terça-feira, 16 de maio de 2017

Capitulo cinquenta e oito

Dias mais tarde. Acordei na manhã seguinte, fiz as higienes matinais, troquei minha roupa, levei o breno pra nossa cama e o coloquei ao lado do Luan.
- Breno está aqui, cuidado. - selei sua boca e ele nem se mexeu.

Hoje era dia de folga ds Clau, então saí para comprar as coisas para o café da manhã. Voltei e arrumei a mesa, aproveitei para abrir as janelas para ventilar. Lavei as coisas que sujamos a noite. Estremeci ao sentir dois braços me envolvendo.

- Uhh, bom dia.
- Bom dia. - a sua voz estava rouca de sono.. esse homem um dia ainda vai me matar.
- O que tem pra comer?
- Eu serve?
- Óh, porra, serve muito, você queria me acordar de vez? É isso?
- Sim, exatamente. - senti meu rosto queimar.
- Deu certo. - ele riu, beijando minha nuca - Vou te esperar. - caminhou até a sala.

Terminei de lavar a louça e fui até ele, que estava jogando. Sentei no seu colo.

- Vamos comer?
- Vamos. Só terminar essa fase.
- Ok. - fiz cafuné em seus cabelos, ele estava concentradinho, passou cincos minutos comecei a ficar entediada - E agora?
- Calma aê.
- Tá. - levantei de seu colo.
- Onde você vai? - tirei meu short.
- Lugar nenhum, e você? - ele me olhou rápido.
- Caramba, a gente já vai comer, para de jogar sujo!
- Quem está jogando sujo? - tirei minha camiseta
- Você. - sentei no seu colo.
- Esquece o jogo, vamos brincar de outra coisa..
- Amor, é uma puta fase!
- Ok! Então joga o seu jogo. - levantei tentando demonstrar chateamento, mas seu puxão em meu braço me fez sorrir. Ele deixou o controle de lado e desligou a tevê, sentei novamente em seu colo.
- Satisfeita? - levou as mãos até meu traseiro
- Ainda não, mas sei que você vai me deixar.
- Porra, Andressa. - esfreguei minha bunda nele, devagar.
- A gente tem que aproveitar o tempo que temos.
- A gente tem!! - beijei teu queixo - Você está ainda mais gostosa depois da gravidez. Eu sou um puta sortudo.
- Será que você gosta do que vê? - tirei meu sutiã
- Gostar eu gosto de video game, você eu venero loucamente. Suas curvas me deixa saciado. - beliscou meus seios com a ponta dos dentes, grunhi. - Eu entendo porque o Breno está sempre querendo mamar, só nos dois entende. Eu sou apaixonado nos seus peitos. - começou a suga-los com força. Não deixei em nenhum momento de esfregar nele, a sua ereção já estava avantajada. Pendi a cabeça pra trás enquanto ele chupava meus seios. Ele subiu a boca até meu pescoço, raspando os dentes e chupando-o.
- Eu quero montar em você. - sussurrei mordendo sua orelha, ele me levantou para tirar sua bermuda e ouvimos um chorinho bastante conhecido.
- Ah, não acredito! Porra breno, deixa sua mãe pra mim também.
- Eu já volto.
- Tá né!
- Não fica bravinho. Já já eu volto - beijei sua boca.
- Não estou, vai lá! - ri da sua feição

Subi a escada e alimentei o Breno, que não queria só alimentar, mas também brincar, puxar meus cabelos. Acabei desistindo e desci com ele.
- Ele não quer dormir. - gargalhei. - Vamos comer.
- Meu pau ta latejando, olha o que você fez.
- Desculpa!!! Eu prometo recompensar.
- Já vai começar agora, ficando assim. Não quero ver nem sinal de blusa, muito menos sutiã.
- Ok, papai!

Fomos pra mesa e tomamos café da manhã. Odiava ficar longe do Luan, porque sempre que ele voltava parecia que eu não o via á um ano. Ele foi com o Breno pra sala e fui arrumar a cozinha. Estava quase terminando quando ele me empurrou contra a parede mais próxima.

