O dia seguinte foi difícil, não consegui fazer com que a Andressa saísse da cama, ela mal dormiu, sempre que conseguia dormir começava a suar e gemer, acordava assustada e chorava. Estava preocupado com o Breno que deu febre o dia todo, a da Andressa havia passado, mas a dele não passou em momento algum.
- Você não acha melhor leva-lo ao médico?
- Eles vão internar o Breno, mãe. Andressa não saiu da cama hoje. Eu faço o que?
- Eu posso ficar com ele, enquanto você cuida dela.
- Eu não sei o que fazer.
- Vou leva-lo ao médico, deixe filho, não podemos ficar deixando passar, ele não está bem!!
- Eu quero estar junto dele também, mãe.
- Então leva ele com seu pai e eu fico com a Andressa.
- Não mãe.
- Filho a gente precisa fazer alguma coisa, não podemos deixar os dois nessa situação, teu filho tem 3 meses e está com febre o dia todo, desde madrugada. Você não lembra o que a pediatra disse?
- Certo. Vou dar um banho nele e vocês o levam até o médico.
- Sim.
Dei um banho no Breno, ele não estava bem. Arrumei as coisinhas dele.
- Onde você vai com o Breno?
- Meus pais vão leva-lo pro médico.
- Luan, não. Ele não pode ir sem mim, deixe ele comigo, ele vai ficar bem.
- Andressa, o Breno não está bem! Você não confia nos meus pais?
- Confio, sim, muito! Eu só não queria ficar longe dele, a culpa é toda minha. - as lágrimas começaram a escorrer de seus olhos. Suspirei fundo, levei o Breno até ela, e ela o pegou. - Perdoa a mamãe, Bre. Um dia você vai saber que não foi por maldade. Lute por você sempre. - beijou sua testa.
- Já volto.
- Tá.
Meus pais levaram o Breno para o médico, Sarah e Igor chegaram um tempo depois. Fiquei conversando com a Claudia, ela estava preparando mingau de maizena para a Andressa, talvez isso ela comeria. Peguei meu celular e disquei o número de sua mãe, que atendeu no quarto toque.
- Oi querido, boa noite.
- Oi Joana, boa noite.
- Tudo bem?
- Uh, sim e ai?
- Tudo.. tem certeza que está tudo bem?
- Eu queria conversar, tem alguns minutos pra mim? É importante.
- Claro que sim, vocês dois brigaram?
- Não.
- Separaram? - ri sem humor
- Não também.
- O que foi então?
- Eu queria muito que você viesse para o Brasil. Eu preciso da sua ajuda.. com a Andressa?
- Porque? Ajuda com o que?
- Eu não sei como falar.
- Falar o que? - suspirei fundo, massagiei minha testa. - Luan, você está aí?
- Sim, estou. Estou pensando em alguma forma de dizer, mas não estou conseguindo.
- Por favor, me fale. Ela está doente?
- Andressa foi estuprada esta noite. - ouvi um barulho de baque do telefone. - Joana..
- Alô? É o Carlos.
- Oi Carlos.
- O que você disse a Joana, ela está tremendo muito e começando a chorar. Aconteceu alguma coisa com a nossa filha?
- Sim, infelizmente. - minha voz está com tremenda dificuldade pra sair - Ela foi levar o Breno no médico de madrugada é um bando de filho da puta... estupraram ela, bateram nela e a deixou desacordada. Eu queria fazer b.o, mandar alguém ir atrás, ela não deixou, eu não faço ídeia de como faze-la comer. Já são 18h37 e ela não comeu nada, so chora chora. Meus pais levaram o Breno pro hospital pois ele não esta bem também, tomou bastante chuva. E, eu preciso da ajuda de vocês. - ele não disse nada. Soltou um suspiro pesado. - Eu não estava na cidade, eu nunca deixaria ela sair esse horario sozinha, eu não sabia que ela iria. eu.. me des..
- Você não tem culpa rapaz, os únicos culpados são os covardes que a atacaram. Vamos estar aí amanhã.
- Eu não queria estar dando essa notícia, eu pensei seriamente em não falar nada, mas se fosse comigo eu ficaria muito chateado e com a vinda de vocês pode ajudar muito.
- Eu ficaria bastante chateado com você se nos escondesse isso. Estaremos aí na parte da manhã de amanhã.
- Ok. Cuide da Joana.
- Uhh, sim.
- Obrigado Luan, por ter nos avisado.
Me despedi dele e permaneci sentado um pouco, minha cabeça estava doendo muito.
- Tome! - Claudia apareceu com um copo de suco
- Obrigada Clau. - ela assentiu
- O mingau está quase pronto. - assenti e levantei, fui até o quarto fiquei parado na porta. Ela estava abraçada com o Igor e ele conversando baixinho em seu ouvido. Desci e sentei no sofá novamente. Esfreguei as temporas, procurei um remédio pra cabeça e tomei. Passou bons minutos, liguei pra minha mãe.
- Oi filho.
- E ai?
- Eles já internaram ele, o médico não falou muito, só disse que é perigoso o estado que ele está. - suspirei.
- Estou preocupado. Os pais da Andressa chegam amanhã, e eu vou ficar com o Breno.
- Você ligou?
- Era minha obrigação, mãe! Se eles descobrisse por outras pessoas iria ser pior. A senhora está perto do Breno?
- Sim.
- Ah sim.. vai conversando com ele. Amanhã eu vou ficar para ai
- Fica calmo filho, tudo vai se ajeitar, as coisas vão melhorar, você vai ver.
- Não queria estar passando por isso, esse é o pior momento da minha vida. Eu espero toda hora acordar desse pesadelo.
Suspirei pesado...
- LUANNN. - olhei em direção a escada
- O que?
- Andressa desmaiou. Meu Deus.. - deixei o telefone no sofá e subi rápido.
- Como assim desmaiou?
- A gente não faz ídeia. - Sarah começou a chorar de soluçar e o Igor abraçou ela.
- Amor.. - beijei sua boca, comecei a mexer suas pernas, já ouvi muito sobre isso, por sorte sabia algumas coisas. Coloquei sua cabeça de lado. - Coloca o ar pra ventilar por favor e assim um deles fez. Ela começou a acordar, beijei sua testa e suspirei fundo. Claudia apareceu com um copo de água e açucar. Sentei ela em meu colo e acariciei seus cabelos. - Está tudo bem. - ela começou a chorar outra vez. - Vai ficar.
- Beba isso querida. - peguei o copo da mão da Claudia, mas Andressa não quis pega-lo.Beijei novamente seus cabelos.
- Bebe amor.
- Estou com frio.
- Precisa ventar um pouco aqui. - a apertei em meus braços, ela bebeu a água e se aconchegou em mim outra vez. - Faz um pra Sarah, Clau.
- Sim! Logo vou trazer o mingau.
Cantei uma música em seus ouvidos, enquanto ela estava acalmando. Seu aperto estava forte em mim. Se eu não me engano ela foi pegando ao sono. Claudia fechou o quarto, deixando-o escuro. Permaneci como estava e ela dormiu por longos minutos, minhas costas estava doendo mas eu queria que ela dormisse, eu posso aguentar. Minutos mais tarde ela começou a choramingar e me apertou mais forte.
- Estou aqui.
- Tive um pesadelo.
- Nada vai acontecer amor, eu prometo! Confia em mim.
- Eu confio. - ela murmurou sonolenta. - O Bre?
- Internaram ele.
- Óh, meu Deus. - as lágrimas desceram de seus olhos - Ele precisa de mim.
- Minha mãe está la, ela está com ele. Eu estava falando com ela agora. Amanhã eu vou ficar com ele.
- Eu não quero ficar sozinha.
- Você não vai. - ela abaixou a cabeça se aninhando a mim, novamente.
Deitei ele na cama quando adormeceu, deitei-me ao seu lado e a puxei para o meu peito.
- As coisas vão melhorar, eu prometo. - sussurrei em seus cabelos
quarta-feira, 31 de maio de 2017
sexta-feira, 26 de maio de 2017
Capítulo sessenta e um
Meu estômago revirou, o olhei esperando ele dizer que era uma brincadeira sem graça, mas ele não disse nada.
- E AONDE ELA TÁ?????
- Liga de volta no número que ela te ligou.
- Caramba Rober. - sentei na cama, passando as mãos pelos cabelos
- Liga pra ela, ela está desesperada. Eu não sabia nem o que falar.
- Eu preciso mandar alguém buscar ela.
- Seus pais!!
- Vou ligar pra ela primeiro.
Peguei meu celular, e liguei de volta para o número que ela me ligou.
- Alô. - ela disse
- Oi amor.. - ouvi o Breno chorar.
- Luan.. - ela começou a chorar - Eu estou com medo, está chovendo muito. O breno não para de chorar.
- O Rober já está ligando pro meu pai.
- Eu descobri o lugar que estou.
Passei tudo ao Rober, enquanto ele falava com meu pai.
- Eu to com medo de dar alguma coisa com o Breno, estou tentando não deixar ele ir na chuva mas fiquei um tempo desacordada, não sei quanto tempo.
- Meus pais estão chegando..
- Eu estou com vergonha. - ela disse tão baixo. - Eles rasgaram minha roupa. O breno está pegando muito chuva, eu sou horrível.
- Eu te amo, muito! - falei - Eu te amo muito, você sabe, não sabe? Eu amo vocês. Eu vou ir embora e ficar com vocês, meu pai já saiu de casa.
- Eu vou molhar o carro deles.
- Não tem importância.
- Eu estou com muito nojo de mim, muito nojo, eu quero vomitar. Está chovendo muito forte. Minha cabeça está doendo, estou com frio. Eram cinco homens. - fechei os olhos, alisei minha testa, eu não sabia que porra falar. Nunca na minha vida imaginei que passaria por isso.
- Eu vou mata-los. Não importa quem seja.
- Eu estou com medo deles voltarem.
- Eles não vai, meus pais estao chegando.
- Fala com o Breno, ele não parou de chorar em nenhum momento.
Ouvi seu choro mais evidente.
- Bre.. é o papai... - não disse mais nada
- Ele não para.
- Eu não sei o que falar.
- Vem embora..
- Eu vou, estou esperando meus pais chegar pra desligar e arrumar as coisas.
- Eu estou suja. Eu estou suja.
- Amor..
- Meu corpo está doendo muito. Acho que seus pais estão chegando, está vindo um carro.
- Tomara que seja eles.
- Eu estou com vergonha.
- Não sinta.
- Uhh, são eles. Tchau.
- Tchau, eu te amo, ta?
Ela desligou, liguei no número do meu pai, e ele atendeu.
- Oi filho..
- Não pergunta nada, certo?
- Sim.
- Ele está muito machucada?
- Um pouco.
- Ela disse alguma coisa?
- Não.
- Fica com ela lá em casa, até eu chegar. Vou ligar pra amiga dela. Pede minha mãe pra ligar para um médico, e um pediatra.
- Certo.
- Vocês levaram coberta pra eles?
- Pensamos nisso!
- Obrigada pai, daqui a pouco estou em casa.
- Fica tranquilo, vamos cuidar dela. Você sabe o quanto adoramos-a.
- Eu estou preocupado. Fiquem de olho nela.
- Vamos ficar.
(...) Horas mais tarde, cheguei em casa, meus pais estavam falando com uma mulher.
- Cadê ela? Quem está lá com ela? E o Breno?
- Sarah, está com ela. Breno também. Ele está dormindo. Essa é Luiza, a pediatra. Ela se recusou a passar por um médico.
- Oi Antonia. E o Breno? Ele tomou muita chuva!
- Eu medi sua febre e ele estava com 40 graus, isso é muito perigoso, ainda mais para um bebê de 3 meses. Com isso ele pode dar hipotermia, deixei uma receita de remédios para dar a ele. Deixe-o bastante agasalhado, quanto menos frio melhor pra ele. Caso as coisas fiquem pior, ou a febre continue alta levem ele ao médico, para interna-lo. Isso pode levar a morte. A imunidade dele abaixou de uma forma que não pode. Os remédios são bons, apliquei uma vacina nele. Espero que ele fique bem rápido. So tomem cuidado. Qualquer coisa podem me chamar novamente. - suspirei fundo, assenti, me despedi dela e sai da sala.
Subi a escada correndo e fui até nosso quarto. A porta estava meio aberta. Ela estava no meio da cama, segurando a mão da Sarah e chorando passei a mão pelos cabelos e entrei. Caminhei até o berço. Breno estava dormindo, o quartl estava bastante quente e ele empacotadinho. Beijei sua testa, que ainda estava quente.
- Papai chegou pra cuidar de vocês. Fique bem filho. Fique bem. - beijei sua mãozinha. - Oi, sarah
- Oi Luan. - limpou o rosto. - Eu vou lá embaixo.
- Pode ficar aí.
- Eu vou lá!! - levantou e saiu do quarto.
Fiquei a olhando por uns segundos, sua testa estava ralada. Meu olho se encheu d'água, deitei ao seu lado e a puxei para o meu peito. Ela chorou de soluçar. Beijei seus cabelos, ela gelada, muito gelada.
- Oi pequena. - acariciei seus cabelos - Estou aqui. - Fechei os olhos. - Estou aqui. Eu queria te proteger de tudo, me desculpa por não ter sido capaz. Eu vou te proteger de tudo, nada mais vai acontecer com você, com vocês, eu prometo. Vamos passar por isso, eu você e o Breno.
- Minha cabeça doí.
- Porque você não quis se passar por um médico?
- Eu estou com vergonha e nojo de mim. Eu não quero que ninguém me veja. E nem você olhe para o meu corpo. Eu estou com vergonha de olhar nos seus olhos. Eu deixei outra pessoa me tocar.
- Amor..
- Eu me sinto enojada, com vergonha. - tentei fazer com que ela me olhasse, mas foi em vão.
- Você não tem culpa! Não sinta vergonha de mim, eu sou seu namorado, sou pai do seu filho, sou seu amigo, somos um só, Andressa. Não vou deixar ninguém mais chegar perto de você. Você não sabe a raiva que estou sentindo, como estou por dentro, de imaginar um bando de filho da puta tocando em você, batendo em você. Eu odeio saber que você passou por isso, só de pensar me da vontade de fazer coisas que eu nunca imaginei..
- Não me deixe. Por favor.
- Eu não te deixaria mesmo se você pedisse.
- Eu só fui levar o Breno em outro médico, ele estava mal e eu piorei tudo. Se acontecer alguma coisa com ele eu nunca vou me perdoar.
- As coisas vão ficar bem. Ele vai ficar bem. Lembra quando você o ganhou, o quanto ele lutou por sua vida. - Breno começou a chorar em seu berço, e Andressa chorou ainda mais. Levantei para pega-lo e trouxe ele pra cama com a gente, coloquei ele ao lado dela, ela se recusou a olhar em seu rosto. - Ele precisa de você, ele sabe que você não tem culpa de nada. Você é a mãe dele amor, você o carregou, você o gerou, você dá amor, carinho, você é tudo pra ele, não faça isso.
- Eu arruinei nossa vida. - fiquei calado - Eu arruinei a minha vida.
- A gente te ama, e você vai passar por isso, nos três somos um só, você é forte o suficiente pra passar por isso.
- Eu não sou.
- Você é. - peguei o Breno, ele estava chorando bastante. Beijei seu rosto. - nanã neném que a cuca vai pegar, papai foi pra roça mamãe foi passear. - comecei a cantar baixinho em ouvido, ele acalmou, mas logo começou de novo. Andressa se sentou e me pediu ele. Limpou o rosto. Tirou a coberta meu sangue bombeou mil vezes a mais em meu corpo. Ela estava toda marcada, seu pescoço com chupões, os braços com enormes roxos. - Puta que pariu.
- Não fala nada. - ela sussurrou baixo, voltando a chorar e pegou o Breno.
Fechei os olhos, abri novamente na esperança de ser um pesadelo mas era real. Ela levantou a blusa e seus seios estavam roxos. Levantei e dei um soco na parede. Eu queria achar esses desgraçados e mata-los com a porra de minhas mãos. Eu queria ensina-los o que é encostar na namorada dos outros, eu queria... Tentei me acalmar. Olhei para minha namorada de novo, e a raiva foi me consumindo. Raiva, tristeza, ódio, nojo, nojo de saber que o mundo está cheio desses vermes. Voltei pra cama novamente e a abracei, abracei forte, como se o mundo fosse acabar daqui a meia hora. Murmurei em seu ouvido o quanto eu a amava, o quanto ela era minha e que ninguém nunca mais tocará sem que ela permitisse. Breno dormiu em seu braços, Peguei o termômetro e coloquei nele. Ainda estava 38, aproveitei para colocar na andressa, e dela estava 39,7
- Caramba Andressa, você está queimando de febre. MÃAAAAE. - minha mãe, sarah e meu pai apareceram. - Mãe, fica com o Breno pra mim, Andressa está com 39,7 de febre.
- Eu não vou ao médico.
- Um banho, pelo menos.
- Não, por favor, não faça isso. Não faça eles me verem assim. - ela sussurrou, mas acho que não tão baixo quanto ela esperavam pois eles se viraram para sair
- Cuide dela, cuidaremos dele!
- Obrigado.
Já a sós. Tirei sua coberta, Meu Deus. Tem algum lugar em que não tem a porra de um roxo na Andressa. Ela se encolou e as lágrimas desceram em seu rosto, desviei meus olhares dela para o chão, suspirei fundo e a peguei no colo. Ela gemeu de dor. A levei pro banheiro.
- Qual você prefere.
- Eu quero deitar.
- Então estamos indo para o hospital. - ela gemeu de frustação.
- Não faça isso comigo.
- Andressa, você está com 39,7 de febre. Se você não me ajudar, eu vou ter que agir!
- Não fala assim, por favor, para. - a sentei na pia e a abracei forte.
- Me desculpa, eu estou preocupado, minha cabeça está uma merda, eu não sei o que fazer. Você está machucada, porra. Você. Está. Machucada. Eu estava longe. Eu me sinto o pior impossível. O Breno está com febre, você está com febre. Eu não sei o que fazer, eu não faço ídeia de como agir, o que fazer, o que falar. As duas pessoas mais importante pra mim não estão bem. Você foi violentada, qual cabeça você acha que eu estou? Andressa, eu estou em choque desde que Rober me falou, tem coisas que a gente não está preparado. Me desculpa, eu só to.. porra - abaixei a cabeça me sinto um fraco.
- Eu tomo banho, não chora, eu passei por muito essa noite, você chorando pra mim é o limite.
- Eu só quero vocês bem, é so isso. Quando vamos ter paz de espirito, quando porra. - a abracei, não queria demonstrar fraqueza, eu precisava ser forte agora.
- E AONDE ELA TÁ?????
- Liga de volta no número que ela te ligou.
- Caramba Rober. - sentei na cama, passando as mãos pelos cabelos
- Liga pra ela, ela está desesperada. Eu não sabia nem o que falar.
- Eu preciso mandar alguém buscar ela.
- Seus pais!!
- Vou ligar pra ela primeiro.
Peguei meu celular, e liguei de volta para o número que ela me ligou.
- Alô. - ela disse
- Oi amor.. - ouvi o Breno chorar.
- Luan.. - ela começou a chorar - Eu estou com medo, está chovendo muito. O breno não para de chorar.
- O Rober já está ligando pro meu pai.
- Eu descobri o lugar que estou.
Passei tudo ao Rober, enquanto ele falava com meu pai.
- Eu to com medo de dar alguma coisa com o Breno, estou tentando não deixar ele ir na chuva mas fiquei um tempo desacordada, não sei quanto tempo.
- Meus pais estão chegando..
- Eu estou com vergonha. - ela disse tão baixo. - Eles rasgaram minha roupa. O breno está pegando muito chuva, eu sou horrível.
