"Ter um filho muda todos os nossos hábitos, rotina, nos deixam cansados, estressados… mas a alegria em tê-los, apara toda e qualquer dificuldade imposta pela vida! De todas alegrias do meu mundo, a maior é ser sua mãe!! #mãedemenino #1mêsemeiodeamor #eusouapaixonada ❤"
@polisamp eu amo um bebê.
@sarah a dindinha é muito apaixonada
@starluans primeira fotinha dele ❤
@brusantanareal é muito preciosinho da dindinha
@afetoluan que coisinha pequena, que amor meu deus.
@joanamatzzro a vovó ama muito
@luansantana papai tá com saudade! Amo vocês. ❤❤❤
Fiquei observando e lendo alguns outros comentários, e logo a foto já estava rodando por instagrans e sites de fofocas e também com o comentário do Luan. Sarah estava com o Igor, resolveram jantar fora. Eles estavam bem, eu gostava de vê-los juntos. Deitei na minha cama e fiquei. Resolvi não ligar a tv para não acordar o Breno, os tempinhos que ele dormia era pequenos, então devo aproveitar.
"que saudade de vcs, amanha a noite chego e vou direto ai ver vocês" - bateu o desapontamento, a noite? É o meu aniversário e ele não vai passar o dia comigo?
"a noite? vc não vem antes?"
"não vai dar!"
"ah sim; tudo bem kkkk"
"tem problema?"
"nao, claro que nao kkk so pensei que iria chegar mais cedo, vou ver se durmo um pouco, aproveitar que o bre dormiu"
"nao vai falar comigo?"
"estou cansada amor, bjo até daqui a pouco"
"uuuh, ok, bjo!"
Não toquei mais em meu celular. A minha madrugada foi dormindo e acordando. De manhã, já estava de pé dando mamá para o Breno. Coloquei-o para dormir novamente e fui arrumar algumas coisas. Estava sozinha em casa, pelo jeito os dois dormiram fora, novamente. Meia hora mais tarde minha mãe me ligou por chamada de vídeo, e conversamos por quase duas horas. Falei com meu pai, e meus irmãos. Eles compram um pequeno bolinho e cantaram parabéns pra mim. Cada ano eles tinham uma ídeia diferente, ainda espero em um aniversário que vamos passar juntos novamente. Minutos mais tarde Sarah e Igor chegaram com um bolo de chocolate e cantaram parabéns pra mim.
- Eu comprei um presente pra você, espero que goste.
- Humm, o que será.
- Abre.
Abri o presente e tinha um perfume cheiroso. Sarah sabia me dar presentes como ninguém, o que era impressionante. Agradeci, dando lhe um abraço e ouvi um chorinho conhecifo. Fui até o quarto, e o Breno estava acordado, com os olhos bem abertos.
- Oi neném da mamãe.
Comecei a brincar com ele e ganhei o melhor presentes de todos, que era os seus sorrisos e risadas gostosas. Eu amo essa coisinha pequena. Meu cabelo ficou todo bagunçado. Refiz o coque e coloquei sua banheira para . Meu celular apitou, corri para pega-lo, esperançosa que ele finalmente se lembrou, mas não era o Luan, era a Poli com um texto lindo. Agredeci e respondi. Peguei o breno e dei o seu banho. Ele amava água, só Deus sabe como é difícil para tira-lo da banheira, após banho terminado.
- Porque meu neném está chorando? - sarah aparaceu, me assustando.
- Porra, que susto.
- Assustando assim porque?
- Estava longe. - gargalhei
Ela escolheu sua roupinha e coloquei. Fomos pra sala, o deixei no carrinho e fui terminar meus deveres.
- Está triste?
- Não.
- Hum, não fui convencida.
- Meu primeiro aniversário ao lado do Luan e ele já esqueceu. Tudo bem que ele é ruim de data, mas é meu aniversário, coloca algo pra lembrar, quando eu irei arrumar um namorado que se importante com isso. Nenhum nunca se importou, eu pensei que o Luan seria diferente.
- Não fica triste. Ele deve que teve show essa noite e ainda está dormindo.
- Ele esteve online depois da meia noite, poderia ter me ligado, mandado uma mensagem, que seja! Mas não fez nada, como você quer que eu não fique triste, se meu próprio namorado esqueceu o meu aniversário!
- Ele vai lembrar.
- Claro que vai. Ele disse que vai estar aqui a noite, até lá vai.. vai ver alguém falando e se lembrar.
- Você não sabe.
