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terça-feira, 4 de julho de 2017

Capítulo setenta e um

Nos arrumamos pro show e descemos. Luan o levou no colo. Breno mandava beijo pra todo mundo que aparecia na frente, com seu jeitinho único e encantador. Quando passamos pela porta para ir pra van Well pediu para que não gritasse, o Breno ficou todo assustado com aquele tanto de gente.

- Manda beijo pra elas também, filho. - ele começou a chorar e esticou os bracinhos pra mim. - Bre, são fãs do papai. Porque você está chorando. - ele agarrou o pescoço do luan, e ficou olhando-as que sorriu e fizeram um coro de "awn" ri baixinho. - Dá tchau pra elas e manda beijo. - ele ficou quietinho, apenas olhando. Todos riram e ele me entregou o Breno. Quando estava subindo Luan falou - e agora bre? - Breno fez peixinho na sua forma de mandar beijo, deixando todos apaixonados. - É difícil igual a mãe. - revirei os olhos rindo.

Ele atendeu e entrou na van. Brincamos com o Breno o trajeto inteiro. Quando chegamos no local do show a parte que entramos tinha bastante gente. Well desceu, pediu para esperamos um pouco e em seguida fomos. Carreguei o Breno. Luan me ajudou a descer, estavam todos eufóricos, ele pegou o Breno, entrelaçou nossos dedos. Breno estava ainda mais assustado.

- Que lindossss!
- Ahhhhh que fofura
- Deus, ele é lindo.
- LUANNNN.

Luan acenou. Olhou o Breno.

- Cadê o beijo. - breno fez dessa vez e as pessoas gritaram ainda mais alto.

Fomos pro camarim e me sentei, aquele salto alto já estava me matando, fiquei com o Breno enquanto Luan começou a atender imprensa e fãs. As pessoas da estrada veio conversar comigo e falar com Breno. Ele estava querendo falar com todos do seu modo. Luan sentou para comer do nosso lado.

- Não vai comer nada?
- Comi no hotel.

Aproveitei que ficamos sozinhos no camarim e dei mamá pro Breno.

- Nossa papai, que fome. - Breno soltou meu peito e ficou encarando o Luan. - Se você não pegar eu pego. - Breno voltou a mamar, segurando firme minha roupa. Luam gargalhou. - Tá vendo. Não é só eu. - revirei os olhos e passei as mãozinhas no cabelinho dele.

Muito tempo depois fomos para a lateral do palco e Luan foi em outra direção. Amava a abertura, Breno estava todo animado vendo o show do papai pela primeira vez.

- O moleque está feliz. - chicão falou.
- Ta mesmo.
- Quando o Luan parar pra falar alguma coisa coloca ele no chão que o Breno vai até ele.

E assim fiz quando o Luan parou, breno foi engatinhando devagar, Luan percebeu e olhou pra ele.

- Olha gente. Tem alguém vindo. - Breno sentou e ficou olhando pra multidão diante dele. Todos queriam ver, ele estava sentadinho assustado com aquele mar de gente.
- Vai filho. - falei baixinho, como se ele fosse ouvir.
- Vem bre. - ele olhou pra trás, para o pessoal da banda, olhou pra mim e acenei com a mão para ele ir. Ele voltou a olhar o Luan e começou a engatinhar. Luan sentou no palco e o Breno logo o alcançou e levantou com ele no colo. - Fala pra eles: oi gente, eu sou o Breno. - mas o Breno estava interessado no microfone do Luan e mais nada. Luan entregou pra ele mas continuou segurando.
- Baba ba - e logo levou a boquinha até o microfone me fazendo rir da cena
- Microfone não é de comer, filho. - todo mundo riu. - Da tchau para os fãs do papai.

Ele levantou o rostinho olhando para o público e ficou.

- Sem tchau? - luan perguntou. Breno o olhou virou o pescoço me procurando, sorri pra ele. Voltou a olhar pra frente e não vi se ele estava fazendo alguma coisa, mas todos gritaram. Luan riu e trouxe ele pra mim. Ele bebeu água, selou meus lábios e voltou sorridente

(...) O show foi maravilhoso como sempre. Voltamos pro hotel, Breno já estava cansadinho e manhoso. Dormiu no colo do Luan enquanto íamos para o hotel. Chegamos lá e tinha algumas meninas. Well pediu para que não gritassem e achei bonito da parte delas pois não gritaram quando viram o Luan. Ele acenou e tirou alguma fotos. Entramos no hotel, os olhares foram para os dois. Fiquei olhando e sorrindo.

- O que foi?
- Nada. - Entramos no quarto e ele deitou com o breno.
- Vou tomar um banho.
- Tá, vou arrumar aqui pra gente. - ele me beijou terno e caminhou em direção ao banheiro tirando a camiseta, fiquei o olhando. As vezes eu não acreditava que ele era meu, que eu estava aqui com ele, que ele estava tirando a camiseta na minha frente e ja fez isso milhares de vezes. Sorri, e ele se virou jogando a camiseta no meu rosto.

- Para de sorrir assim. - tirei a camiseta do meu rosto e o encarei.
- Acho que estou ainda mais apaixonada.
- Você estava com saudade.
- Eu estava.
- Vamos matar essa saudade.
- Vamos.. - caminhei até ele. Mas parei, dando a volta - Não vamos não, tenho que arrumar aqui, você sabe que o Breno rola bastante. Eu.. vou.. nossa vai tomar banho.
- Você não quer tomar banho comigo? Lavar minhas costas.. Adoro lavar o seu corpo, ver você com as duas mãos na parede.. - suspirei fundo.
- Vá. Eu preciso fazer isso aqui.
- Porque você não quer tomar banho comigo? - ele desabotuou a calça, sua cueca boxer preta, senhor.
- Para de me provocar, Luan. Eu preciso arrumar aqui. - virei de costas pra ele.
- Tudo bem. Se você mudar de ídeia. Adoraria matar sua saudade. É sempre bom, matar o que está nos matando. Você sabe que é. - fechei os olhos, contei até 10, e esperei ele entrar no banheiro para soltar um suspiro pesado. Arrumei nossas coisas, a cama, troquei a roupa do Breno. Luan ainda estava no banheiro. Tirei minja roupa permanecendo apenas de lingerie. Ela era de renda preta, ele adorava. Peguei minha escova de dente e entrei no banheiro. O banheiro estava parecendo uma sauna de tanto vapor e quente. Coloquei colgate na minha escova e a molhei. Ele jogou água no box, e me olhou. Escovei os dentes e fui até ele.
- Você já esfregou suas costas?
- Eu estava esperando por você.
- Hum.. - sorri, mordi o lábio. Olhei seu corpo, sorri. - Mas aí vou me molhar, vamos deixar para outro dia. - Me virei mas ele segurou meu cotovelo
- Você disse o que?
- Eu disse alguma coisa? - ele me puxou para dentro do boxe.
- Você está malditamente gostosa. Seu corpo me deixa louco, você me deixa louco.
- Deixo? - levei as mãos até o fecho do meu sutiã, tirando-o devagar. Ele exasperou.
- Eu quero te foder até perder os sentidos.
- Você quer?
- Muito. Caramba, que saudade de você. - beijou minha boca

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