- Eu te amo, muito! - falei - Eu te amo muito, você sabe, não sabe? Eu amo vocês. Eu vou ir embora e ficar com vocês, meu pai já saiu de casa.
- Eu vou molhar o carro deles.
- Não tem importância.
- Eu estou com muito nojo de mim, muito nojo, eu quero vomitar. Está chovendo muito forte. Minha cabeça está doendo, estou com frio. Eram cinco homens. - fechei os olhos, alisei minha testa, eu não sabia que porra falar. Nunca na minha vida imaginei que passaria por isso.
- Eu vou mata-los. Não importa quem seja.
- Eu estou com medo deles voltarem.
- Eles não vai, meus pais estao chegando.
- Fala com o Breno, ele não parou de chorar em nenhum momento.
Ouvi seu choro mais evidente.
- Bre.. é o papai... - não disse mais nada
- Ele não para.
- Eu não sei o que falar.
- Vem embora..
- Eu vou, estou esperando meus pais chegar pra desligar e arrumar as coisas.
- Eu estou suja. Eu estou suja.
- Amor..
- Meu corpo está doendo muito. Acho que seus pais estão chegando, está vindo um carro.
- Tomara que seja eles.
- Eu estou com vergonha.
- Não sinta.
- Uhh, são eles. Tchau.
- Tchau, eu te amo, ta?
Ela desligou, liguei no número do meu pai, e ele atendeu.
- Oi filho..
- Não pergunta nada, certo?
- Sim.
- Ele está muito machucada?
- Um pouco.
- Ela disse alguma coisa?
- Não.
- Fica com ela lá em casa, até eu chegar. Vou ligar pra amiga dela. Pede minha mãe pra ligar para um médico, e um pediatra.
- Certo.
- Vocês levaram coberta pra eles?
- Pensamos nisso!
- Obrigada pai, daqui a pouco estou em casa.
- Fica tranquilo, vamos cuidar dela. Você sabe o quanto adoramos-a.
- Eu estou preocupado. Fiquem de olho nela.
- Vamos ficar.
(...) Horas mais tarde, cheguei em casa, meus pais estavam falando com uma mulher.
- Cadê ela? Quem está lá com ela? E o Breno?
- Sarah, está com ela. Breno também. Ele está dormindo. Essa é Luiza, a pediatra. Ela se recusou a passar por um médico.
- Oi Antonia. E o Breno? Ele tomou muita chuva!
- Eu medi sua febre e ele estava com 40 graus, isso é muito perigoso, ainda mais para um bebê de 3 meses. Com isso ele pode dar hipotermia, deixei uma receita de remédios para dar a ele. Deixe-o bastante agasalhado, quanto menos frio melhor pra ele. Caso as coisas fiquem pior, ou a febre continue alta levem ele ao médico, para interna-lo. Isso pode levar a morte. A imunidade dele abaixou de uma forma que não pode. Os remédios são bons, apliquei uma vacina nele. Espero que ele fique bem rápido. So tomem cuidado. Qualquer coisa podem me chamar novamente. - suspirei fundo, assenti, me despedi dela e sai da sala.
Subi a escada correndo e fui até nosso quarto. A porta estava meio aberta. Ela estava no meio da cama, segurando a mão da Sarah e chorando passei a mão pelos cabelos e entrei. Caminhei até o berço. Breno estava dormindo, o quartl estava bastante quente e ele empacotadinho. Beijei sua testa, que ainda estava quente.
- Papai chegou pra cuidar de vocês. Fique bem filho. Fique bem. - beijei sua mãozinha. - Oi, sarah
- Oi Luan. - limpou o rosto. - Eu vou lá embaixo.
- Pode ficar aí.
- Eu vou lá!! - levantou e saiu do quarto.
Fiquei a olhando por uns segundos, sua testa estava ralada. Meu olho se encheu d'água, deitei ao seu lado e a puxei para o meu peito. Ela chorou de soluçar. Beijei seus cabelos, ela gelada, muito gelada.
- Oi pequena. - acariciei seus cabelos - Estou aqui. - Fechei os olhos. - Estou aqui. Eu queria te proteger de tudo, me desculpa por não ter sido capaz. Eu vou te proteger de tudo, nada mais vai acontecer com você, com vocês, eu prometo. Vamos passar por isso, eu você e o Breno.
- Minha cabeça doí.
- Porque você não quis se passar por um médico?
- Eu estou com vergonha e nojo de mim. Eu não quero que ninguém me veja. E nem você olhe para o meu corpo. Eu estou com vergonha de olhar nos seus olhos. Eu deixei outra pessoa me tocar.
- Amor..
- Eu me sinto enojada, com vergonha. - tentei fazer com que ela me olhasse, mas foi em vão.
- Você não tem culpa! Não sinta vergonha de mim, eu sou seu namorado, sou pai do seu filho, sou seu amigo, somos um só, Andressa. Não vou deixar ninguém mais chegar perto de você. Você não sabe a raiva que estou sentindo, como estou por dentro, de imaginar um bando de filho da puta tocando em você, batendo em você. Eu odeio saber que você passou por isso, só de pensar me da vontade de fazer coisas que eu nunca imaginei..
- Não me deixe. Por favor.
- Eu não te deixaria mesmo se você pedisse.
- Eu só fui levar o Breno em outro médico, ele estava mal e eu piorei tudo. Se acontecer alguma coisa com ele eu nunca vou me perdoar.
- As coisas vão ficar bem. Ele vai ficar bem. Lembra quando você o ganhou, o quanto ele lutou por sua vida. - Breno começou a chorar em seu berço, e Andressa chorou ainda mais. Levantei para pega-lo e trouxe ele pra cama com a gente, coloquei ele ao lado dela, ela se recusou a olhar em seu rosto. - Ele precisa de você, ele sabe que você não tem culpa de nada. Você é a mãe dele amor, você o carregou, você o gerou, você dá amor, carinho, você é tudo pra ele, não faça isso.
- Eu arruinei nossa vida. - fiquei calado - Eu arruinei a minha vida.
- A gente te ama, e você vai passar por isso, nos três somos um só, você é forte o suficiente pra passar por isso.
- Eu não sou.
- Você é. - peguei o Breno, ele estava chorando bastante. Beijei seu rosto. - nanã neném que a cuca vai pegar, papai foi pra roça mamãe foi passear. - comecei a cantar baixinho em ouvido, ele acalmou, mas logo começou de novo. Andressa se sentou e me pediu ele. Limpou o rosto. Tirou a coberta meu sangue bombeou mil vezes a mais em meu corpo. Ela estava toda marcada, seu pescoço com chupões, os braços com enormes roxos. - Puta que pariu.
- Não fala nada. - ela sussurrou baixo, voltando a chorar e pegou o Breno.
Fechei os olhos, abri novamente na esperança de ser um pesadelo mas era real. Ela levantou a blusa e seus seios estavam roxos. Levantei e dei um soco na parede. Eu queria achar esses desgraçados e mata-los com a porra de minhas mãos. Eu queria ensina-los o que é encostar na namorada dos outros, eu queria... Tentei me acalmar. Olhei para minha namorada de novo, e a raiva foi me consumindo. Raiva, tristeza, ódio, nojo, nojo de saber que o mundo está cheio desses vermes. Voltei pra cama novamente e a abracei, abracei forte, como se o mundo fosse acabar daqui a meia hora. Murmurei em seu ouvido o quanto eu a amava, o quanto ela era minha e que ninguém nunca mais tocará sem que ela permitisse. Breno dormiu em seu braços, Peguei o termômetro e coloquei nele. Ainda estava 38, aproveitei para colocar na andressa, e dela estava 39,7
- Caramba Andressa, você está queimando de febre. MÃAAAAE. - minha mãe, sarah e meu pai apareceram. - Mãe, fica com o Breno pra mim, Andressa está com 39,7 de febre.
- Eu não vou ao médico.
- Um banho, pelo menos.
- Não, por favor, não faça isso. Não faça eles me verem assim. - ela sussurrou, mas acho que não tão baixo quanto ela esperavam pois eles se viraram para sair
- Cuide dela, cuidaremos dele!
- Obrigado.
Já a sós. Tirei sua coberta, Meu Deus. Tem algum lugar em que não tem a porra de um roxo na Andressa. Ela se encolou e as lágrimas desceram em seu rosto, desviei meus olhares dela para o chão, suspirei fundo e a peguei no colo. Ela gemeu de dor. A levei pro banheiro.
- Qual você prefere.
- Eu quero deitar.
- Então estamos indo para o hospital. - ela gemeu de frustação.
- Não faça isso comigo.
- Andressa, você está com 39,7 de febre. Se você não me ajudar, eu vou ter que agir!
- Não fala assim, por favor, para. - a sentei na pia e a abracei forte.
- Me desculpa, eu estou preocupado, minha cabeça está uma merda, eu não sei o que fazer. Você está machucada, porra. Você. Está. Machucada. Eu estava longe. Eu me sinto o pior impossível. O Breno está com febre, você está com febre. Eu não sei o que fazer, eu não faço ídeia de como agir, o que fazer, o que falar. As duas pessoas mais importante pra mim não estão bem. Você foi violentada, qual cabeça você acha que eu estou? Andressa, eu estou em choque desde que Rober me falou, tem coisas que a gente não está preparado. Me desculpa, eu só to.. porra - abaixei a cabeça me sinto um fraco.
- Eu tomo banho, não chora, eu passei por muito essa noite, você chorando pra mim é o limite.
- Eu só quero vocês bem, é so isso. Quando vamos ter paz de espirito, quando porra. - a abracei, não queria demonstrar fraqueza, eu precisava ser forte agora.
quarta-feira, 24 de maio de 2017
Capítulo sessenta
Três dias mais tarde. Eu não tinha ídeia do que estava acontecendo com o Breno e o pior, passei os dois ultimos dias mais no hospital do que na minha própria casa. Até que simplesmente cansei de ir em hospital e não resolver nada. Liguei pra Marizete para peguntar o que poderia ser e o que fazer, ela me deu instruções. De madrugada ele não parou momento algum de chorar.
- O que foi Bre, a mamãe já te levou ao médico e você continua assim. - ele não parou de chorar. Tanto que acabei chorando com ele. - A mamãe não sabe mais o que fazer.. Você não quer mais mamar, e quando mama joga tudo pra fora. - conversar com ele também não estava adiantando.
Deixei-o em minha cama, vesti meu moletom, arrumei sua malinha, com seus documentos, peguei meu celular, a chave do carro e desci. O coloquei na cadeirinha e sentei no banco do motorista.
"nao sei o que está fazendo, estou indo levar o Bre em outro médico 24h, ele não para de chorar, eu não faço ideia mais do que fazer.. eu te amo."
Sai do condomínio e segui em direção de outro hospital. Meu gps me mandou entrar em algumas ruas estranhas, pensei em voltar pra trás e esperar amanhecer, mas Breno não podia continuar assim. Entrei numa rua quase sem iluminaçao, e meu carro desligou, fui rodar a chave e quando olhei pra cima vi alguns homens, fui dar ré, mas um mirou algo parecido como uma arma diretamente em minha direção,cgelei desde os dedos do pé, até meu coro cabeludo, Comecei a rezar, tinha 5 homens. Pensei novamente em dar ré, mas Breno estava comigo. Suspirei fundo. Um bateu na janela, não queria abrir, mas era o homem da arma e ele estava batendo em meu vidro com ela. Meu. Deus.
- Desce do carro.
- Moço, eu estou com filho pequeno. Me deixa ir embora.
- Desce do carro, vagabunda.
- Por favor!
- Eu disse DESCE DO CARRO! - senti meus olhos inundarem
Tirei o Breno da cadeirinha e saí do carro com ele comigo. Eles olharam o carro. Os outros três homens começaram a se aproximar.
- Você tem uma bundinha gostosa. - sussurrou um deles, em meu ouvido.
- Pensando bem, eu não vou ficar satisfeito só com o carro, quero você também.
- Moço..
- Cale a boca, vadia.
- Faça esse garoto calar a porra da boca.
- Bre.. shiii - falei tremula
- Adoraria ouvir esse shi mas como gemido.
- Eu vou comer essa garota. - comecei a estremecer
Eu estava prestes a vomitar, meu coração só faltava sair pela boca. Eles começaram a me rondar e deslizar as mãos pelo meu corpo. Apertei forte o breno em meus braços.
- Me dá o garoto.
- Não.
- Me dá o garoto, eu não vou repetir.
- Eu não vou dar!!!!
- Você vai dar o que a gente quiser.
- Ele não.
- Me dá o garoto.
- NÃO. - cuspi em seu rosto. Ele me olhou visivelmente nervoso.
- Então a piranha sabe cuspir. - ele me deu um tapa forte em meu rosto. Fechei os olhos com força - Me dá o moleque.
- EU DISSE QUE NÃO.
- Cansei desse joguinho. - segurei o Breno com toda força, mas com a ajuda dos outros homens ele pegou o Breno de mim. Comecei a gritar, eles não tinham esse direito. Um deles tamparam a minha boca.
- SE VOCÊ DAR MAIS UM PIO EU VOU EXPLODIR O CRÂNIO DELE. - as lágrimas começaram a descer, e eles me levaram para um lugar ainda mais escuro.
- Me deixem ir embora, não faça nada comigo.
- Com essa vozinha eu deixaria você. Mas eu olho pra esse corpinho delicioso, essa bundinha rendonda..
- Rapazes, pensando bem, vamos deixar ela ir. - os olhei esperançosa. - Depois que a gente come-la bem gostoso!!
- Me deixem ir, não façam nada com meu filho por favor eu imploro..
- Então cala essa sua boquinha ou ele irá matar ele, está vendo? - segurou forte minha cabeça, fazendo com que eu olhasse diretamente ao Breno.
Eles começaram a rasgar minha roupa, as lágrimas não paravam de descer.
- Vou rasgar essa bucetinha.
- Tem cara de que é apertadinha.
- Eu quero meu pau bem fundo nela
- Me deixem ir embora.. - implorei.
- Se você falar mais uma palavra, vamos ter que dar um jeitinho no muleque. Você quer? - apertou meus seios. Balancei a cabeça negativamente
- Pede ele pra abaixar a arma.
- EU FALEI SEM UM PIO.
Comecei a pedir que Deus me acordasse desse pesadelo horrível, mas era tudo real. Eles começaram a pegar em todo lugar de meu corpo. Nem nos meus piores pesadelos imaginei que um dia passaria por isso. Um dos homens me segurou enquanto o outro terminou de rasgar minha calça e lambeu minha entrada, eu queria vomitar na cara dele. Eu queria bater em todos. Comecei a gritar mentalmente, eu não mereço passar por isso. EU NÃO MEREÇO!!
- Me deixem ir embora. - pedi outra vez e um deles bateram bem forte em meu bumbum enquanto o outro me segurava e apertava meu pescoço. Fechei os olhos, e comecei a rezar, eu não fazia ídeia de como aquilo ia terminar. Quando abri os olhos não vi o Breno, ele não estava mais em meu campo de visão.
- CADE O MEU FILHO? ONDE AQUELE HOMEM FOI COM O MEU FILHO? EU VOU GRITAR, CADE O MEU FILHO???? O QUE VOCÊS ESTÃO FAZENDO, CADE O MEU FILHO?
- Cala a boca piranha, CALA A SUA BOCA!
- Se você dar mais um pio, quem vai morrer vai ser você!
- EU QUERO O MEU FILHO - choraminguei - ele não tem culpa de nada, cade meu filho, não façam nada com ele.
O homem que estava com o Breno apareceu e apontou a arma diretamente em mim. Breno estava dormindo, tão quietinho e resmungando como ele sempre fazia. Me desculpa filho, me desculpa, eu só queria... Me desculpa! Fechei os meus olhos..
Alguns minutos mais tarde, estava encolhida no chão, minha cabeça estava doendo muito, ouvi de longe um chorinho. Chovia bastante. Abri os olhos, e Breno estava deitado no chão de bruços, chorando muito sem a sua cobertinha, o peguei rápido no colo. Ele estava encharcado, meu Deus eu sou uma péssima mãe. Comecei a chorar muito, eu não acredito que estou vivenciando isso, não acredito que coloquei meu filho nessa enrascada, MEU FILHO!
- Bre, a mamãe está aqui, me desculpa, me desculpa.. - beijei seu rosto. Tirei o que sobrou da minha camiseta e coloquei sobre ele. - Shii, a mamãe está aqui. - fechei os olhos tentando conter as lágrimas, e vieram tudo na minha cabeça do que aconteceu, eles haviam me chutado, e jogado no chão após me estuprar. Meu corpo doía tanto, que eu estava sem forças para levantar, Breno não parava de chorar, a chuva ficava ainda mais forte. Juntei todas as forças que ainda me restava e levantei. Eles levaram tudo, meu carro, meu celular, TUDO! Apertei o Breno com força e comecei a caminhar em um caminho oposto do que estava indo, avistei um homem correndo e entrei num beco, pedindo pro Breno calar a boca. Prendi a respiração, e logo ele passou por mim, voltei a andar depressa, olhando para todos os lados. Minha cabeça ia explodir, a chuva não parava, Meu Deus, isso vai piorar o Breno, a imunidade dele deve estar baixa e ele está em baixo de uma chuva forte. Eu sou uma péssima mãe, eu sou uma péssima mãe. Avistei de longe um orelhão, e tentei correr, mas não consegui, parei um pouco, a chuva estava muito forte.
- Bre, calma.. Vai ficar tudo bem, a mamãe promete! Vai ficar tudo bem. - sussurrei.
Cheguei ao orelhão e liguei o número do Luan, ele não atendeu, liguei várias vezes e nada. Comecei a chorar, eu não tinha outro número pra ligar, eu não lembrava de sua casa e de seus pais, tentei outra vez no do Luan e nada. Tentei discar o do Rober e liguei errado, continuei a pensar e disquei outro número rezando para que seja o número dele. Rober atendeu quando estava prestes a desligar.
- Alô?
- Rober, é a Andressa, cadê o Luan, eu preciso falar com ele; ele não me atende, eu fui levar o Breno no médico, e 5 homens me pararam no meio do caminho.. - comecei a chorar
- Andressa, se for brincadeira..
- Eles me estupraram.. e me bateram, estou na chuva, Breno está molhando, ele não para de chorar, eu estou com muito dor, eu custei caminhar e achar esse orelhão, eles me levaram tudo.
- Eu vou ir falar com ele, você sabe onde você está?
- Não. - comecei a chorar outra vez - Falou no gps, mas eu não consigo lembrar, é um lugar meio escuro, eu vou ver se lembro da rua, e te ligo de novo, pode ser?
- Pode! Eu sei que é difícil o que vou lhe pedir, mas mantenha a calma, eu vou falar com ele agora. Ele estava muito cansado, deve ser por isso que dormiu rápido.
- Ok, me desculpa incomodar, mas eu só lembro o seu número, e o dele.
- Desculpa??? Meu Deus, não me peça isso. Você não tem culpa, vou ir falar com ele.
- Tá.
- O que foi Bre, a mamãe já te levou ao médico e você continua assim. - ele não parou de chorar. Tanto que acabei chorando com ele. - A mamãe não sabe mais o que fazer.. Você não quer mais mamar, e quando mama joga tudo pra fora. - conversar com ele também não estava adiantando.
Deixei-o em minha cama, vesti meu moletom, arrumei sua malinha, com seus documentos, peguei meu celular, a chave do carro e desci. O coloquei na cadeirinha e sentei no banco do motorista.
"nao sei o que está fazendo, estou indo levar o Bre em outro médico 24h, ele não para de chorar, eu não faço ideia mais do que fazer.. eu te amo."
