços a noite toda. Ela é encantadora, capaz de deixar qualquer homem hipnotizado! Mas ela é minha, eu vou torna-la minha se ela acha que ainda não é.
- Que louco. Isso é divertido. - me encarou me pegando a encarando e sorriu envergonhada. Me lembro da primeira vez que a gente se beijou, e meu Deus, eu vou beija-la
- Divertido é isso aqui. - mordi devagar seu lábio inferior. Tirei o controle de sua mão e a deitei na cama. Sua boca era fascinadora, foi uma das coisas que mais me encantou nela. Nos beijamos até ficarmos ofegante - Quero te levar num lugar quando estiver ótimo. - tirei seus cabelos de sua testa.
- Aonde?
- Na minha chácara. Você iria?
- Bom.. Acho que sim.
- Acho que você talvez goste. Lá é um ótimo lugar.
- Eu também acho que gostaria, eu iria pra onde você me levar. - ela falou abaixando a voz e olhando para a tv.
- Eu adorei saber disso. - virei seu rosto e a beijei outra vez.
Capítulo quinze
Fui pra casa e fiquei pensando, meus olhos começaram a arder com as lágrimas se formando novamente. Resolvi ligar para minha mãe, precisava falar com alguém e conversamos por um longo tempo, passei mais tempo chorando do que conversando, mas foi um alívio. Depois fui olhar na internet e pro meu pesadelo o acontecido da noite passada estava em todos os lugares. Fãs me detonando, meu Deus, que horror. Parei de olhar para não ficar pior. O dia seguinte passou arrastando e ele não havia mandado nenhuma mensagem. Fui trabalhar e tentei parar de pensar no que aconteceu mas não conseguia.
- Bruno tem notícias do Luan?
- Ele já está em casa.
- Ah, ele já saiu?
- Sim ontem de ontem a noite. Pensei que ele tinha te falado.
- Não. O número dele não está dando. Acho que ele está me evitando também, pelo jeito, achando que também tenho culpa!
- Não pensa desta forma
- Como não pensar se todos os motivos me leva á pensar assim?
- Você só pensa o pior de tudo.. - me abraçou de lado
A noite tentei ligar para ele, liguei para a Sarah e perguntei se ela sabia do endereço dele e por minha sorte ela sabia. Troquei minha roupa e fui... Chegando lá o porteiro ligou na casa deles informando e me deixou entrar. Estacionei e estava me sentindo um pouco nervosa, um pouco não, muito nervosa. Bati a campaínha e uma mulher baixinha atendeu.
- Boa noite.
- Oi, boa noite. Eu queria falar com a.. - justo agora esqueci o nome da mãe do Luan, cocei a testa - mãe do Luan
- Vou chamá-la.
- Obrigada - logo ela apareceu.
- Oi Andressa, não tivemos a chance de nos conhecer direito. Sou Marizete. - estendeu a mão
- Oi dona Marizete, sou Andresa. Me desculpa vir aqui esta hora, é que eu queria ter alguma notícia do Luan, pois não consigo falar com ele.
- Ele está bem, está lá em cima.
- Ah, graças a Deus. Fico muito feliz. A senhora pode dizer a ele que vim aqui?
- Você não quer entrar e dizer você mesma?
- Eu só queria notícias dele. Não quero incomodar. Mas agradeço.
- Ele gostaria de te ver aqui.
- Eu acho que não. - sorri amarelo - Depois eu falo com ele, quando ele estiver afim de falar comigo, eu o entendo.
- Não acho que ele esteja te evitando, como deve estar pensando - ela falou simpática - Suba lá em cima e pergunte a ele sobre isso. Ainda está cedo, e eu não tenho dúvidas que ele gostará da sua visita, pode confiar em mim.
- Hum, certo. - ela me deu espaço para entrar - Licença.
- Toda, fique a vontade.
Admirei a bela casa enquanto á seguia até o quarto do luan, que era no andar de cima. A porta estava entre-aberta.
- Filho, você tem visita. Vem - me olhou sorrindo e entrei no quarto dele.
- Oi - falei com as bochechas esquentando
- Oi. - respondeu com um olhar de surpresa.
- Bruno tem notícias do Luan?
- Ele já está em casa.
- Ah, ele já saiu?
- Sim ontem de ontem a noite. Pensei que ele tinha te falado.
- Não. O número dele não está dando. Acho que ele está me evitando também, pelo jeito, achando que também tenho culpa!
- Não pensa desta forma
- Como não pensar se todos os motivos me leva á pensar assim?
- Você só pensa o pior de tudo.. - me abraçou de lado
A noite tentei ligar para ele, liguei para a Sarah e perguntei se ela sabia do endereço dele e por minha sorte ela sabia. Troquei minha roupa e fui... Chegando lá o porteiro ligou na casa deles informando e me deixou entrar. Estacionei e estava me sentindo um pouco nervosa, um pouco não, muito nervosa. Bati a campaínha e uma mulher baixinha atendeu.
- Boa noite.
- Oi, boa noite. Eu queria falar com a.. - justo agora esqueci o nome da mãe do Luan, cocei a testa - mãe do Luan
- Vou chamá-la.
- Obrigada - logo ela apareceu.
- Oi Andressa, não tivemos a chance de nos conhecer direito. Sou Marizete. - estendeu a mão
- Oi dona Marizete, sou Andresa. Me desculpa vir aqui esta hora, é que eu queria ter alguma notícia do Luan, pois não consigo falar com ele.
- Ele está bem, está lá em cima.
- Ah, graças a Deus. Fico muito feliz. A senhora pode dizer a ele que vim aqui?
- Você não quer entrar e dizer você mesma?
- Eu só queria notícias dele. Não quero incomodar. Mas agradeço.
- Ele gostaria de te ver aqui.
- Eu acho que não. - sorri amarelo - Depois eu falo com ele, quando ele estiver afim de falar comigo, eu o entendo.
- Não acho que ele esteja te evitando, como deve estar pensando - ela falou simpática - Suba lá em cima e pergunte a ele sobre isso. Ainda está cedo, e eu não tenho dúvidas que ele gostará da sua visita, pode confiar em mim.
- Hum, certo. - ela me deu espaço para entrar - Licença.
- Toda, fique a vontade.
Admirei a bela casa enquanto á seguia até o quarto do luan, que era no andar de cima. A porta estava entre-aberta.
- Filho, você tem visita. Vem - me olhou sorrindo e entrei no quarto dele.
- Oi - falei com as bochechas esquentando
- Oi. - respondeu com um olhar de surpresa.
segunda-feira, 23 de janeiro de 2017
Capítulo quatorze
7 dias após, meus pais tinha ido viajar para ver outros familiares. Estava na Woods com o Luan, Sarah, Bruno, Lorena, Gabriel, Nanda e Poli, e Marquinhos um amigo do Luan que eu tinha acabado de conhecer. Estava tudo divertido, até quem eu menos queria ver aparecer e começar a provocar o Luan.
- Não liga pra ele.
- Não estou ligando. Eu estou com você, porque ligaria, eu eim.
Dançamos juntos a próxima música, e quando fomos para nos beijar, Luan foi empurrado com tanta força, que eu fiquei assustada. E começaram aquele empurra empurra, bate bate, as pessoas gritando, e eu mal conseguia ver o qhe estava acontecendo. Quando consegui chegar um pouco mais perto os dois estavam brigando no chão e meu estômago começou a se revirar.
- Gente para. - ninguém me ouvia, ninguém conseguia separar os dois - FAÇAM ALGUMA COISA, CADÊ OS SEGURANÇAS DESSE LUGAR. - foi neste momento que o Eduardo pegou uma garrafa de vidro - EDUARDO NÃO - e bateu na cabeça do Luan. Minha pressão com certeza caiu, pois minha vista escureceu e me segurei em uma pessoa que não sabia quem era. Quando ví, ele estava sendo carregado por dois seguranças, desacordado e a cabeça sangrando. E tinha alguns policiais perto do Eduardo. Passei entre as pessoas e segui os seguranças.
- Você fica aqui.
- Não, eu tenho que ir com ele.
- Se não fosse por sua causa nada disso teria acontecido, vadia. - Era o fernando, amigo do Eduardo me falando aquilo. Eu tinha um grande carinho por ele.
- Eu não tenho culpa, sai da minha frente.
- Cachorra. - ouvi uma garota falando - Piranha, que enquanto namora um dorme com outro.
- Vá se ferrar. - resgumguei e continuei descendo
Minha cabeça começou a rodar e alguém me tirou de lá.
- Olha pra mim, você está bem?? - ouvi a voz da Sarah - A gente estava te procurando, e não te achamos.
- O Luan, cadê ele?
- Já o levaram para o hospital.
- Meu Deus.. - cobri o rosto com as mãos - A culpa é minha.
- Ele vai ficar bem, fique calma.
- Eu preciso ver ele. Jesus as pessoas vão me odiar tanto. Ele é uma pessoa pública, isso vai sair em todos os jornais amanhã. Sarah, o que eu faço, eu preciso ver ele.
- Já chegaram no hospital. - o Bruninho avisou
- Quem foi com ele?
- O marquinhos. Fique calma!
- Eu nem vi como começou. - falou o Gabriel. - Eduardo está louco.
- Nem eu, foi rápido. Eu estava bem longe com a Sarah - Bruno
- Quando viram eles já estavam rolando no chão. - respondeu o Gabriel
- Me levem pro hospital. - pedi
- Ele está desacordado, vá pra sua casa. O Marquinhos vai me dando notícia e eu falo pra Sarah. Vai com ela.
- Eu não fiz nada Bruno, eu juro. Eu não tenho culpa. Nunca mais falei com o Eduardo, desde que terminamos. E eu nem sabia que ele estava aqui, se não teria evitado.
- Eu sei, eu sei. Vai ficar tudo bem. Vai com ela amor. Eu vou dando notícias.
- Tá bom, tchau gente.
- Tchau. - respondemos
(...) Chegamos no meu apartamento, fiquei andando pra lá e pra cá pela sala e Sarah me levou pro meu quarto.
- Você acredita em mim? Eu não falo com o Eduardo desde que terminei tudo.
- Amiga eu sei.
- Eu não tenho culpa, eu não fazia ideia de que ele faria aquilo.
- Eu sei amiga! Eu sei.
- Os pais deles vão me odiar, meu Deus.. E ele é uma pessoa pública, logo isso vai estar em todo jornal, revista, na internet.. Eu não tenho culpa. - Ela saiu me deixando sozinha e voltou minutos depois.
- Bebe.
- Eu não tenho culpa. - repeti eufórica
- Bebe.
- Eu quero ir ficar com ele.
- Bebe, amanhã a gente vai.
Bebi o remédio e cada vez que eu via a imagem do Luan na cabeça eu chorava. Na manhã seguinte acordei ouvindo Sarah conversar, levantei fui pro banheiro e tomei um banho quente.
- Qual hospital ele está?
- No Albert Einsten.
- Vou me vestir e a gente vai, pode ser?
- Será que é uma boa ídeia?
- Porque? Te falaram alguma coisa.. ele não me quer lá?
- Não, nada disso, vamos!
Vesti uma roupa e fomos. Chegando lá, estava cheio de repórtes, mídia e seguranças. Resolvi entrar na outra portaria.
- Alí o Bruno e o Marquinhos. - fomos até eles
- E o Luan?
- Está dormindo. Não foi nada tão grave. Mas ele passou mal a noite toda.
- Quem está la com ele?
- Os pais.
- Ah..
- Você quer ir vê-lo?
- Eu não sei se é uma boa ídeia.
- Eles são gente boa, vou te levar lá.
- Melhor não.
- Vai ser bom ele te ver. Acredite. Vamos lá.
Resolvi o seguir. O marquinhos me deu o crachá dele e fomos. Chegamos na porta da sala tinha um casal conversando. De cara vi o rosto do Luan no rosto do homem. Acho que é seu pai.
- Ela pode entrar lá?
- Você é quem?
- Eu sou.. a Andre-essa!
- Que está morrendo de medo de vocês.
- Infelizmente isso acontece, querida.
- Eu não queria que isso acontecesse, gosto muito do Luan.
- Entendemos - ela falou baixo - Vai lá ver ele, ele está um pouco melhor.
- Me desculpa..
- Não tem de quê.
Fui até o Luan, ele estava dormindo. Tinha um corte em sua sobrancelha, e outro em seu queixo.
- Luan.. - ele suspirou fundo e abriu os olhos mas logo fechou de volta - Me desculpa.
- Vai embora, a gente conversa quando eu for pra casa.
- Não me pede isso.
- Por favor me ouve.
- Eu quero ficar aqui com você.
- Por favor, devo sair hoje ou amanhã. Vai pra casa, a gente conversa lá.
- Luan... - segurei sua mão e ele apertou
- Por favor. - suplicou
- Sim.
- Eu estou bem, vou ficar melhor ainda.
- Eu quero ficar aqui com você.
- Meus pais vão ficar comigo. Já é o bastante. - ele não me queria ali.
- Ok, você me manda mensagem?
- Sim, tchau. - forçou um sorriso amarelo
- Tchau.
Estou muito feliz e agradecida com os comentários. Que vocês continuem gostando! Beijo
- Não liga pra ele.
- Não estou ligando. Eu estou com você, porque ligaria, eu eim.
Dançamos juntos a próxima música, e quando fomos para nos beijar, Luan foi empurrado com tanta força, que eu fiquei assustada. E começaram aquele empurra empurra, bate bate, as pessoas gritando, e eu mal conseguia ver o qhe estava acontecendo. Quando consegui chegar um pouco mais perto os dois estavam brigando no chão e meu estômago começou a se revirar.
- Gente para. - ninguém me ouvia, ninguém conseguia separar os dois - FAÇAM ALGUMA COISA, CADÊ OS SEGURANÇAS DESSE LUGAR. - foi neste momento que o Eduardo pegou uma garrafa de vidro - EDUARDO NÃO - e bateu na cabeça do Luan. Minha pressão com certeza caiu, pois minha vista escureceu e me segurei em uma pessoa que não sabia quem era. Quando ví, ele estava sendo carregado por dois seguranças, desacordado e a cabeça sangrando. E tinha alguns policiais perto do Eduardo. Passei entre as pessoas e segui os seguranças.
- Você fica aqui.
- Não, eu tenho que ir com ele.
- Se não fosse por sua causa nada disso teria acontecido, vadia. - Era o fernando, amigo do Eduardo me falando aquilo. Eu tinha um grande carinho por ele.
- Eu não tenho culpa, sai da minha frente.
- Cachorra. - ouvi uma garota falando - Piranha, que enquanto namora um dorme com outro.
- Vá se ferrar. - resgumguei e continuei descendo
Minha cabeça começou a rodar e alguém me tirou de lá.
- Olha pra mim, você está bem?? - ouvi a voz da Sarah - A gente estava te procurando, e não te achamos.
- O Luan, cadê ele?
- Já o levaram para o hospital.
- Meu Deus.. - cobri o rosto com as mãos - A culpa é minha.
- Ele vai ficar bem, fique calma.
- Eu preciso ver ele. Jesus as pessoas vão me odiar tanto. Ele é uma pessoa pública, isso vai sair em todos os jornais amanhã. Sarah, o que eu faço, eu preciso ver ele.
- Já chegaram no hospital. - o Bruninho avisou
- Quem foi com ele?
- O marquinhos. Fique calma!
- Eu nem vi como começou. - falou o Gabriel. - Eduardo está louco.
- Nem eu, foi rápido. Eu estava bem longe com a Sarah - Bruno
- Quando viram eles já estavam rolando no chão. - respondeu o Gabriel
- Me levem pro hospital. - pedi
- Ele está desacordado, vá pra sua casa. O Marquinhos vai me dando notícia e eu falo pra Sarah. Vai com ela.
- Eu não fiz nada Bruno, eu juro. Eu não tenho culpa. Nunca mais falei com o Eduardo, desde que terminamos. E eu nem sabia que ele estava aqui, se não teria evitado.
