segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Capítulo quatorze

7 dias após, meus pais tinha ido viajar para ver outros familiares. Estava na Woods com o Luan, Sarah, Bruno, Lorena, Gabriel, Nanda e Poli, e Marquinhos um amigo do Luan que eu tinha acabado de conhecer. Estava tudo divertido, até quem eu menos queria ver aparecer e começar a provocar o Luan.

- Não liga pra ele.
- Não estou ligando. Eu estou com você, porque ligaria, eu eim.

Dançamos juntos a próxima música, e quando fomos para nos beijar, Luan foi empurrado com tanta força, que eu fiquei assustada. E começaram aquele empurra empurra, bate bate, as pessoas gritando, e eu mal conseguia ver o qhe estava acontecendo. Quando consegui chegar um pouco mais perto os dois estavam brigando no chão e meu estômago começou a se revirar.

- Gente para. - ninguém me ouvia, ninguém conseguia separar os dois - FAÇAM ALGUMA COISA, CADÊ OS SEGURANÇAS DESSE LUGAR. - foi neste momento que o Eduardo pegou uma garrafa de vidro - EDUARDO NÃO - e bateu na cabeça do Luan. Minha pressão com certeza caiu, pois minha vista escureceu e me segurei em uma pessoa que não sabia quem era. Quando ví, ele estava sendo carregado por dois seguranças, desacordado e a cabeça sangrando. E tinha alguns policiais perto do Eduardo. Passei entre as pessoas e segui os seguranças.
- Você fica aqui.
- Não, eu tenho que ir com ele.
- Se não fosse por sua causa nada disso teria acontecido, vadia. - Era o fernando, amigo do Eduardo me falando aquilo. Eu tinha um grande carinho por ele.
- Eu não tenho culpa, sai da minha frente.
- Cachorra. - ouvi uma garota falando - Piranha, que enquanto namora um dorme com outro.
- Vá se ferrar. - resgumguei e continuei descendo

Minha cabeça começou a rodar e alguém me tirou de lá.

- Olha pra mim, você está bem?? - ouvi a voz da Sarah - A gente estava te procurando, e não te achamos.
- O Luan, cadê ele?
- Já o levaram para o hospital.
- Meu Deus.. - cobri o rosto com as mãos - A culpa é minha.
- Ele vai ficar bem, fique calma.
- Eu preciso ver ele. Jesus as pessoas vão me odiar tanto. Ele é uma pessoa pública, isso vai sair em todos os jornais amanhã. Sarah, o que eu faço, eu preciso ver ele.
- Já chegaram no hospital. - o Bruninho avisou
- Quem foi com ele?
- O marquinhos. Fique calma!
- Eu nem vi como começou. - falou o Gabriel. - Eduardo está louco.
- Nem eu, foi rápido. Eu estava bem longe com a Sarah - Bruno
- Quando viram eles já estavam rolando no chão. - respondeu o Gabriel
- Me levem pro hospital. - pedi
- Ele está desacordado, vá pra sua casa. O Marquinhos vai me dando notícia e eu falo pra Sarah. Vai com ela.
- Eu não fiz nada Bruno, eu juro. Eu não tenho culpa. Nunca mais falei com o Eduardo, desde que terminamos. E eu nem sabia que ele estava aqui, se não teria evitado.
- Eu sei, eu sei. Vai ficar tudo bem. Vai com ela amor. Eu vou dando notícias.
- Tá bom, tchau gente.
- Tchau. - respondemos

(...) Chegamos no meu apartamento, fiquei andando pra lá e pra cá pela sala e Sarah me levou pro meu quarto.

- Você acredita em mim? Eu não falo com o Eduardo desde que terminei tudo.
- Amiga eu sei.
- Eu não tenho culpa, eu não fazia ideia de que ele faria aquilo.
- Eu sei amiga! Eu sei.
- Os pais deles vão me odiar, meu Deus.. E ele é uma pessoa pública, logo isso vai estar em todo jornal, revista, na internet.. Eu não tenho culpa. - Ela saiu me deixando sozinha e voltou minutos depois.
- Bebe.
- Eu não tenho culpa. - repeti eufórica
- Bebe.
- Eu quero ir ficar com ele.
- Bebe, amanhã a gente vai.

Bebi o remédio e cada vez que eu via a imagem do Luan na cabeça eu chorava. Na manhã seguinte acordei ouvindo Sarah conversar, levantei fui pro banheiro e tomei um banho quente.

- Qual hospital ele está?
- No Albert Einsten.
- Vou me vestir e a gente vai, pode ser?
- Será que é uma boa ídeia?
- Porque? Te falaram alguma coisa.. ele não me quer lá?
- Não, nada disso, vamos!

Vesti uma roupa e fomos. Chegando lá, estava cheio de repórtes, mídia e seguranças. Resolvi entrar na outra portaria.

- Alí o Bruno e o Marquinhos. - fomos até eles
- E o Luan?
- Está dormindo. Não foi nada tão grave. Mas ele passou mal a noite toda.
- Quem está la com ele?
- Os pais.
- Ah..
- Você quer ir vê-lo?
- Eu não sei se é uma boa ídeia.
- Eles são gente boa, vou te levar lá.
- Melhor não.
- Vai ser bom ele te ver. Acredite. Vamos lá.

Resolvi o seguir. O marquinhos me deu o crachá dele e fomos. Chegamos na porta da sala tinha um casal conversando. De cara vi o rosto do Luan no rosto do homem. Acho que é seu pai.

- Ela pode entrar lá?
- Você é quem?
- Eu sou.. a Andre-essa!
- Que está morrendo de medo de vocês.
- Infelizmente isso acontece, querida.
- Eu não queria que isso acontecesse, gosto muito do Luan.
- Entendemos - ela falou baixo - Vai lá ver ele, ele está um pouco melhor.
- Me desculpa..
- Não tem de quê.

Fui até o Luan, ele estava dormindo. Tinha um corte em sua sobrancelha, e outro em seu queixo.

- Luan.. - ele suspirou fundo e abriu os olhos mas logo fechou de volta - Me desculpa.
- Vai embora, a gente conversa quando eu for pra casa.
- Não me pede isso.
- Por favor me ouve.
- Eu quero ficar aqui com você.
- Por favor, devo sair hoje ou amanhã. Vai pra casa, a gente conversa lá.
- Luan... - segurei sua mão e ele apertou
- Por favor. - suplicou
- Sim.
- Eu estou bem, vou ficar melhor ainda.
- Eu quero ficar aqui com você.
- Meus pais vão ficar comigo. Já é o bastante. - ele não me queria ali.
- Ok, você me manda mensagem?
- Sim, tchau. - forçou um sorriso amarelo
- Tchau.


Estou muito feliz e agradecida com os comentários. Que vocês continuem gostando!  Beijo

Um comentário:

  1. Luan merece uns tapas,ela não teve culpa de nada. Continua
    Quando tiver cap. Me avisa no whats PFV (81)989557278
    Amanda

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Capítulo oitenta e quatro

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