Sai do condomínio e segui em direção de outro hospital. Meu gps me mandou entrar em algumas ruas estranhas, pensei em voltar pra trás e esperar amanhecer, mas Breno não podia continuar assim. Entrei numa rua quase sem iluminaçao, e meu carro desligou, fui rodar a chave e quando olhei pra cima vi alguns homens, fui dar ré, mas um mirou algo parecido como uma arma diretamente em minha direção,cgelei desde os dedos do pé, até meu coro cabeludo, Comecei a rezar, tinha 5 homens. Pensei novamente em dar ré, mas Breno estava comigo. Suspirei fundo. Um bateu na janela, não queria abrir, mas era o homem da arma e ele estava batendo em meu vidro com ela. Meu. Deus.
- Desce do carro.
- Moço, eu estou com filho pequeno. Me deixa ir embora.
- Desce do carro, vagabunda.
- Por favor!
- Eu disse DESCE DO CARRO! - senti meus olhos inundarem
Tirei o Breno da cadeirinha e saí do carro com ele comigo. Eles olharam o carro. Os outros três homens começaram a se aproximar.
- Você tem uma bundinha gostosa. - sussurrou um deles, em meu ouvido.
- Pensando bem, eu não vou ficar satisfeito só com o carro, quero você também.
- Moço..
- Cale a boca, vadia.
- Faça esse garoto calar a porra da boca.
- Bre.. shiii - falei tremula
- Adoraria ouvir esse shi mas como gemido.
- Eu vou comer essa garota. - comecei a estremecer
Eu estava prestes a vomitar, meu coração só faltava sair pela boca. Eles começaram a me rondar e deslizar as mãos pelo meu corpo. Apertei forte o breno em meus braços.
- Me dá o garoto.
- Não.
- Me dá o garoto, eu não vou repetir.
- Eu não vou dar!!!!
- Você vai dar o que a gente quiser.
- Ele não.
- Me dá o garoto.
- NÃO. - cuspi em seu rosto. Ele me olhou visivelmente nervoso.
- Então a piranha sabe cuspir. - ele me deu um tapa forte em meu rosto. Fechei os olhos com força - Me dá o moleque.
- EU DISSE QUE NÃO.
- Cansei desse joguinho. - segurei o Breno com toda força, mas com a ajuda dos outros homens ele pegou o Breno de mim. Comecei a gritar, eles não tinham esse direito. Um deles tamparam a minha boca.
- SE VOCÊ DAR MAIS UM PIO EU VOU EXPLODIR O CRÂNIO DELE. - as lágrimas começaram a descer, e eles me levaram para um lugar ainda mais escuro.
- Me deixem ir embora, não faça nada comigo.
- Com essa vozinha eu deixaria você. Mas eu olho pra esse corpinho delicioso, essa bundinha rendonda..
- Rapazes, pensando bem, vamos deixar ela ir. - os olhei esperançosa. - Depois que a gente come-la bem gostoso!!
- Me deixem ir, não façam nada com meu filho por favor eu imploro..
- Então cala essa sua boquinha ou ele irá matar ele, está vendo? - segurou forte minha cabeça, fazendo com que eu olhasse diretamente ao Breno.
Eles começaram a rasgar minha roupa, as lágrimas não paravam de descer.
- Vou rasgar essa bucetinha.
- Tem cara de que é apertadinha.
- Eu quero meu pau bem fundo nela
- Me deixem ir embora.. - implorei.
- Se você falar mais uma palavra, vamos ter que dar um jeitinho no muleque. Você quer? - apertou meus seios. Balancei a cabeça negativamente
- Pede ele pra abaixar a arma.
- EU FALEI SEM UM PIO.
Comecei a pedir que Deus me acordasse desse pesadelo horrível, mas era tudo real. Eles começaram a pegar em todo lugar de meu corpo. Nem nos meus piores pesadelos imaginei que um dia passaria por isso. Um dos homens me segurou enquanto o outro terminou de rasgar minha calça e lambeu minha entrada, eu queria vomitar na cara dele. Eu queria bater em todos. Comecei a gritar mentalmente, eu não mereço passar por isso. EU NÃO MEREÇO!!
- Me deixem ir embora. - pedi outra vez e um deles bateram bem forte em meu bumbum enquanto o outro me segurava e apertava meu pescoço. Fechei os olhos, e comecei a rezar, eu não fazia ídeia de como aquilo ia terminar. Quando abri os olhos não vi o Breno, ele não estava mais em meu campo de visão.
- CADE O MEU FILHO? ONDE AQUELE HOMEM FOI COM O MEU FILHO? EU VOU GRITAR, CADE O MEU FILHO???? O QUE VOCÊS ESTÃO FAZENDO, CADE O MEU FILHO?
- Cala a boca piranha, CALA A SUA BOCA!
- Se você dar mais um pio, quem vai morrer vai ser você!
- EU QUERO O MEU FILHO - choraminguei - ele não tem culpa de nada, cade meu filho, não façam nada com ele.
O homem que estava com o Breno apareceu e apontou a arma diretamente em mim. Breno estava dormindo, tão quietinho e resmungando como ele sempre fazia. Me desculpa filho, me desculpa, eu só queria... Me desculpa! Fechei os meus olhos..
Alguns minutos mais tarde, estava encolhida no chão, minha cabeça estava doendo muito, ouvi de longe um chorinho. Chovia bastante. Abri os olhos, e Breno estava deitado no chão de bruços, chorando muito sem a sua cobertinha, o peguei rápido no colo. Ele estava encharcado, meu Deus eu sou uma péssima mãe. Comecei a chorar muito, eu não acredito que estou vivenciando isso, não acredito que coloquei meu filho nessa enrascada, MEU FILHO!
- Bre, a mamãe está aqui, me desculpa, me desculpa.. - beijei seu rosto. Tirei o que sobrou da minha camiseta e coloquei sobre ele. - Shii, a mamãe está aqui. - fechei os olhos tentando conter as lágrimas, e vieram tudo na minha cabeça do que aconteceu, eles haviam me chutado, e jogado no chão após me estuprar. Meu corpo doía tanto, que eu estava sem forças para levantar, Breno não parava de chorar, a chuva ficava ainda mais forte. Juntei todas as forças que ainda me restava e levantei. Eles levaram tudo, meu carro, meu celular, TUDO! Apertei o Breno com força e comecei a caminhar em um caminho oposto do que estava indo, avistei um homem correndo e entrei num beco, pedindo pro Breno calar a boca. Prendi a respiração, e logo ele passou por mim, voltei a andar depressa, olhando para todos os lados. Minha cabeça ia explodir, a chuva não parava, Meu Deus, isso vai piorar o Breno, a imunidade dele deve estar baixa e ele está em baixo de uma chuva forte. Eu sou uma péssima mãe, eu sou uma péssima mãe. Avistei de longe um orelhão, e tentei correr, mas não consegui, parei um pouco, a chuva estava muito forte.
- Bre, calma.. Vai ficar tudo bem, a mamãe promete! Vai ficar tudo bem. - sussurrei.
Cheguei ao orelhão e liguei o número do Luan, ele não atendeu, liguei várias vezes e nada. Comecei a chorar, eu não tinha outro número pra ligar, eu não lembrava de sua casa e de seus pais, tentei outra vez no do Luan e nada. Tentei discar o do Rober e liguei errado, continuei a pensar e disquei outro número rezando para que seja o número dele. Rober atendeu quando estava prestes a desligar.
- Alô?
- Rober, é a Andressa, cadê o Luan, eu preciso falar com ele; ele não me atende, eu fui levar o Breno no médico, e 5 homens me pararam no meio do caminho.. - comecei a chorar
- Andressa, se for brincadeira..
- Eles me estupraram.. e me bateram, estou na chuva, Breno está molhando, ele não para de chorar, eu estou com muito dor, eu custei caminhar e achar esse orelhão, eles me levaram tudo.
- Eu vou ir falar com ele, você sabe onde você está?
- Não. - comecei a chorar outra vez - Falou no gps, mas eu não consigo lembrar, é um lugar meio escuro, eu vou ver se lembro da rua, e te ligo de novo, pode ser?
- Pode! Eu sei que é difícil o que vou lhe pedir, mas mantenha a calma, eu vou falar com ele agora. Ele estava muito cansado, deve ser por isso que dormiu rápido.
- Ok, me desculpa incomodar, mas eu só lembro o seu número, e o dele.
- Desculpa??? Meu Deus, não me peça isso. Você não tem culpa, vou ir falar com ele.
- Tá.
Luan narrando
Acordei com alguém esmurrando minha porta.
- LUAN, ACORDA!!!! EU PRECISO FALAR COM VOCÊ. - era o testa
Levantei da cama, vesti uma calça e abri.
- O que foi? - ele me empurrou pra dentro novamente.
- Olha seu celular.
- O que foi?
- Olha!!!!
Peguei meu celular e tinha várias ligações perdidas de um número desconhecido e uma mensagem da Andressa.
- Andressa me ligou. - o encarei
- Porque a Andressa te ligou? - eu ri
- Porque ela tentou falar com você e não conseguiu. Ela foi levar o Breno no médico. E no meio do caminho alguns homens pararam ela.. - ele parou.
- FALA PORRA!
- Estupraram sua namorada e bateram nela.
Acordei com alguém esmurrando minha porta.
- LUAN, ACORDA!!!! EU PRECISO FALAR COM VOCÊ. - era o testa
Levantei da cama, vesti uma calça e abri.
- O que foi? - ele me empurrou pra dentro novamente.
- Olha seu celular.
- O que foi?
- Olha!!!!
Peguei meu celular e tinha várias ligações perdidas de um número desconhecido e uma mensagem da Andressa.
- Andressa me ligou. - o encarei
- Porque a Andressa te ligou? - eu ri
- Porque ela tentou falar com você e não conseguiu. Ela foi levar o Breno no médico. E no meio do caminho alguns homens pararam ela.. - ele parou.
- FALA PORRA!
- Estupraram sua namorada e bateram nela.
terça-feira, 23 de maio de 2017
Capítulo cinquenta e nove
Luan me chamou para ir com ele até o aeroporto de jundiaí e eu topei. Eu venerava cada segundo que eu podia passar ao seu lado. Ele iria encontrar o resto das pessoas lá.
- Te ver dirigir me lembra aquele dia que deixei você dirigir minha ferrari, você lembra?
- Como esquecer, aquele carro é o sonho de qualquer seja lá como for o sonho!
- Você pode pega-lo quando quiser. Desde que meu carro continue ileso é todo seu.
- K k k engraçadinho! Você sabe que eu dirijo muito bem!
- Ata.
- Ata???
- Ata que você dirige bem, amor. - o encarei com a feição fechada e ele disparou a rir - Tô brincando. Você dirige bem, e fica sexy atrás desse volante.
- Eu sou sexy de qualquer forma.
- Será que concordo? - colocou a mão no queixo.
- Você não precisa concordar, você sabe que sim. - ele riu.
Fomos conversando o trajeto todo. Quando chegamos, ele pegou o Breno e peguei sua mala. Caminhamos até onde todos estavam reunidos.
- E aí patroa. E aí boi.
- E ai! - comprimentou-os
- Oie. - sorri.
- Que menino grande. - falou Well.
- Toda vez que o vejo, ele ta dormindo. - rober
- É so com você, testa! Ele fica acordado o tempo todo. Ele gosta de carro, é só coloca-lo no carro que o sono vem.
- Tá cada dia mais sua cara. - well falou olhando o Luan.
- Eu sou a cara do meu pai. - luan falou com vozinha de bebê, beijando a bochecha do Breno. Eu amo esses dois, Breno começou a chorar e o próprio Luan fez com que ele parasse.
- Parece que tem alguém que já ta treinado.
- Patroa tá te botando pra ralar em.
- Todo dia, sou eu quem acorda toda noite quando ele chora, dou banho, faço tudo.
- Atá! Você, aham. - rimos. - Mas ele é um paizão.
- Babão da porra! - Rober falou.
- Com um filho lindo desse, duvido que você também não ficaria. - revirei os olhos rindo e todos riu comigo
Luan me abraçou, beijou-me na boca.
- Eu já vou, ok?
- Uhum!
- Promete se cuidar?
- Você sabe que sim.
- Qualquer coisa você liga pra quem?
- Pra sua mãe, ou seu pai! E na estrada para o Rober. - ele me beijou outra vez. - Se cuida, boa viagem. Juízo.
- Você também. Eu te amo.
- Eu te amo mais! Me avisa quando chegar, não esquece! Você sabe o quanto fico preocupada.
- Ok, gata! Não vou esquecer.
Ele encarou o Breno, e depois o abraçou forte.
- Cuida da sua mãe, tá! Ela é um pouco sem juízo.
- Ei, estou ouvindo. - ele ouviu.
- Por favor amor, cuidado! Eu vou estar longe.
- Você fala como se eu não tivesse.
- Está tudo perigoso, você sabe.
- Eu sei! - o beijei outra vez e o abracei. - Eu odeio ficar sem você. - acariciei sua nuca - Mas.. logo logo você está de volta. Eu te amo.
- Passa rápido você sabe. - o soltei, meus olhos estavam marejados. - Amor, para!
- Uhh, está tudo bem, juro! - ele me abraçou outra vez.
- Logo eu estou de volta na nossa casa. Vou te atormentar até você enjoar. - revirei os olhos
- Você sabe que é impossível. Agora vai se não vou começar a chorar e não vou deixa-lo ir pra lugar nenhum sem mim.
- A próxima viagem vamos juntos, você brigando ou não. - sorri e o beijei outra vez.
- Boa viagem, eu te amo.
- Eu te amo mais, linda.
Forcei meus calcanhares a virar e fui pro carro. Coloquei o breno na cadeirinha, ele estava dormindo igual um anjinho. A coisa mais doce que existia, eu poderia passar horas o vendo dormir. Hoje compreendo o que minha mae sempre me disse. Não existe amor igual o amor de mãe, é muito surreal. Entrei no carro, coloquei o cinto, dei partida e saí. Mas só quando o jatinho do Luan decolou que fui embora para minha casa. Coloquei Breno no sofá e não aguentei a fofura, tive que tirar uma fotinha e postar.
I could stay awake just to hear you breathing watch you smile while you are sleeping.. #meucheirinho #souapaixonada 👶❤
Luan foi o primeiro a comentar.
@luansantana que orgulho, eu que fiz kkk!!
@luansantana papai ama tanto.
@luansantana eu amo tanto vocês! Minha família é o meu combustível. ❤
@luansantana obrigado por ter me dado a melhor coisa desse mundo, sem você eu não seria tão feliz.
@arleydecaldi breninho cada dia mais lindo e muito amado
@fernando_baron o garoto ta crescendo
@maxwick logo logo to indo visitar meu sobrinho! Lindo.
@alfinetei que coisinha mais linda! Mini Luan! Que Deus o abençoe.
@joanamaz lindo lindo! 😍😍😍
Li mais alguns comentários e ouvi os passos da Clau. A olhei, sorrindo.
- Ele está ficando a coisa mais linda desse mundo, meu Jesus.
- Ai clau, não é porque é meu filho, mas ele é a coisa mais linda mesmo! Eu perco horas olhando esse menino.
- E o tanto que é doce.
- Ele é.
- Estou fazendo seu bolo de limão, ouvi você falando.
- Ahhhhh não acredito.
- Sim. - levantei e dei um abraço forte nela.
- Eu amoooooo esse bolo, e já imagino o quanto vai estar gostoso, vindo de você. Vou lá na Marizete agradecer por ter me arranjado você. Faz uma comida deliciosa, arruma minha casa como ninguém e ainda faz as minhas comidas preferidas.
- Fico feliz que você está gostando. Gosto muito de trabalhar pra você e o Luan.
- Somos muito gratos por tê-la. Falo por nós dois porque Luan sempre comenta.
- Eu fico feliz que vocês gostem do meu serviço.
- E não é pouco, clau.
Coloquei o Breno no berço deixando com o babá eletronico, e pegando o meu. Havia ligado pra Marizete e a Bruna vim comer bolo e passar o resto da tarde com as três foi maravilhoso. Luan me mandou mensagem avisando que tinha chegado e fiquei mais tranquila.
- Te ver dirigir me lembra aquele dia que deixei você dirigir minha ferrari, você lembra?
- Como esquecer, aquele carro é o sonho de qualquer seja lá como for o sonho!
- Você pode pega-lo quando quiser. Desde que meu carro continue ileso é todo seu.
- K k k engraçadinho! Você sabe que eu dirijo muito bem!
- Ata.
- Ata???
- Ata que você dirige bem, amor. - o encarei com a feição fechada e ele disparou a rir - Tô brincando. Você dirige bem, e fica sexy atrás desse volante.
- Eu sou sexy de qualquer forma.
- Será que concordo? - colocou a mão no queixo.
- Você não precisa concordar, você sabe que sim. - ele riu.
Fomos conversando o trajeto todo. Quando chegamos, ele pegou o Breno e peguei sua mala. Caminhamos até onde todos estavam reunidos.
- E aí patroa. E aí boi.
- E ai! - comprimentou-os
- Oie. - sorri.
- Que menino grande. - falou Well.
- Toda vez que o vejo, ele ta dormindo. - rober
- É so com você, testa! Ele fica acordado o tempo todo. Ele gosta de carro, é só coloca-lo no carro que o sono vem.
- Tá cada dia mais sua cara. - well falou olhando o Luan.
- Eu sou a cara do meu pai. - luan falou com vozinha de bebê, beijando a bochecha do Breno. Eu amo esses dois, Breno começou a chorar e o próprio Luan fez com que ele parasse.
- Parece que tem alguém que já ta treinado.
- Patroa tá te botando pra ralar em.
- Todo dia, sou eu quem acorda toda noite quando ele chora, dou banho, faço tudo.
- Atá! Você, aham. - rimos. - Mas ele é um paizão.
- Babão da porra! - Rober falou.
- Com um filho lindo desse, duvido que você também não ficaria. - revirei os olhos rindo e todos riu comigo
Luan me abraçou, beijou-me na boca.
- Eu já vou, ok?
- Uhum!
- Promete se cuidar?
- Você sabe que sim.
- Qualquer coisa você liga pra quem?
- Pra sua mãe, ou seu pai! E na estrada para o Rober. - ele me beijou outra vez. - Se cuida, boa viagem. Juízo.
- Você também. Eu te amo.
- Eu te amo mais! Me avisa quando chegar, não esquece! Você sabe o quanto fico preocupada.
- Ok, gata! Não vou esquecer.
Ele encarou o Breno, e depois o abraçou forte.
- Cuida da sua mãe, tá! Ela é um pouco sem juízo.
- Ei, estou ouvindo. - ele ouviu.
- Por favor amor, cuidado! Eu vou estar longe.
- Você fala como se eu não tivesse.
- Está tudo perigoso, você sabe.
- Eu sei! - o beijei outra vez e o abracei. - Eu odeio ficar sem você. - acariciei sua nuca - Mas.. logo logo você está de volta. Eu te amo.
- Passa rápido você sabe. - o soltei, meus olhos estavam marejados. - Amor, para!
- Uhh, está tudo bem, juro! - ele me abraçou outra vez.
- Logo eu estou de volta na nossa casa. Vou te atormentar até você enjoar. - revirei os olhos
- Você sabe que é impossível. Agora vai se não vou começar a chorar e não vou deixa-lo ir pra lugar nenhum sem mim.
- A próxima viagem vamos juntos, você brigando ou não. - sorri e o beijei outra vez.
- Boa viagem, eu te amo.
- Eu te amo mais, linda.