- Eu sei, eu sei. Vai ficar tudo bem. Vai com ela amor. Eu vou dando notícias.
- Tá bom, tchau gente.
- Tchau. - respondemos
(...) Chegamos no meu apartamento, fiquei andando pra lá e pra cá pela sala e Sarah me levou pro meu quarto.
- Você acredita em mim? Eu não falo com o Eduardo desde que terminei tudo.
- Amiga eu sei.
- Eu não tenho culpa, eu não fazia ideia de que ele faria aquilo.
- Eu sei amiga! Eu sei.
- Os pais deles vão me odiar, meu Deus.. E ele é uma pessoa pública, logo isso vai estar em todo jornal, revista, na internet.. Eu não tenho culpa. - Ela saiu me deixando sozinha e voltou minutos depois.
- Bebe.
- Eu não tenho culpa. - repeti eufórica
- Bebe.
- Eu quero ir ficar com ele.
- Bebe, amanhã a gente vai.
Bebi o remédio e cada vez que eu via a imagem do Luan na cabeça eu chorava. Na manhã seguinte acordei ouvindo Sarah conversar, levantei fui pro banheiro e tomei um banho quente.
- Qual hospital ele está?
- No Albert Einsten.
- Vou me vestir e a gente vai, pode ser?
- Será que é uma boa ídeia?
- Porque? Te falaram alguma coisa.. ele não me quer lá?
- Não, nada disso, vamos!
Vesti uma roupa e fomos. Chegando lá, estava cheio de repórtes, mídia e seguranças. Resolvi entrar na outra portaria.
- Alí o Bruno e o Marquinhos. - fomos até eles
- E o Luan?
- Está dormindo. Não foi nada tão grave. Mas ele passou mal a noite toda.
- Quem está la com ele?
- Os pais.
- Ah..
- Você quer ir vê-lo?
- Eu não sei se é uma boa ídeia.
- Eles são gente boa, vou te levar lá.
- Melhor não.
- Vai ser bom ele te ver. Acredite. Vamos lá.
Resolvi o seguir. O marquinhos me deu o crachá dele e fomos. Chegamos na porta da sala tinha um casal conversando. De cara vi o rosto do Luan no rosto do homem. Acho que é seu pai.
- Ela pode entrar lá?
- Você é quem?
- Eu sou.. a Andre-essa!
- Que está morrendo de medo de vocês.
- Infelizmente isso acontece, querida.
- Eu não queria que isso acontecesse, gosto muito do Luan.
- Entendemos - ela falou baixo - Vai lá ver ele, ele está um pouco melhor.
- Me desculpa..
- Não tem de quê.
Fui até o Luan, ele estava dormindo. Tinha um corte em sua sobrancelha, e outro em seu queixo.
- Luan.. - ele suspirou fundo e abriu os olhos mas logo fechou de volta - Me desculpa.
- Vai embora, a gente conversa quando eu for pra casa.
- Não me pede isso.
- Por favor me ouve.
- Eu quero ficar aqui com você.
- Por favor, devo sair hoje ou amanhã. Vai pra casa, a gente conversa lá.
- Luan... - segurei sua mão e ele apertou
- Por favor. - suplicou
- Sim.
- Eu estou bem, vou ficar melhor ainda.
- Eu quero ficar aqui com você.
- Meus pais vão ficar comigo. Já é o bastante. - ele não me queria ali.
- Ok, você me manda mensagem?
- Sim, tchau. - forçou um sorriso amarelo
- Tchau.
Estou muito feliz e agradecida com os comentários. Que vocês continuem gostando! Beijo
domingo, 22 de janeiro de 2017
Capítulo Treze
Passou duas semanas, falei raras vezes com o Luan. Hoje meus pais chegariam, estava super animada com isso. Cheguei no aeroporto na espera deles. Mas o que me surpreendeu foi ver o Luan vindo na minha direção, parecia estar de volta á São Paulo. Ele estava maravilhoso. Mas o que me surpreende foi que ele apenas forçou um sorriso e passou por mim. Foi como levar um chute no estômago.
- Ei. Não vai falar comigo?
- Oi.
- Oi!
- Tchau.
- Já vai?
- É o que parece, depois a gente se fala.
- Uhum.
Ele foi embora. Tentei não ficar triste, hoje meus pais vão chegar, preciso estar feliz e alegre, e eu estou. O vôo deles acabaram de pousar e meu Deus, meu coração está batendo tão forte, estou tão feliz. Minutos depois os vejo e minha vontade é correr e abraça-los, mas minhas duas criaturinhas mais fofas do mundo me vê de longe e corre em minha direção. Abaixei para abraça-los.
- Dedêeeeeee - grita o Pietro. Como eles estão grande, e lindos, nossa. Ve-los pessoalmente é outra coisa.
- Ahhhh que saudade dessas bochechas que vou apertar até cansar. Oi meus amores. - peguei os dois pesinhos de chumbo no colo e os abracei forte.
- Dedê, tavo com sodade. - Rebeca falou me segurando forte.
- Oi filha. - coloquei eles no chão e fui em direção aos braços da minha mãe.
- Mãeeeee que saudade, meu Deus, como eu sinto falta de vocês, falta desse abraço.
- E eu. - meu pai falou sorrindo. Cada ano que passa ele parece ficar ainda mais novo e bonito
- Puta que pariu, é o coroa mais bonito do Brasil - gargalhei.
- E de Nova York, pode anotar. - tornamos a rir e o abracei forte por longos minutos.
Seguimos em direção ao carro, meu pai quis dirigir, minha mãe não parava de falar, e porra, como eu senti falta desses momentos. Chegamos no meu apartamento.
- Eu que fiz a janta. A filha de vocês se tornou uma grande master chef.
- Eu tenho certeza! - riu
- Você num tem um cacholinho não?
- Não tenho meu amor.
- Eu tem, ele chama tody
- Toddy? Quem deu esse nome criativo?
- Se você adivinhar. - olhamos para o meu pai
- Esse nome é irado, fala sério.
Sentamos para jantar e comemos em meio à conversas e risadas.
- Me diz que está solteira que não preciso ficar preocupado em conhecer um genro.
- Estou solteira, pai. - ri - sem preocupação.
- Bom.. muito bom
Já deitada em minha cama. Mandei uma mensagem ao Luan.
"oi.."
"oi"
"td bem"
"td otimo e ai?"
"bem"
"que bom"
"eu queria te ver"
"to ocupado"
"ocupado pra mim né!!"
"mais pra vc, porem estou mesmo ocupado"
"ok"
Deixei o celular de lado e fiquei procurando um filme bom. Fui até a cozinha, peguei um pedaço do brigadeirão que havia feito e voltei pro quarto. Meu celular vibrou.
"desce aí"
Ah, ele está me zoando. Vesti apenas um moletom por cima e desci. Abri a porta do carro e que cheiro bom.
- E ai.
- Não imaginei que viria
- Nem eu, queria mesmo fazer o mesmo que fez comigo, mas tem uma coisa que não está deixando, e eu não faço ídeia do que seja. - sai do meu assento, indo até ele. - O que você vai fazer?
- Não sei. Sei que é algo que quero muito.
- Não adianta você fazer isso, chegar amanhã e falar que foi um erro e mandar que eu me afaste.
- Eu não vou falar isso.
- E você namora.
- Sabia que não. - ele arregalou os olhos. Sorri brincando com meus dedos. - É que não consigo tirar você da cabeça, parece que você conseguiu..
- Você está solteira? Solteira, de verdade.. - não sei se falei baixo a última frase ou ele realmente não deu bola
- Sem nenhuma vontade de voltar com ex. - ele sorriu virando o rosto. - Mas tudo bem, se você não quiser.. eu entendo - fui sair do seu colo, mas ele me impediu.
- Você sabe que eu quero. Se não, não teria vindo aqui, mesmo pensando que não ia acontecer nada.
- Você quer? - mordisquei sua orelha.
- Porra Andressa, como nunca quis outra na minha vida. - sem tirar o sorriso dos lábios o beijei, sem nenhuma pressa. Seus dedos adentraram meus cabelos puxando devagar, fazendo com que eu grunhisse. A pegada que esse homem tem é de tirar o fôlego.
- Meus pais chegaram.
- Imaginei que era por eles que você estava no aeroporto
- Sim.
- Se eu descubro que estou em casa e minha filha esperou todos dormir para descer e pegar um cara no carro eu ia ficar muito nervoso viu - gargalhei e o beijei.
- Quero que você vem aqui.
- Seu pai é bravo?
- Você está com medo?
- Com certeza. - sorri, adorando saber disso
- Você é meu amigo.
- Ata.
- Só vem, eles são tranquilo.
- Beleza.
Nos beijamos como se não houvesse o amanhã. Estava notável que ele estava tentando manter o controle, mas que precisaria de um banho gelado quando chegasse em casa. Na noite seguinte.
- Um amigo meu vai vir jantar com a gente
- Amigo? - meu pai se virou.
- Isso.
- Como ele chama?
- Luan.
- Ah.. é aquele Luan
- Que aquele Luan?
- Sim mãe.. meu amigo pai.
- Amigo mesmo?
- Sim.
- Hum.
A campainha tocou e Rebeca e Pietro foram correndo. Pedi que eles esperassem e abri a porta. Ele estava no cantinho.
- Vem. - segurei sua mão e entramos.
- Oi.. você é quem? - rebeca perguntou.
- Eu sou o Luan e você?
- Beca, imã da dedê e ele é o pieto.
- E ai Pietro.
- Você é o namolado da dedê?
- Adoraria, mas não. - o encarei e ele riu
- E ai rapaz, tudo bom? - ele levantou olhando meu pai e pegou em sua mão
- Tudo beleza e com o senhor?
- Até você me chamar de senhor estava ótimo.
- Carlos. - minha mãe o repreendeu.
- Só estava brincando Jô.
- Oi. Eu sou joana. Você é o cantor né? - ele assentiu sorrindo.
- Eu sou Carlos.
- Luan
Meu pai acabou puxando a língua dele e eles conversaram enquanto eu e minha mãe terminava a janta. Já na mesa.
- Foi ele que você desceu para ver, essa noite? - quase engasguei. Luan perdeu até a cor - Já me responderam.
- Carlos.
- Eu só queria saber.
- Deixe eles.
- É sempre bom fazer isso. Quando você tiver uma filha e ver que ela está gostando de um carinha e que levou na sua casa, coloque ele contra a parede. Aprendi com o pai da Joana. Mas espero que suas intençoes com a Andressa seja as melhores possíveis e que você não quebre o coração dela. Se é que você pretende ter filhos um dia.
- Carlos. - meu pai riu, até Luan.
- Somos só amigos, pai.
- Também sou só amigo da sua mãe, olha só, casados e 24 anos e três filhos.
O jantar foi muito bom e agradável, até as piadas que meu pai ficava jogando. O Luan resolveu ir, e o levei até o carro. Ele enfiou as mãos no bolso e estava com um sorriso bobo no rosto.
- O que você está rindo?
- Vou lembrar de hoje pra sempre. As vezes que namorei, seu pai superou todos.
- Ele é terrível. Espero que você não tenha se importado.
- Claro que não. Vou ser igual ele quando for pai, talvez pior.
- Jesus. - ele caminhou até seu carro. - Ei, não vai se despedir?
- Não sei. Tô pensando ainda.
- Entendi. - ele me puxou forte e me prensou contra o carro. - Uau, o que foi isso.
- Estou começando a me despedir. Está liberado?
- Hum. Vou pensar.
- Pensa e me fala. - ele olhou por cima do meu rosto, ainda sorrindo.
- Está liberado.
- Está é. - umideceu meus lábios com sua língua - Você está linda, te falei?
- Não.
- Então você está linda! Eu iria te chamar pra jantar amanhã, mas lembro que seus pais estão aí e que o primeiro jantar foi bom demais. - gargalhei da irônia dele
- Me chama pra jantar que eu vou.
- Eu não quero que você fique longe dos seus pais por minha causa, esse jantar pode esperar.
- Tudo bem, se você acha.
Ele me beijou outra vez e chupou bem devagarzinho meu pescoço.
- Não deixei marca, eu juro. Tô indo nessa.
- Cuidado em, avisa quando chegar.
- Até seus cuidados comigo estão diferente. Antes nos deve que eramos colegas, agora somos amigos.. - revirei os olhos
- Tchau, Luan.
- Tchau
obs: liberei comentários anonimos, não sabia que não estava liberado, então quem tiver vontade de comentar, fiquem a vontade e peço perdão pela minha falta de atenção. Beijo, espero que vcs estejam gostando..
- Ei. Não vai falar comigo?
- Oi.
- Oi!
- Tchau.
- Já vai?
- É o que parece, depois a gente se fala.
- Uhum.
Ele foi embora. Tentei não ficar triste, hoje meus pais vão chegar, preciso estar feliz e alegre, e eu estou. O vôo deles acabaram de pousar e meu Deus, meu coração está batendo tão forte, estou tão feliz. Minutos depois os vejo e minha vontade é correr e abraça-los, mas minhas duas criaturinhas mais fofas do mundo me vê de longe e corre em minha direção. Abaixei para abraça-los.
- Dedêeeeeee - grita o Pietro. Como eles estão grande, e lindos, nossa. Ve-los pessoalmente é outra coisa.
- Ahhhh que saudade dessas bochechas que vou apertar até cansar. Oi meus amores. - peguei os dois pesinhos de chumbo no colo e os abracei forte.
- Dedê, tavo com sodade. - Rebeca falou me segurando forte.
- Oi filha. - coloquei eles no chão e fui em direção aos braços da minha mãe.
- Mãeeeee que saudade, meu Deus, como eu sinto falta de vocês, falta desse abraço.
- E eu. - meu pai falou sorrindo. Cada ano que passa ele parece ficar ainda mais novo e bonito
- Puta que pariu, é o coroa mais bonito do Brasil - gargalhei.
- E de Nova York, pode anotar. - tornamos a rir e o abracei forte por longos minutos.
Seguimos em direção ao carro, meu pai quis dirigir, minha mãe não parava de falar, e porra, como eu senti falta desses momentos. Chegamos no meu apartamento.
- Eu que fiz a janta. A filha de vocês se tornou uma grande master chef.
- Eu tenho certeza! - riu
- Você num tem um cacholinho não?
- Não tenho meu amor.
- Eu tem, ele chama tody
- Toddy? Quem deu esse nome criativo?
- Se você adivinhar. - olhamos para o meu pai
- Esse nome é irado, fala sério.
Sentamos para jantar e comemos em meio à conversas e risadas.
- Me diz que está solteira que não preciso ficar preocupado em conhecer um genro.
- Estou solteira, pai. - ri - sem preocupação.
- Bom.. muito bom
Já deitada em minha cama. Mandei uma mensagem ao Luan.
"oi.."
"oi"
"td bem"
"td otimo e ai?"
"bem"
"que bom"
"eu queria te ver"
"to ocupado"
"ocupado pra mim né!!"
"mais pra vc, porem estou mesmo ocupado"
"ok"
Deixei o celular de lado e fiquei procurando um filme bom. Fui até a cozinha, peguei um pedaço do brigadeirão que havia feito e voltei pro quarto. Meu celular vibrou.
"desce aí"
Ah, ele está me zoando. Vesti apenas um moletom por cima e desci. Abri a porta do carro e que cheiro bom.
- E ai.
- Não imaginei que viria
- Nem eu, queria mesmo fazer o mesmo que fez comigo, mas tem uma coisa que não está deixando, e eu não faço ídeia do que seja. - sai do meu assento, indo até ele. - O que você vai fazer?
- Não sei. Sei que é algo que quero muito.
- Não adianta você fazer isso, chegar amanhã e falar que foi um erro e mandar que eu me afaste.
- Eu não vou falar isso.
- E você namora.
- Sabia que não. - ele arregalou os olhos. Sorri brincando com meus dedos. - É que não consigo tirar você da cabeça, parece que você conseguiu..