- Infelizmente, eu sei sim.
Meu dia foi ler o que me mandavam e cuidar do Breno. Luan me chamou como se NADA estivesse acontecido. Eu queria chorar de raiva. Já era de noite. Estava dando mamá para o Breno a campainha tocou. Abri a porta e era ele, eu o odeio, ele estava maravilhoso em sua calça jeans, blusa cinza como eu amo, e em suas botas.
- Oi linda!
- Oie. - forcei um sorriso. - Entra!
- Está tudo bem?
- Sim, o breno está me deixando exausta! Porque você está tão arrumado?
- Acabei de chegar.
- Ah.
- Vamos la pra casa? - ele está me zoando
- Estou cansada! Deixa pra outro dia. - ele me puxou pra ele e eu queria chorar de raiva
- O que foi?
- Estou dando mamá, Luan!!!
- Uuuh, eu sei - me soltou.
Sarah chegou, mas não puxou tanta conversa percebendo o clima chato.
- Então... vamos comer fora?
- Eu. Estou. Cansada!
- Porra Andressa.
- Porra Andressa? Não vou te falar nada, minha cabeça está doendo, breno hoje estava ligado no 220. Não é fácil a rotina que estou tendo, até virar costume vai ser díficil. Espero que você pelo menos entenda.
- Hum ok.
Deixei ele sozinho e fui até meu quarto. Algumas lágrimas desceu e as limpei rápido assim que ouvi sua voz novamente.
- Porque você está chorando?
- Não estou.
- Caramba Andressa.
- Fala baixo, o Breno está tentando dormir.
- Estou falando baixo.
Coloquei o Breno no berço quando ele finalmente dormiu. Fui passar pelo Luan mas dessa vez não teve como. Ele me encurralou na parede.
- Vamos sair pra jantar fora.
- Estou cansada.
- Amor, não fiz uma pergunta. Estou afim de te levar pra comer em um lugar diferente.
- Eu realmente est..
- Você vai estar realmente cansada depois que estiver tido embaixo e em cima de mim. - me soltou - Estou te esperando.
Respirei fundo e me virei. Entrei no banheiro e tomei um banho demorado, só para irrita-lo. Adentrei o quarto e ele estava olhando o Breno. Mas um lindo vestido preto de veludo em cima da minha cama me chamou atenção. Sem me olhar ele disse.
- Queria que você usasse, hoje! Sera que..
- Tá.
Escolhi o sapato, fiz minha maquiagem, vesti o vestido, calcei meu sapato, terminei os últimos retoques, como já havia dado banho no Breno a pouco tempo atrás, pedi que Luan apenas trocasse sua roupinha. Arrumei sua malinha e saímos. Acabamos encontrando a dona Angelina esperando também o elevador.
- Esse é o seu filho, querida?
- Sim. - sorri, adorava sua simpátia
- Que menino, lindo! Parece o pai. - luan sorriu
- Ele é todo o Luan.
- E ainda vai falar "papa" como sua primeira palavrinha, meus meninos todos foram assim. Achei um absurdo. - gargalhei. - Vocês fazem um belo casal.
- Obrigada dona Angelina.
Conversamos até ela ter que sair, e eu e o Luan descemos no estacionamento. Ele abriu o carro e colocou o Breno no bebê conforto, que dormia quietinho. No caminho, antes de irmos ao restaurante, paramos em sua casa, ele selou rápido meus lábios e entrou. Logo apareceu, dizendo que teriamos mudanças de planos. Pois iriamos numa festa de aniversário de um amigo dele aqui do condomínio. Eu estava prestes a chorar de raiva, e pedir pra ir embora, mas eu iria aguentar. Eu consigo, já passei por coisa pior.
- Você sabe que o Breno está com um mês e pouco. Música alta, aglomeração, não é muito bom pra ele.
- Só vamos dar uma passadinha lá, nem sei se as pessoas já chegaram. - suspirei fundo e apoiei a cabeça em uma das mãos.
- Ok!
Chegamos em frente, a enorme casa. Dessa vez eu peguei o Breno, e sua malinha. Luan bateu na campaínha.
- Quem mora aqui? - perguntei confusa sem lembrar. Logo a porta se abriu e apareceu uma mulher, que aparentava ter uns 57 anos.
- Boa noite, Luan!
- Boa noite dona Ge. Essa é a minha namorada, Andressa, e esse é o meu filho Breno. - ela sorriu pra gente.
- Podem entrar e ficar avontade. Eu estou saindo, divirtam-se.
