sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

Capitulo seis

(...)

Era madrugada, estava no apê da Sarah assistindo filme com Sarah, Lô, Nanda e a poli. Jogando conversa, comendo besteira e rindo. Meu celular apitou. Desbloquiei e fui ver o que era.

"oq está fazendo? podemos nos ver?"
"nao estou em casa"
"ah então deixa.."
"quer me ver agora, essa hora da noite?"
"cheguei faz pouco tempo de viagem, querendo ver vc"
"estou na sarah"
"eu posso ir aí? a gente da umas voltas, só pra conversar"
"certo, pode sim"
"to indo então"
"ok"

- Preciso trocar minha roupa.. Vou dar uma volta aí
- Essa hora, sozinha?
- Não.
- Com quem? - sarah
- Amiga, estamos vendo filme. - nanda
- Eu não vou demorar..
- Mas com quem você vai? - lô
- Não creio que você vai sair com o Eduardo, ele pintou e bordou com você e você aceita tudo normal. - nanda
- Ei, calma, não é com ele. Deixa eu ir me trocar.

Subi as escadas e elas vieram atrás fazendo mil e uma perguntas.

- É o Luan.
- OIE??? - sarah gritou - Desde quando vocês voltaram a conversar e não me contou?
- Que Luan gente? - poli
- Que Luan? - nanda
- Quem é esse Luan aí papai? - lo
- Sabe o Luan, amigo do Bruno, aquele famoso, que está doidinho na nossa amiga, chamado Luan Santana!!! - sarah
- O que? Fala sério. - lo
- Nossa, até eu gostaria de pegar ele viu, vai que é sua amiga, o boy é gostoso - poli
- Ele já falou pro Bruno que quer pegar a Andressa, mas ela é uma garota muita desligada e que o único ligamento dela é o ex! - sarah
- QUANDO ELE FALOU ISSO? - a encarei rindo - Você me joga essa só agora! Como assim, Sarah!
- Se eu beijo a boca daquele homem meu unico ligamento com certeza vai ser ele. Miga pega ele com jeito e deixa ele de quatro por você - nanda
- Acho mais capaz dela ficar de quatro pra ele do que ele né. - poli
- Oh burra, você entendeu o bordão! - lô

Gargalhamos das duas, coloquei um short e um boddy preto aberto nas laterais, e meu chinelo branco. São Paulo estava mais quente que o normal. Meu celular apitou, avisei elas e desci no elevador. Ele estava parado da mesma forma que me pegou em casa naquele dia, mas do outro lado.

- Oi.
- Oi. - sorriu e deu uma piscadela rápida. - Entra aí

Entrei no seu carro junto á ele. Que estava de bermuda branca, e camiseta preta. Meu cérebro virou gelatina nesse momento.

- Se eu te convidasse para ir na praia agora, você iria?
- Praia?
- Sim!
- É uma hora de viagem.. sem trânsito.
- Vamos em outro lugar então.
- Ok, vamos na praia.
- Não, tudo bem, vamos em um lugar perto
- Agora quero ir na praia, você fez o convite!
- Então vamos a praia. Pode ser qualquer uma?
- A sua preferência.
- Beleza.

Não durou cerca de uma hora, também com um carro com aquela potência, impossível. Ele parou num estacionamento 24 horas em frente a Praia Grande e caminhamos até a areia, como estava bastante tarde não havia ninguém por ali. Era sempre bom, ouvir as ondas quebrarem e sentir a maresia. Sentamos atrás de uma enorme pedra.

- Você está bonita! - ele disse sem me olhar
- Obrigada - sorri
- Acho que a gente não nos deu uma verdadeira chance de nos conhecermos melhor.
- Isso é verdade. - sorri mexendo na areia.
- Será que ta fria essa água em.
- Não sei.
- Bora lá?
- Sim.

Levantamos e caminhamos até o mar, molhando apenas os pés. A água estava muito gostosa.