- Você está solteira? Solteira, de verdade.. - não sei se falei baixo a última frase ou ele realmente não deu bola
- Sem nenhuma vontade de voltar com ex. - ele sorriu virando o rosto. - Mas tudo bem, se você não quiser.. eu entendo - fui sair do seu colo, mas ele me impediu.
- Você sabe que eu quero. Se não, não teria vindo aqui, mesmo pensando que não ia acontecer nada.
- Você quer? - mordisquei sua orelha.
- Porra Andressa, como nunca quis outra na minha vida. - sem tirar o sorriso dos lábios o beijei, sem nenhuma pressa. Seus dedos adentraram meus cabelos puxando devagar, fazendo com que eu grunhisse. A pegada que esse homem tem é de tirar o fôlego.
- Meus pais chegaram.
- Imaginei que era por eles que você estava no aeroporto
- Sim.
- Se eu descubro que estou em casa e minha filha esperou todos dormir para descer e pegar um cara no carro eu ia ficar muito nervoso viu - gargalhei e o beijei.
- Quero que você vem aqui.
- Seu pai é bravo?
- Você está com medo?
- Com certeza. - sorri, adorando saber disso
- Você é meu amigo.
- Ata.
- Só vem, eles são tranquilo.
- Beleza.
Nos beijamos como se não houvesse o amanhã. Estava notável que ele estava tentando manter o controle, mas que precisaria de um banho gelado quando chegasse em casa. Na noite seguinte.
- Um amigo meu vai vir jantar com a gente
- Amigo? - meu pai se virou.
- Isso.
- Como ele chama?
- Luan.
- Ah.. é aquele Luan
- Que aquele Luan?
- Sim mãe.. meu amigo pai.
- Amigo mesmo?
- Sim.
- Hum.
A campainha tocou e Rebeca e Pietro foram correndo. Pedi que eles esperassem e abri a porta. Ele estava no cantinho.
- Vem. - segurei sua mão e entramos.
- Oi.. você é quem? - rebeca perguntou.
- Eu sou o Luan e você?
- Beca, imã da dedê e ele é o pieto.
- E ai Pietro.
- Você é o namolado da dedê?
- Adoraria, mas não. - o encarei e ele riu
- E ai rapaz, tudo bom? - ele levantou olhando meu pai e pegou em sua mão
- Tudo beleza e com o senhor?
- Até você me chamar de senhor estava ótimo.
- Carlos. - minha mãe o repreendeu.
- Só estava brincando Jô.
- Oi. Eu sou joana. Você é o cantor né? - ele assentiu sorrindo.
- Eu sou Carlos.
- Luan
Meu pai acabou puxando a língua dele e eles conversaram enquanto eu e minha mãe terminava a janta. Já na mesa.
- Foi ele que você desceu para ver, essa noite? - quase engasguei. Luan perdeu até a cor - Já me responderam.
- Carlos.
- Eu só queria saber.
- Deixe eles.
- É sempre bom fazer isso. Quando você tiver uma filha e ver que ela está gostando de um carinha e que levou na sua casa, coloque ele contra a parede. Aprendi com o pai da Joana. Mas espero que suas intençoes com a Andressa seja as melhores possíveis e que você não quebre o coração dela. Se é que você pretende ter filhos um dia.
- Carlos. - meu pai riu, até Luan.
- Somos só amigos, pai.
- Também sou só amigo da sua mãe, olha só, casados e 24 anos e três filhos.
O jantar foi muito bom e agradável, até as piadas que meu pai ficava jogando. O Luan resolveu ir, e o levei até o carro. Ele enfiou as mãos no bolso e estava com um sorriso bobo no rosto.
- O que você está rindo?
- Vou lembrar de hoje pra sempre. As vezes que namorei, seu pai superou todos.
- Ele é terrível. Espero que você não tenha se importado.
- Claro que não. Vou ser igual ele quando for pai, talvez pior.
- Jesus. - ele caminhou até seu carro. - Ei, não vai se despedir?
- Não sei. Tô pensando ainda.
- Entendi. - ele me puxou forte e me prensou contra o carro. - Uau, o que foi isso.
- Estou começando a me despedir. Está liberado?
- Hum. Vou pensar.
- Pensa e me fala. - ele olhou por cima do meu rosto, ainda sorrindo.
- Está liberado.
- Está é. - umideceu meus lábios com sua língua - Você está linda, te falei?
- Não.
- Então você está linda! Eu iria te chamar pra jantar amanhã, mas lembro que seus pais estão aí e que o primeiro jantar foi bom demais. - gargalhei da irônia dele
- Me chama pra jantar que eu vou.
- Eu não quero que você fique longe dos seus pais por minha causa, esse jantar pode esperar.
- Tudo bem, se você acha.
Ele me beijou outra vez e chupou bem devagarzinho meu pescoço.
- Não deixei marca, eu juro. Tô indo nessa.
- Cuidado em, avisa quando chegar.
- Até seus cuidados comigo estão diferente. Antes nos deve que eramos colegas, agora somos amigos.. - revirei os olhos
- Tchau, Luan.
- Tchau
obs: liberei comentários anonimos, não sabia que não estava liberado, então quem tiver vontade de comentar, fiquem a vontade e peço perdão pela minha falta de atenção. Beijo, espero que vcs estejam gostando..
Capítulo doze
(...)
"Apartir de hoje, Eduardo, não quero mais saber de você, pra mim já deu, e agora é verdade! Nada irá fazer com que eu volte com você, segue sua vida! Eu não vou mais ficar fazendo papel de trouxa, já fiz durante meses e pra mim já deu. Seja feliz mas longe de mim"
"Como assim, vamos cv, vai terminar por telefone mesmo?"
"Por telefone mesmo. Quanto mais eu poder te evitar farei isso"
"Eu tava com outra mesmo!"
"Ata"
"Você não vai falar nada kkkk parece mesmo novas eras!"
"Vou rir, eu tenho é pena de vc! Um dia vc irá se arrepender, e eu vou estar como? Muito feliz e talvez sendo feliz com outro. Se Deus quiser com alguém que me dê o devido valor que mereço. Eu preciso de um homem de verdade, de muleque eu deixo para as outras que se satifaz com pouco."
Bloqueei e exclui seu contato. Não queria mais nada que o envolvia.
A noite fui para o apartamento da Sarah. Levei um pote de sorvete e o chocolate preferido dela, ferrero rocher. Conversa vai, conversa vem..
- Amiga, botei um fim no relacionamento com o Eduardo, agora é sério. Não quero voltar com ele nunca mais.
- Eu espero que você esteja ciente do que está falando, e que por fim tenha tomado vergonha na cara. - ri
- Tomei. Ah, chega né! Eu preciso me valorizar antes de tudo.
- Eu vou rezar para que você esteja falando sério.
- Eu estou, juro pra você. Eu não quero mais nada com o Eduardo. Ele não me merece, mereço alguém melhor.
- Luan - falou tossindo.
- A gente nem está se falando.. quando fala é muito pouco.
- Culpa de quem? Isso mesmo, sua! Onde já se viu, você falar que quer afastar do garoto, por causa de um beijo, parecendo aquelas menininhas de 14 anos que não sabe o que quer. Ele é um homem bom, estou torcendo pra você se arrepender e ter conciência disso.
- Obrigada. - revirei os olhos.
- Estou falando sério.
- Mas estou sentindo falta dele.
- Acho pouco.
- Nossa, obrigada amiga.
- Eu te avisei, você lembra.
- É, eu sei. Sei também que errei.
- Que bom que sabe. Enfim, pedi comida pra gente.
- Você me falou que ia fazer.
- Desisti, não deu certo aí pedi.
- Podia ter me esperado que eu fazia.
- Ahh, ia demorar ficar pronto e estou cheia de fome.
Comemos assim que a comida chegou e depois nos jogamos em seus sofás.
"Apartir de hoje, Eduardo, não quero mais saber de você, pra mim já deu, e agora é verdade! Nada irá fazer com que eu volte com você, segue sua vida! Eu não vou mais ficar fazendo papel de trouxa, já fiz durante meses e pra mim já deu. Seja feliz mas longe de mim"
"Como assim, vamos cv, vai terminar por telefone mesmo?"
"Por telefone mesmo. Quanto mais eu poder te evitar farei isso"
"Eu tava com outra mesmo!"
"Ata"
"Você não vai falar nada kkkk parece mesmo novas eras!"
"Vou rir, eu tenho é pena de vc! Um dia vc irá se arrepender, e eu vou estar como? Muito feliz e talvez sendo feliz com outro. Se Deus quiser com alguém que me dê o devido valor que mereço. Eu preciso de um homem de verdade, de muleque eu deixo para as outras que se satifaz com pouco."
Bloqueei e exclui seu contato. Não queria mais nada que o envolvia.
A noite fui para o apartamento da Sarah. Levei um pote de sorvete e o chocolate preferido dela, ferrero rocher. Conversa vai, conversa vem..
- Amiga, botei um fim no relacionamento com o Eduardo, agora é sério. Não quero voltar com ele nunca mais.
- Eu espero que você esteja ciente do que está falando, e que por fim tenha tomado vergonha na cara. - ri
- Tomei. Ah, chega né! Eu preciso me valorizar antes de tudo.
- Eu vou rezar para que você esteja falando sério.
- Eu estou, juro pra você. Eu não quero mais nada com o Eduardo. Ele não me merece, mereço alguém melhor.
- Luan - falou tossindo.
- A gente nem está se falando.. quando fala é muito pouco.
- Culpa de quem? Isso mesmo, sua! Onde já se viu, você falar que quer afastar do garoto, por causa de um beijo, parecendo aquelas menininhas de 14 anos que não sabe o que quer. Ele é um homem bom, estou torcendo pra você se arrepender e ter conciência disso.
- Obrigada. - revirei os olhos.
- Estou falando sério.
- Mas estou sentindo falta dele.
- Acho pouco.
- Nossa, obrigada amiga.
- Eu te avisei, você lembra.
- É, eu sei. Sei também que errei.
- Que bom que sabe. Enfim, pedi comida pra gente.
- Você me falou que ia fazer.
- Desisti, não deu certo aí pedi.
- Podia ter me esperado que eu fazia.
- Ahh, ia demorar ficar pronto e estou cheia de fome.
Comemos assim que a comida chegou e depois nos jogamos em seus sofás.
Capítulo onze
Estava quase morrendo por dentro. Peguei meu celular e liguei pra Sarah.
- Oieee.
- Está sozinha?
- Sim.
- O Luan me beijou.
- O Luan, Luan?
- Isso, e meu celular tocou, eu deixei de lado e o beijei ainda mais. Ele, puta que pariu, tem o melhor beijo do mundo, eu não conseguia me soltar de sua boca, a boca dele é um sonho, eu nossa, vou sonhar com ele me beijando.
- Você está parecendo uma adolescente de 14 anos.
- Eu me sinto uma! Mas acho que foi um erro.
- Não foi um erro.
- Ele tentou me beijar quando ia embora mas virei o rosto.
- Isso sim foi o erro.
- Eu vou me desligar dele por uns dias.
- Caramba Andressa, você beija o cara, deixe ele ainda mais na sua fala que vai "desligar" dele.
- Eu preciso resolver minha vida primeiro! Eu não sei o que quero.
- Não faça ele de gato e sapato. Ou "já que não tem eduardo, vai luan mesmo". Eu tenho quase certeza que ele está mesmo na sua. Então pensa bem.
- Eu gosto dele.
- Mas.
- Por incrível que pareça hoje não tem um mas. Meu cerebro parece gelatina amiga! A boca dele é muito quente e deliciosa. Meu Deus.
- Dá uma chance pra ele, amiga! Você não vai se arrepender.
- Eu vou dormir. Só queria contar pra alguém, que estou no céu e 100% viciada no beijo do Luan Santana.
- Eduardo que não se cuide, mas faz tempo que não vejo você assim. - apenas ri
- Tchau amiga, até amanhã.
- Até. Se cuida.
- Você também.
Na manhã seguinte, não fui trabalhar. Dormi mais que o normal. Acordei com o telefone da casa gritando. Levantei e fui atender.
- Alô.
- Porque você não atende a porra do seu celular?
- Porque estava dormindo.
- Olha as horas! Você se superou. São quase quatro da tarde. Você tem certeza que foi dormir aquela hora que me disse.
- Absoluta.
- Que sono é esse. Estranhei seu sumiço repentino
- Estava muito ocupada tirando umas horinha a mais de sono. Perdão amiga
- Louca. Vou desligar, beijo.
- Só me ligou pra me acordar? Não acredito.
- Ué, você sumiu. Estranhei.
- Beijo
Fui direto pro banheiro, tomei um banho demorado, fiz tudo o que tinha pra fazer e saí enrolada na toalha. Sentei e fiquei mexendo no meu celular.
"vamos nos ver hoje?"
"n vai dar"
"blz" - mordi o lábio "se arrependeu?"
"de?"
"nem precisa responder, ninguém precisa ficar sabendo nao, finge que nada aconteceu"
"acho melhor a gente nao se ver por uns dias"
"que? ah andressa, fala sério!"
"oq a gente fez foi errado. eu estou namorando nao acho certo"
"engraçado que seu namorado nao pensa o mesmo ne"
Não respondi.
"vai ser assim?"
"vai!"
"beleza!!!!"
obs: se vocês estiveram gostando, podem comentar, se não, podem comentar também.. eu gosto de saber o que estão achando.
- Oieee.
- Está sozinha?
- Sim.
- O Luan me beijou.
- O Luan, Luan?
- Isso, e meu celular tocou, eu deixei de lado e o beijei ainda mais. Ele, puta que pariu, tem o melhor beijo do mundo, eu não conseguia me soltar de sua boca, a boca dele é um sonho, eu nossa, vou sonhar com ele me beijando.
- Você está parecendo uma adolescente de 14 anos.
- Eu me sinto uma! Mas acho que foi um erro.
- Não foi um erro.
- Ele tentou me beijar quando ia embora mas virei o rosto.
- Isso sim foi o erro.
- Eu vou me desligar dele por uns dias.
- Caramba Andressa, você beija o cara, deixe ele ainda mais na sua fala que vai "desligar" dele.
- Eu preciso resolver minha vida primeiro! Eu não sei o que quero.
- Não faça ele de gato e sapato. Ou "já que não tem eduardo, vai luan mesmo". Eu tenho quase certeza que ele está mesmo na sua. Então pensa bem.
- Eu gosto dele.
- Mas.
- Por incrível que pareça hoje não tem um mas. Meu cerebro parece gelatina amiga! A boca dele é muito quente e deliciosa. Meu Deus.
- Dá uma chance pra ele, amiga! Você não vai se arrepender.
- Eu vou dormir. Só queria contar pra alguém, que estou no céu e 100% viciada no beijo do Luan Santana.
- Eduardo que não se cuide, mas faz tempo que não vejo você assim. - apenas ri
- Tchau amiga, até amanhã.
- Até. Se cuida.
- Você também.
Na manhã seguinte, não fui trabalhar. Dormi mais que o normal. Acordei com o telefone da casa gritando. Levantei e fui atender.
- Alô.
- Porque você não atende a porra do seu celular?
- Porque estava dormindo.
- Olha as horas! Você se superou. São quase quatro da tarde. Você tem certeza que foi dormir aquela hora que me disse.
- Absoluta.
- Que sono é esse. Estranhei seu sumiço repentino
- Estava muito ocupada tirando umas horinha a mais de sono. Perdão amiga
- Louca. Vou desligar, beijo.
- Só me ligou pra me acordar? Não acredito.
- Ué, você sumiu. Estranhei.
- Beijo
Fui direto pro banheiro, tomei um banho demorado, fiz tudo o que tinha pra fazer e saí enrolada na toalha. Sentei e fiquei mexendo no meu celular.
"vamos nos ver hoje?"
"n vai dar"
"blz" - mordi o lábio "se arrependeu?"