- Obrigado.
Demos espaço e ela saiu.
- Entra.
- De quem é essa casa? Quem é ela? - falei entrando e caminhando até a porta.
- Abre a porta.
Fiz o que ele pediu e assustei completamente ao ver, milhares de buquê de todos os tipos de cores, na enorme sala de estar. O olhei, sem entender.
- Luan.
- Oi?
- Você..
- Entra.
A casa era enorme, e cheirava perfeitamente bem, e como casa nova. Os buquês formavam um coração no meio da sala. Agora eu iria chorar de verdade. Ele pegou em minha mão e me levou a cada lugar daquela casa. O quarto do Breno, estava todo formado, com tudo que eu escolhi e estava esperando chegar no meu apartamento ou em sua casa. Ele tirou o Breno dos meus braços e o colocou no berço, cobrindo-o. Deixou um babá eletrônica ao seu lado, pegou outro e me tirou dali. Fomos até o último quarto do corredor, que deduzi que seria, bem.. o nosso! Ele abriu a porta e uau, era ainda mais bonito que seu quarto na casa com seus pais. Ele pegou o buquê em cima da cama, era maior do que os outros e mais bonito. Me entregou.
- Feliz aniversário, nervosinha.
- Eu achei que você tinha esquecido. - lágrimas picou em meus olhos, ele riu
- Fazia parte da surpresa! - agarrei um punhado de sua camiseta e o beijei.
- Que lindo o buquê.
- Só não mais que a linda mulher á minha frente. - piscou, sorri de lado. Ele me levou até a cama, sentou e puxou-me para seu colo.
O aroma das rosas estava maravilhoso, abaixei para cheira-las e achei um cartão bem escondidinho. O peguei e abri, suas letrinhas tortinhas estampavam no cartão.
Hoje é o seu aniversário. Passei dias pensando no que te dar de presente, ou melhor, em algo que te faria muito feliz. Pensei ontem antes de dormir em te dar o céu. Mas ele é tão grande que não ia caber numa caixinha. Eu até poderia dar um jeito, mas eu ainda não encontrei um bom lugar para pôr as estrelas. Felicidade, saúde e mais eu. Amor é o que não vai faltar enquanto eu respirar. Amo você. - Luan
As lágrimas que tentei não deixar cair começeram a escorrer sem minha permissão, mas estava impossíve de controlar elas. Nenhuma das vezes que namorei recebi algo tão romântico assim, ainda mais em meu aniversário.
- Porque está chorando?
- Uhhh, isso aqui é muito romântico.
- O cartão?
- O que você escreveu. O cartão, os buquês! Eu nunca recebi coisas assim, ou tive namorados românticos.. - mordi o lábio para conter o sorriso. - Isso é meio que novo pra mim, e eu gosto. - sorri sem mostrar os dentes
- Isso é pouco perto do que você merece. Eu te daria o céu se fosse possível. - limpei as lágrimas - Ele colocou uma caixinha redonda na minha frente. - Abre. - suspirei fundo e abri. Tinha uma chave dentro. - Essa casa é nossa! Eu disse que queria um cantinho pra gente.
As lágrimas que tentei não deixar cair começeram a escorrer sem minha permissão, mas estava impossíve de controlar elas. Nenhuma das vezes que namorei recebi algo tão romântico assim, ainda mais em meu aniversário.
- Porque está chorando?
- Uhhh, isso aqui é muito romântico.
- O cartão?
- O que você escreveu. O cartão, os buquês! Eu nunca recebi coisas assim, ou tive namorados românticos.. - mordi o lábio para conter o sorriso. - Isso é meio que novo pra mim, e eu gosto. - sorri sem mostrar os dentes
- Isso é pouco perto do que você merece. Eu te daria o céu se fosse possível. - limpei as lágrimas - Ele colocou uma caixinha redonda na minha frente. - Abre. - suspirei fundo e abri. Tinha uma chave dentro. - Essa casa é nossa! Eu disse que queria um cantinho pra gente.
- Pensei que você tinha desistido. - ri - nunca mais falou em casa pra gente.
- Mas estava olhando já, comprei com medo de você não aceitar. Mas estava com esperanças. Espero que esteja bom pra você, você pode mudar o que quiser. Sempre tive esse sonho, formar uma família, ter a minha própria casa, com a minha mulher. As pessoas podem falar que está muito cedo, mas eu nunca vou me arrepender de ter comprado aqui para morar com você. A certeza que eu tenho do meu amor por você é maior do que qualquer coisa.

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