- Eu gosto de bermudas brancas.
- Jura?
- Sim.
- Vou comprar outras 10
- Ah que bobeira. - ele riu
- Frio ou quente?
- Depende.
- Chuva ou sol?
- Porra, sem pergunta difícil. - ele deu uma risadinha
- Frio ou calor?
- Frio!
- Porque?
- Porque adoro ficar em baixo das coberta assistindo filme e ouvindo a chuva cair. Só não gosto de trovões.
- Você curte romantismo?
- Eu adoro romantismo, desde que seja algo verdadeiro, sempre é bem vindo
- Piscina ou mar?
- Mar!
- Um lugar que tem vontade de ir?
- Ilhas maldivas.
- Porque nunca foi? Acredito que você é boa de situação.
- Porque imagino que seja um lugar para curtir a dois. Pois é um lugar paradisíaco e romântico.
- Entendi.
- Você já foi lá?
- Não, só ouvi falar. Um doce?
- Chocolate, sem dúvidas. - ele riu
- Você tem irmãos?
- Tenho uma irmã e um irmão, gêmeos.
- Sério?
- Sim. Eles tem 4 anos. São um encanto.
- Se parece você, não tenho dúvidas. - minhas bochechas coraram. - Você é linda, Andressa. Tenho certeza que todos que conhece você um pouco quer sempre conhecer mais!
- Eu não me considero tão interessante assim.
- Você é, mais do que imagina! Tenha certeza disso. - sorriu, saímos do mar

Senti frio e dei vontade de voltar.

- Aquela ilha parece ser bonita, consegue ver? - ele assenti - Toda iluminada
- Você gosta muito de praias e ilhas, estou certo?
- Certíssimo. Eu quase me mudei para o Rio, e comprei um apartamento em frente ao mar, mas não queria deixar minhas amigas.
- Levasse elas uai.
- Ah, queria mesmo - ri.

A conversa rendeu bastante, que nem vimos a hora passar, só notamos que o sol estava para nascer e foi lindo assistir o nascer do sol.

- A gente pode ir embora agora.
- Sim.. Vambora!
- Você não está com sono? Consegue pegar a estrada?
- Consigo, estou de boa. Você dirige?
- Sim!
- É sério?
- Dirijo, as vezes venho pra cá sozinha.
- Não precisa vim sozinha mais, achou uma companhia.
- Que bom saber.

Caminhamos até o estacionamento e entramos. No meio do caminho ele parou para colocar gasolina.

- Deve ser interessante dirigir uma ferrari.
- Quer tentar?
- Eu me perdi quando você foi ligar, imagina dirigir.
- Eu te ensino a ligar, o resto é igual seu carro! É normal.
- Hummmm, ok!

Trocamos de lugares, pagou a gasolina e me ensinou a ligar.

- Estou um pouco nervosa.
- Pensa que é seu carro!
- Mas não é meu carro.
- Pensa uai, vai. Estou do seu lado.

Foi divertidissímo dirigir seu carro. Ainda mais na Anhanguera, que era uma das melhores rodovias para dirigir! Chegamos em são paulo.

- Tem uma padaria perto de onde você mora?.
- Pra quê?
- Pra gente comprar algo pra comer, não está com fome?
- Um pouco.
- Por isso mesmo.

E assim foi, ele olhou se estava vazio e como estava descemos e compramos várias coisas pra comer. E devoramos quase tudo no carro, foi divertido. Dessa vez ele quem foi dirigindo até meu apartamento.

- A gente pode fazer isso mais vezes.
- Sim, podemos. Eu adorei tudo, até dirigir esse carro, mesmo com bastante medo de bater em algum lugar.
- O que não precisava, né?!
- Aham. - rimos. - Então vou nessa, obrigada viu! Pela viagem, conversas, o café da manhã. Foi muito bom
- Eu que agradeço. - piscou sorrindo.
- E.. a gente vai se falando!
- Com certeza.

Desci do carro e acenei, enquanto caminhava para entrar a entrada do prédio

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Capítulo oitenta e quatro

- Não, eu te acordei? Não lembro. - Ahhhh. Certo - ri - Porque o que eu fiz? - Nada. É coisa atoa. - Amor, o que eu fiz? Você não ia per...