"de?"
"nem precisa responder, ninguém precisa ficar sabendo nao, finge que nada aconteceu"
"acho melhor a gente nao se ver por uns dias"
"que? ah andressa, fala sério!"
"oq a gente fez foi errado. eu estou namorando nao acho certo"
"engraçado que seu namorado nao pensa o mesmo ne"
Não respondi.
"vai ser assim?"
"vai!"
"beleza!!!!"
obs: se vocês estiveram gostando, podem comentar, se não, podem comentar também.. eu gosto de saber o que estão achando.
Capítulo dez
Na noite seguinte, Eduardo falou que iria passar a noite comigo, eu disse que hoje iria sair. Mas não na verdade. Bom, eu ia, mas pedi que Luan mudasse os planos e que a gente ficasse em meu apartamento. E ele aceitou. Pedi a pizza antes dele chegar, dei uma arrumadinha no apartamento e fui pro banho. Assim que me vesti, e terminei de me arrumar a campaínha tocou. Abri a porta pra ele, que estava parado com as mãos nos bolso da frente de seu jeans.
- Oi - sorri de orelha a orelha.
- Oi - sorriu
- Entra e fica a vontade.
- Licença. - passou o olho por todo o apartamento - Sua cara aqui
- É meu cantinho, amo esse lugar.
- Imagino.
- A pizza deve está pra chegar.
- Se pediu metade portuguesa né?
- Pedi.
- E a outra metade?
- Calabresa, é a minha preferida.
- A minha tem ovo e a sua não.
- Mas é claro que vou comer da sua também
- Não lembro de ter deixado.
- Tô nem aí.
Sentamos no sofá a espera da pizza. Dei a ele o controle para escolher um filme pra gente.
- Ele te ligou contando o porque não foi?
- Falou que ia vim aqui hoje pra gente conversar e passar a noite comigo.
- E você?
- Falei pra vim mais tarde.
- Ah, você tá me zoando. - comecei a rir, pois foi engraçado como sua feição mudou rápido.
- Tô brincando, falei que iria sair. Já que iriamos mesmo.
- Ah bom.
- Você vai demorar?
- Caramba, eu mal cheguei e você já está me mandando embora.
- Não estou, é que gostaria que você demorasse a ir. - as palavras saíram antes que eu pudesse pensar, e ele esbanjou um sorriso maroto.
A campaínha tocou e eu fui atender. O homem ficou olhando minhas pernas, me deixando bastante sem graça. Luan apareceu ao meu lado pegando a pizza e o refrigerante da minha mão. Foi a mesma coisa que pedir que o cara parasse de olhar, pois ele não olhou mais. Peguei dois copos no ármario e fui pra sala. Desligamos a luzes e só ficamos com a da tv ligada.
- É terror?
- É.
- Eu tenho medo.
- 23 anos com medo de filme de terror, a para né.
- Tenho, algum problema?
- Não, iramos ver com medo ou sem.
- Luan.
- Tá comigo tá com Deus.
Começamos a comer e ver o filme, cada barulinho eu segurava sua perna.
- Você é cruel, muito cruel.
- Não sou. - riu. - Mas filme de terror é bem melhor, qual que você queria ver?
- Não sei, qualquer um, até uma linda mulher, menos algum de terror.
- Ahhh pronto. Romance, ninguém merece.
- Romance é melhor que terror. Eu prefiro ação, você poderia ter colocado um de ação.
- Filme de terror é otimo.. olha quantas vexes já fui apertado por você com 30 minutos de filme.
- Ata.
Voltamos a ver o filme e faltou pouco para que eu subisse em seu colo, de tanto susto que levei. Apoiei a cabeça em seu ombro.
- Que medo é esse? é só um filme. - olhei para ele.
- Claro que é só um filme. - revirei os olhos e ele me olhou com um sorriso no canto dos lábios, nossos rosto estavam a um único centimetro longe um do outro.
Senti seus lábios no meu e um fio de eletricidade correu por todo o meu corpo. Sua boca era quente e macia, mas firme. Assim que sua língua invandiu minha boca, fiquei anestesiada, meu cérebro virou gelatina e meu resto do corpo amoleceu com seu toque. Sua língua quente deslizava na minha me deixando louca, eu não sabia que estava esperando esse beijo, até o mesmo acontecer. Ele me deitou no sofá e nos beijamos até perdemos completente o fôlego. Quando recuperamos voltamos onde paramos. Nossas bocas parecia dois imãs, uma precisava da outra. Meu celular tocou, e ele saiu de cima de mim se endireitando. Meu celular quase nunca tocava e bem naquele momento resolveu tocar, o que me deixou furiosa. Me endireitei e o peguei. Era o eduardo. Coloquei no silencioso e joguei devagar no sofá.
- A gente não devia ter feito isso. - sussurrei
- Me desculpa, é que..
- Foi errado - ele suspirou fundo
- Foi né.
- Foi
Levantei e subi em cima dele, beijando outra vez sua boca. Mesmo que eu não queira aceitar, eu estava esperando por esse beijo, por esse momento. E eu tenho certeza que ele também. Sua boca desceu até meu pescoço e explorou cada pedacinho. Grunhi baixo quando senti suas mãos deslizar por todo o meu corpo, mas ele logo voltou a me beijar. Ficamos nesse amasso por um bom tempo. Até o celular dele começar a tocar. Suspiramos rindo e ele pegou o cel para atender. Ouvi toda a conversa e ri.
- Boi, tamo aqui no dudu, você vem?
- Agora?
- Agora.
- Pô cara, não dá.
- Você está em casa?
- Não.
- Hummm, que hoje a noite é uma criança pro menino Luan.
- Que nada. - ele riu
- Desculpa incomodar aí irmão.
- Tá tranquilo - riu
Encerrou a chamada. Saí de cima dele, rindo.
- Preciso usar seu banheiro!
- É na penultima porta na esquerda.
- Beleza.
Comecei a rir enquanto arrumava as bagunças que fizemos. Minutos depois ele apareceu.
- Tem sorvete você quer?
- Opa, eu quero.
Vimos o resto do filme enquanto tomavamos sorvete no pote. Assim que terminou, só voltamos pra televisão e colocamos num canal aleatório.
- Meus pais vão vir ao Brasil
- Sério? quando?
- Minha mãe não disse certo, mas estou animada. Estou morrendo de saudade deles.
- Eu nem sei como você aguenta ficar longe deles, fico alguns dias longe dos meu, mais da minha mãe, pois meu pai costuma ir comigo e já fico doido de saudade.
- Tive que acostumar né.
- Mas bom que eles vão vir né.
- Sim. Quero que você conheça eles.
- Eu?
- É, você.
- E se eu não tiver na cidade, você sabe né, minha agenda..
- Eles vao ficar aqui uns dias bons, assim eu espero.
- Ok, darei meu jeito. - riu.
Ficamos abraçados assistindo televisão, ele tinha dedos milagrosos para fazer cafuné que quase dormi. O filme era de ação, mas eu estava anestesiada para reparar qualquer outra coisa. Passou um bom tempo.
- Eu vou embora.
- Tudo bem. - sorri e me soltei dele. Levantamos, caminhando até a porta, abri a mesma
- Tchau.
- Tchau.
Ele veio me beijar mas virei o rosto. Olhou para baixo, sorindo e saiu, fechei a porta ficando encostada nela por um tempo, até ter certeza que poderia andar sem que meus joelhos me traíssem.
- Oi - sorri de orelha a orelha.
- Oi - sorriu
- Entra e fica a vontade.
- Licença. - passou o olho por todo o apartamento - Sua cara aqui
- É meu cantinho, amo esse lugar.
- Imagino.
- A pizza deve está pra chegar.
- Se pediu metade portuguesa né?
- Pedi.
- E a outra metade?
- Calabresa, é a minha preferida.
- A minha tem ovo e a sua não.
- Mas é claro que vou comer da sua também
- Não lembro de ter deixado.
- Tô nem aí.
Sentamos no sofá a espera da pizza. Dei a ele o controle para escolher um filme pra gente.
- Ele te ligou contando o porque não foi?
- Falou que ia vim aqui hoje pra gente conversar e passar a noite comigo.
- E você?
- Falei pra vim mais tarde.
- Ah, você tá me zoando. - comecei a rir, pois foi engraçado como sua feição mudou rápido.
- Tô brincando, falei que iria sair. Já que iriamos mesmo.
- Ah bom.
- Você vai demorar?
- Caramba, eu mal cheguei e você já está me mandando embora.
- Não estou, é que gostaria que você demorasse a ir. - as palavras saíram antes que eu pudesse pensar, e ele esbanjou um sorriso maroto.
A campaínha tocou e eu fui atender. O homem ficou olhando minhas pernas, me deixando bastante sem graça. Luan apareceu ao meu lado pegando a pizza e o refrigerante da minha mão. Foi a mesma coisa que pedir que o cara parasse de olhar, pois ele não olhou mais. Peguei dois copos no ármario e fui pra sala. Desligamos a luzes e só ficamos com a da tv ligada.
- É terror?
- É.
- Eu tenho medo.
- 23 anos com medo de filme de terror, a para né.
- Tenho, algum problema?
- Não, iramos ver com medo ou sem.
- Luan.
- Tá comigo tá com Deus.
Começamos a comer e ver o filme, cada barulinho eu segurava sua perna.
- Você é cruel, muito cruel.
- Não sou. - riu. - Mas filme de terror é bem melhor, qual que você queria ver?
- Não sei, qualquer um, até uma linda mulher, menos algum de terror.
- Ahhh pronto. Romance, ninguém merece.
- Romance é melhor que terror. Eu prefiro ação, você poderia ter colocado um de ação.
- Filme de terror é otimo.. olha quantas vexes já fui apertado por você com 30 minutos de filme.
- Ata.
Voltamos a ver o filme e faltou pouco para que eu subisse em seu colo, de tanto susto que levei. Apoiei a cabeça em seu ombro.
- Que medo é esse? é só um filme. - olhei para ele.
- Claro que é só um filme. - revirei os olhos e ele me olhou com um sorriso no canto dos lábios, nossos rosto estavam a um único centimetro longe um do outro.
Senti seus lábios no meu e um fio de eletricidade correu por todo o meu corpo. Sua boca era quente e macia, mas firme. Assim que sua língua invandiu minha boca, fiquei anestesiada, meu cérebro virou gelatina e meu resto do corpo amoleceu com seu toque. Sua língua quente deslizava na minha me deixando louca, eu não sabia que estava esperando esse beijo, até o mesmo acontecer. Ele me deitou no sofá e nos beijamos até perdemos completente o fôlego. Quando recuperamos voltamos onde paramos. Nossas bocas parecia dois imãs, uma precisava da outra. Meu celular tocou, e ele saiu de cima de mim se endireitando. Meu celular quase nunca tocava e bem naquele momento resolveu tocar, o que me deixou furiosa. Me endireitei e o peguei. Era o eduardo. Coloquei no silencioso e joguei devagar no sofá.
- A gente não devia ter feito isso. - sussurrei
- Me desculpa, é que..
- Foi errado - ele suspirou fundo
- Foi né.
- Foi
Levantei e subi em cima dele, beijando outra vez sua boca. Mesmo que eu não queira aceitar, eu estava esperando por esse beijo, por esse momento. E eu tenho certeza que ele também. Sua boca desceu até meu pescoço e explorou cada pedacinho. Grunhi baixo quando senti suas mãos deslizar por todo o meu corpo, mas ele logo voltou a me beijar. Ficamos nesse amasso por um bom tempo. Até o celular dele começar a tocar. Suspiramos rindo e ele pegou o cel para atender. Ouvi toda a conversa e ri.
- Boi, tamo aqui no dudu, você vem?
- Agora?
- Agora.
- Pô cara, não dá.
- Você está em casa?
- Não.
- Hummm, que hoje a noite é uma criança pro menino Luan.
- Que nada. - ele riu
- Desculpa incomodar aí irmão.
- Tá tranquilo - riu
Encerrou a chamada. Saí de cima dele, rindo.
- Preciso usar seu banheiro!
- É na penultima porta na esquerda.
- Beleza.
Comecei a rir enquanto arrumava as bagunças que fizemos. Minutos depois ele apareceu.
- Tem sorvete você quer?
- Opa, eu quero.
Vimos o resto do filme enquanto tomavamos sorvete no pote. Assim que terminou, só voltamos pra televisão e colocamos num canal aleatório.
- Meus pais vão vir ao Brasil
- Sério? quando?
- Minha mãe não disse certo, mas estou animada. Estou morrendo de saudade deles.
- Eu nem sei como você aguenta ficar longe deles, fico alguns dias longe dos meu, mais da minha mãe, pois meu pai costuma ir comigo e já fico doido de saudade.
- Tive que acostumar né.
- Mas bom que eles vão vir né.
- Sim. Quero que você conheça eles.
- Eu?
- É, você.
- E se eu não tiver na cidade, você sabe né, minha agenda..
- Eles vao ficar aqui uns dias bons, assim eu espero.
- Ok, darei meu jeito. - riu.
Ficamos abraçados assistindo televisão, ele tinha dedos milagrosos para fazer cafuné que quase dormi. O filme era de ação, mas eu estava anestesiada para reparar qualquer outra coisa. Passou um bom tempo.
- Eu vou embora.
- Tudo bem. - sorri e me soltei dele. Levantamos, caminhando até a porta, abri a mesma
- Tchau.
- Tchau.
Ele veio me beijar mas virei o rosto. Olhou para baixo, sorindo e saiu, fechei a porta ficando encostada nela por um tempo, até ter certeza que poderia andar sem que meus joelhos me traíssem.
sexta-feira, 20 de janeiro de 2017
Capítulo nove
No dia seguinte, estava na loja. Resolvi vir todos os dias pra loja, não fazia nada em casa mesmo. Entrou uma garota loira.
- Oi, posso ajudar?
- Estou só olhando. Obrigada
- Fique a vontade.
Ela me chamou para pegar uma roupa pra ela que estava no manequim, e senti duas mãos tampando meus olhos. Era o cheiro do Luan. Eu tinha certeza que era ele.
- Luan, fala sério.
- Porra, se você errasse ia ficar puto.
- Eu senti seu cheiro.
- Essa é a Bruna, ela disse que ia vim ao shopping e vim com ela. - olhei pra ele???? - a Bruna minha irmã.
- Ata.. - ri - Oi Bruna
- Você é a Andressa. Hum, ouvimos muito sobre você. - ele desviou o olhar e saiu indo comprimentar a Sarah. Aproveitei para pegar o conjuntinho á ela.
- Você pode experimentar ali.
- Obrigada. - sorriu e foi até o provador.
- Que horas chegou? - me juntei á eles
- Tem um tempo já, tava louco pela minha casa.
- Ah que bom.
- A gente vai sair amanhã, não vai?
- Eu prometi ué!
- Miga, vamos no cinema com a gente hoje - lorena convidou a sarah - Vai, eu, o gabriel, a andressa e o eduardo. - ele enfiou as mãos no bolso e olhou pra baixo. Escapou um sorriso do meu rosto.
- Bruno vai me levar pra sair, se não eu ia com vocês.
- Ah poxa.
- Você não tem medo de andar no shopping assim?
- Hoje é um dia vazio. Tinha tempo que não ia em um, dei vontade de arriscar. Ando fazendo isso desde que te conheci - senti as bochechas queimarem - Mas capaz que alguém ainda descubra viu.
- Com certeza - ri.
- Você está cheirosa. E linda. - falou sussurrando.
- Obrigada.
- Sempre bom fazer você corar, isso é a coisa mais interessante que vi nas ultimas semanas.
- Não sei se estou acostumada com elogios.
- Pois deveria estar! Ainda mais namorando, ele deveria te lembrar todos os dias o quão linda você é.
- Vamos parar né. - ele riu. - A gente brigou ontem
- Porque?
- Por sua causa.
- Minha?