- Você está louco? - gargalhei, surpresa.
- Estou... Desde que você apareceu na minha vida! - abriu o zipper de sua bermuda, afastou minha calcinha pro lado e deslizou dentro de mim..
- Ohhh. - gemi em sua boca. - O. Breno. Está. Sozinho.
- Ele está no cercadinho. - me pegou, entrelacei minhas pernas em sua cintura. - Você está muito molhada!!
- Eu queria muito ter sido o seu café da manhã. - sussurrei baixinho, com uma risada no final.
- Porra Andressa.
- Estou brincando, eu estava com saudade das fodas matinais. Eu sonhei com você todas as noites, e acordei suada, foi do mesmo jeito quando estive grávida.
- Você acordava suada e molhada? - fechei os olhos com sua estocada funda.
- Sim, ma..
- E eu não estive lá pra te satisfazer? Porque diabos você não me ligou?
- Porque, hum.. - gemi um pouco alto e ele tampou minha boca - Não sei.
- Caralho. - ele me levou até a nossa mesa de vidro e me deitou nela.
- Você está louco?
- Louco de tesão. Não consigo nem pensar. - abriu ainda mais minhas pernas e começou a me chupar.
- Luan.
- Eu ainda quero você montando em mim, não esqueci. Você me cavalga como ninguém. Porra, você é muito gostosa. - puxou meus lábios molhados com a ponta dos dentes, gemi o mais baixo que consegui. Logo ele voltou com seu pau, estocando forte e apertando meus seios.
- Mais rápido. - por uma força do destino, chegamos o climax juntos. - A gente precisa olhar o Breno. - falei quando consegui acalmar minha respiração
- Depois transamos de novo?
- Hum.. sim!
- De almoço, eu quero você, de café da tarde também e de janta eu quero, hum? - colocou os dedos no seu queixo - Você. - bateu em meu bumbum.

Meu dia foi incrível com os dois. Estou tão feliz por cada momeni com eles. Estava sentado no colo do Luan, brincando com o Breno.

- O sorrisinho dele.
- O que você acha da gente também passar os perfuminhos do Breno, é o cheiro mais bom que existe.
- Que isso, Luan?!?!! - gargalhei.
- Nosso filho é muito cheiroso, dúvidas se puxou o pai ou a mãe.
- Você! Isso não é algo pra ter dúvidas. Não sou eu quem sou viciada em perfumes e tenho coleção. - ele riu.
- Eu sou muito a cópia do meu pai, mãmãe. - breno riu bastante. - E mamãe não precisa ficar com cíumes. Pensa pelo lado bom, agora tem o luan, e o mini luan. Luan em dose dupla. - revirei os olhos, sorrindo. Breno estava dando gargalhadas como nunca. Ele já está muito apegado no Luan, fica tão feliz quando ele está por perto. As vezes paro pra pensar quando ele estiver maiorzinho e começando a entender as coisas e o Luan tiver que ir viajar, como vai ser díficil. - O que está pensando?
- Em vocês - ri.
- Tipo?
- Quando ele ficar grandinho, vai ser bem difícil quando você tiver que viajar. Com quase 3 meses, ele já é muito apegado em você, imagina com um aninho, por ai!
- Eu vou ir em todos os lugares com meu pai.
- Aham, eu sei. - ele riu.
- Pensei que teria um filho só depois dos 30. Todo dia quando vou dormir fico pensando em como as coisas acontecem.
- Se arrepende?
- Nunca! Breno é a minha maior felicidade, você sabe disso. Eu não esperava ter um filho "agora". Mas eu estou muito feliz por ser pai, por ser pai do filho de uma mulher que gosto de verdade. Eu sou muito feliz com a família que formei. Com certeza é o meu melhor presente. Eu sabia que você era especial naquele dia que nos vimos pela primeira vez, sabia que era especial pelos tocos que me deu, sabia que era especial pelo dia que você me fodeu dizendo que tinhamos que ser apenas amigos, sabia que era especial, naquele dia que fui até o seu apartamento e você me beijou pela primeira vez. Aquele dia você me deixou louco. - sorri de lado. - Sabia que você era especial, quando eu estraguei tudo e não conseguia passar um unico minuto sem pensar em você. Nos dias que ficamos separados eu percebi que você era uma mulher que eu não deveria deixar ir. Porque eu me arrependeria de ter um filho agora, sendo que eu já encontrei a mulher da minha vida? - encolhi os ombros, com um enorme sorriso de orelha a orelha. - Não sei se quero esperar os trinta anos pra meter outro filho na sua barriga. - Ah, não fode.
- Ah amor, imagina a casa cheia de filhos nosso correndo.
- Você quer me ver enlouquecer, é isso?
- Enlouquecer só em quatro paredes. - revirei os olhos
- Você vai de romântico a safado em questão de segundos.
- Eu não disse nada. - rimos.

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Capítulo oitenta e quatro

- Não, eu te acordei? Não lembro. - Ahhhh. Certo - ri - Porque o que eu fiz? - Nada. É coisa atoa. - Amor, o que eu fiz? Você não ia per...