Forcei meus calcanhares a virar e fui pro carro. Coloquei o breno na cadeirinha, ele estava dormindo igual um anjinho. A coisa mais doce que existia, eu poderia passar horas o vendo dormir. Hoje compreendo o que minha mae sempre me disse. Não existe amor igual o amor de mãe, é muito surreal. Entrei no carro, coloquei o cinto, dei partida e saí. Mas só quando o jatinho do Luan decolou que fui embora para minha casa. Coloquei Breno no sofá e não aguentei a fofura, tive que tirar uma fotinha e postar.
I could stay awake just to hear you breathing watch you smile while you are sleeping.. #meucheirinho #souapaixonada 👶❤
Luan foi o primeiro a comentar.
@luansantana que orgulho, eu que fiz kkk!!
@luansantana papai ama tanto.
@luansantana eu amo tanto vocês! Minha família é o meu combustível. ❤
@luansantana obrigado por ter me dado a melhor coisa desse mundo, sem você eu não seria tão feliz.
@arleydecaldi breninho cada dia mais lindo e muito amado
@fernando_baron o garoto ta crescendo
@maxwick logo logo to indo visitar meu sobrinho! Lindo.
@alfinetei que coisinha mais linda! Mini Luan! Que Deus o abençoe.
@joanamaz lindo lindo! 😍😍😍
Li mais alguns comentários e ouvi os passos da Clau. A olhei, sorrindo.
- Ele está ficando a coisa mais linda desse mundo, meu Jesus.
- Ai clau, não é porque é meu filho, mas ele é a coisa mais linda mesmo! Eu perco horas olhando esse menino.
- E o tanto que é doce.
- Ele é.
- Estou fazendo seu bolo de limão, ouvi você falando.
- Ahhhhh não acredito.
- Sim. - levantei e dei um abraço forte nela.
- Eu amoooooo esse bolo, e já imagino o quanto vai estar gostoso, vindo de você. Vou lá na Marizete agradecer por ter me arranjado você. Faz uma comida deliciosa, arruma minha casa como ninguém e ainda faz as minhas comidas preferidas.
- Fico feliz que você está gostando. Gosto muito de trabalhar pra você e o Luan.
- Somos muito gratos por tê-la. Falo por nós dois porque Luan sempre comenta.
- Eu fico feliz que vocês gostem do meu serviço.
- E não é pouco, clau.
Coloquei o Breno no berço deixando com o babá eletronico, e pegando o meu. Havia ligado pra Marizete e a Bruna vim comer bolo e passar o resto da tarde com as três foi maravilhoso. Luan me mandou mensagem avisando que tinha chegado e fiquei mais tranquila.
terça-feira, 16 de maio de 2017
Capitulo cinquenta e oito
Dias mais tarde. Acordei na manhã seguinte, fiz as higienes matinais, troquei minha roupa, levei o breno pra nossa cama e o coloquei ao lado do Luan.
- Breno está aqui, cuidado. - selei sua boca e ele nem se mexeu.
Hoje era dia de folga ds Clau, então saí para comprar as coisas para o café da manhã. Voltei e arrumei a mesa, aproveitei para abrir as janelas para ventilar. Lavei as coisas que sujamos a noite. Estremeci ao sentir dois braços me envolvendo.
- Uhh, bom dia.
- Bom dia. - a sua voz estava rouca de sono.. esse homem um dia ainda vai me matar.
- O que tem pra comer?
- Eu serve?
- Óh, porra, serve muito, você queria me acordar de vez? É isso?
- Sim, exatamente. - senti meu rosto queimar.
- Deu certo. - ele riu, beijando minha nuca - Vou te esperar. - caminhou até a sala.
Terminei de lavar a louça e fui até ele, que estava jogando. Sentei no seu colo.
- Vamos comer?
- Vamos. Só terminar essa fase.
- Ok. - fiz cafuné em seus cabelos, ele estava concentradinho, passou cincos minutos comecei a ficar entediada - E agora?
- Calma aê.
- Tá. - levantei de seu colo.
- Onde você vai? - tirei meu short.
- Lugar nenhum, e você? - ele me olhou rápido.
- Caramba, a gente já vai comer, para de jogar sujo!
- Quem está jogando sujo? - tirei minha camiseta
- Você. - sentei no seu colo.
- Esquece o jogo, vamos brincar de outra coisa..
- Amor, é uma puta fase!
- Ok! Então joga o seu jogo. - levantei tentando demonstrar chateamento, mas seu puxão em meu braço me fez sorrir. Ele deixou o controle de lado e desligou a tevê, sentei novamente em seu colo.
- Satisfeita? - levou as mãos até meu traseiro
- Ainda não, mas sei que você vai me deixar.
- Porra, Andressa. - esfreguei minha bunda nele, devagar.
- A gente tem que aproveitar o tempo que temos.
- A gente tem!! - beijei teu queixo - Você está ainda mais gostosa depois da gravidez. Eu sou um puta sortudo.
- Será que você gosta do que vê? - tirei meu sutiã
- Gostar eu gosto de video game, você eu venero loucamente. Suas curvas me deixa saciado. - beliscou meus seios com a ponta dos dentes, grunhi. - Eu entendo porque o Breno está sempre querendo mamar, só nos dois entende. Eu sou apaixonado nos seus peitos. - começou a suga-los com força. Não deixei em nenhum momento de esfregar nele, a sua ereção já estava avantajada. Pendi a cabeça pra trás enquanto ele chupava meus seios. Ele subiu a boca até meu pescoço, raspando os dentes e chupando-o.
- Eu quero montar em você. - sussurrei mordendo sua orelha, ele me levantou para tirar sua bermuda e ouvimos um chorinho bastante conhecido.
- Ah, não acredito! Porra breno, deixa sua mãe pra mim também.
- Eu já volto.
- Tá né!
- Não fica bravinho. Já já eu volto - beijei sua boca.
- Não estou, vai lá! - ri da sua feição
Subi a escada e alimentei o Breno, que não queria só alimentar, mas também brincar, puxar meus cabelos. Acabei desistindo e desci com ele.
- Ele não quer dormir. - gargalhei. - Vamos comer.
- Meu pau ta latejando, olha o que você fez.
- Desculpa!!! Eu prometo recompensar.
- Já vai começar agora, ficando assim. Não quero ver nem sinal de blusa, muito menos sutiã.
- Ok, papai!
Fomos pra mesa e tomamos café da manhã. Odiava ficar longe do Luan, porque sempre que ele voltava parecia que eu não o via á um ano. Ele foi com o Breno pra sala e fui arrumar a cozinha. Estava quase terminando quando ele me empurrou contra a parede mais próxima.
- Você está louco? - gargalhei, surpresa.
- Estou... Desde que você apareceu na minha vida! - abriu o zipper de sua bermuda, afastou minha calcinha pro lado e deslizou dentro de mim..
- Ohhh. - gemi em sua boca. - O. Breno. Está. Sozinho.
- Ele está no cercadinho. - me pegou, entrelacei minhas pernas em sua cintura. - Você está muito molhada!!
- Eu queria muito ter sido o seu café da manhã. - sussurrei baixinho, com uma risada no final.
- Porra Andressa.
- Estou brincando, eu estava com saudade das fodas matinais. Eu sonhei com você todas as noites, e acordei suada, foi do mesmo jeito quando estive grávida.
- Você acordava suada e molhada? - fechei os olhos com sua estocada funda.
- Sim, ma..
- E eu não estive lá pra te satisfazer? Porque diabos você não me ligou?
- Porque, hum.. - gemi um pouco alto e ele tampou minha boca - Não sei.
- Caralho. - ele me levou até a nossa mesa de vidro e me deitou nela.
- Você está louco?
- Louco de tesão. Não consigo nem pensar. - abriu ainda mais minhas pernas e começou a me chupar.
- Luan.
- Eu ainda quero você montando em mim, não esqueci. Você me cavalga como ninguém. Porra, você é muito gostosa. - puxou meus lábios molhados com a ponta dos dentes, gemi o mais baixo que consegui. Logo ele voltou com seu pau, estocando forte e apertando meus seios.
- Mais rápido. - por uma força do destino, chegamos o climax juntos. - A gente precisa olhar o Breno. - falei quando consegui acalmar minha respiração
- Depois transamos de novo?
- Hum.. sim!
- De almoço, eu quero você, de café da tarde também e de janta eu quero, hum? - colocou os dedos no seu queixo - Você. - bateu em meu bumbum.
Meu dia foi incrível com os dois. Estou tão feliz por cada momeni com eles. Estava sentado no colo do Luan, brincando com o Breno.
- O sorrisinho dele.
- O que você acha da gente também passar os perfuminhos do Breno, é o cheiro mais bom que existe.
- Que isso, Luan?!?!! - gargalhei.
- Nosso filho é muito cheiroso, dúvidas se puxou o pai ou a mãe.
- Você! Isso não é algo pra ter dúvidas. Não sou eu quem sou viciada em perfumes e tenho coleção. - ele riu.
- Eu sou muito a cópia do meu pai, mãmãe. - breno riu bastante. - E mamãe não precisa ficar com cíumes. Pensa pelo lado bom, agora tem o luan, e o mini luan. Luan em dose dupla. - revirei os olhos, sorrindo. Breno estava dando gargalhadas como nunca. Ele já está muito apegado no Luan, fica tão feliz quando ele está por perto. As vezes paro pra pensar quando ele estiver maiorzinho e começando a entender as coisas e o Luan tiver que ir viajar, como vai ser díficil. - O que está pensando?
- Em vocês - ri.
- Tipo?
- Quando ele ficar grandinho, vai ser bem difícil quando você tiver que viajar. Com quase 3 meses, ele já é muito apegado em você, imagina com um aninho, por ai!
- Eu vou ir em todos os lugares com meu pai.
- Aham, eu sei. - ele riu.
- Pensei que teria um filho só depois dos 30. Todo dia quando vou dormir fico pensando em como as coisas acontecem.
- Se arrepende?
- Nunca! Breno é a minha maior felicidade, você sabe disso. Eu não esperava ter um filho "agora". Mas eu estou muito feliz por ser pai, por ser pai do filho de uma mulher que gosto de verdade. Eu sou muito feliz com a família que formei. Com certeza é o meu melhor presente. Eu sabia que você era especial naquele dia que nos vimos pela primeira vez, sabia que era especial pelos tocos que me deu, sabia que era especial pelo dia que você me fodeu dizendo que tinhamos que ser apenas amigos, sabia que era especial, naquele dia que fui até o seu apartamento e você me beijou pela primeira vez. Aquele dia você me deixou louco. - sorri de lado. - Sabia que você era especial, quando eu estraguei tudo e não conseguia passar um unico minuto sem pensar em você. Nos dias que ficamos separados eu percebi que você era uma mulher que eu não deveria deixar ir. Porque eu me arrependeria de ter um filho agora, sendo que eu já encontrei a mulher da minha vida? - encolhi os ombros, com um enorme sorriso de orelha a orelha. - Não sei se quero esperar os trinta anos pra meter outro filho na sua barriga. - Ah, não fode.
- Ah amor, imagina a casa cheia de filhos nosso correndo.
- Você quer me ver enlouquecer, é isso?
- Enlouquecer só em quatro paredes. - revirei os olhos
- Você vai de romântico a safado em questão de segundos.
- Eu não disse nada. - rimos.
- Breno está aqui, cuidado. - selei sua boca e ele nem se mexeu.
Hoje era dia de folga ds Clau, então saí para comprar as coisas para o café da manhã. Voltei e arrumei a mesa, aproveitei para abrir as janelas para ventilar. Lavei as coisas que sujamos a noite. Estremeci ao sentir dois braços me envolvendo.
- Uhh, bom dia.
- Bom dia. - a sua voz estava rouca de sono.. esse homem um dia ainda vai me matar.
- O que tem pra comer?
- Eu serve?
- Óh, porra, serve muito, você queria me acordar de vez? É isso?
- Sim, exatamente. - senti meu rosto queimar.
- Deu certo. - ele riu, beijando minha nuca - Vou te esperar. - caminhou até a sala.
Terminei de lavar a louça e fui até ele, que estava jogando. Sentei no seu colo.
- Vamos comer?
- Vamos. Só terminar essa fase.
- Ok. - fiz cafuné em seus cabelos, ele estava concentradinho, passou cincos minutos comecei a ficar entediada - E agora?
- Calma aê.
- Tá. - levantei de seu colo.
- Onde você vai? - tirei meu short.
- Lugar nenhum, e você? - ele me olhou rápido.
- Caramba, a gente já vai comer, para de jogar sujo!
- Quem está jogando sujo? - tirei minha camiseta
- Você. - sentei no seu colo.
- Esquece o jogo, vamos brincar de outra coisa..
- Amor, é uma puta fase!
- Ok! Então joga o seu jogo. - levantei tentando demonstrar chateamento, mas seu puxão em meu braço me fez sorrir. Ele deixou o controle de lado e desligou a tevê, sentei novamente em seu colo.
- Satisfeita? - levou as mãos até meu traseiro
- Ainda não, mas sei que você vai me deixar.
- Porra, Andressa. - esfreguei minha bunda nele, devagar.
- A gente tem que aproveitar o tempo que temos.
- A gente tem!! - beijei teu queixo - Você está ainda mais gostosa depois da gravidez. Eu sou um puta sortudo.
- Será que você gosta do que vê? - tirei meu sutiã
- Gostar eu gosto de video game, você eu venero loucamente. Suas curvas me deixa saciado. - beliscou meus seios com a ponta dos dentes, grunhi. - Eu entendo porque o Breno está sempre querendo mamar, só nos dois entende. Eu sou apaixonado nos seus peitos. - começou a suga-los com força. Não deixei em nenhum momento de esfregar nele, a sua ereção já estava avantajada. Pendi a cabeça pra trás enquanto ele chupava meus seios. Ele subiu a boca até meu pescoço, raspando os dentes e chupando-o.
- Eu quero montar em você. - sussurrei mordendo sua orelha, ele me levantou para tirar sua bermuda e ouvimos um chorinho bastante conhecido.
- Ah, não acredito! Porra breno, deixa sua mãe pra mim também.
- Eu já volto.
- Tá né!
- Não fica bravinho. Já já eu volto - beijei sua boca.
- Não estou, vai lá! - ri da sua feição
Subi a escada e alimentei o Breno, que não queria só alimentar, mas também brincar, puxar meus cabelos. Acabei desistindo e desci com ele.
- Ele não quer dormir. - gargalhei. - Vamos comer.
- Meu pau ta latejando, olha o que você fez.
- Desculpa!!! Eu prometo recompensar.
- Já vai começar agora, ficando assim. Não quero ver nem sinal de blusa, muito menos sutiã.
- Ok, papai!
Fomos pra mesa e tomamos café da manhã. Odiava ficar longe do Luan, porque sempre que ele voltava parecia que eu não o via á um ano. Ele foi com o Breno pra sala e fui arrumar a cozinha. Estava quase terminando quando ele me empurrou contra a parede mais próxima.
- Você está louco? - gargalhei, surpresa.
- Estou... Desde que você apareceu na minha vida! - abriu o zipper de sua bermuda, afastou minha calcinha pro lado e deslizou dentro de mim..
- Ohhh. - gemi em sua boca. - O. Breno. Está. Sozinho.
- Ele está no cercadinho. - me pegou, entrelacei minhas pernas em sua cintura. - Você está muito molhada!!
- Eu queria muito ter sido o seu café da manhã. - sussurrei baixinho, com uma risada no final.
- Porra Andressa.
- Estou brincando, eu estava com saudade das fodas matinais. Eu sonhei com você todas as noites, e acordei suada, foi do mesmo jeito quando estive grávida.
- Você acordava suada e molhada? - fechei os olhos com sua estocada funda.
- Sim, ma..
- E eu não estive lá pra te satisfazer? Porque diabos você não me ligou?
- Porque, hum.. - gemi um pouco alto e ele tampou minha boca - Não sei.
- Caralho. - ele me levou até a nossa mesa de vidro e me deitou nela.
- Você está louco?
- Louco de tesão. Não consigo nem pensar. - abriu ainda mais minhas pernas e começou a me chupar.
- Luan.
- Eu ainda quero você montando em mim, não esqueci. Você me cavalga como ninguém. Porra, você é muito gostosa. - puxou meus lábios molhados com a ponta dos dentes, gemi o mais baixo que consegui. Logo ele voltou com seu pau, estocando forte e apertando meus seios.
- Mais rápido. - por uma força do destino, chegamos o climax juntos. - A gente precisa olhar o Breno. - falei quando consegui acalmar minha respiração
- Depois transamos de novo?
- Hum.. sim!
- De almoço, eu quero você, de café da tarde também e de janta eu quero, hum? - colocou os dedos no seu queixo - Você. - bateu em meu bumbum.
Meu dia foi incrível com os dois. Estou tão feliz por cada momeni com eles. Estava sentado no colo do Luan, brincando com o Breno.
- O sorrisinho dele.
- O que você acha da gente também passar os perfuminhos do Breno, é o cheiro mais bom que existe.
- Que isso, Luan?!?!! - gargalhei.
- Nosso filho é muito cheiroso, dúvidas se puxou o pai ou a mãe.
- Você! Isso não é algo pra ter dúvidas. Não sou eu quem sou viciada em perfumes e tenho coleção. - ele riu.
- Eu sou muito a cópia do meu pai, mãmãe. - breno riu bastante. - E mamãe não precisa ficar com cíumes. Pensa pelo lado bom, agora tem o luan, e o mini luan. Luan em dose dupla. - revirei os olhos, sorrindo. Breno estava dando gargalhadas como nunca. Ele já está muito apegado no Luan, fica tão feliz quando ele está por perto. As vezes paro pra pensar quando ele estiver maiorzinho e começando a entender as coisas e o Luan tiver que ir viajar, como vai ser díficil. - O que está pensando?
- Em vocês - ri.
- Tipo?
- Quando ele ficar grandinho, vai ser bem difícil quando você tiver que viajar. Com quase 3 meses, ele já é muito apegado em você, imagina com um aninho, por ai!
- Eu vou ir em todos os lugares com meu pai.
- Aham, eu sei. - ele riu.
- Pensei que teria um filho só depois dos 30. Todo dia quando vou dormir fico pensando em como as coisas acontecem.
- Se arrepende?
- Nunca! Breno é a minha maior felicidade, você sabe disso. Eu não esperava ter um filho "agora". Mas eu estou muito feliz por ser pai, por ser pai do filho de uma mulher que gosto de verdade. Eu sou muito feliz com a família que formei. Com certeza é o meu melhor presente. Eu sabia que você era especial naquele dia que nos vimos pela primeira vez, sabia que era especial pelos tocos que me deu, sabia que era especial pelo dia que você me fodeu dizendo que tinhamos que ser apenas amigos, sabia que era especial, naquele dia que fui até o seu apartamento e você me beijou pela primeira vez. Aquele dia você me deixou louco. - sorri de lado. - Sabia que você era especial, quando eu estraguei tudo e não conseguia passar um unico minuto sem pensar em você. Nos dias que ficamos separados eu percebi que você era uma mulher que eu não deveria deixar ir. Porque eu me arrependeria de ter um filho agora, sendo que eu já encontrei a mulher da minha vida? - encolhi os ombros, com um enorme sorriso de orelha a orelha. - Não sei se quero esperar os trinta anos pra meter outro filho na sua barriga. - Ah, não fode.
- Ah amor, imagina a casa cheia de filhos nosso correndo.
- Você quer me ver enlouquecer, é isso?
- Enlouquecer só em quatro paredes. - revirei os olhos
- Você vai de romântico a safado em questão de segundos.
- Eu não disse nada. - rimos.
sábado, 13 de maio de 2017
Capítulo cinquenta e sete
Foi o aniversário mais especial de todos. Queria que a hora travesse ali.