- Quase sua.. Ele pegou meu celular, e viu que estou falando com você ainda. Pensou que porque eu e ele tinha voltado eu pararia de falar com você.
Bruna saiu do vestiário com o conjunto e tinha ficado lindo em seu corpo.
- Nossa, ficou mara - Lo
- Ficou bonito mesmo.
- Acho que vou levar, também gostei.
- E já fizeram as pazes?
- Sim. Mais ou menos.
- Hum. Tomara que briguem de novo. - ele me mostrou seu sorriso mais cínico. E até este era maravilhoso. Sorri de volta.
Bruna acabou comprando o conjuntinho, disse que voltaria, que amou as roupas e a loja. Sorri ao ouvir.
- Bom cinema! Preste atenção no filme, com certeza será mais interessante que os envolvidos. - sorriu e olhou para a lorena mais a Sarah - Tchau.
- Tchau meninas. - bruna falou
- Tchau - respondemos juntas
Apareceu outra mulher, aparentava uns 40 anos e logo atrás um negão alto
- Lelê, cirilo, ta vendo a de camiseta preta? - eles assentiram - Então, eu vou namorar com ela, vocês vão ver! - comecei a rir
- Para de loucura.
- Até ela duvida, vocês estão vendo né?! Enfim, vambora. - eles riram e se foram.
- Se ele não tiver apaixonado por você ele é um belo ator que precisa ser encontrado
- Ele só está brincando, ele é assim.
- Eu já vi ele com outras garotas amiga, e ele é brincalhão mesmo, mas não assim como está com você.
- Aham.
A noite chegou, me arrumei pro cinema. Como Eduardo disse que me encontrava lá, acabei indo de táxi. Cheguei lá e a Lorena mais o Gabriel já nos esperava.
- Eduardo já está chegando se vocês quiserem ir comprando.
- A gente espera.
Já tinha se passado 15 minutos e nada. Estava perto do filme começar e eles resolveram comprar os ingressos. Liguei no celular do Eduardo e ele atendeu.
- Você não estava chegando?
- Não vai dar pra eu ir, preciso desligar, beijo
- O queee?
Olhei pro celular e ele tinha desligado.
- Ele chegou amiga?
- Ah.. - sorri - Ele não vem. Eu vou embora
- Ele não vem? Porque? - perguntou o Gabriel
- Não sei, ele não disse.
- Ah, mss vamos com a gente
- Vão vocês dois, a gente marca.. bom, outro dia. Tô indo nessa. Beijo, e desculpa.
- Não tem de quê.
Peguei um táxi e fui pra casa, passei quase a noite toda chorando de raiva. Era tarde da madrugada, peguei meu celular e liguei pro Luan
- Olha só quem está me ligando
- Está ocupado?
- Estou jogando video game.
- Está ocupado?
- Não, linda!
- Vamos dar uma volta? Qualquer lugar.
- Vamos, e essa voz?
- Tá estou te esperando.
Tomei um banho rápido. Vesti um short e uma camiseta, passei creme no corpo e fiquei esperando por ele.
"desce aí"
Peguei apenas minha chave, tranquei o apartamento e desci. Ele estava dentro do carro. Entrei e coloquei o cinto.
- Onde você quer ir?
- Qualquer lugar que você me levar.
Acredito que ele percebeu a situação, pois não me fez nenhuma pergunta. Parou o carro em um dos parques de São Paulo, era iluminado algumas partes. Lá era lindo, principalmente no outono.
- Vamos.
- Uhum.
Caminhamos por um bom tempo sem falar nada. Até que cansei e comecei a chorar
- Ei.. - ele me abraçou forte. - Porra, o que aquele idiota fez? - continuei abraçada nele por um bom tempo.
- Acredita que ele me deu o bolo. Parece que ele não muda. Não. Muda.
- Ele não foi no cinema?
- Não, liguei perguntando, pois ele me falou que não ia dar pra gente ir juntos e depois liguei porque estava demorando e ele disse que não ia ter como ir. Me senti humilhada, fiz a Lorena e o Gabriel esperar atoa.
- Porque não me ligou, eu te faria companhia.
- Ele só pisa na bola, e eu odeio gostar dele pois ele não está nem ai com nada. Eu sou um misto de amor, carinho. Tudo bem que as vezes não gosto de grude, mas eu gosto de ver que é recíproco, e ele não me mostra isso nehuma vez se quer. - ele apenas me ouviu calado, e limpava as lágrimas que descia.
- Vamos continuar a andar. Eu te levo até nas costas se você me prometer que vai parar de chorar por esse cara. Ele só te prova a cada dia que não te merece. Enquanto tem outros que faria de tudo para estar ao seu lado, você se importando com uns otário desses.
- Pode ser, isso é uma das minhas vontade
- O que? Ser carregada nas costas?
- Sim.. acho interessante.
- Sobe aí.
Demos praticamente a volta no parque com ele me carregando em suas costas. Ele começou a me contar sobre os shows, as coisas que acontecia, as turnê, sobre os fãs e acabei esquecendo que estava triste. Quando ele me deixou em casa, perguntou um monte de vezes, se eu ficaria bem, ou a gente poderia dar mais voltas. Mas já estava bem melhor, o abracei forte e subi.
- Oi, posso ajudar?
- Estou só olhando. Obrigada
- Fique a vontade.
Ela me chamou para pegar uma roupa pra ela que estava no manequim, e senti duas mãos tampando meus olhos. Era o cheiro do Luan. Eu tinha certeza que era ele.
- Luan, fala sério.
- Porra, se você errasse ia ficar puto.
- Eu senti seu cheiro.
- Essa é a Bruna, ela disse que ia vim ao shopping e vim com ela. - olhei pra ele???? - a Bruna minha irmã.
- Ata.. - ri - Oi Bruna
- Você é a Andressa. Hum, ouvimos muito sobre você. - ele desviou o olhar e saiu indo comprimentar a Sarah. Aproveitei para pegar o conjuntinho á ela.
- Você pode experimentar ali.
- Obrigada. - sorriu e foi até o provador.
- Que horas chegou? - me juntei á eles
- Tem um tempo já, tava louco pela minha casa.
- Ah que bom.
- A gente vai sair amanhã, não vai?
- Eu prometi ué!
- Miga, vamos no cinema com a gente hoje - lorena convidou a sarah - Vai, eu, o gabriel, a andressa e o eduardo. - ele enfiou as mãos no bolso e olhou pra baixo. Escapou um sorriso do meu rosto.
- Bruno vai me levar pra sair, se não eu ia com vocês.
- Ah poxa.
- Você não tem medo de andar no shopping assim?
- Hoje é um dia vazio. Tinha tempo que não ia em um, dei vontade de arriscar. Ando fazendo isso desde que te conheci - senti as bochechas queimarem - Mas capaz que alguém ainda descubra viu.
- Com certeza - ri.
- Você está cheirosa. E linda. - falou sussurrando.
- Obrigada.
- Sempre bom fazer você corar, isso é a coisa mais interessante que vi nas ultimas semanas.
- Não sei se estou acostumada com elogios.
- Pois deveria estar! Ainda mais namorando, ele deveria te lembrar todos os dias o quão linda você é.
- Vamos parar né. - ele riu. - A gente brigou ontem
- Porque?
- Por sua causa.
- Minha?
- Quase sua.. Ele pegou meu celular, e viu que estou falando com você ainda. Pensou que porque eu e ele tinha voltado eu pararia de falar com você.
Bruna saiu do vestiário com o conjunto e tinha ficado lindo em seu corpo.
- Nossa, ficou mara - Lo
- Ficou bonito mesmo.
- Acho que vou levar, também gostei.
- E já fizeram as pazes?
- Sim. Mais ou menos.
- Hum. Tomara que briguem de novo. - ele me mostrou seu sorriso mais cínico. E até este era maravilhoso. Sorri de volta.
Bruna acabou comprando o conjuntinho, disse que voltaria, que amou as roupas e a loja. Sorri ao ouvir.
- Bom cinema! Preste atenção no filme, com certeza será mais interessante que os envolvidos. - sorriu e olhou para a lorena mais a Sarah - Tchau.
- Tchau meninas. - bruna falou
- Tchau - respondemos juntas
Apareceu outra mulher, aparentava uns 40 anos e logo atrás um negão alto
- Lelê, cirilo, ta vendo a de camiseta preta? - eles assentiram - Então, eu vou namorar com ela, vocês vão ver! - comecei a rir
- Para de loucura.
- Até ela duvida, vocês estão vendo né?! Enfim, vambora. - eles riram e se foram.
- Se ele não tiver apaixonado por você ele é um belo ator que precisa ser encontrado
- Ele só está brincando, ele é assim.
- Eu já vi ele com outras garotas amiga, e ele é brincalhão mesmo, mas não assim como está com você.
- Aham.
A noite chegou, me arrumei pro cinema. Como Eduardo disse que me encontrava lá, acabei indo de táxi. Cheguei lá e a Lorena mais o Gabriel já nos esperava.
- Eduardo já está chegando se vocês quiserem ir comprando.
- A gente espera.
Já tinha se passado 15 minutos e nada. Estava perto do filme começar e eles resolveram comprar os ingressos. Liguei no celular do Eduardo e ele atendeu.
- Você não estava chegando?
- Não vai dar pra eu ir, preciso desligar, beijo
- O queee?
Olhei pro celular e ele tinha desligado.
- Ele chegou amiga?
- Ah.. - sorri - Ele não vem. Eu vou embora
- Ele não vem? Porque? - perguntou o Gabriel
- Não sei, ele não disse.
- Ah, mss vamos com a gente
- Vão vocês dois, a gente marca.. bom, outro dia. Tô indo nessa. Beijo, e desculpa.
- Não tem de quê.
Peguei um táxi e fui pra casa, passei quase a noite toda chorando de raiva. Era tarde da madrugada, peguei meu celular e liguei pro Luan
- Olha só quem está me ligando
- Está ocupado?
- Estou jogando video game.
- Está ocupado?
- Não, linda!
- Vamos dar uma volta? Qualquer lugar.
- Vamos, e essa voz?
- Tá estou te esperando.
Tomei um banho rápido. Vesti um short e uma camiseta, passei creme no corpo e fiquei esperando por ele.
"desce aí"
Peguei apenas minha chave, tranquei o apartamento e desci. Ele estava dentro do carro. Entrei e coloquei o cinto.
- Onde você quer ir?
- Qualquer lugar que você me levar.
Acredito que ele percebeu a situação, pois não me fez nenhuma pergunta. Parou o carro em um dos parques de São Paulo, era iluminado algumas partes. Lá era lindo, principalmente no outono.
- Vamos.
- Uhum.
Caminhamos por um bom tempo sem falar nada. Até que cansei e comecei a chorar
- Ei.. - ele me abraçou forte. - Porra, o que aquele idiota fez? - continuei abraçada nele por um bom tempo.
- Acredita que ele me deu o bolo. Parece que ele não muda. Não. Muda.
- Ele não foi no cinema?
- Não, liguei perguntando, pois ele me falou que não ia dar pra gente ir juntos e depois liguei porque estava demorando e ele disse que não ia ter como ir. Me senti humilhada, fiz a Lorena e o Gabriel esperar atoa.
- Porque não me ligou, eu te faria companhia.
- Ele só pisa na bola, e eu odeio gostar dele pois ele não está nem ai com nada. Eu sou um misto de amor, carinho. Tudo bem que as vezes não gosto de grude, mas eu gosto de ver que é recíproco, e ele não me mostra isso nehuma vez se quer. - ele apenas me ouviu calado, e limpava as lágrimas que descia.
- Vamos continuar a andar. Eu te levo até nas costas se você me prometer que vai parar de chorar por esse cara. Ele só te prova a cada dia que não te merece. Enquanto tem outros que faria de tudo para estar ao seu lado, você se importando com uns otário desses.
- Pode ser, isso é uma das minhas vontade
- O que? Ser carregada nas costas?
- Sim.. acho interessante.
- Sobe aí.
Demos praticamente a volta no parque com ele me carregando em suas costas. Ele começou a me contar sobre os shows, as coisas que acontecia, as turnê, sobre os fãs e acabei esquecendo que estava triste. Quando ele me deixou em casa, perguntou um monte de vezes, se eu ficaria bem, ou a gente poderia dar mais voltas. Mas já estava bem melhor, o abracei forte e subi.
Capítulo oito
Passou 2 semanas, acabei voltando com o Eduardo, ele implorou tanto que não consegui e acabamos cedendo, mas consegui também fazer com que Luan ficasse de boa comigo. Meu celular tocou e era minha mãe fiquei muito feliz de receber essa ligação.
- Oi meu amor, que saudade.
- Oi mãe, nossa, saudade mesmo.
- Dedêeeeeee. - ouvi Rebeca gritar no fundo
- Ai que saudade dela mãe, do Pietro, do papai, de vocês todos.
- Estamos vendo se seu pai arruma um tempo para viajarmos para o Brasil, e vamos ficar aí com você por uns dias.
- Ahhhh mãe, não acredito. É sério? Melhor notícia.
- Sim, seu irmão não para de sonhar com você, tem 3 noites que ele me acorda dizendo que sonhou com a "imã" dele e que não é a beca - rimos
- Que saudade dos dois, vou apertar tanto. Como está as coisas?
- Bem graças a Deus. Nos viajamos para a Disney esses dias atrás, lembra, que te contei. Então, foi os dias mais felizes pro seus irmãos. Todo dia sua irmã me pergunta quando vamos voltar. Só faltou você com a gente. A viagem teria sido melhor ainda.
- Queria ter ido com vocês.
- Vamos programar de irmos nos cinco.
- Vamos sim.
- E você, como está?
- Bem.
- Hum.. não me convenceu.
- Eu voltei com o Eduardo, mãe. Mas ta estranho.
- Mesmo depois de tudo o que ele fez?
- Eu não consigo esquecê-lo. Mas está estranho, está diferente. Eu digo.. nosso relacionamento. Percebo que não está a mesma coisa. Eu não consigo explicar o que.
- E porque voltou?
- Porque eu acho que ainda gosto dele..
- Mas..
- Eu conheci um cara esses tempo atŕas, ele é legal, mas eu não sei botar um fim e vez nessa história com o Eduardo, parece que vou sentir falta dele. Aí não consigo me permitir, mas as vezes sinto que quero.
- Quem é o outro garoto? É um rapaz bom pelo menos, porque todos os garotos que você conhece é um horror, seu dedinho é podre. Os que são bons você não da chance.
- Valeu mãe. - ri
- É a verdade.
- Ele é um rapaz bom. Ele chama Luan. A gente conversa todo dia. E quando ele está na cidade ele fica mais comigo do que em outro lugar. - ri
- Enquanto o seu namorado, que é seu namorado, tenho certeza que não faz tanta questão.
- Bom.. sim! - sorri triste. - O que eu faço?
- Segue o teu coração, como eu sempre falo, se conselho fosse bom, vendia. E se você tivesse me ouvido não tinha namorado esse Eduardo nem uma única vez.
- Eu sei, eu sei.
- Siga seu coração, meu amor.
- Vou seguir. Até vocês chegar aqui vai estar tudo em ordem. Se Deus quiser.
- Vai estar.
Conversamos por quase duas horas e depois desligamos. Estava indo tomar banho quando meu celular vibrou.
"princesa, vou na casa do bruno, nao vai dar pra ir aí hoje"
"ja esperava Eduardo."
"Te amo bjo"
Joguei o celular na cama e fui pro banho. Não sei onde estava com a cabeça em ter aceitado voltar com ele. De verdade. Na manhã seguinte fui trabalhar cedo, que acabei chegando antes que a Lorena. Comecei a limpar a loja, e ela logo chegou.
- Já? Caiu da cama?
- Dormi cedo e acordei mais cedo ainda. - ri
- Não ficou com o boy ontem?
- Quando é que o Eduardo está comigo? Ele sempre está preferindo os outros do que eu. Já acostumei.
- Eu posso dar minha opinião?