Interrempidos por 3 longas vezes com o Breno, mas no final ocorreu tudo certo. Acordei na manhã seguinte, ele não estava na cama. Fiz as higienes matinais, tomei um banho vesti uma calcinha e sua camiseta. Desci as escadas e os encontrei na cozinha, Luan estava balançando o carrinho com o pé e batendo um suco no liquidificador. Ele estava maravilhosa em uma calça de moletom cinza. A mesa de café da manhã com várias coisas pra comer. Os observei por um bom tempo. Breno resmungando e Luan conversando de volta como se entendesse a língua dos bebês. Fui até ele, o abracei por trás.
- Bom dia, linda
- Bom dia amor. - beijei suas costas. Fui até o Breno e brinquei com ele até ficar inteiramente descabelada.
- Hoje eu acordei meu pai cedo pra nois conversar, conversa de homem pra homem. - eu não sei se ria do que o Luan disse, ou se sorria dele falando com vozinha de bebê. Breno acordou sorridente. Sorrindo pra tudo. Levantei ao seu lado. - Que morena cheirosa, essa minha!
- O que você quer de ajuda?
- Nada. - me pegou no colo e me sentou na pia.
- Suco de laranja?
- Uhum. Você vai pegar suas coisas hoje?
- Pretendo.
- É, porque aqui agora é sua casa. Nossa casa.
- Você sabe que vou enlouquecer nessa casa sozinha, né?
- Logo a empregada vai te fazer companhia.
- Hum, empregada? Quem?
- Minha mãe que arrumou, não faço ídeia de quem seja!
- Hum. - cruzei os braços.
- O que foi?
- É garota jovem?
- Não sei amor.
- Entendi
- E se fosse? - abraçou minha cintura. - Você não confia em mim?
- Óbvio que confio, não confio nas garotas. Você é lindo, educado, gentil, famoso, gostoso.
- Você está com ciúmes? - mordeu meu lábii
- Eu iria dizer que não, mas você sabe o quão ciumenta eu sou. Mas vou confiar na minha sogra!
- Certeza que ela não faria algo para que te chateasse.
- Sim.
Breno começou a chorar a desci da pia, o peguei no colo e amamentei-o. Sentamos para tomar o nosso café da manhã. Breno queria tudo que eu pegasse. Luan ria como nunca. De tarde aproveitamos a hora que o Breno dormiu para namorarmos. Fiz almoço pra gente e depois subimos pro quarto. Breno estava alegre com as brincadeiras do Luan, nunca imaginei que iria presenciar umas cenas tão abençoadas como essas. Sorrisos e mais sorrisos, risadas e mais risadas. Eles são tão importantes na minha vida. Hoje tenho minha família formada, o que eu pensei que demoraria. Meus dias seguintes foram tranquilos e cheio de amor por parte de ambos. A campaínha tocou, seu João já havia me informado que era a Claudia chegando, acredito que seja a empregada. Estava dando mamá pro Breno, que hoje acordou enjoadinho. Abri a porta e lá estava ela, aparentava ter por volta de uns 57 anos, era média e com um enorme sorriso no rosto.
- Bom dia, querida. Eu sou Claudia.
- Oie dona Claudia.. - sorri - Entre, a senhora fique a vontade. Eu sou Andressa e ele é o Breno.
- Dona Claudia é muito formal menina.
- Dona clau?
- Porque não só Clau?
- Meu coração diz que é errado, mas bora lá!! - gargalhamos baixo
- Marizete me falou de vocês. Que doçura. Essa é a melhor fase deles.
- Ele acordou enjoadinho hoje.
- Vá se acostumando. - sorriu.
Mostrei toda a casa pra ela, me simpatizei logo de cara, ela era uma pessoa muito doce e educada, já me vejo completamente apegada. Na carência infinita que sou rs. No ínicio da tarde, já haviamos nos conhecido literalmente. Decidi sair um pouco com o Breno, pra ver se ele melhorava um pouquinho seu humor. Fui ao shopping com ele. Pedi um lanche pra mim e me sentei. Tinha um grupo de meninas e dois meninos me encarando, rindo. Achei completamente estranho. Em minutos eles começaram a vim em minha direção, encolhi os ombros.
- Oi Andressa. - falou uma garota.
- Oie. - sorri, assustada.
- Ele está dormindo? A gente queria muito vê-lo.
- Ele está. Se vocês não gritarem, podem vê-lo sim.
- Oh, sim, não vamos gritar, prometo.
Tirei a coberta fina que estava no carrinho e deixei com que conhecesse o Breno.
- Que delicia, ele parece muito o Luan.
- Gente, as bochechas são as coisinhas mais linda que existe.
- Luan deve estar feliz como nunca né. Ele estava tão animado, para sua chegada.
- Ele está, mima o Breno o tempo todo quando está na cidade.
- Que fofura, Andressa. Que ele tenha mais e mais saúde.
- Amém.
- A gente já vai, desculpa o incomodo.
- Ah, que isso. Ele podia estar acordado, ele adora pessoas, mas hoje ele ta enjoadinho.
- A gente fica agradecidos, só de vê-lo assim! - sorri e eles se foram.
Logo apareceu minha senha e fui pegar meu pedido, quando sentei para comer Breno acordou, meu celular começou a tocar. Não sabia o que fazer primeiro. Peguei o bre, e balancei devagarinho. Coloquei a chupeta em sua boquinha e atendi o celular.
- Oi.
- Oi, Breno começou a chorar bem quando você ligou.
- A ligação que temos é muito forte. - riu - Como você está, linda?
- Cansada. Mas bem, e você?
- Com muita saudade da minha muie e do meu filho. - sorri
- Também estou com saudades. Breno hoje está enjoadinho. A Clau falou pra mim sair um pouco com ele, vim no shopping, mas acho que deveria ter ficado em casa.
- O que foi com ele?
- Não sei. Vou ficar observando.
- Qualquer coisa leva ele no médico. Eu coloquei ele no nosso convênio, lembra?
- Hum, sim!
- Me liga qualquer coisa também.
- Ok amor, eu ligo.
Depois que conversei com o Luan, comi meu lanche e fui até a loja das meninas, mas o Breno não deixou eu ficar muito tempo. Fui com ele no parque ibirapuera e ele ficou mais tranquilinho. Beijei suas bochechinhas enquanto ele me olhava com suas enormes jabuticabinhas.
- A mamãe é tão apaixonada nessa coisinha gorda dela. - fingi morder seus dedinhos e ele riu. Aproveitei seu tempinho tranquilo e tirei uma foto e postei em meu instagram.
Interrempidos por 3 longas vezes com o Breno, mas no final ocorreu tudo certo. Acordei na manhã seguinte, ele não estava na cama. Fiz as higienes matinais, tomei um banho vesti uma calcinha e sua camiseta. Desci as escadas e os encontrei na cozinha, Luan estava balançando o carrinho com o pé e batendo um suco no liquidificador. Ele estava maravilhosa em uma calça de moletom cinza. A mesa de café da manhã com várias coisas pra comer. Os observei por um bom tempo. Breno resmungando e Luan conversando de volta como se entendesse a língua dos bebês. Fui até ele, o abracei por trás.
- Bom dia, linda
- Bom dia amor. - beijei suas costas. Fui até o Breno e brinquei com ele até ficar inteiramente descabelada.
- Hoje eu acordei meu pai cedo pra nois conversar, conversa de homem pra homem. - eu não sei se ria do que o Luan disse, ou se sorria dele falando com vozinha de bebê. Breno acordou sorridente. Sorrindo pra tudo. Levantei ao seu lado. - Que morena cheirosa, essa minha!
- O que você quer de ajuda?
- Nada. - me pegou no colo e me sentou na pia.
- Suco de laranja?
- Uhum. Você vai pegar suas coisas hoje?
- Pretendo.
- É, porque aqui agora é sua casa. Nossa casa.
- Você sabe que vou enlouquecer nessa casa sozinha, né?
- Logo a empregada vai te fazer companhia.
- Hum, empregada? Quem?
- Minha mãe que arrumou, não faço ídeia de quem seja!
- Hum. - cruzei os braços.
- O que foi?
- É garota jovem?
- Não sei amor.
- Entendi
- E se fosse? - abraçou minha cintura. - Você não confia em mim?
- Óbvio que confio, não confio nas garotas. Você é lindo, educado, gentil, famoso, gostoso.
- Você está com ciúmes? - mordeu meu lábii
- Eu iria dizer que não, mas você sabe o quão ciumenta eu sou. Mas vou confiar na minha sogra!
- Certeza que ela não faria algo para que te chateasse.
- Sim.
Breno começou a chorar a desci da pia, o peguei no colo e amamentei-o. Sentamos para tomar o nosso café da manhã. Breno queria tudo que eu pegasse. Luan ria como nunca. De tarde aproveitamos a hora que o Breno dormiu para namorarmos. Fiz almoço pra gente e depois subimos pro quarto. Breno estava alegre com as brincadeiras do Luan, nunca imaginei que iria presenciar umas cenas tão abençoadas como essas. Sorrisos e mais sorrisos, risadas e mais risadas. Eles são tão importantes na minha vida. Hoje tenho minha família formada, o que eu pensei que demoraria. Meus dias seguintes foram tranquilos e cheio de amor por parte de ambos. A campaínha tocou, seu João já havia me informado que era a Claudia chegando, acredito que seja a empregada. Estava dando mamá pro Breno, que hoje acordou enjoadinho. Abri a porta e lá estava ela, aparentava ter por volta de uns 57 anos, era média e com um enorme sorriso no rosto.
- Bom dia, querida. Eu sou Claudia.
- Oie dona Claudia.. - sorri - Entre, a senhora fique a vontade. Eu sou Andressa e ele é o Breno.
- Dona Claudia é muito formal menina.
- Dona clau?
- Porque não só Clau?
- Meu coração diz que é errado, mas bora lá!! - gargalhamos baixo
- Marizete me falou de vocês. Que doçura. Essa é a melhor fase deles.
- Ele acordou enjoadinho hoje.
- Vá se acostumando. - sorriu.
Mostrei toda a casa pra ela, me simpatizei logo de cara, ela era uma pessoa muito doce e educada, já me vejo completamente apegada. Na carência infinita que sou rs. No ínicio da tarde, já haviamos nos conhecido literalmente. Decidi sair um pouco com o Breno, pra ver se ele melhorava um pouquinho seu humor. Fui ao shopping com ele. Pedi um lanche pra mim e me sentei. Tinha um grupo de meninas e dois meninos me encarando, rindo. Achei completamente estranho. Em minutos eles começaram a vim em minha direção, encolhi os ombros.
- Oi Andressa. - falou uma garota.
- Oie. - sorri, assustada.
- Ele está dormindo? A gente queria muito vê-lo.
- Ele está. Se vocês não gritarem, podem vê-lo sim.
- Oh, sim, não vamos gritar, prometo.
Tirei a coberta fina que estava no carrinho e deixei com que conhecesse o Breno.
- Que delicia, ele parece muito o Luan.
- Gente, as bochechas são as coisinhas mais linda que existe.
- Luan deve estar feliz como nunca né. Ele estava tão animado, para sua chegada.
- Ele está, mima o Breno o tempo todo quando está na cidade.
- Que fofura, Andressa. Que ele tenha mais e mais saúde.
- Amém.
- A gente já vai, desculpa o incomodo.
- Ah, que isso. Ele podia estar acordado, ele adora pessoas, mas hoje ele ta enjoadinho.
- A gente fica agradecidos, só de vê-lo assim! - sorri e eles se foram.
Logo apareceu minha senha e fui pegar meu pedido, quando sentei para comer Breno acordou, meu celular começou a tocar. Não sabia o que fazer primeiro. Peguei o bre, e balancei devagarinho. Coloquei a chupeta em sua boquinha e atendi o celular.
- Oi.
- Oi, Breno começou a chorar bem quando você ligou.
- A ligação que temos é muito forte. - riu - Como você está, linda?
- Cansada. Mas bem, e você?
- Com muita saudade da minha muie e do meu filho. - sorri
- Também estou com saudades. Breno hoje está enjoadinho. A Clau falou pra mim sair um pouco com ele, vim no shopping, mas acho que deveria ter ficado em casa.
- O que foi com ele?
- Não sei. Vou ficar observando.
- Qualquer coisa leva ele no médico. Eu coloquei ele no nosso convênio, lembra?
- Hum, sim!
- Me liga qualquer coisa também.
- Ok amor, eu ligo.
Depois que conversei com o Luan, comi meu lanche e fui até a loja das meninas, mas o Breno não deixou eu ficar muito tempo. Fui com ele no parque ibirapuera e ele ficou mais tranquilinho. Beijei suas bochechinhas enquanto ele me olhava com suas enormes jabuticabinhas.
- A mamãe é tão apaixonada nessa coisinha gorda dela. - fingi morder seus dedinhos e ele riu. Aproveitei seu tempinho tranquilo e tirei uma foto e postei em meu instagram.
Alguém está conhecendo lugares novos. #7semanas ❤
sábado, 6 de maio de 2017
Capítulo cinquenta e seis
Breno estava completando um mês e 15 dias hoje, ele estava cada dia mais lindo e gordinho. As bochechas mais gostosas do mundo. Eu mordia todo dia, toda hora. Estava completamente apaixonada na minha cria. Amanhã é meu aniversário e o meu maior presente é esse. É ele, é te-lo aqui, comigo, a hora que eu quero. É poder aperta-lo, beija-lo, morder seus bracinhos, perninhas, pézinhos, bochechas infinitas vezes. Eu sou muita mãe de primeira viagem mesmo, completamente apaixonada por um bebê, que não me deixa dormir uma noite se quer sem chorar por duas ou três vezes.. Coloquei breno pra dormir e tirei uma fotinha
"Ter um filho muda todos os nossos hábitos, rotina, nos deixam cansados, estressados… mas a alegria em tê-los, apara toda e qualquer dificuldade imposta pela vida! De todas alegrias do meu mundo, a maior é ser sua mãe!! #mãedemenino #1mêsemeiodeamor #eusouapaixonada ❤"
@polisamp eu amo um bebê.
@sarah a dindinha é muito apaixonada
@starluans primeira fotinha dele ❤
@brusantanareal é muito preciosinho da dindinha
@afetoluan que coisinha pequena, que amor meu deus.
@joanamatzzro a vovó ama muito
@luansantana papai tá com saudade! Amo vocês. ❤❤❤
Fiquei observando e lendo alguns outros comentários, e logo a foto já estava rodando por instagrans e sites de fofocas e também com o comentário do Luan. Sarah estava com o Igor, resolveram jantar fora. Eles estavam bem, eu gostava de vê-los juntos. Deitei na minha cama e fiquei. Resolvi não ligar a tv para não acordar o Breno, os tempinhos que ele dormia era pequenos, então devo aproveitar.
"que saudade de vcs, amanha a noite chego e vou direto ai ver vocês" - bateu o desapontamento, a noite? É o meu aniversário e ele não vai passar o dia comigo?
"a noite? vc não vem antes?"
"não vai dar!"
"ah sim; tudo bem kkkk"
"tem problema?"
"nao, claro que nao kkk so pensei que iria chegar mais cedo, vou ver se durmo um pouco, aproveitar que o bre dormiu"
"nao vai falar comigo?"
"estou cansada amor, bjo até daqui a pouco"
"uuuh, ok, bjo!"
Não toquei mais em meu celular. A minha madrugada foi dormindo e acordando. De manhã, já estava de pé dando mamá para o Breno. Coloquei-o para dormir novamente e fui arrumar algumas coisas. Estava sozinha em casa, pelo jeito os dois dormiram fora, novamente. Meia hora mais tarde minha mãe me ligou por chamada de vídeo, e conversamos por quase duas horas. Falei com meu pai, e meus irmãos. Eles compram um pequeno bolinho e cantaram parabéns pra mim. Cada ano eles tinham uma ídeia diferente, ainda espero em um aniversário que vamos passar juntos novamente. Minutos mais tarde Sarah e Igor chegaram com um bolo de chocolate e cantaram parabéns pra mim.
- Eu comprei um presente pra você, espero que goste.
- Humm, o que será.
- Abre.
Abri o presente e tinha um perfume cheiroso. Sarah sabia me dar presentes como ninguém, o que era impressionante. Agradeci, dando lhe um abraço e ouvi um chorinho conhecifo. Fui até o quarto, e o Breno estava acordado, com os olhos bem abertos.
- Oi neném da mamãe.
Comecei a brincar com ele e ganhei o melhor presentes de todos, que era os seus sorrisos e risadas gostosas. Eu amo essa coisinha pequena. Meu cabelo ficou todo bagunçado. Refiz o coque e coloquei sua banheira para . Meu celular apitou, corri para pega-lo, esperançosa que ele finalmente se lembrou, mas não era o Luan, era a Poli com um texto lindo. Agredeci e respondi. Peguei o breno e dei o seu banho. Ele amava água, só Deus sabe como é difícil para tira-lo da banheira, após banho terminado.
- Porque meu neném está chorando? - sarah aparaceu, me assustando.
- Porra, que susto.
- Assustando assim porque?
- Estava longe. - gargalhei
Ela escolheu sua roupinha e coloquei. Fomos pra sala, o deixei no carrinho e fui terminar meus deveres.
- Está triste?
- Não.
- Hum, não fui convencida.
- Meu primeiro aniversário ao lado do Luan e ele já esqueceu. Tudo bem que ele é ruim de data, mas é meu aniversário, coloca algo pra lembrar, quando eu irei arrumar um namorado que se importante com isso. Nenhum nunca se importou, eu pensei que o Luan seria diferente.
- Não fica triste. Ele deve que teve show essa noite e ainda está dormindo.
- Ele esteve online depois da meia noite, poderia ter me ligado, mandado uma mensagem, que seja! Mas não fez nada, como você quer que eu não fique triste, se meu próprio namorado esqueceu o meu aniversário!
- Ele vai lembrar.
- Claro que vai. Ele disse que vai estar aqui a noite, até lá vai.. vai ver alguém falando e se lembrar.
- Você não sabe.
- Infelizmente, eu sei sim.
Meu dia foi ler o que me mandavam e cuidar do Breno. Luan me chamou como se NADA estivesse acontecido. Eu queria chorar de raiva. Já era de noite. Estava dando mamá para o Breno a campainha tocou. Abri a porta e era ele, eu o odeio, ele estava maravilhoso em sua calça jeans, blusa cinza como eu amo, e em suas botas.
- Oi linda!
- Oie. - forcei um sorriso. - Entra!
- Está tudo bem?
- Sim, o breno está me deixando exausta! Porque você está tão arrumado?
- Acabei de chegar.
- Ah.
- Vamos la pra casa? - ele está me zoando
- Estou cansada! Deixa pra outro dia. - ele me puxou pra ele e eu queria chorar de raiva
- O que foi?
- Estou dando mamá, Luan!!!
- Uuuh, eu sei - me soltou.
Sarah chegou, mas não puxou tanta conversa percebendo o clima chato.
- Então... vamos comer fora?
- Eu. Estou. Cansada!
- Porra Andressa.
- Porra Andressa? Não vou te falar nada, minha cabeça está doendo, breno hoje estava ligado no 220. Não é fácil a rotina que estou tendo, até virar costume vai ser díficil. Espero que você pelo menos entenda.
- Hum ok.
Deixei ele sozinho e fui até meu quarto. Algumas lágrimas desceu e as limpei rápido assim que ouvi sua voz novamente.
- Porque você está chorando?
- Não estou.
- Caramba Andressa.
- Fala baixo, o Breno está tentando dormir.
- Estou falando baixo.
Coloquei o Breno no berço quando ele finalmente dormiu. Fui passar pelo Luan mas dessa vez não teve como. Ele me encurralou na parede.
- Vamos sair pra jantar fora.
- Estou cansada.
- Amor, não fiz uma pergunta. Estou afim de te levar pra comer em um lugar diferente.
- Eu realmente est..
- Você vai estar realmente cansada depois que estiver tido embaixo e em cima de mim. - me soltou - Estou te esperando.
Respirei fundo e me virei. Entrei no banheiro e tomei um banho demorado, só para irrita-lo. Adentrei o quarto e ele estava olhando o Breno. Mas um lindo vestido preto de veludo em cima da minha cama me chamou atenção. Sem me olhar ele disse.
- Queria que você usasse, hoje! Sera que..
- Tá.
Escolhi o sapato, fiz minha maquiagem, vesti o vestido, calcei meu sapato, terminei os últimos retoques, como já havia dado banho no Breno a pouco tempo atrás, pedi que Luan apenas trocasse sua roupinha. Arrumei sua malinha e saímos. Acabamos encontrando a dona Angelina esperando também o elevador.
- Esse é o seu filho, querida?
- Sim. - sorri, adorava sua simpátia
- Que menino, lindo! Parece o pai. - luan sorriu
- Ele é todo o Luan.
- E ainda vai falar "papa" como sua primeira palavrinha, meus meninos todos foram assim. Achei um absurdo. - gargalhei. - Vocês fazem um belo casal.
- Obrigada dona Angelina.
Conversamos até ela ter que sair, e eu e o Luan descemos no estacionamento. Ele abriu o carro e colocou o Breno no bebê conforto, que dormia quietinho. No caminho, antes de irmos ao restaurante, paramos em sua casa, ele selou rápido meus lábios e entrou. Logo apareceu, dizendo que teriamos mudanças de planos. Pois iriamos numa festa de aniversário de um amigo dele aqui do condomínio. Eu estava prestes a chorar de raiva, e pedir pra ir embora, mas eu iria aguentar. Eu consigo, já passei por coisa pior.
- Você sabe que o Breno está com um mês e pouco. Música alta, aglomeração, não é muito bom pra ele.
- Só vamos dar uma passadinha lá, nem sei se as pessoas já chegaram. - suspirei fundo e apoiei a cabeça em uma das mãos.
- Ok!
Chegamos em frente, a enorme casa. Dessa vez eu peguei o Breno, e sua malinha. Luan bateu na campaínha.
- Quem mora aqui? - perguntei confusa sem lembrar. Logo a porta se abriu e apareceu uma mulher, que aparentava ter uns 57 anos.
- Boa noite, Luan!
- Boa noite dona Ge. Essa é a minha namorada, Andressa, e esse é o meu filho Breno. - ela sorriu pra gente.
- Podem entrar e ficar avontade. Eu estou saindo, divirtam-se.
- Obrigado.
Demos espaço e ela saiu.
- Entra.
- De quem é essa casa? Quem é ela? - falei entrando e caminhando até a porta.
- Abre a porta.
Fiz o que ele pediu e assustei completamente ao ver, milhares de buquê de todos os tipos de cores, na enorme sala de estar. O olhei, sem entender.
- Luan.
- Oi?
- Você..
- Entra.
A casa era enorme, e cheirava perfeitamente bem, e como casa nova. Os buquês formavam um coração no meio da sala. Agora eu iria chorar de verdade. Ele pegou em minha mão e me levou a cada lugar daquela casa. O quarto do Breno, estava todo formado, com tudo que eu escolhi e estava esperando chegar no meu apartamento ou em sua casa. Ele tirou o Breno dos meus braços e o colocou no berço, cobrindo-o. Deixou um babá eletrônica ao seu lado, pegou outro e me tirou dali. Fomos até o último quarto do corredor, que deduzi que seria, bem.. o nosso! Ele abriu a porta e uau, era ainda mais bonito que seu quarto na casa com seus pais. Ele pegou o buquê em cima da cama, era maior do que os outros e mais bonito. Me entregou.
- Feliz aniversário, nervosinha.
"Ter um filho muda todos os nossos hábitos, rotina, nos deixam cansados, estressados… mas a alegria em tê-los, apara toda e qualquer dificuldade imposta pela vida! De todas alegrias do meu mundo, a maior é ser sua mãe!! #mãedemenino #1mêsemeiodeamor #eusouapaixonada ❤"
@polisamp eu amo um bebê.
@sarah a dindinha é muito apaixonada
@starluans primeira fotinha dele ❤
@brusantanareal é muito preciosinho da dindinha
@afetoluan que coisinha pequena, que amor meu deus.
@joanamatzzro a vovó ama muito
@luansantana papai tá com saudade! Amo vocês. ❤❤❤
Fiquei observando e lendo alguns outros comentários, e logo a foto já estava rodando por instagrans e sites de fofocas e também com o comentário do Luan. Sarah estava com o Igor, resolveram jantar fora. Eles estavam bem, eu gostava de vê-los juntos. Deitei na minha cama e fiquei. Resolvi não ligar a tv para não acordar o Breno, os tempinhos que ele dormia era pequenos, então devo aproveitar.
"que saudade de vcs, amanha a noite chego e vou direto ai ver vocês" - bateu o desapontamento, a noite? É o meu aniversário e ele não vai passar o dia comigo?
"a noite? vc não vem antes?"
"não vai dar!"
"ah sim; tudo bem kkkk"
"tem problema?"
"nao, claro que nao kkk so pensei que iria chegar mais cedo, vou ver se durmo um pouco, aproveitar que o bre dormiu"
"nao vai falar comigo?"
"estou cansada amor, bjo até daqui a pouco"
"uuuh, ok, bjo!"
Não toquei mais em meu celular. A minha madrugada foi dormindo e acordando. De manhã, já estava de pé dando mamá para o Breno. Coloquei-o para dormir novamente e fui arrumar algumas coisas. Estava sozinha em casa, pelo jeito os dois dormiram fora, novamente. Meia hora mais tarde minha mãe me ligou por chamada de vídeo, e conversamos por quase duas horas. Falei com meu pai, e meus irmãos. Eles compram um pequeno bolinho e cantaram parabéns pra mim. Cada ano eles tinham uma ídeia diferente, ainda espero em um aniversário que vamos passar juntos novamente. Minutos mais tarde Sarah e Igor chegaram com um bolo de chocolate e cantaram parabéns pra mim.
- Eu comprei um presente pra você, espero que goste.
- Humm, o que será.
- Abre.
Abri o presente e tinha um perfume cheiroso. Sarah sabia me dar presentes como ninguém, o que era impressionante. Agradeci, dando lhe um abraço e ouvi um chorinho conhecifo. Fui até o quarto, e o Breno estava acordado, com os olhos bem abertos.
- Oi neném da mamãe.
Comecei a brincar com ele e ganhei o melhor presentes de todos, que era os seus sorrisos e risadas gostosas. Eu amo essa coisinha pequena. Meu cabelo ficou todo bagunçado. Refiz o coque e coloquei sua banheira para . Meu celular apitou, corri para pega-lo, esperançosa que ele finalmente se lembrou, mas não era o Luan, era a Poli com um texto lindo. Agredeci e respondi. Peguei o breno e dei o seu banho. Ele amava água, só Deus sabe como é difícil para tira-lo da banheira, após banho terminado.
- Porque meu neném está chorando? - sarah aparaceu, me assustando.
- Porra, que susto.
- Assustando assim porque?
- Estava longe. - gargalhei
Ela escolheu sua roupinha e coloquei. Fomos pra sala, o deixei no carrinho e fui terminar meus deveres.
- Está triste?
- Não.
- Hum, não fui convencida.
- Meu primeiro aniversário ao lado do Luan e ele já esqueceu. Tudo bem que ele é ruim de data, mas é meu aniversário, coloca algo pra lembrar, quando eu irei arrumar um namorado que se importante com isso. Nenhum nunca se importou, eu pensei que o Luan seria diferente.
- Não fica triste. Ele deve que teve show essa noite e ainda está dormindo.
- Ele esteve online depois da meia noite, poderia ter me ligado, mandado uma mensagem, que seja! Mas não fez nada, como você quer que eu não fique triste, se meu próprio namorado esqueceu o meu aniversário!
- Ele vai lembrar.
- Claro que vai. Ele disse que vai estar aqui a noite, até lá vai.. vai ver alguém falando e se lembrar.
- Você não sabe.
- Infelizmente, eu sei sim.
Meu dia foi ler o que me mandavam e cuidar do Breno. Luan me chamou como se NADA estivesse acontecido. Eu queria chorar de raiva. Já era de noite. Estava dando mamá para o Breno a campainha tocou. Abri a porta e era ele, eu o odeio, ele estava maravilhoso em sua calça jeans, blusa cinza como eu amo, e em suas botas.
- Oi linda!
- Oie. - forcei um sorriso. - Entra!
- Está tudo bem?
- Sim, o breno está me deixando exausta! Porque você está tão arrumado?
- Acabei de chegar.
- Ah.
- Vamos la pra casa? - ele está me zoando
- Estou cansada! Deixa pra outro dia. - ele me puxou pra ele e eu queria chorar de raiva
- O que foi?
- Estou dando mamá, Luan!!!
- Uuuh, eu sei - me soltou.
Sarah chegou, mas não puxou tanta conversa percebendo o clima chato.
- Então... vamos comer fora?
- Eu. Estou. Cansada!
- Porra Andressa.
- Porra Andressa? Não vou te falar nada, minha cabeça está doendo, breno hoje estava ligado no 220. Não é fácil a rotina que estou tendo, até virar costume vai ser díficil. Espero que você pelo menos entenda.
- Hum ok.
Deixei ele sozinho e fui até meu quarto. Algumas lágrimas desceu e as limpei rápido assim que ouvi sua voz novamente.
- Porque você está chorando?
- Não estou.
- Caramba Andressa.
- Fala baixo, o Breno está tentando dormir.
- Estou falando baixo.
Coloquei o Breno no berço quando ele finalmente dormiu. Fui passar pelo Luan mas dessa vez não teve como. Ele me encurralou na parede.
- Vamos sair pra jantar fora.
- Estou cansada.
- Amor, não fiz uma pergunta. Estou afim de te levar pra comer em um lugar diferente.
- Eu realmente est..
- Você vai estar realmente cansada depois que estiver tido embaixo e em cima de mim. - me soltou - Estou te esperando.
Respirei fundo e me virei. Entrei no banheiro e tomei um banho demorado, só para irrita-lo. Adentrei o quarto e ele estava olhando o Breno. Mas um lindo vestido preto de veludo em cima da minha cama me chamou atenção. Sem me olhar ele disse.
- Queria que você usasse, hoje! Sera que..
- Tá.
Escolhi o sapato, fiz minha maquiagem, vesti o vestido, calcei meu sapato, terminei os últimos retoques, como já havia dado banho no Breno a pouco tempo atrás, pedi que Luan apenas trocasse sua roupinha. Arrumei sua malinha e saímos. Acabamos encontrando a dona Angelina esperando também o elevador.
- Esse é o seu filho, querida?
- Sim. - sorri, adorava sua simpátia
- Que menino, lindo! Parece o pai. - luan sorriu
- Ele é todo o Luan.
- E ainda vai falar "papa" como sua primeira palavrinha, meus meninos todos foram assim. Achei um absurdo. - gargalhei. - Vocês fazem um belo casal.
- Obrigada dona Angelina.
Conversamos até ela ter que sair, e eu e o Luan descemos no estacionamento. Ele abriu o carro e colocou o Breno no bebê conforto, que dormia quietinho. No caminho, antes de irmos ao restaurante, paramos em sua casa, ele selou rápido meus lábios e entrou. Logo apareceu, dizendo que teriamos mudanças de planos. Pois iriamos numa festa de aniversário de um amigo dele aqui do condomínio. Eu estava prestes a chorar de raiva, e pedir pra ir embora, mas eu iria aguentar. Eu consigo, já passei por coisa pior.
- Você sabe que o Breno está com um mês e pouco. Música alta, aglomeração, não é muito bom pra ele.
- Só vamos dar uma passadinha lá, nem sei se as pessoas já chegaram. - suspirei fundo e apoiei a cabeça em uma das mãos.
- Ok!
Chegamos em frente, a enorme casa. Dessa vez eu peguei o Breno, e sua malinha. Luan bateu na campaínha.
- Quem mora aqui? - perguntei confusa sem lembrar. Logo a porta se abriu e apareceu uma mulher, que aparentava ter uns 57 anos.
- Boa noite, Luan!
- Boa noite dona Ge. Essa é a minha namorada, Andressa, e esse é o meu filho Breno. - ela sorriu pra gente.
- Podem entrar e ficar avontade. Eu estou saindo, divirtam-se.
- Obrigado.
Demos espaço e ela saiu.
- Entra.
- De quem é essa casa? Quem é ela? - falei entrando e caminhando até a porta.
- Abre a porta.
Fiz o que ele pediu e assustei completamente ao ver, milhares de buquê de todos os tipos de cores, na enorme sala de estar. O olhei, sem entender.
- Luan.
- Oi?
- Você..
- Entra.
A casa era enorme, e cheirava perfeitamente bem, e como casa nova. Os buquês formavam um coração no meio da sala. Agora eu iria chorar de verdade. Ele pegou em minha mão e me levou a cada lugar daquela casa. O quarto do Breno, estava todo formado, com tudo que eu escolhi e estava esperando chegar no meu apartamento ou em sua casa. Ele tirou o Breno dos meus braços e o colocou no berço, cobrindo-o. Deixou um babá eletrônica ao seu lado, pegou outro e me tirou dali. Fomos até o último quarto do corredor, que deduzi que seria, bem.. o nosso! Ele abriu a porta e uau, era ainda mais bonito que seu quarto na casa com seus pais. Ele pegou o buquê em cima da cama, era maior do que os outros e mais bonito. Me entregou.
- Feliz aniversário, nervosinha.
- Eu achei que você tinha esquecido. - lágrimas picou em meus olhos, ele riu
- Fazia parte da surpresa! - agarrei um punhado de sua camiseta e o beijei.
- Que lindo o buquê.
- Só não mais que a linda mulher á minha frente. - piscou, sorri de lado. Ele me levou até a cama, sentou e puxou-me para seu colo.
O aroma das rosas estava maravilhoso, abaixei para cheira-las e achei um cartão bem escondidinho. O peguei e abri, suas letrinhas tortinhas estampavam no cartão.
Hoje é o seu aniversário. Passei dias pensando no que te dar de presente, ou melhor, em algo que te faria muito feliz. Pensei ontem antes de dormir em te dar o céu. Mas ele é tão grande que não ia caber numa caixinha. Eu até poderia dar um jeito, mas eu ainda não encontrei um bom lugar para pôr as estrelas. Felicidade, saúde e mais eu. Amor é o que não vai faltar enquanto eu respirar. Amo você. - Luan
As lágrimas que tentei não deixar cair começeram a escorrer sem minha permissão, mas estava impossíve de controlar elas. Nenhuma das vezes que namorei recebi algo tão romântico assim, ainda mais em meu aniversário.
- Porque está chorando?
- Uhhh, isso aqui é muito romântico.
- O cartão?
- O que você escreveu. O cartão, os buquês! Eu nunca recebi coisas assim, ou tive namorados românticos.. - mordi o lábio para conter o sorriso. - Isso é meio que novo pra mim, e eu gosto. - sorri sem mostrar os dentes
- Isso é pouco perto do que você merece. Eu te daria o céu se fosse possível. - limpei as lágrimas - Ele colocou uma caixinha redonda na minha frente. - Abre. - suspirei fundo e abri. Tinha uma chave dentro. - Essa casa é nossa! Eu disse que queria um cantinho pra gente.
As lágrimas que tentei não deixar cair começeram a escorrer sem minha permissão, mas estava impossíve de controlar elas. Nenhuma das vezes que namorei recebi algo tão romântico assim, ainda mais em meu aniversário.
- Porque está chorando?
- Uhhh, isso aqui é muito romântico.
- O cartão?
- O que você escreveu. O cartão, os buquês! Eu nunca recebi coisas assim, ou tive namorados românticos.. - mordi o lábio para conter o sorriso. - Isso é meio que novo pra mim, e eu gosto. - sorri sem mostrar os dentes
- Isso é pouco perto do que você merece. Eu te daria o céu se fosse possível. - limpei as lágrimas - Ele colocou uma caixinha redonda na minha frente. - Abre. - suspirei fundo e abri. Tinha uma chave dentro. - Essa casa é nossa! Eu disse que queria um cantinho pra gente.
- Pensei que você tinha desistido. - ri - nunca mais falou em casa pra gente.
- Mas estava olhando já, comprei com medo de você não aceitar. Mas estava com esperanças. Espero que esteja bom pra você, você pode mudar o que quiser. Sempre tive esse sonho, formar uma família, ter a minha própria casa, com a minha mulher. As pessoas podem falar que está muito cedo, mas eu nunca vou me arrepender de ter comprado aqui para morar com você. A certeza que eu tenho do meu amor por você é maior do que qualquer coisa.
quarta-feira, 3 de maio de 2017
Capítulo cinquenta e cinco
Tiramos algumas fotos com todos. As pessoas já havia ido quase todas, ficaram só alguns amigos do Luan. Breno começou a chorar bastante, acho que estava cansado.
- Gente.. vocês se importam se eu subir? Ele não para de chorar e..
- Tudo bem, a gente entende, já estamos indo também. - falou o Kauan.
- Então boa noite. E obrigada por vocês terem vindo! Mas vocês podem ficar a vontade!
Me despedi de todos eles e subi. Entrei no quarto do Luan, e amamentei o Bre outra vez. Meu corpo implorava por um banho e por cama. Estava muito cansada. Demorou pro Breno finalmente dormir. Deitei ele na cama, coloquei travesseiros em volta dele e fechei a cortina. O observei pensando se teria algum lugar que ele poderia cair e não achei nenhum lugar. Tirei minha roupa e fui pro banheiro. Soltei um suspiro fundo que nem sabia que estava segurando. Lavei meu cabelo. Estava com os olhos fechados quando senti duas mãos em minha cintura.
- Que saudade do seu corpo.
- Que susto. - sorri, mordendo o lábio - Eles já foram embora?
- Já!
- O Breno custou dormir.
- Ele tá quietinho
- Sim.
Destribuiu beijos pelos meus ombros. Me virou pra ele e nos beijamos. Ele me pegou no colo e me prensou contra a parede gelada. Soltei um gemido contido. Agarrei seus cabelos, e seus lábios desceram até meus mamilos, já endurecidos com o calor de sua boca.
- Caralho, seu corpo está cada dia mais perfeito.
Chupou-os com força, e mordiscando e lambendo. Gemi o mais baixo que consegui.
- Amor..
- Hum.
- Não podemos transar!! - falei suspirando fundo
- É verdade.
Continuou sugando meus seios. - Mas eu posso te fazer gozar na minha mão. - grunhi baixo. Ele me desceu até o chão e mordeu meu lábio inferior. Apertou forte meu bumbum. - Você é muito gostosa, muito! - fechei os olhos, ao sentir seus dedos em meu clítoris. Ele continuou esfregando, provocando-o. Senti o orgasmo se formar em meu corpo, passei o braço em seu pescoço, e ele me beijou forte. Esse homem é extremamente gostoso. Choraminguei assim que comecei a gozar. Ele lambeu meu pescoço, mordiscou e bateu em meu bumbum. Soltei um grito e ele sorriu. Nossa respirações acalmou, era a minha vez agora. Lambi seu pescoço e fui descendo até sua barriga. Ajoelhei em seus pés e segurei seu pau. Passei a língua na pontinha, e ele segurou firme meus cabelos. Comecei a provoca-lo. Sem quebrar nossos olhares escuros de prazer. Deslizei as mãos por toda extensão, fazendo-o gemer. Enfiei em minha boca e comecei a chupa-lo, cada vez mais fundo. Ele começou a voltar no controle e enfiou até a minha garganta, choraminguei.