- Eu já sei a opinião de todos. Mas eu gosto dele eu vou fazer o que?
- E você tá feliz com esse amor, em que você ama e ele gosta, se é que gosta?
- Não vamos falar dele? Por favor, não quero.
- Tudo bem. Eu sai com o Gabriel ontem
- Ahhh que gracinha, ele é fofo.
- Eu também achei, e beija maravilhosamente bem
- Será que agora vai em!
- Tomara, ele é uma graça
- A gente podia marcar de sair, nos quatro, já que ele conhece o Eduardo.
- Pode ser. Vamos amanhã no cinema? Fala com o Eduardo e me dá a resposta. Pode ser?
- Pode sim.
O movimento da loja hoje foi mais fraco, mas mesmo assim ainda lucramos bastante. Resolvi jantar no shopping mesmo
"vamos no cinema amanhã? com a lo e o gabriel? ou vc ja tem um compromisso"
"nao tenho nenhum, vamos sim"
"ok"
"esta aonde?"
"no shopping, vim jantar aqui"
"eu ia pedir pizza pra gente comer"
"ia?"
"sim, mas agora vc ja comeu kkkk"
"pois é, vai la em casa hoje?"
"vou, qnd chegar me avisa que dou um chega la"
"um chega?"
"é, 22h00 tenho pelada com os menino"
"Ah, ok! Pensei que vc ia dormir la"
"Hoje nao da"
"Nunca mais deu né, Eduardo!"
"La vem vc brigar de novo"
"Eu nao vou brigar mais. Ja foi a epoca"
"Aham kkkk"
Deixei meu celular e voltei a comer. Cheguei no meu apartamento e estava limpinho. Andreia deve que veio aqui hoje. Fui até a geladeira e tinha um bilhete dela.
"oi dessa, cheguei e arrumei aqui pra vc
beijo qualquer coisa me liga"
Abri a geladeira e enchi meu copo d'água.
"oie" - sorri ao ver que era o luan
"oiii"
"td bem?"
"eu to e vc"
"tbem. Tudo bem mesmo? kk"
"tudo, so cansada"
"de que?"
"do trabalho e dessa coisa que chamo de relacionamento"
"kkkkkkkkk voltaram mesmo então, nem acredito que perdi"
"para com isso"
"amanha chego a gente podia sair"
"eu tenho compromisso amanha.."
"com ele?"
"e com a lorena mais o garoto que ela esta saindo"
"vao em casal kkk"
"sim"
"então vamos depois de amanhã?"
"fechado!"
"mas eu posso ir aí amanha?"
"claro que pode, vc é meu amigo esqueceu"
"entre ser so seu amigo e nao ser nada.. prefiro ser... nada kkkkkkkkkk to zuando, amanhã a gente se vê"
"eu estou com sdd de vc"
"tb estou"
"vou tomar banho, a gente ja se fala viu"
"me convida pra ir junto"
"luan.."
"to só brincando, vai lá"
Tomei um banho, passou alguns minutos o Eduardo chegou. Abri pra ele, que mal me beijou.
- Ta mais calma?
- Mas eu estive calma o dia todo!
Deixei meu celular na mesa e fui procurar algum doce, ou até fazer um brigadeiro. Achei os ingredientes e comecei a fazer.
- Você está de papo até hoje com esse cara?
- Porque você está mexendo no meu celular?
- Porque, você tem algo pra me esconder?
- Engraçado que você pode mexer no meu mas eu não posso mexer no seu, né! Incrível.
- Você não vê que esse cara só quer te comer? Ainda mais ele que é famoso, e pode pegar quem ele quiser, porque ele ia querer você?
- Nossa, obrigada. Solta meu celular e vai embora!
- Beleza. - se virou e saiu
Meus olhos encheu d'água, e acabei chorando. Outra vez. Resolvi tentar esquecer e terminar meu brigadeiro.
- Oi meu amor, que saudade.
- Oi mãe, nossa, saudade mesmo.
- Dedêeeeeee. - ouvi Rebeca gritar no fundo
- Ai que saudade dela mãe, do Pietro, do papai, de vocês todos.
- Estamos vendo se seu pai arruma um tempo para viajarmos para o Brasil, e vamos ficar aí com você por uns dias.
- Ahhhh mãe, não acredito. É sério? Melhor notícia.
- Sim, seu irmão não para de sonhar com você, tem 3 noites que ele me acorda dizendo que sonhou com a "imã" dele e que não é a beca - rimos
- Que saudade dos dois, vou apertar tanto. Como está as coisas?
- Bem graças a Deus. Nos viajamos para a Disney esses dias atrás, lembra, que te contei. Então, foi os dias mais felizes pro seus irmãos. Todo dia sua irmã me pergunta quando vamos voltar. Só faltou você com a gente. A viagem teria sido melhor ainda.
- Queria ter ido com vocês.
- Vamos programar de irmos nos cinco.
- Vamos sim.
- E você, como está?
- Bem.
- Hum.. não me convenceu.
- Eu voltei com o Eduardo, mãe. Mas ta estranho.
- Mesmo depois de tudo o que ele fez?
- Eu não consigo esquecê-lo. Mas está estranho, está diferente. Eu digo.. nosso relacionamento. Percebo que não está a mesma coisa. Eu não consigo explicar o que.
- E porque voltou?
- Porque eu acho que ainda gosto dele..
- Mas..
- Eu conheci um cara esses tempo atŕas, ele é legal, mas eu não sei botar um fim e vez nessa história com o Eduardo, parece que vou sentir falta dele. Aí não consigo me permitir, mas as vezes sinto que quero.
- Quem é o outro garoto? É um rapaz bom pelo menos, porque todos os garotos que você conhece é um horror, seu dedinho é podre. Os que são bons você não da chance.
- Valeu mãe. - ri
- É a verdade.
- Ele é um rapaz bom. Ele chama Luan. A gente conversa todo dia. E quando ele está na cidade ele fica mais comigo do que em outro lugar. - ri
- Enquanto o seu namorado, que é seu namorado, tenho certeza que não faz tanta questão.
- Bom.. sim! - sorri triste. - O que eu faço?
- Segue o teu coração, como eu sempre falo, se conselho fosse bom, vendia. E se você tivesse me ouvido não tinha namorado esse Eduardo nem uma única vez.
- Eu sei, eu sei.
- Siga seu coração, meu amor.
- Vou seguir. Até vocês chegar aqui vai estar tudo em ordem. Se Deus quiser.
- Vai estar.
Conversamos por quase duas horas e depois desligamos. Estava indo tomar banho quando meu celular vibrou.
"princesa, vou na casa do bruno, nao vai dar pra ir aí hoje"
"ja esperava Eduardo."
"Te amo bjo"
Joguei o celular na cama e fui pro banho. Não sei onde estava com a cabeça em ter aceitado voltar com ele. De verdade. Na manhã seguinte fui trabalhar cedo, que acabei chegando antes que a Lorena. Comecei a limpar a loja, e ela logo chegou.
- Já? Caiu da cama?
- Dormi cedo e acordei mais cedo ainda. - ri
- Não ficou com o boy ontem?
- Quando é que o Eduardo está comigo? Ele sempre está preferindo os outros do que eu. Já acostumei.
- Eu posso dar minha opinião?
- Eu já sei a opinião de todos. Mas eu gosto dele eu vou fazer o que?
- E você tá feliz com esse amor, em que você ama e ele gosta, se é que gosta?
- Não vamos falar dele? Por favor, não quero.
- Tudo bem. Eu sai com o Gabriel ontem
- Ahhh que gracinha, ele é fofo.
- Eu também achei, e beija maravilhosamente bem
- Será que agora vai em!
- Tomara, ele é uma graça
- A gente podia marcar de sair, nos quatro, já que ele conhece o Eduardo.
- Pode ser. Vamos amanhã no cinema? Fala com o Eduardo e me dá a resposta. Pode ser?
- Pode sim.
O movimento da loja hoje foi mais fraco, mas mesmo assim ainda lucramos bastante. Resolvi jantar no shopping mesmo
"vamos no cinema amanhã? com a lo e o gabriel? ou vc ja tem um compromisso"
"nao tenho nenhum, vamos sim"
"ok"
"esta aonde?"
"no shopping, vim jantar aqui"
"eu ia pedir pizza pra gente comer"
"ia?"
"sim, mas agora vc ja comeu kkkk"
"pois é, vai la em casa hoje?"
"vou, qnd chegar me avisa que dou um chega la"
"um chega?"
"é, 22h00 tenho pelada com os menino"
"Ah, ok! Pensei que vc ia dormir la"
"Hoje nao da"
"Nunca mais deu né, Eduardo!"
"La vem vc brigar de novo"
"Eu nao vou brigar mais. Ja foi a epoca"
"Aham kkkk"
Deixei meu celular e voltei a comer. Cheguei no meu apartamento e estava limpinho. Andreia deve que veio aqui hoje. Fui até a geladeira e tinha um bilhete dela.
"oi dessa, cheguei e arrumei aqui pra vc
beijo qualquer coisa me liga"
Abri a geladeira e enchi meu copo d'água.
"oie" - sorri ao ver que era o luan
"oiii"
"td bem?"
"eu to e vc"
"tbem. Tudo bem mesmo? kk"
"tudo, so cansada"
"de que?"
"do trabalho e dessa coisa que chamo de relacionamento"
"kkkkkkkkk voltaram mesmo então, nem acredito que perdi"
"para com isso"
"amanha chego a gente podia sair"
"eu tenho compromisso amanha.."
"com ele?"
"e com a lorena mais o garoto que ela esta saindo"
"vao em casal kkk"
"sim"
"então vamos depois de amanhã?"
"fechado!"
"mas eu posso ir aí amanha?"
"claro que pode, vc é meu amigo esqueceu"
"entre ser so seu amigo e nao ser nada.. prefiro ser... nada kkkkkkkkkk to zuando, amanhã a gente se vê"
"eu estou com sdd de vc"
"tb estou"
"vou tomar banho, a gente ja se fala viu"
"me convida pra ir junto"
"luan.."
"to só brincando, vai lá"
Tomei um banho, passou alguns minutos o Eduardo chegou. Abri pra ele, que mal me beijou.
- Ta mais calma?
- Mas eu estive calma o dia todo!
Deixei meu celular na mesa e fui procurar algum doce, ou até fazer um brigadeiro. Achei os ingredientes e comecei a fazer.
- Você está de papo até hoje com esse cara?
- Porque você está mexendo no meu celular?
- Porque, você tem algo pra me esconder?
- Engraçado que você pode mexer no meu mas eu não posso mexer no seu, né! Incrível.
- Você não vê que esse cara só quer te comer? Ainda mais ele que é famoso, e pode pegar quem ele quiser, porque ele ia querer você?
- Nossa, obrigada. Solta meu celular e vai embora!
- Beleza. - se virou e saiu
Meus olhos encheu d'água, e acabei chorando. Outra vez. Resolvi tentar esquecer e terminar meu brigadeiro.
Capítulo sete
Resolvemos sair eu, luan, sarah e o bruno. Resolvemos ir á um barzinho mais discreto e estava super animado, conversa vai, conversa vem. Até que eu avisto o Eduardo. Não entendi como ele estava lá, ele odiava esses lugares com poucas pessoas. Encolhi os ombros e olhei pra sarah, que me olhou de volta tentando saber o que estava acontecendo. Mas logo ele acabou me avistando de longe, olhou o Luan ao meu lado, fechou a cara me olhando e veio caminhando em nossa direção.
- Oi Andressa, oi Sarah. - sarah levou um susto.
- Oi! - falamos juntas
- Você está linda. - me encarou, observei Luan mas seu rosto estava sem nenhuma expressão
- Obrigada.
- Eu queria conversar com você. Tem como a gente marcar de se ver?
- Não temos mais o que falar.
- Claro que temos, a gente precisa sim conversar. Estou falando sério..
- Depois você me liga.
- Estou aqui com ela, se você não percebeu.. Tem como você falar com ela outra hora?
- Ela é minha namorada, eu posso falar com ela quando eu quiser.
- Não sou sua namorada.
- Ah, você então é o tal Eduardo.
- Então ela já falou de mim pra você.. que chato em! Se já falou de mim é porque ainda me ama.
- Eduardo. Tchau.
- Vou na sua casa amanhã.
- Não vou estar em casa.
- A gente precisa conversar.
- Vou ter que pedir quantas vezes pra você falar com ela outra hora?
- Qualé irmão, já te falei a namorada é minha. Não adianta você tentar pegar ela, ela é ainda e apaixonada em mim e assim vai ser. Vocês podem até chegar a ficar juntos, mas é comigo que ela quer ficar, é o meu nome que ela chama. - Luan levantou e puxei seu braço.
- Tchau Eduardo!! Tchau.
- Te ligo depois amor.
Se virou e saiu sorrindo, como um vitorioso. Quando finalmente as coisas estava indo bem, apareceu o infeliz do Eduardo para estragar tudo. Eu odeio ele.
- Ou, tô cansado, vou embora! - luan levantou
- Luan, não. - olhei pra ele.
- Tô cansado, depois a gente saí de novo. - ele deixou uma nota de 20 reais na mesa e saiu
- É seu ex? - o Bruninho perguntou.
- Sim! - passei as mãos pelo cabelo. - Eu odeio ele, que saco. Ele sempre estraga tudo.
- Ex sempre é um saco. - falou Sarah.
- Tudo que ele poder fazer pra atrasar minha vida ele vai fazer.
A Sarah e o Bruninho ficaram se divertindo e resolvi ir embora. Cheguei em casa, tomei um banho e me deitei. Peguei meu celular.
"me desculpa por hoje tá?"
Ele apenas visualizou, depois de quase uma hora respondeu, seco.
"de boa"
Fiquei triste pelo Eduardo como sempre ter conseguido estragar tudo. Parece que é dele.
"A gente pode sair outro dia, nos quatro"
"pro seu namorado, ou ex aparecer e quebrar o clima de novo? vc consegue viver assim? porque eu nao!"
"me desculpa, eu nao tive intenção"
"nao tem o porque pedir desculpa, mas enquanto vc aceitar ex namorado intrometer na sua vida assim vai ser, ate ele estragar todas as vezes que vc sair com alguém ate vc cansar e vcs voltar.. aliais parece que é isso mesmo que vc quer.. como ele mesmo disse: é ele quem vc sempre vai chamar"
"Eu estava bebada aquele dia"
"Eu nao disse nada :)"
"Esquece aquilo"
"Eu nem lembro mais, estou apenas citando uma frase que seu namorado disse!"
"ex, luan"
Ele apenas visualizou e ali encerrou outra conversa! Resolvi dormir, era o melhor a se fazer depois de tudo que aconteceu.
- Oi Andressa, oi Sarah. - sarah levou um susto.
- Oi! - falamos juntas
- Você está linda. - me encarou, observei Luan mas seu rosto estava sem nenhuma expressão
- Obrigada.
- Eu queria conversar com você. Tem como a gente marcar de se ver?
- Não temos mais o que falar.
- Claro que temos, a gente precisa sim conversar. Estou falando sério..
- Depois você me liga.
- Estou aqui com ela, se você não percebeu.. Tem como você falar com ela outra hora?
- Ela é minha namorada, eu posso falar com ela quando eu quiser.
- Não sou sua namorada.
- Ah, você então é o tal Eduardo.
- Então ela já falou de mim pra você.. que chato em! Se já falou de mim é porque ainda me ama.
- Eduardo. Tchau.
- Vou na sua casa amanhã.
- Não vou estar em casa.
- A gente precisa conversar.
- Vou ter que pedir quantas vezes pra você falar com ela outra hora?
- Qualé irmão, já te falei a namorada é minha. Não adianta você tentar pegar ela, ela é ainda e apaixonada em mim e assim vai ser. Vocês podem até chegar a ficar juntos, mas é comigo que ela quer ficar, é o meu nome que ela chama. - Luan levantou e puxei seu braço.
- Tchau Eduardo!! Tchau.