- Linda, eu vou..
Senti seu jato quente e salgado descendo em minha garganta e o engoli cada gota. Ele me puxou pra cima e beijou-me. Terminamos nosso banho, e saímos. Ele me enxugou toda e foi até seu closet, pegou uma camiseta e jogou pra mim. Minutos depois estavamos deitados em sua cama.
- Jura, que você vai ficar com sua bunda roçando no meu pau a noite toda? - revirei os olhos
- Dorme.
No meio da madrugada, Breno começou a chorar alto, suspirei e sentei na cama, pegando-o.
- Shiiii. - fiquei observando, o jeitinho dele mamar, sua mãozinha mexendo. Luan beijou a lateral do meu bumbum e virou pra mim. Ligou a televisão e jogou a mão em minha coxa. Encostei a cabeça na parede, o sono não estava dando trégua. Breno soltou a boca, fui coloca-lo de volta na cama e o berreiro começou novamente. Levantei da cama e fiquei andando pelo quarto, balançando-o. Até que ele finalmente dormisse. O coloquei em seu cantinho e deitei. Luan desligou a tv e me abraçou.
- Sonha comigo!
Na manhã seguinte, acordei sem Luan e Breno na cama, me sentei. Fui até o banheiro, fiz as higines matinais, troquei minha roupa e desci. Fui até a sala, e vi a cena mais linda do mundo. Luan estava deitado no sofá e o breno dormindo em cima dele.
- Ele está muito feliz. - Marizete sussurrou sorridente. - É algo que só de olhar dá pra ver. Ele aproveitou o sol, andou um pouco com ele no quintal e deitou com ele ali.
- Eu não imaginava que ele reagiria assim. Desde o príncipio sempre tive medo
- Não adiantaria ele agir mal, uma hora ou outra ele iria ceder, eu o conheço. E ele sempre foi muito ligado a crianças. Era um sonho dele.
- Que vontade de ir lá e beija-los até. - rimos
- Vem tomar café da manhã.
Breno começou a chorar, e fiquei quieta no meu canto.
- Espera sua mãe acordar, vamos deixar ela dormir mais um pouquinho. - ele disse com todo amor na voz
- Já venho tomar café.
- Ok! - sorriu
Caminhei até eles.
- Bom dia! - sussurrei em seu ouvido.
- Bom dia, linda!
- Não deixa ninguém saber disso, mas vocês são os homens da minha vida! - ele riu - Se meu pai descobrir vou bater em você.
- Ahhh, ele sabe disso. Vai tomar café pra depois vir alimentar esse mulequinho. - selei seus lábios e saí.
A tarde, fomos no shopping, Luan já queria comprar o resto de coisa que faltava pro Breno. Wellington foi com a gente. Foi tranquilo, aproveitei para passar na loja e vi as meninas.
- Andressa, que coisinha mais linda! - Jéssica da otica gaúcha, que conversava d
- Gente.. vocês se importam se eu subir? Ele não para de chorar e..
- Tudo bem, a gente entende, já estamos indo também. - falou o Kauan.
- Então boa noite. E obrigada por vocês terem vindo! Mas vocês podem ficar a vontade!
Me despedi de todos eles e subi. Entrei no quarto do Luan, e amamentei o Bre outra vez. Meu corpo implorava por um banho e por cama. Estava muito cansada. Demorou pro Breno finalmente dormir. Deitei ele na cama, coloquei travesseiros em volta dele e fechei a cortina. O observei pensando se teria algum lugar que ele poderia cair e não achei nenhum lugar. Tirei minha roupa e fui pro banheiro. Soltei um suspiro fundo que nem sabia que estava segurando. Lavei meu cabelo. Estava com os olhos fechados quando senti duas mãos em minha cintura.
- Que saudade do seu corpo.
- Que susto. - sorri, mordendo o lábio - Eles já foram embora?
- Já!
- O Breno custou dormir.
- Ele tá quietinho
- Sim.
Destribuiu beijos pelos meus ombros. Me virou pra ele e nos beijamos. Ele me pegou no colo e me prensou contra a parede gelada. Soltei um gemido contido. Agarrei seus cabelos, e seus lábios desceram até meus mamilos, já endurecidos com o calor de sua boca.
- Caralho, seu corpo está cada dia mais perfeito.
Chupou-os com força, e mordiscando e lambendo. Gemi o mais baixo que consegui.
- Amor..
- Hum.
- Não podemos transar!! - falei suspirando fundo
- É verdade.
Continuou sugando meus seios. - Mas eu posso te fazer gozar na minha mão. - grunhi baixo. Ele me desceu até o chão e mordeu meu lábio inferior. Apertou forte meu bumbum. - Você é muito gostosa, muito! - fechei os olhos, ao sentir seus dedos em meu clítoris. Ele continuou esfregando, provocando-o. Senti o orgasmo se formar em meu corpo, passei o braço em seu pescoço, e ele me beijou forte. Esse homem é extremamente gostoso. Choraminguei assim que comecei a gozar. Ele lambeu meu pescoço, mordiscou e bateu em meu bumbum. Soltei um grito e ele sorriu. Nossa respirações acalmou, era a minha vez agora. Lambi seu pescoço e fui descendo até sua barriga. Ajoelhei em seus pés e segurei seu pau. Passei a língua na pontinha, e ele segurou firme meus cabelos. Comecei a provoca-lo. Sem quebrar nossos olhares escuros de prazer. Deslizei as mãos por toda extensão, fazendo-o gemer. Enfiei em minha boca e comecei a chupa-lo, cada vez mais fundo. Ele começou a voltar no controle e enfiou até a minha garganta, choraminguei.
- Linda, eu vou..
Senti seu jato quente e salgado descendo em minha garganta e o engoli cada gota. Ele me puxou pra cima e beijou-me. Terminamos nosso banho, e saímos. Ele me enxugou toda e foi até seu closet, pegou uma camiseta e jogou pra mim. Minutos depois estavamos deitados em sua cama.
- Jura, que você vai ficar com sua bunda roçando no meu pau a noite toda? - revirei os olhos
- Dorme.
No meio da madrugada, Breno começou a chorar alto, suspirei e sentei na cama, pegando-o.
- Shiiii. - fiquei observando, o jeitinho dele mamar, sua mãozinha mexendo. Luan beijou a lateral do meu bumbum e virou pra mim. Ligou a televisão e jogou a mão em minha coxa. Encostei a cabeça na parede, o sono não estava dando trégua. Breno soltou a boca, fui coloca-lo de volta na cama e o berreiro começou novamente. Levantei da cama e fiquei andando pelo quarto, balançando-o. Até que ele finalmente dormisse. O coloquei em seu cantinho e deitei. Luan desligou a tv e me abraçou.
- Sonha comigo!
Na manhã seguinte, acordei sem Luan e Breno na cama, me sentei. Fui até o banheiro, fiz as higines matinais, troquei minha roupa e desci. Fui até a sala, e vi a cena mais linda do mundo. Luan estava deitado no sofá e o breno dormindo em cima dele.
- Ele está muito feliz. - Marizete sussurrou sorridente. - É algo que só de olhar dá pra ver. Ele aproveitou o sol, andou um pouco com ele no quintal e deitou com ele ali.
- Eu não imaginava que ele reagiria assim. Desde o príncipio sempre tive medo
- Não adiantaria ele agir mal, uma hora ou outra ele iria ceder, eu o conheço. E ele sempre foi muito ligado a crianças. Era um sonho dele.
- Que vontade de ir lá e beija-los até. - rimos
- Vem tomar café da manhã.
Breno começou a chorar, e fiquei quieta no meu canto.
- Espera sua mãe acordar, vamos deixar ela dormir mais um pouquinho. - ele disse com todo amor na voz
- Já venho tomar café.
- Ok! - sorriu
Caminhei até eles.
- Bom dia! - sussurrei em seu ouvido.
- Bom dia, linda!
- Não deixa ninguém saber disso, mas vocês são os homens da minha vida! - ele riu - Se meu pai descobrir vou bater em você.
- Ahhh, ele sabe disso. Vai tomar café pra depois vir alimentar esse mulequinho. - selei seus lábios e saí.
A tarde, fomos no shopping, Luan já queria comprar o resto de coisa que faltava pro Breno. Wellington foi com a gente. Foi tranquilo, aproveitei para passar na loja e vi as meninas.
- Andressa, que coisinha mais linda! - Jéssica da otica gaúcha, que conversava d
todos os dias veio até a gente - Que fofura, menina!
- Ele é.
- Ele é a cara do pai também em
- Todo mundo fala.
- Que doçura. - acariciou seu rostinho - Essas bochechas, que delicia, dá vontade de morder.
- É teu menininho? - olhei a Grazi vindo até a gente
- Sim - respondi
- Menina, que lindo.
- Vim comprar algumas coisas que faltava, ele nasceu antes da hora, e eu mal tinha visto as coisas ainda.
- Quando tive minha menininha, foi assim também. Que lindinho, que cresça com muita saúde.
- Amém.
- Vamos, amor. Ta enchendo.
- Vamos. Ei, essas aqui eram minhas parceiras de lanche, conversas, Grazi e Jess!
- Oi lindas.
- Oie. - falaram juntas
- Meninas, já vou. Foi bom ver vocês, depois vão lá em casa conhecer ele direitinho.
- Está morando no mesmo lugar?
- Sim.
- Talvez quando eles for você não esteja morando no mesmo lugar... - luan falou, revirei os olhos, elas ficaram confusas
- Estou e estarei no mesmo lugar. - riram
- Ok!
- A gente se vê. Beijo.
- Beijos.
- Ele é.
- Ele é a cara do pai também em
- Todo mundo fala.
- Que doçura. - acariciou seu rostinho - Essas bochechas, que delicia, dá vontade de morder.
- É teu menininho? - olhei a Grazi vindo até a gente
- Sim - respondi
- Menina, que lindo.
- Vim comprar algumas coisas que faltava, ele nasceu antes da hora, e eu mal tinha visto as coisas ainda.
- Quando tive minha menininha, foi assim também. Que lindinho, que cresça com muita saúde.
- Amém.
- Vamos, amor. Ta enchendo.
- Vamos. Ei, essas aqui eram minhas parceiras de lanche, conversas, Grazi e Jess!
- Oi lindas.
- Oie. - falaram juntas
- Meninas, já vou. Foi bom ver vocês, depois vão lá em casa conhecer ele direitinho.
- Está morando no mesmo lugar?
- Sim.
- Talvez quando eles for você não esteja morando no mesmo lugar... - luan falou, revirei os olhos, elas ficaram confusas
- Estou e estarei no mesmo lugar. - riram
- Ok!
- A gente se vê. Beijo.
- Beijos.
terça-feira, 2 de maio de 2017
Capítulo cinquenta e quatro
Já havia escurecido, estavamos conversando com o doutor Marcos, já que ele havia dado alta para o Breno e estava dizendo tudo o que não podíamos esquecer, mas estava tão animada e eufórica para ir embora que mal consegui prestar atenção em suas palavras. Espero que o Luan esteja atento. Depois de dar um banho no Breno, vesti sua roupinha e arruma-lo, finalmente estavamos dizendo adeus á aquele hospital, depois de quase um mês. Finalmente estamos indo pra casa.
- Fica lá em casa essa noite?
- Eu estou tão feliz, que aceitaria ir para qualquer lugar que você me levasse.
- Os resmunguinho que ele dá é o melhor.
- Olha a mãozinha mexendo. - luan levou sua mão até a dele, e o breno segurou seu dedo, apertando. Ele só tirou quando foi preciso.
Chegamos no seu condomínio, estava cheio de carros espalhados pela rua. Parecia estar tendo festa em algum lugar, mas não havia som algum.
- Deve estar tendo festa no seus vizinhos.
- Deve ser.
- Seus pais estão aí?
- Não faço ideia.
Ele me ajudou a descer, com todo cuidado do mundo, me fazendo rir.
- Pelo jeito acho que não. Tá escuro e não tem nenhum movimento.
- Eles podem ter ido fazer compra, ou não, sei lá! Queria que eles estivessem aqui pra ver o Breno, eles estavam tão animados para esse dia chegar
- Talvez eles foi em um lugar perto, vamos entrar.
Destrancou a porta, esquecendo de ligar a luz.
- Amor, a luz... do jeito que eu sou, sou capaz de tropeçar em meus próprios pés.
- Aé. - riu
Ele ligou a luz e levei um susto com tanta rosto conhecido gritando surpresa. Abri um sorriso enorme, não estava esperando nada disso. Tinha uma faixa linda, escrito "Seja bem vindo Breno". Encarei o Luan, ele beijou minha testa e piscou. Todos vieram ver o Breno de pertinho. Fiquei muito feliz em ver meu pai e meus irmãos. A saudade estava me matando já! Os amigos do Luan, com suas namoradas e esposas. Meus amigos também, até mesmo o Bernado, o que me foi uma grande surpresa, depois de todo mal entendido. E alguns dos meus familiares e familiares do Luan.
- A vovó esperou tanto por esse dia. - marizete acariciou sua bochecha.
- Pode pega-lo, Mari. Sei o quanto quer isso.
- Ele está dormindo.
- Pode pegar. Seus olhos estão até brilhando.
Ela o pegou, com um sorriso enorme estampado no rosto. Fui até meu pai e o abracei com força.
- Que saudade, meu coroa!
- Ôh dedê, tava difícil o serviço, teria vindo antes se não fosse tudo.
- Mas fico feliz que está aqui, agora, sinto sua falta, pai!
- Eu também estou. Também sinto a sua. - apertou meu nariz - O garotinho é o pai cuspido. - rimos
- Ele é. Vou comprimentar a todos enquanto o Breno está dormindo, tá?
- Sim senhora. - beijou minha testa
Comprimentei todos os amigos do Luan, seus parentes, meus amigos e parentes.
- Amigaaaaa - abracei Sarah - Você gostou?
- Eu amei, não estava esperando nada disso.
- Luan, eu e a Bruna que tivemos a ídeia. É tipo um chá de bebê, mas já com o bebê. - rimos
- Está lindo, amiga, obrigada por isso.
- Que bom. Come alguma coisa, está tudo uma delícia.
- O cheiro está maravilhoso.
- Organização impecável, já imagino a festa deste menino de um ano.
- Calma lá, ele ainda nem fez um mês, vai com calma, me deixa respirar - gargalhamos.
- Estou apaixonada nesse bebê, que doçura. - disse Bruna com o Breno no colo.
- Ele é muito lindo, né!
- O pi tá todo babão e sorridente. Ele sempre dizia que a maior realização de um homem é ser pai, que um dia ele seria, e agora ele é. - sorri de lado
- Eu quero ser padrinho em! - o Breno apareceu e acariciou a bochecha do Breno - Padrinho Breno e afilhado Breno. Pô, Luan. Não sabia que você gostava tanto do meu nome. - luan se juntou a nós, rindo, me abraçou por trás.
- E foi ele mesmo que escolheu. Eu pensei em vários e não consiguimos entrar numa conclusão, e em um dia avulso ele chegou dizendo que seria Breno.
- Todo Breno é bonito. Esse aí já vai crescer sabendo das coisas em - gargalhamos.
Engatamos em conversas aleatórias, Breno foi nos braços praticamente de todos. Parei em frente a uma enorme caixa de presentes, uau. Bastante pacotes de fraudas, e muitos outros embrulhos.
- Fico feliz por você! - olhei por cima do ombro, vendo o Bernado, com as mãos no bolso
- Obrigada Bé.
- Imaginei que teu namorado nem iria me chamar, depois de tudo que aconteceu, que você me contou, mas Sarah entrou em contato comigo, então achei que talvez não seria um problema pra ele.
- Que bom que você veio. Ele sabe que foi um mal entendido, sem preocupaçoes.
- Não sou lá muito bom com presentes, ainda mais pra bebê, mas juro que dei o meu melhor.
- Só de você ter vindo já aprecio muito! Você sabe o quanto gosto da nossa amizade
- O sentimento é mútuo. - o abracei - Lembra da Giu?
- Lembrooo.
- Estamos saindo.
- Porque não trouxe ela, muito gente boa.
- Ela não podia vir. - ouvi o chorinho do Breno.
- Acho que alguém me chama.
- Vai lá - sorrimos e fui até o Breno que estava com a prima Camila do Luan
- Deve ser fome. - sorri e o peguei.
- Ele é uma fofura. - o sorriso não saía do meu rosto, a cada elogio aumentava ainda mais. - luan estava encostado conversando com seus amigos.
- Você pega uma toalinha dele pra mim, na malinha.
- Pego.
Logo ele estava de volta, com a toalinha. Breno começou a mamar. Fiquei no cantinho. Ele estava com fome, não largava meu peito pra nada.
- Psiu. - olhei pra frente.
- Oi.
- Senta aqui.
Sentei no seu colo, de lado.
- Que fome, papai!
- Eu sou igual a minha mãe, papai.
- Acho que essa vai ser a minha coisa favorita nos próximos meses. Acho não, tenho certeza!
- Fica lá em casa essa noite?
- Eu estou tão feliz, que aceitaria ir para qualquer lugar que você me levasse.
- Os resmunguinho que ele dá é o melhor.
- Olha a mãozinha mexendo. - luan levou sua mão até a dele, e o breno segurou seu dedo, apertando. Ele só tirou quando foi preciso.
Chegamos no seu condomínio, estava cheio de carros espalhados pela rua. Parecia estar tendo festa em algum lugar, mas não havia som algum.
- Deve estar tendo festa no seus vizinhos.
- Deve ser.
- Seus pais estão aí?
- Não faço ideia.
Ele me ajudou a descer, com todo cuidado do mundo, me fazendo rir.
- Pelo jeito acho que não. Tá escuro e não tem nenhum movimento.
- Eles podem ter ido fazer compra, ou não, sei lá! Queria que eles estivessem aqui pra ver o Breno, eles estavam tão animados para esse dia chegar
- Talvez eles foi em um lugar perto, vamos entrar.
Destrancou a porta, esquecendo de ligar a luz.
- Amor, a luz... do jeito que eu sou, sou capaz de tropeçar em meus próprios pés.
- Aé. - riu
Ele ligou a luz e levei um susto com tanta rosto conhecido gritando surpresa. Abri um sorriso enorme, não estava esperando nada disso. Tinha uma faixa linda, escrito "Seja bem vindo Breno". Encarei o Luan, ele beijou minha testa e piscou. Todos vieram ver o Breno de pertinho. Fiquei muito feliz em ver meu pai e meus irmãos. A saudade estava me matando já! Os amigos do Luan, com suas namoradas e esposas. Meus amigos também, até mesmo o Bernado, o que me foi uma grande surpresa, depois de todo mal entendido. E alguns dos meus familiares e familiares do Luan.
- A vovó esperou tanto por esse dia. - marizete acariciou sua bochecha.
- Pode pega-lo, Mari. Sei o quanto quer isso.
- Ele está dormindo.
- Pode pegar. Seus olhos estão até brilhando.
Ela o pegou, com um sorriso enorme estampado no rosto. Fui até meu pai e o abracei com força.
- Que saudade, meu coroa!
- Ôh dedê, tava difícil o serviço, teria vindo antes se não fosse tudo.
- Mas fico feliz que está aqui, agora, sinto sua falta, pai!
- Eu também estou. Também sinto a sua. - apertou meu nariz - O garotinho é o pai cuspido. - rimos
- Ele é. Vou comprimentar a todos enquanto o Breno está dormindo, tá?