- Te ligo depois amor.
Se virou e saiu sorrindo, como um vitorioso. Quando finalmente as coisas estava indo bem, apareceu o infeliz do Eduardo para estragar tudo. Eu odeio ele.
- Ou, tô cansado, vou embora! - luan levantou
- Luan, não. - olhei pra ele.
- Tô cansado, depois a gente saí de novo. - ele deixou uma nota de 20 reais na mesa e saiu
- É seu ex? - o Bruninho perguntou.
- Sim! - passei as mãos pelo cabelo. - Eu odeio ele, que saco. Ele sempre estraga tudo.
- Ex sempre é um saco. - falou Sarah.
- Tudo que ele poder fazer pra atrasar minha vida ele vai fazer.
A Sarah e o Bruninho ficaram se divertindo e resolvi ir embora. Cheguei em casa, tomei um banho e me deitei. Peguei meu celular.
"me desculpa por hoje tá?"
Ele apenas visualizou, depois de quase uma hora respondeu, seco.
"de boa"
Fiquei triste pelo Eduardo como sempre ter conseguido estragar tudo. Parece que é dele.
"A gente pode sair outro dia, nos quatro"
"pro seu namorado, ou ex aparecer e quebrar o clima de novo? vc consegue viver assim? porque eu nao!"
"me desculpa, eu nao tive intenção"
"nao tem o porque pedir desculpa, mas enquanto vc aceitar ex namorado intrometer na sua vida assim vai ser, ate ele estragar todas as vezes que vc sair com alguém ate vc cansar e vcs voltar.. aliais parece que é isso mesmo que vc quer.. como ele mesmo disse: é ele quem vc sempre vai chamar"
"Eu estava bebada aquele dia"
"Eu nao disse nada :)"
"Esquece aquilo"
"Eu nem lembro mais, estou apenas citando uma frase que seu namorado disse!"
"ex, luan"
Ele apenas visualizou e ali encerrou outra conversa! Resolvi dormir, era o melhor a se fazer depois de tudo que aconteceu.
Capitulo seis
(...)
Era madrugada, estava no apê da Sarah assistindo filme com Sarah, Lô, Nanda e a poli. Jogando conversa, comendo besteira e rindo. Meu celular apitou. Desbloquiei e fui ver o que era.
"oq está fazendo? podemos nos ver?"
"nao estou em casa"
"ah então deixa.."
"quer me ver agora, essa hora da noite?"
"cheguei faz pouco tempo de viagem, querendo ver vc"
"estou na sarah"
"eu posso ir aí? a gente da umas voltas, só pra conversar"
"certo, pode sim"
"to indo então"
"ok"
- Preciso trocar minha roupa.. Vou dar uma volta aí
- Essa hora, sozinha?
- Não.
- Com quem? - sarah
- Amiga, estamos vendo filme. - nanda
- Eu não vou demorar..
- Mas com quem você vai? - lô
- Não creio que você vai sair com o Eduardo, ele pintou e bordou com você e você aceita tudo normal. - nanda
- Ei, calma, não é com ele. Deixa eu ir me trocar.
Subi as escadas e elas vieram atrás fazendo mil e uma perguntas.
- É o Luan.
- OIE??? - sarah gritou - Desde quando vocês voltaram a conversar e não me contou?
- Que Luan gente? - poli
- Que Luan? - nanda
- Quem é esse Luan aí papai? - lo
- Sabe o Luan, amigo do Bruno, aquele famoso, que está doidinho na nossa amiga, chamado Luan Santana!!! - sarah
- O que? Fala sério. - lo
- Nossa, até eu gostaria de pegar ele viu, vai que é sua amiga, o boy é gostoso - poli
- Ele já falou pro Bruno que quer pegar a Andressa, mas ela é uma garota muita desligada e que o único ligamento dela é o ex! - sarah
- QUANDO ELE FALOU ISSO? - a encarei rindo - Você me joga essa só agora! Como assim, Sarah!
- Se eu beijo a boca daquele homem meu unico ligamento com certeza vai ser ele. Miga pega ele com jeito e deixa ele de quatro por você - nanda
- Acho mais capaz dela ficar de quatro pra ele do que ele né. - poli
- Oh burra, você entendeu o bordão! - lô
Gargalhamos das duas, coloquei um short e um boddy preto aberto nas laterais, e meu chinelo branco. São Paulo estava mais quente que o normal. Meu celular apitou, avisei elas e desci no elevador. Ele estava parado da mesma forma que me pegou em casa naquele dia, mas do outro lado.
- Oi.
- Oi. - sorriu e deu uma piscadela rápida. - Entra aí
Entrei no seu carro junto á ele. Que estava de bermuda branca, e camiseta preta. Meu cérebro virou gelatina nesse momento.
- Se eu te convidasse para ir na praia agora, você iria?
- Praia?
- Sim!
- É uma hora de viagem.. sem trânsito.
- Vamos em outro lugar então.
- Ok, vamos na praia.
- Não, tudo bem, vamos em um lugar perto
- Agora quero ir na praia, você fez o convite!
- Então vamos a praia. Pode ser qualquer uma?
- A sua preferência.
- Beleza.
Não durou cerca de uma hora, também com um carro com aquela potência, impossível. Ele parou num estacionamento 24 horas em frente a Praia Grande e caminhamos até a areia, como estava bastante tarde não havia ninguém por ali. Era sempre bom, ouvir as ondas quebrarem e sentir a maresia. Sentamos atrás de uma enorme pedra.
- Você está bonita! - ele disse sem me olhar
- Obrigada - sorri
- Acho que a gente não nos deu uma verdadeira chance de nos conhecermos melhor.
- Isso é verdade. - sorri mexendo na areia.
- Será que ta fria essa água em.
- Não sei.
- Bora lá?
- Sim.
Levantamos e caminhamos até o mar, molhando apenas os pés. A água estava muito gostosa.
- Eu gosto de bermudas brancas.
- Jura?
- Sim.
- Vou comprar outras 10
- Ah que bobeira. - ele riu
- Frio ou quente?
- Depende.
- Chuva ou sol?
- Porra, sem pergunta difícil. - ele deu uma risadinha
- Frio ou calor?
- Frio!
- Porque?
- Porque adoro ficar em baixo das coberta assistindo filme e ouvindo a chuva cair. Só não gosto de trovões.
- Você curte romantismo?
- Eu adoro romantismo, desde que seja algo verdadeiro, sempre é bem vindo
- Piscina ou mar?
- Mar!
- Um lugar que tem vontade de ir?
- Ilhas maldivas.
- Porque nunca foi? Acredito que você é boa de situação.
- Porque imagino que seja um lugar para curtir a dois. Pois é um lugar paradisíaco e romântico.
- Entendi.
- Você já foi lá?
- Não, só ouvi falar. Um doce?
- Chocolate, sem dúvidas. - ele riu
- Você tem irmãos?
- Tenho uma irmã e um irmão, gêmeos.
- Sério?
- Sim. Eles tem 4 anos. São um encanto.
- Se parece você, não tenho dúvidas. - minhas bochechas coraram. - Você é linda, Andressa. Tenho certeza que todos que conhece você um pouco quer sempre conhecer mais!
- Eu não me considero tão interessante assim.
- Você é, mais do que imagina! Tenha certeza disso. - sorriu, saímos do mar
Senti frio e dei vontade de voltar.
- Aquela ilha parece ser bonita, consegue ver? - ele assenti - Toda iluminada
- Você gosta muito de praias e ilhas, estou certo?
- Certíssimo. Eu quase me mudei para o Rio, e comprei um apartamento em frente ao mar, mas não queria deixar minhas amigas.
- Levasse elas uai.
- Ah, queria mesmo - ri.
A conversa rendeu bastante, que nem vimos a hora passar, só notamos que o sol estava para nascer e foi lindo assistir o nascer do sol.
- A gente pode ir embora agora.
- Sim.. Vambora!
- Você não está com sono? Consegue pegar a estrada?
- Consigo, estou de boa. Você dirige?
- Sim!
- É sério?
- Dirijo, as vezes venho pra cá sozinha.
- Não precisa vim sozinha mais, achou uma companhia.
- Que bom saber.
Caminhamos até o estacionamento e entramos. No meio do caminho ele parou para colocar gasolina.
- Deve ser interessante dirigir uma ferrari.
- Quer tentar?
- Eu me perdi quando você foi ligar, imagina dirigir.
- Eu te ensino a ligar, o resto é igual seu carro! É normal.
- Hummmm, ok!
Trocamos de lugares, pagou a gasolina e me ensinou a ligar.
- Estou um pouco nervosa.
- Pensa que é seu carro!
- Mas não é meu carro.
- Pensa uai, vai. Estou do seu lado.
Foi divertidissímo dirigir seu carro. Ainda mais na Anhanguera, que era uma das melhores rodovias para dirigir! Chegamos em são paulo.
- Tem uma padaria perto de onde você mora?.
- Pra quê?
- Pra gente comprar algo pra comer, não está com fome?
- Um pouco.
- Por isso mesmo.
E assim foi, ele olhou se estava vazio e como estava descemos e compramos várias coisas pra comer. E devoramos quase tudo no carro, foi divertido. Dessa vez ele quem foi dirigindo até meu apartamento.
- A gente pode fazer isso mais vezes.
- Sim, podemos. Eu adorei tudo, até dirigir esse carro, mesmo com bastante medo de bater em algum lugar.
- O que não precisava, né?!
- Aham. - rimos. - Então vou nessa, obrigada viu! Pela viagem, conversas, o café da manhã. Foi muito bom
- Eu que agradeço. - piscou sorrindo.
- E.. a gente vai se falando!
- Com certeza.
Desci do carro e acenei, enquanto caminhava para entrar a entrada do prédio
Era madrugada, estava no apê da Sarah assistindo filme com Sarah, Lô, Nanda e a poli. Jogando conversa, comendo besteira e rindo. Meu celular apitou. Desbloquiei e fui ver o que era.
"oq está fazendo? podemos nos ver?"
"nao estou em casa"
"ah então deixa.."
"quer me ver agora, essa hora da noite?"
"cheguei faz pouco tempo de viagem, querendo ver vc"
"estou na sarah"
"eu posso ir aí? a gente da umas voltas, só pra conversar"
"certo, pode sim"
"to indo então"
"ok"
- Preciso trocar minha roupa.. Vou dar uma volta aí
- Essa hora, sozinha?
- Não.
- Com quem? - sarah
- Amiga, estamos vendo filme. - nanda
- Eu não vou demorar..
- Mas com quem você vai? - lô
- Não creio que você vai sair com o Eduardo, ele pintou e bordou com você e você aceita tudo normal. - nanda
- Ei, calma, não é com ele. Deixa eu ir me trocar.
Subi as escadas e elas vieram atrás fazendo mil e uma perguntas.
- É o Luan.
- OIE??? - sarah gritou - Desde quando vocês voltaram a conversar e não me contou?
- Que Luan gente? - poli
- Que Luan? - nanda
- Quem é esse Luan aí papai? - lo
- Sabe o Luan, amigo do Bruno, aquele famoso, que está doidinho na nossa amiga, chamado Luan Santana!!! - sarah
- O que? Fala sério. - lo
- Nossa, até eu gostaria de pegar ele viu, vai que é sua amiga, o boy é gostoso - poli
- Ele já falou pro Bruno que quer pegar a Andressa, mas ela é uma garota muita desligada e que o único ligamento dela é o ex! - sarah
- QUANDO ELE FALOU ISSO? - a encarei rindo - Você me joga essa só agora! Como assim, Sarah!
- Se eu beijo a boca daquele homem meu unico ligamento com certeza vai ser ele. Miga pega ele com jeito e deixa ele de quatro por você - nanda
- Acho mais capaz dela ficar de quatro pra ele do que ele né. - poli
- Oh burra, você entendeu o bordão! - lô
Gargalhamos das duas, coloquei um short e um boddy preto aberto nas laterais, e meu chinelo branco. São Paulo estava mais quente que o normal. Meu celular apitou, avisei elas e desci no elevador. Ele estava parado da mesma forma que me pegou em casa naquele dia, mas do outro lado.
- Oi.
- Oi. - sorriu e deu uma piscadela rápida. - Entra aí
Entrei no seu carro junto á ele. Que estava de bermuda branca, e camiseta preta. Meu cérebro virou gelatina nesse momento.
- Se eu te convidasse para ir na praia agora, você iria?
- Praia?
- Sim!
- É uma hora de viagem.. sem trânsito.
- Vamos em outro lugar então.
- Ok, vamos na praia.
- Não, tudo bem, vamos em um lugar perto
- Agora quero ir na praia, você fez o convite!
- Então vamos a praia. Pode ser qualquer uma?
- A sua preferência.
- Beleza.
Não durou cerca de uma hora, também com um carro com aquela potência, impossível. Ele parou num estacionamento 24 horas em frente a Praia Grande e caminhamos até a areia, como estava bastante tarde não havia ninguém por ali. Era sempre bom, ouvir as ondas quebrarem e sentir a maresia. Sentamos atrás de uma enorme pedra.
- Você está bonita! - ele disse sem me olhar
- Obrigada - sorri
- Acho que a gente não nos deu uma verdadeira chance de nos conhecermos melhor.
- Isso é verdade. - sorri mexendo na areia.
- Será que ta fria essa água em.
- Não sei.
- Bora lá?
- Sim.
Levantamos e caminhamos até o mar, molhando apenas os pés. A água estava muito gostosa.
- Eu gosto de bermudas brancas.
- Jura?
- Sim.
- Vou comprar outras 10
- Ah que bobeira. - ele riu
- Frio ou quente?
- Depende.
- Chuva ou sol?
- Porra, sem pergunta difícil. - ele deu uma risadinha
- Frio ou calor?
- Frio!
- Porque?
- Porque adoro ficar em baixo das coberta assistindo filme e ouvindo a chuva cair. Só não gosto de trovões.
- Você curte romantismo?
- Eu adoro romantismo, desde que seja algo verdadeiro, sempre é bem vindo
- Piscina ou mar?
- Mar!
- Um lugar que tem vontade de ir?
- Ilhas maldivas.
- Porque nunca foi? Acredito que você é boa de situação.
- Porque imagino que seja um lugar para curtir a dois. Pois é um lugar paradisíaco e romântico.
- Entendi.
- Você já foi lá?
- Não, só ouvi falar. Um doce?
- Chocolate, sem dúvidas. - ele riu
- Você tem irmãos?
- Tenho uma irmã e um irmão, gêmeos.
- Sério?
- Sim. Eles tem 4 anos. São um encanto.
- Se parece você, não tenho dúvidas. - minhas bochechas coraram. - Você é linda, Andressa. Tenho certeza que todos que conhece você um pouco quer sempre conhecer mais!
- Eu não me considero tão interessante assim.
- Você é, mais do que imagina! Tenha certeza disso. - sorriu, saímos do mar
Senti frio e dei vontade de voltar.
- Aquela ilha parece ser bonita, consegue ver? - ele assenti - Toda iluminada
- Você gosta muito de praias e ilhas, estou certo?
- Certíssimo. Eu quase me mudei para o Rio, e comprei um apartamento em frente ao mar, mas não queria deixar minhas amigas.
- Levasse elas uai.
- Ah, queria mesmo - ri.
A conversa rendeu bastante, que nem vimos a hora passar, só notamos que o sol estava para nascer e foi lindo assistir o nascer do sol.
- A gente pode ir embora agora.
- Sim.. Vambora!
- Você não está com sono? Consegue pegar a estrada?
- Consigo, estou de boa. Você dirige?
- Sim!
- É sério?
- Dirijo, as vezes venho pra cá sozinha.
- Não precisa vim sozinha mais, achou uma companhia.
- Que bom saber.
Caminhamos até o estacionamento e entramos. No meio do caminho ele parou para colocar gasolina.
- Deve ser interessante dirigir uma ferrari.
- Quer tentar?
- Eu me perdi quando você foi ligar, imagina dirigir.