- Sim senhora. - beijou minha testa
Comprimentei todos os amigos do Luan, seus parentes, meus amigos e parentes.
- Amigaaaaa - abracei Sarah - Você gostou?
- Eu amei, não estava esperando nada disso.
- Luan, eu e a Bruna que tivemos a ídeia. É tipo um chá de bebê, mas já com o bebê. - rimos
- Está lindo, amiga, obrigada por isso.
- Que bom. Come alguma coisa, está tudo uma delícia.
- O cheiro está maravilhoso.
- Organização impecável, já imagino a festa deste menino de um ano.
- Calma lá, ele ainda nem fez um mês, vai com calma, me deixa respirar - gargalhamos.
- Estou apaixonada nesse bebê, que doçura. - disse Bruna com o Breno no colo.
- Ele é muito lindo, né!
- O pi tá todo babão e sorridente. Ele sempre dizia que a maior realização de um homem é ser pai, que um dia ele seria, e agora ele é. - sorri de lado
- Eu quero ser padrinho em! - o Breno apareceu e acariciou a bochecha do Breno - Padrinho Breno e afilhado Breno. Pô, Luan. Não sabia que você gostava tanto do meu nome. - luan se juntou a nós, rindo, me abraçou por trás.
- E foi ele mesmo que escolheu. Eu pensei em vários e não consiguimos entrar numa conclusão, e em um dia avulso ele chegou dizendo que seria Breno.
- Todo Breno é bonito. Esse aí já vai crescer sabendo das coisas em - gargalhamos.
Engatamos em conversas aleatórias, Breno foi nos braços praticamente de todos. Parei em frente a uma enorme caixa de presentes, uau. Bastante pacotes de fraudas, e muitos outros embrulhos.
- Fico feliz por você! - olhei por cima do ombro, vendo o Bernado, com as mãos no bolso
- Obrigada Bé.
- Imaginei que teu namorado nem iria me chamar, depois de tudo que aconteceu, que você me contou, mas Sarah entrou em contato comigo, então achei que talvez não seria um problema pra ele.
- Que bom que você veio. Ele sabe que foi um mal entendido, sem preocupaçoes.
- Não sou lá muito bom com presentes, ainda mais pra bebê, mas juro que dei o meu melhor.
- Só de você ter vindo já aprecio muito! Você sabe o quanto gosto da nossa amizade
- O sentimento é mútuo. - o abracei - Lembra da Giu?
- Lembrooo.
- Estamos saindo.
- Porque não trouxe ela, muito gente boa.
- Ela não podia vir. - ouvi o chorinho do Breno.
- Acho que alguém me chama.
- Vai lá - sorrimos e fui até o Breno que estava com a prima Camila do Luan
- Deve ser fome. - sorri e o peguei.
- Ele é uma fofura. - o sorriso não saía do meu rosto, a cada elogio aumentava ainda mais. - luan estava encostado conversando com seus amigos.
- Você pega uma toalinha dele pra mim, na malinha.
- Pego.
Logo ele estava de volta, com a toalinha. Breno começou a mamar. Fiquei no cantinho. Ele estava com fome, não largava meu peito pra nada.
- Psiu. - olhei pra frente.
- Oi.
- Senta aqui.
Sentei no seu colo, de lado.
- Que fome, papai!
- Eu sou igual a minha mãe, papai.
- Acho que essa vai ser a minha coisa favorita nos próximos meses. Acho não, tenho certeza!
- O que?
- Ver você amamentar nosso filho! - selei seus lábios. - O que ele estava falando com você?
- Ele quem?
- Você sabe.
- Disse que estava feliz por mim, que não imaginava que você ainda o chamaria para vir aqui, eu disse que você sabe que foi um mal entendido, e que aprecio a amizade dele.
- Hummm. Estou com uma pontada de ciúme mas algo me diz que to errado. - inclinei até seu ouvido
- Eu sou completamente apaixonada por você, e inteiramente sua! - ele mordeu a pontinha da minha orelha
- Dedê. - Rebeca sentou do nosso lado
- Oi beca
- Eu pode faze calinho nele?
- Quando eu terminar aqui, você faz ok? Ele tá se alimentando!
- Ver você amamentar nosso filho! - selei seus lábios. - O que ele estava falando com você?
- Ele quem?
- Você sabe.
- Disse que estava feliz por mim, que não imaginava que você ainda o chamaria para vir aqui, eu disse que você sabe que foi um mal entendido, e que aprecio a amizade dele.
- Hummm. Estou com uma pontada de ciúme mas algo me diz que to errado. - inclinei até seu ouvido
- Eu sou completamente apaixonada por você, e inteiramente sua! - ele mordeu a pontinha da minha orelha
- Dedê. - Rebeca sentou do nosso lado
- Oi beca
- Eu pode faze calinho nele?
- Quando eu terminar aqui, você faz ok? Ele tá se alimentando!
- Tá! - colocou os cabelinhos atrás da orelha - Eu ajudei a mamãe a complar um pesente muito bonito pla ele.
- Sério, você vai me contar? Pode ser no meu ouvido!
- A mamãe pediu pla manter segledo!
- Ahhh poxa.
- Mas quando você ablir vai amar, eu gostei. O beno também vai gostar, o pieto também gostou
- Agora estou curiosa!
- Só quando você ablir os plesente qhe vai ver. - sorriu, levantou e saiu. Gargalhei.
- Ela é adóravel. - a olhei indo até meu pai
- Porra, precisamos fazer uma menininha também.
- Luan de Deus, o que está acontecendo? você pode se controlar, seu filho não tem nem um mês. Hoje você falou de morar junto, ter uma filha, estou preocupada com a próxima coisa.
- A única coisa que estou preocupado é em quanto tempo vou ter esperar pra você finalmente aceitar morar comigo, o resto é lucro.
- Porra, precisamos fazer uma menininha também.
- Luan de Deus, o que está acontecendo? você pode se controlar, seu filho não tem nem um mês. Hoje você falou de morar junto, ter uma filha, estou preocupada com a próxima coisa.
- A única coisa que estou preocupado é em quanto tempo vou ter esperar pra você finalmente aceitar morar comigo, o resto é lucro.
segunda-feira, 1 de maio de 2017
Capítulo cinquenta e três
O meu dia seguinte foi com muita experiência de mamãe. Foi emocionante, o alimentei pela primeira vez. Beijei-o em toda parte do corpo, ele é sem dúvidas a coisinha mais linda do mundo. Estava tão emocionada por tudo, por tê-lo nos braços. Eu não queria nunca solta-lo, mas ele ainda tinha que ficar no berçário sob cuidados. No dia seguinte foi a mesma coisa, mas dei um banho nele, e quase desmaiei do tanto que ele é molinho. Foi engraçado. No próximo dia, ele deu febre por bastante tempo, e ele iria receber alta... Estava sentada pensando longe. Duas mãos tamparam meus olhos e sorri, eu conhecia aquelas mãos macias, e aquele cheiro inconfundível.
- Oi amor.
- Oi linda! Está sozinha?
- Eu falei pra minha mãe descansar, coitada!
- Ahh. - sentou ao meu lado e me puxou para o seu colo. - Ele melhorou da febre? Eu trouxe essa malinha aqui, olha.
- Uhhh, é mesmo, eu não estava lembrando das roupinhas.
- Olha, eu comprei algumas.
- A gente ia fazer juntos, lembra?
- A gente vai fazer, mas o Breno precisa sair com roupa, e eu fiquei com vontade.
- Espera
- O que?
- A malinha tem o nome dele. - sorri, e ele beijou-me na bochecha.
- Minha mãe tinha me falado dessas mala, ela disse que você também tinha comentado com ela, e eu achei que você iria gostar.
- Eu amei, é linda.
- Tem outras lá em casa, porque são várias, eu pensei que era só uma.
- Sim, costuma vim três. Eu adorei, queria desta cor, é muito linda.
- Agora olha as roupinhas.
Abri e olhei todas as roupinhas.
- Mentira que você comprou essas roupinhas.
- Você está falando que não tenho bom gosto?
- Luan.. aaaaa isso aqui é uma fofura. O perfuminho, ai meu Deus. Ele vai sair com esse cinza, é quentinho. Ai, eu quero ir lá e vesti-lo com todas essas roupinhas, gorrinhos e sapatinhos.
- A toquinha vai ser essa branquinha com orelinhas.
- E com esse sapatinho de ursinho, que acho que é conjunto com a toquinha!
- Também acho.
- Hum, não sei se tô com maturidade o suficiente pra ter um bebê, eu vou muito colocar todas as roupinhas nele quando eu poder. - ele riu.
- Eu quero muito vê-lo. Estou ansioso.
- A gente pode ir até o berçario, ou ir procurar o doutor Marcos primeiro, você que sabe.
- Ainda tenho ciúmes desse cara.
- Ahhhh para. Ele vem ajudando muito o Breno.
- Estou brincando. Vamos lá.
No meio do corredor encontramos o Dr. Marcos e ele tratou o Luan muito bem, e nos entramos. Breno estava no colo da enfermeira chorando.
- Eu posso pegar ele? - ele falou com um enorme sorriso no rosto
- Sim, é claro. - ela o entregou e ele sussurrou algumas palavras no ouvido de Breno que foi acalmando. Luan me olhou com um sorriso largo no rosto e eu o entendia. A sensação de ter nosso filho nos braços é sem dúvida a melhor, é inexplícavel.
- Ele parece muito você. - a enfermeira disse.
- Ele parece. - Luan respondeu, ela sorria atentamente olhando o Luan. - Quando ele vai receber alta? Estou ansiosa pra gente ir pra casa. - perguntou ao Dr. Marcos
- Acredito que amanhã, ia ser hoje, mas por conta da febre, resolvemos deixa-lo em observação.
- Amanhã? - perguntei animada.
- Sim.
- Óh, isso é maravilhoso. - sorrimos todos.
Na manhã seguinte, veio eu e o Luan, ficamos no cantinho onde quase ninguém ia e que passei os ultimos dia lá. Encostei minha cabeça em seu peito e ele começou a fazer um cafuné gostoso. São Paulo estava fazendo 9 graus, estava frio pra caramba.
- Já saiu na mídia sobre o Breno?
- Estão falando algumas coisas, mas nada certo, você sabe, maioria das vezes eles inventam, distorcem.
- Eu estou animada que hoje ele recebe alta. Pelos dias que fiquei aqui com ele, se ele ainda estivesse na minha barriga, estava perto de ganha-lo. - sorri.
- Queria arrumar um canto pra gente. Só nosso! - o encarei surpresa, não esperava nada disso vindo do Luan, não agora.
- A gente.. - engoli em seco - Morar juntos?
- Porque parece surpresa?
- Porque estamos "juntos" a um ano, e eu esperava que se isso fosse acontecer iria demorar mais.
- Talvez podia demorar mais, mas agora temos um filho. Você mora em um lugar e eu em outro, e vou querer sempre estar com vocês. Você não mora sozinha.. sinto que estou incomodando indo lá sempre!
- Ah, Luan, nada a ver.
- Por isso que a gente devia arrumar nosso cantinho.
- Eu sou boa de situação, mas agora que fiquei parada por meses, não acho uma boa ídeia.
- Ai, não estou ouvindo isso.
- Eu não que - selou nossos lábios
- Não termina essa frase.
- Mas Luan.
- Eu não estou ouvindo
- Você está ouvindo sim, o que eu disser
- Não, estou surdo, você está ouvindo? - ele disse um pouco mais alto
- Não vou te falar mais nada.
- Como imaginei. - mordeu minha bochecha. - A gente precisa de um lugar só nosso! Para de querer brigar por isso, porque você ficaria nervosa se eu arrumasse.
- Porque não foi essa a educação que meus pais me deram. Você pode pensar que as coisas que ganhei foi tudo de mão beijada, mas não foi. Eu ganhei aquele apartamento porque eu batalhei muito, foi o presente dos meus pais por conta da faculdade que consegui sem eles pagar e por bolsa 100%. E deixar você pagar algo muito alto sozinho, mas faz me sentir inútil.
- Eu nunca pensei que tudo o que você teve e tem foi de mão beijada. Que mal tem eu querer dar algo pra gente?
- Eu não gosto.
- Mas eu quero, você iria deixar-me morar sozinho então, eu vou levar o Breno comigo! - riu
- Você está fazendo graça, estamos discutindo algo sério.
- Não estou fazendo graça, para de ser nervosinha!
- Não estou sendo "nervosinha"
- Você está. Vamos deixar isso pra discutir depois, no caso amanhã. Porque eu quero providenciar as coisas já.
- Eu disse que não vou morar com você enquanto não poder ajudar.
- A gente vai discutir isso amanhã. Certo?
- Não, assunto encerrado.
- Ata, não é assim. Voltaremos ao assunto amanhã quando estivermos em casa.
- Eu disse não.
- Mas eu disse sim.
- Luan.
- Andressa. - cruzei os braços. - Tão linda, bravinha. - me puxou para seu peito
- Oi amor.
- Oi linda! Está sozinha?
- Eu falei pra minha mãe descansar, coitada!
- Ahh. - sentou ao meu lado e me puxou para o seu colo. - Ele melhorou da febre? Eu trouxe essa malinha aqui, olha.
- Uhhh, é mesmo, eu não estava lembrando das roupinhas.
- Olha, eu comprei algumas.
- A gente ia fazer juntos, lembra?
- A gente vai fazer, mas o Breno precisa sair com roupa, e eu fiquei com vontade.
- Espera
- O que?
- A malinha tem o nome dele. - sorri, e ele beijou-me na bochecha.
- Minha mãe tinha me falado dessas mala, ela disse que você também tinha comentado com ela, e eu achei que você iria gostar.
- Eu amei, é linda.
- Tem outras lá em casa, porque são várias, eu pensei que era só uma.
- Sim, costuma vim três. Eu adorei, queria desta cor, é muito linda.
- Agora olha as roupinhas.
Abri e olhei todas as roupinhas.
- Mentira que você comprou essas roupinhas.
- Você está falando que não tenho bom gosto?
- Luan.. aaaaa isso aqui é uma fofura. O perfuminho, ai meu Deus. Ele vai sair com esse cinza, é quentinho. Ai, eu quero ir lá e vesti-lo com todas essas roupinhas, gorrinhos e sapatinhos.
- A toquinha vai ser essa branquinha com orelinhas.
- E com esse sapatinho de ursinho, que acho que é conjunto com a toquinha!
- Também acho.
- Hum, não sei se tô com maturidade o suficiente pra ter um bebê, eu vou muito colocar todas as roupinhas nele quando eu poder. - ele riu.
- Eu quero muito vê-lo. Estou ansioso.
- A gente pode ir até o berçario, ou ir procurar o doutor Marcos primeiro, você que sabe.
- Ainda tenho ciúmes desse cara.
- Ahhhh para. Ele vem ajudando muito o Breno.
- Estou brincando. Vamos lá.
No meio do corredor encontramos o Dr. Marcos e ele tratou o Luan muito bem, e nos entramos. Breno estava no colo da enfermeira chorando.
- Eu posso pegar ele? - ele falou com um enorme sorriso no rosto
- Sim, é claro. - ela o entregou e ele sussurrou algumas palavras no ouvido de Breno que foi acalmando. Luan me olhou com um sorriso largo no rosto e eu o entendia. A sensação de ter nosso filho nos braços é sem dúvida a melhor, é inexplícavel.
- Ele parece muito você. - a enfermeira disse.
- Ele parece. - Luan respondeu, ela sorria atentamente olhando o Luan. - Quando ele vai receber alta? Estou ansiosa pra gente ir pra casa. - perguntou ao Dr. Marcos
- Acredito que amanhã, ia ser hoje, mas por conta da febre, resolvemos deixa-lo em observação.
- Amanhã? - perguntei animada.
- Sim.
- Óh, isso é maravilhoso. - sorrimos todos.
Na manhã seguinte, veio eu e o Luan, ficamos no cantinho onde quase ninguém ia e que passei os ultimos dia lá. Encostei minha cabeça em seu peito e ele começou a fazer um cafuné gostoso. São Paulo estava fazendo 9 graus, estava frio pra caramba.
- Já saiu na mídia sobre o Breno?
- Estão falando algumas coisas, mas nada certo, você sabe, maioria das vezes eles inventam, distorcem.
- Eu estou animada que hoje ele recebe alta. Pelos dias que fiquei aqui com ele, se ele ainda estivesse na minha barriga, estava perto de ganha-lo. - sorri.
- Queria arrumar um canto pra gente. Só nosso! - o encarei surpresa, não esperava nada disso vindo do Luan, não agora.
- A gente.. - engoli em seco - Morar juntos?
- Porque parece surpresa?
- Porque estamos "juntos" a um ano, e eu esperava que se isso fosse acontecer iria demorar mais.
- Talvez podia demorar mais, mas agora temos um filho. Você mora em um lugar e eu em outro, e vou querer sempre estar com vocês. Você não mora sozinha.. sinto que estou incomodando indo lá sempre!
- Ah, Luan, nada a ver.
- Por isso que a gente devia arrumar nosso cantinho.
- Eu sou boa de situação, mas agora que fiquei parada por meses, não acho uma boa ídeia.
- Ai, não estou ouvindo isso.
- Eu não que - selou nossos lábios
- Não termina essa frase.
- Mas Luan.
- Eu não estou ouvindo
- Você está ouvindo sim, o que eu disser
- Não, estou surdo, você está ouvindo? - ele disse um pouco mais alto
- Não vou te falar mais nada.
- Como imaginei. - mordeu minha bochecha. - A gente precisa de um lugar só nosso! Para de querer brigar por isso, porque você ficaria nervosa se eu arrumasse.
- Porque não foi essa a educação que meus pais me deram. Você pode pensar que as coisas que ganhei foi tudo de mão beijada, mas não foi. Eu ganhei aquele apartamento porque eu batalhei muito, foi o presente dos meus pais por conta da faculdade que consegui sem eles pagar e por bolsa 100%. E deixar você pagar algo muito alto sozinho, mas faz me sentir inútil.
- Eu nunca pensei que tudo o que você teve e tem foi de mão beijada. Que mal tem eu querer dar algo pra gente?
- Eu não gosto.
- Mas eu quero, você iria deixar-me morar sozinho então, eu vou levar o Breno comigo! - riu
- Você está fazendo graça, estamos discutindo algo sério.
- Não estou fazendo graça, para de ser nervosinha!
- Não estou sendo "nervosinha"
- Você está. Vamos deixar isso pra discutir depois, no caso amanhã. Porque eu quero providenciar as coisas já.
- Eu disse que não vou morar com você enquanto não poder ajudar.
- A gente vai discutir isso amanhã. Certo?
- Não, assunto encerrado.
- Ata, não é assim. Voltaremos ao assunto amanhã quando estivermos em casa.
- Eu disse não.
- Mas eu disse sim.
- Luan.
- Andressa. - cruzei os braços. - Tão linda, bravinha. - me puxou para seu peito
Assinar:
Postagens (Atom)
Capítulo oitenta e quatro
- Não, eu te acordei? Não lembro. - Ahhhh. Certo - ri - Porque o que eu fiz? - Nada. É coisa atoa. - Amor, o que eu fiz? Você não ia per...
-
Passou duas semanas, falei raras vezes com o Luan. Hoje meus pais chegariam, estava super animada com isso. Cheguei no aeroporto na espera d...
-
5 dias se passou, estava numa balada com a sarah, nossas amigas e alguns amigos. Estava muito bom e tiramos muitas fotos. Era uma das melhor...
-
Tomei um banho. Coloquei um vestido, calcei uma sandalinha baixa, penteei os cabelos. Passei meu hidratante corporal e em seguida o perfume....