- Eu te ensino a ligar, o resto é igual seu carro! É normal.
- Hummmm, ok!
Trocamos de lugares, pagou a gasolina e me ensinou a ligar.
- Estou um pouco nervosa.
- Pensa que é seu carro!
- Mas não é meu carro.
- Pensa uai, vai. Estou do seu lado.
Foi divertidissímo dirigir seu carro. Ainda mais na Anhanguera, que era uma das melhores rodovias para dirigir! Chegamos em são paulo.
- Tem uma padaria perto de onde você mora?.
- Pra quê?
- Pra gente comprar algo pra comer, não está com fome?
- Um pouco.
- Por isso mesmo.
E assim foi, ele olhou se estava vazio e como estava descemos e compramos várias coisas pra comer. E devoramos quase tudo no carro, foi divertido. Dessa vez ele quem foi dirigindo até meu apartamento.
- A gente pode fazer isso mais vezes.
- Sim, podemos. Eu adorei tudo, até dirigir esse carro, mesmo com bastante medo de bater em algum lugar.
- O que não precisava, né?!
- Aham. - rimos. - Então vou nessa, obrigada viu! Pela viagem, conversas, o café da manhã. Foi muito bom
- Eu que agradeço. - piscou sorrindo.
- E.. a gente vai se falando!
- Com certeza.
Desci do carro e acenei, enquanto caminhava para entrar a entrada do prédio
Capítulo Cinco
Sarah me ajudou a arrumar, a gente sempre foi assim desde que nos conhecemos. Era sempre bom ter sua ajuda, ela tinha uma mente extraordinária de otima! Como havia formado em moda me ajudava bastante. Eu estava me sentindo bonita, passei meu perfume preferido e fiquei ansiosa ao espera-lo chegar. Tinhamos marcado as 20h e assim ele chegou as 20h. Pontual.
- Divirta-se amiga, ele é um cara muito de boa!
- Eu sei, tchau! Pode ficar aqui se quiser.
- Vou chamar o Bruno pra vir aqui.
- Juízo ok! Beijo
- Juízo vocês.
- Fui.
Ele estava parado, tamborilando a parte de cima do carro e muito bonito.
- Oi. - ele se virou e me olhou de cima a baixo.
- Oi linda! - sorrimos - Vamos?
- Vamos.
Ele rodiou até sua porta, jurei que ele abriria a porta pra mim, mas, não foi assim. Cheguei a achar engraçado pois todos os que saí abriu pra mim. Entrei no seu carro, estava um cheiro tão bom.
- Hum, acho que comecei errado
- Porque?
- Não abri a porta pra você.. - ele leu meu pensamento?
- Eu não me importo com isso.
- Eu não sou acostumado a abrir porta pra ninguém - riu - Mas juro que sou um cavalheiro de primeira.
- Tudo bem, Luan. Eu realmente não me importo com isso.
- Então vamos.
Chegamos á um restaurante, chique e confortável. Era um lugar bastante aconchegante, eu adorei a luz meio baixa, parecia um lugar romântico. E eu gostei. Ele arrastou a cadeira pra mim e sentou a minha frente. Pediu ao garçom vinho branco e ficou me olhando.
- Você gostou?
- Adorei.
- Nunca vim aqui. Estava esperando uma companhia boa para vim comigo.
- Você está me paquerando outra vez.
- Eu juro que não.
O garçom nos serviu o vinho e colocou os cardápios a nossa frente. Sorrimos e ele nos deixou sozinho.
- Você não tem show por esses dias?
- Só quinta agora!
- Hum
- E você, faz o que?
- Eu tenho uma loja no shopping com a Sarah!
- De qualquer tipo de roupa?
- Só feminina.
- Ahh - riu
- Mas me formei em Nutrição, porém não pensei em seguir o curso, ainda.
- Porque não? Não é algo que você queria?
- É, sempre sonhei, mas resolvi dar uma parada para descansar um pouco. Mas penso em abri meu consultório daqui uns anos.
- E... seus pais?
- Eles moram em Nova York faz 4 anos. Não quis ir com eles, não queria abandonar meu amigos, nem meu ex namorado, e já estava na faculdade. Ai eles se foram, e as vezes vem me ver.
- O seu ex namorado é o tal Eduardo?
- Não. Ele também é um ex namorado, mas não era ele. E óh antes que você imagine que já namorei varias vezes, só foram três vezes.
- Eu não imaginei nada - riu - Mas ele é o ultimo?
- Sim
- É recente?
- Sim.
- E você ainda gosta dele?
- Não acho que seja gostar e sim sentir falta. Eu me apeguei muito rápido e já achei que a gente casaria teria dois filhos e um cachorro. As vezes me considero uma garota carente, e estava num momento muito crítico da carência e ele preencheu esse vazio.
- Entendi.. E porque não faço o seu tipo? - praticamente esgasguei com o vinho.
- O quê?
- Não que eu queria, mas eu ouvi você dizendo para a Sarah.
- Talvez seja porque a gente não se conhecia.
- Hum.. então posso colocar na minha cabeça que sim, faço o seu tipo?
- Talvez. - arquei as sobrancelhas, sorrindo
- É, porque você faz o meu.
- Eu não acho que faço. Só vejo fotos de você com loiras, e bom, não tenho nada de loira.
- Por não ter muitas fotos minhas com morenas, não faz com que eu não goste de morena e que você não faça meu tipo!
- Estamos no mesmo barco, acredito.
- É, talvez.
O clima ficou super tenso, fiquei arrependida de ter dito algo que estragou todo o clima que tinhamos contruídos até chegar naquele maldito assunto. Nem comemos a sobremesa, ele pagou e fomos embora. O caminho ate meu apartamento foi mais tenso ainda, sem som ligado, sem nada. Quando chegamos em frente ao prédio ele destrancou a porta.
- Me desculpa por qualquer coisa.
- Está tudo bem. - continuou olhando para frente.
- Tchau.
- Até.
Abri delicadamente e a fechei da mesma forma, caminhei chateada, em direção ao meu apartamento pois esperava que as coisas terminasse diferente. Cheguei e topei com Sarah e o Bruninho no maior amasso.
- Já chegou? - sentou no sofá - Boa noite amiga.
- Só se for pra vocês, vou pro quarto tomar um banho.
- Tá ok.
Subi pro meu quarto e fui pro banho, demorei por um bom tempo em baixo do chuveiro. Não sabia pra que rumo estava levando a minha vida, mas estava estragando tudo. Assim que saí do banheiro enrolada numa toalha encontrei Sarah deitada em minha cama.
- O que aconteceu?
- Na verdade nem eu sei. - forcei um sorriso e me sentei.
- Vocês brigaram? Não deu certo? O que foi?
- Ele engatou umas perguntas sobre e talvez seja a forma que respondi. Não sei..
- Poxa, vocês tinham tudo pra dar certo. Ele é gente boa, você também, não entendi.
- Nem eu!
Conversamos mais um pouco, como o seu namorado tinha ido embora, ela ficou lá comigo e passamos a noite assistindo filmes chatos e melâncolicos. No dia seguinte fomos trabalhar cedo, acordamos animadas, coisas raras que acontece com a gente, ainda mais antes das onze. Demos descanso para a Lô e passamos o dia todo juntas rindo e vendendo.
- Divirta-se amiga, ele é um cara muito de boa!
- Eu sei, tchau! Pode ficar aqui se quiser.
- Vou chamar o Bruno pra vir aqui.
- Juízo ok! Beijo
- Juízo vocês.
- Fui.
Ele estava parado, tamborilando a parte de cima do carro e muito bonito.
- Oi. - ele se virou e me olhou de cima a baixo.
- Oi linda! - sorrimos - Vamos?
- Vamos.
Ele rodiou até sua porta, jurei que ele abriria a porta pra mim, mas, não foi assim. Cheguei a achar engraçado pois todos os que saí abriu pra mim. Entrei no seu carro, estava um cheiro tão bom.
- Hum, acho que comecei errado
- Porque?
- Não abri a porta pra você.. - ele leu meu pensamento?
- Eu não me importo com isso.
- Eu não sou acostumado a abrir porta pra ninguém - riu - Mas juro que sou um cavalheiro de primeira.
- Tudo bem, Luan. Eu realmente não me importo com isso.
- Então vamos.
Chegamos á um restaurante, chique e confortável. Era um lugar bastante aconchegante, eu adorei a luz meio baixa, parecia um lugar romântico. E eu gostei. Ele arrastou a cadeira pra mim e sentou a minha frente. Pediu ao garçom vinho branco e ficou me olhando.
- Você gostou?
- Adorei.
- Nunca vim aqui. Estava esperando uma companhia boa para vim comigo.
- Você está me paquerando outra vez.
- Eu juro que não.
O garçom nos serviu o vinho e colocou os cardápios a nossa frente. Sorrimos e ele nos deixou sozinho.
- Você não tem show por esses dias?
- Só quinta agora!
- Hum
- E você, faz o que?
- Eu tenho uma loja no shopping com a Sarah!
- De qualquer tipo de roupa?
- Só feminina.
- Ahh - riu
- Mas me formei em Nutrição, porém não pensei em seguir o curso, ainda.
- Porque não? Não é algo que você queria?
- É, sempre sonhei, mas resolvi dar uma parada para descansar um pouco. Mas penso em abri meu consultório daqui uns anos.
- E... seus pais?
- Eles moram em Nova York faz 4 anos. Não quis ir com eles, não queria abandonar meu amigos, nem meu ex namorado, e já estava na faculdade. Ai eles se foram, e as vezes vem me ver.
- O seu ex namorado é o tal Eduardo?
- Não. Ele também é um ex namorado, mas não era ele. E óh antes que você imagine que já namorei varias vezes, só foram três vezes.
- Eu não imaginei nada - riu - Mas ele é o ultimo?
- Sim
- É recente?
- Sim.
- E você ainda gosta dele?
- Não acho que seja gostar e sim sentir falta. Eu me apeguei muito rápido e já achei que a gente casaria teria dois filhos e um cachorro. As vezes me considero uma garota carente, e estava num momento muito crítico da carência e ele preencheu esse vazio.
- Entendi.. E porque não faço o seu tipo? - praticamente esgasguei com o vinho.
- O quê?
- Não que eu queria, mas eu ouvi você dizendo para a Sarah.
- Talvez seja porque a gente não se conhecia.
- Hum.. então posso colocar na minha cabeça que sim, faço o seu tipo?
- Talvez. - arquei as sobrancelhas, sorrindo
- É, porque você faz o meu.
- Eu não acho que faço. Só vejo fotos de você com loiras, e bom, não tenho nada de loira.
- Por não ter muitas fotos minhas com morenas, não faz com que eu não goste de morena e que você não faça meu tipo!
- Estamos no mesmo barco, acredito.
- É, talvez.
O clima ficou super tenso, fiquei arrependida de ter dito algo que estragou todo o clima que tinhamos contruídos até chegar naquele maldito assunto. Nem comemos a sobremesa, ele pagou e fomos embora. O caminho ate meu apartamento foi mais tenso ainda, sem som ligado, sem nada. Quando chegamos em frente ao prédio ele destrancou a porta.
- Me desculpa por qualquer coisa.
- Está tudo bem. - continuou olhando para frente.
- Tchau.
- Até.
Abri delicadamente e a fechei da mesma forma, caminhei chateada, em direção ao meu apartamento pois esperava que as coisas terminasse diferente. Cheguei e topei com Sarah e o Bruninho no maior amasso.
- Já chegou? - sentou no sofá - Boa noite amiga.
- Só se for pra vocês, vou pro quarto tomar um banho.
- Tá ok.
Subi pro meu quarto e fui pro banho, demorei por um bom tempo em baixo do chuveiro. Não sabia pra que rumo estava levando a minha vida, mas estava estragando tudo. Assim que saí do banheiro enrolada numa toalha encontrei Sarah deitada em minha cama.
- O que aconteceu?
- Na verdade nem eu sei. - forcei um sorriso e me sentei.
- Vocês brigaram? Não deu certo? O que foi?
- Ele engatou umas perguntas sobre e talvez seja a forma que respondi. Não sei..
- Poxa, vocês tinham tudo pra dar certo. Ele é gente boa, você também, não entendi.
- Nem eu!
Conversamos mais um pouco, como o seu namorado tinha ido embora, ela ficou lá comigo e passamos a noite assistindo filmes chatos e melâncolicos. No dia seguinte fomos trabalhar cedo, acordamos animadas, coisas raras que acontece com a gente, ainda mais antes das onze. Demos descanso para a Lô e passamos o dia todo juntas rindo e vendendo.
Capítulo Quatro
Senti minhas bochechas queimarem de várias formas que eu nem sabia que tinha como. Além de ficar bêbada, ter chegado em casa sem saber como, ainda chamei o garoto de Eduardo. Minha cabeça estava doendo bastante, peguei a água e bebi com o remédio. Voltei a dormir. Acordei com meu celular vibrando e assustei.
"está melhor?" era um número desconhecido, mas chutava em saber quem era.
"estou sim, obrigada e desculpa pelo vexame que com certeza paguei"
"kkkkkkkkk vc bebada eh engraçada"
"não acho que seja, mas estou envergonhada"
"Não fique!"
"Vc..bom..tirou minha roupa?"
"Vc vomitou mais em vc do que no vaso, a única opção que eu tinha era essa. Mas eu não vi nada, eu juro. E so tirei sua roupa de cima"
"Vomitei?? Senhor, que vergonha."
"Me senti util segurando seus cabelos"
"Vc está me deixando com mais vergonha"
"Eu posso elogiar? Ou estou proíbido?"
"Depende de como for"
"Vc é linda de cima a baixo, eu me segurei com a força da natureza!"
"Eu estou com mais vergonha"
"Vc nao estava com vergonha ontem"
"Eu estava bêbada, eu não fico assim ta, eu juro! Eu não queria acabar com minha reputação logo assim de cara mas.."
"Vai fazer algo hoje?"
"Com certeza não"
"Bora sair.. um restaurante?"
Fiquei pensando, não sei se era uma boa ideia.
"Esta pensando?"
"Vamos deixar para outro dia"
"Que fora.. um dia sou chamado pelo nome de outro, no dia seguinte levo um fora"
"Não é um fora, não estou numa boa companhia hoje, e minha cabeça está doendo muito, a gente pode marcar outro dia?"
"Amanhã? Não aceito não como resposta"
"Ok, amanhã.
"Amanhã!!!"
"está melhor?" era um número desconhecido, mas chutava em saber quem era.
"estou sim, obrigada e desculpa pelo vexame que com certeza paguei"
"kkkkkkkkk vc bebada eh engraçada"
"não acho que seja, mas estou envergonhada"
"Não fique!"
"Vc..bom..tirou minha roupa?"
"Vc vomitou mais em vc do que no vaso, a única opção que eu tinha era essa. Mas eu não vi nada, eu juro. E so tirei sua roupa de cima"
"Vomitei?? Senhor, que vergonha."
"Me senti util segurando seus cabelos"
"Vc está me deixando com mais vergonha"
"Eu posso elogiar? Ou estou proíbido?"
"Depende de como for"
"Vc é linda de cima a baixo, eu me segurei com a força da natureza!"
"Eu estou com mais vergonha"
"Vc nao estava com vergonha ontem"
"Eu estava bêbada, eu não fico assim ta, eu juro! Eu não queria acabar com minha reputação logo assim de cara mas.."
"Vai fazer algo hoje?"
"Com certeza não"
"Bora sair.. um restaurante?"
Fiquei pensando, não sei se era uma boa ideia.
"Esta pensando?"
"Vamos deixar para outro dia"
"Que fora.. um dia sou chamado pelo nome de outro, no dia seguinte levo um fora"
"Não é um fora, não estou numa boa companhia hoje, e minha cabeça está doendo muito, a gente pode marcar outro dia?"
"Amanhã? Não aceito não como resposta"
"Ok, amanhã.
"Amanhã!!!"
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